May 31, 2007

Erros da Band

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 10:51 am

miss USAA gente até tenta torcer pela Band, mas não é fácil. Eles insistem e persistem nos mesmos erros de sempre. E olha que poderiam escolher um monte de erros novos - ao menos isso! Seus diretores já tiveram tempo e oportunidade para muita coisa; a Band é só uns 3 anos mais nova que a Globo. Emissoras surgiram, algumas faliram, outras cresceram, umas encolheram… Mas a Band não sai daquele patamar de mediocridade, de idéias surradas e de projetos furados.
Caso exemplar é esse concurso de miss que eles teimam em transmitir. É um negócio chato, sonolento e que não empolga mais ninguém. Já foi o tempo em que se torcia por uma miss ou que elas representavam um padrão de beleza. Atualmente só representam um sinal (gigante) de breguice. Ou não é brega demais ficar assistindo a miss Guatemala (ou miss Chipre) desfilando num maiô enorme??? Ô coisa antiga!
Mas mesmo assim rendeu uns 4 ou 5 pontos de audiência pra Band. E isso é festa na emissora do Morumbi. Só que não vão ser 5 pontos num evento anual que vão resolver a vida dos “saadianos”. Já tem 40 anos que eles insistem nessa mentalidade pobre. E o resultado são programas pobres, audiência escassa e receita baixa.
Sobre o concurso já adianto que não vi (já tem muita baranga aqui no meu bairro). Só acompanhei umas reportagens (com atenção especial pro tombo da americana, essa da foto) e a choradeira pelo segundo lugar da brasileira. Mas foi muito bom ela terminar em segundo. Eu não ia aguentar a “babação” caso a mineira ganhasse. Tem gente que se empolga por tão pouco…
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E a Heloísa Vilela acabou de estrear como correspondente da Record nos EUA. Desta vez a Globo se deu bem. Conseguiu se livrar de uma péssima repórter e passou a batata prá concorrente. E nota-se um clima de alívio entre seus ex-colegas da Globo. Não era fácil aguentar os erros da Heloísa no “ao vivo”. Nem aquelas matérias enfadonhas e mal produzidas.
Eu só queria saber quem foi o “poderoso padrinho” que indicou a Heloísa pra ser correspondente em Washington. A Globo deve ter umas 200 profissionais mais capacitadas que ela.
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Da série As Sandices do Tio Sílvio: ontem assisti um pouco daquela baixaria (de origem argentina) que passa as quartas no SBT (Sistema Bozo de Televisão), o Sem Controle. É um amontoado de piadas velhas e sem graça, cercado de mulheres semi-nuas por todos os lados. Algumas das pretensas cic-atrizes já devem ter atuado na mais antiga das profissões. E devem ter muita experiência nisso :o
Mas baixaria e apelação sempre dão audiência. Só não creio que os anunciantes queiram ver seu produto associado a um programa tão pornográfico e escatológico. Aliás, atualmente está difícil encontrar bons anunciantes querendo patrocinar qualquer coisa no SBT. É uma canoa furada.

May 29, 2007

Dolly ou Coca?

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 9:03 am

rede TV!O Pânico alcançou uma façanha marcante. Não, nada a ver com a audiência, que continua oscilando entre 6 e 8 pontos. O fato relevante é o novo patrocínio, da Sprite. Já tem umas 2 semanas no ar e é uma ação entre o Vesgo e o Ceará interagindo com pessoas da platéia. E a Dolly ficou de fora da brincadeira.O interessante é que as relações entre a Coca-Cola e a RedeTV! sempre foram péssimas. Por outro lado a ligação da emissora com a Dolly era bastante próxima. Chegaram até a abrir espaço para um programa onde o presidente da Dolly atacava a Coca-Cola. E a Dolly sempre foi um dos principais anunciantes da RedeTV!. Havia até um grau de amizade entre os donos das empresas.
Resta saber se essa aproximação ficará restrita ao programa Pânico, ou se a Coca-Cola irá esquecer as mágoas e distribuir mais verbas entre os demais programas da Rede TV!. Até porque isso é uma forma de bloquear o crescimento da concorrente. E eles são muito bons em sufocar a concorrência.
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E falando em publicidade e concorrência… Vocês lembram de uma recente (e grande) campanha da Ford, onde os personagens se contentavam com qualquer coisa em lugar de seus desejos. Aí vinha o mote da campanha: “não se contente com pouco, conheça o novo Ford Fiesta”. Ah, não tenho certeza se era o Fiesta mesmo, mas… Mas agora aparece a Wolks com o anúncio de seu novo carro: Jetta. O enredo do filme é até diferente: um suposto diretor da fábrica está assistindo o filme criado pela agência e reclama que o carro corre demais. Aí eles dizem que podem desacelerar usando a computação. Estória meio bobinha, né… Mas aí o anúncio é encerrado com um slogan meio parecido com “novo Jetta. Para quem se contenta com muito”.
Se falta de originalidade fosse crime…. Sem falar que copiar idéias dos outros é muito feio. Típico de gente sem talento.
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E falando em gente sem talento…. Na falta de uma, temos três. Pois ontem (28/05), a Sônia Abrão voltou a espremer o bagaço da laranja. Levou a Gretchen e a Thamy ( com a namorada) para discutir (ou seria defecar?) o assunto no estúdio. Nos poucos segundos que aguentei ver aquele lixo, a Gretchen estava se declarando um exemplo para o país. Que ela e a filha haviam sido martíres na luta pela tolerância sexual. Mas mudei de canal antes que a Sônia pedisse a canonização das duas.
Eu só queria entender que tipo de exemplo elas podem ser. A tal “rainha do rebolado” nunca foi cantora. Seus discos não deviam vender mais que 10 cópias. Seus shows só tinham interesse se ela mostrasse o traseiro. E na falta de coisa melhor, lá ia ela posar nua. Qualquer coisa era pretexto para um novo ensaio. E na falta de revista de mulher pelada, ela acabou na indústria de filmes pornô.
E a filha não ficou prá trás, repetiu os passos da mãe: posou nua algumas vezes (na época que se passava por símbolo sexual). Agora usa o namoro gay como apelo pra novo ensaio erótico. Não vai demorar muito prá fazer um filme pornô.
Então isso é exemplo? Só se for exemplo para quem quer aprender como ganhar a vida usando o rabo!

May 27, 2007

Luí­za Brunet Ainda Bela

Arquivo em: Belas & Barangas — Telinha @ 5:02 am

luíza brunet É impressionante como as coisas mudam. Antigamente, qualquer mulher do meio artístico era considerada vagabunda. Cantora, atriz, modelo…. Nada disso era mulher séria. E talvez tivessem razão em alguns casos, mas a generalização é uma coisa perigosa. Já hoje em dia…. Qualquer vagabunda de 5ª categoria é artista. E ainda ganha espaço na mídia para divulgar seus “projetos”. E as danadas são persistentes; querem vencer pelo “talento”. Só se Talento for uma nova marca de calcinhas….
Mas esse não é o caso da bela desta edição, aniversariante da semana, Luiza Brunet. E a Luiza é um ótimo exemplo da enorme diferença entre uma artista que consegue ser sensual e uma “vagaba” que tenta ser artista.
A Luiza Brunet começou na carreira artística do mesmo modo que a maioria: fazendo fotos de moda, posando nua, fazendo “cenário” em programas de TV. Era bonitona, gostosona e poderia lucrar bastante explorando sua beleza. Poderia até ter seguido o conselho de muitos e insistido na carreira de atriz. Uns 10 anos depois poderia até conseguir interpretar um papel com algum talento dramático.
Mas a Luiza não é somente uma mulher bonita, ela é inteligente e sabe fazer as escolhas certas. Soube guiar sua vida. Era uma moça bonita, agora é uma bela senhora. Era uma jovem sonhadora, agora é esposa, mãe, empresária… A Luiza sempre foi sensual; nunca precisou ser vulgar. Sua beleza nunca foi arrogante ou forçada. Era natural dela. Era suave. Era no olhar, na pele morena, no cheiro…
Pena que certas coisas não se ensinam. Não dá pra falar em sensualidade quando a mulher só sabe rebolar na boquinha da garrafa ou simular um ato sexual num baile funk. Isso é outra coisa… coisa de cachorra. E a bela de hoje está mais pra rainha. A rainha da beleza. Ou a rainha da beLuíza.

Luiza Brunet Luiza Brunet

May 24, 2007

Lixo, Drogas e Cerveja

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 10:13 pm

vale tudo na TVAcho que foi na Segunda (ou Terça), mas isso pouco importa. Interessante mesmo é ver como alguns programas conseguem se superar quando o assunto é baixaria ou sensacionalismo. Se for na Rede TV!… Se for no A Casa É Sua… E a Sônia Abrão é expert numa certa parte da casa; aquela que tem um rolo de papel higiênico do lado. Escreveu, não leu; a baixaria comeu! E é bem típico da “Errei de TV!” , onde os donos só raciocinam com o bolso.
Mas, voltando ao foco, o programa em questão teve como ponto alto a “oficialização” do namoro da Thamy com outra moça, e diante dos olhos da mãe, Gretchen. Mais o lançamento de uma revista com as lésbicas nuas. E mais um micoshow (é mico mesmo) com a tiazinha (ex-rainha) do piripiri. E mais um beijo entre as namoradas. E mais uma torrente de elogios ao amor gay. E mais a Gretchen dizendo que 90% das famílias têm um gay em casa. E mais …
Olha, eu sou daquela opinião que cada ser humano deve ser feliz do jeito que preferir. Pode namorar com um rinoceronte, pode namorar com uma tartaruga, pode transar com uma melancia… Desde que não interfira na minha vida, podem namorar e se acasalar do jeito que preferirem. Só não dá pra aceitar tais cenas no meio da tarde, num programa em TV aberta e num horário em que milhares de crianças (incluíndo a minha filha) podem estar assistindo.
Depois volta a surgir um papo sobre o retorno da censura e as emissoras começam a choramingar. Mas vai precisar; pois se deixar esse povo livre, logo teremos um filme pornô passando depois da sessão de desenhos.
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Essa notícia (completa) você só vai ler aqui. Foi durante o último Prêmio Tim de Música e diante de várias pessoas presentes no salão: um ator da Globo dançava e fumava um “cigarro do capeta” com a namorada. Só que ninguém quis revelar o casal envolvido no fumacê. Mas eu vou dar umas dicas. O rapaz atuou na última novela das 9hs e seu nome começa com “T”. A moça também trabalha na Globo e o nome começa com “C”.
Como eu já disse (logo acima), pouco me importa se alguém vai fumar 1 tonelada de maconha ou meter a cabeça num balde de cocaína. Podem fumar e cheirar até morrer. Só não aguento é ver esse pessoal dando entrevistas contra o uso de drogas, contra a violência e a favor da saúde. Aliás, vocês já viram algum artista defendendo as drogas? Só me lembro de uns 4 ou 5. Mas sei de uns 4.000 que são usuários.
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Já está quase oficializado: uma nova lei vai proibir anúncio de cerveja durante a maior parte do dia. Só vai ser liberado durante a noite. E já começou a gritaria entre os afetados. Começou com um editorial no Jornal da Band, onde a emissora criticava o CADE e defendia a livre concorrência. Mas a coisa não deve parar por aí, vamos ter muito mais gente reclamando. Afinal as cervejarias estão entre os maiores anunciantes do país. O prejuízo vai ser grandes para as emissoras de TV e rádio.
E a questão é só essa mesmo: corte nas verbas de publicidade. Esse papo de monopólio, livre concorrência, liberdade de expressão, é tudo conversa fiada. Elas só estão preocupadas com o faturamento. Mas não vão assumir isso publicamente.

May 22, 2007

Justus na Propaganda

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 12:58 am

Roberto JustusNinguém pode tudo, mas algumas pessoas tem “podido bastante”. É o caso do publicitário Roberto Justus, agora na quarta edição do Aprendiz. O programa nunca foi empolgante e nem estourou no Ibope, mas teve alguns bons momentos e foi bem lucrativo para a Record. Mas essa última edição poderia ter sido evitada; a fórmula já está esgotada. Tanto é que até o mote “você está demitido” ficou fora do contexto. Agora ele não vai contratar (ou demitir) um funcionário, mas buscar um sócio. Curioso isso de um publicitário não arranjar um slogan novo…
Mas o problema maior é essa promiscuidade na relação entre o publicitário e a mídia. Teoricamente ele deveria ter total isenção para gerenciar as verbas dos anunciantes. Mas se ele é apresentador da emissora X, como fica a relação com as outras? Como fica sua credibilidade junto aos clientes de sua agência?
E um novo elemento nesse caso foi uma recente campanha que o Justus estrelou para a Vivo. E ele foi muito enfático ao elogiar e recomendar a operadora de celular. Mas, será que não poderiam contratar um artista ou atleta para fazer a propaganda? Seria muito mais prudente. E evitaria rumores, suposições e problemas futuros.
É caso de se pensar se o ego do publicitário já não está maior que o tamanho de sua agência….
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Último Domingo, o programa Por Dentro da Bola rolando e o Datena chamando os comentaristas para uns comentários rápidos. Aí ele faz uma pergunta e abre uma janela com o Neto, no estúdio de Belo Horizonte. E o Neto estava…. falando ao celular!!!!!! Isso ao vivo e dentro do estúdio!
Em outros tempos (e outras emissoras) isso seria motivo para uma bela advertência. Ou até demissão. Mas estamos falando da Band. E do Neto… E, sabem como é, ele é “porta-voz” da torcida corinthiana. Isso é muito mais do que ser filho do dono. Não vai dar em nada.
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Da série Reparando e Andando: vocês já viram aquele merchan da Kaiser que a turma do Pânico faz ao final do programa? Podem reparar, a turma fala, sorri, levanta o copo, brinda… e nada de beber. Nem encostam o copo na boca.
Claro que não estou falando de beber uma taça inteira, mas…. Aliás, isso é muito comum nas propagandas de cerveja. O pessoal canta, dança, brinca, rebola… e nada de molhar o bico. Podem conferir.
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E falando em comerciais de cerveja: agora a Ambev está com umas propagandas diferenciadas na TV paga. Algumas são quase institucionais. Mas nas emissoras abertas continua aquele festival de funk, boas, praia e sol, besteirol… Devem achar que o espectador de TV aberta tem alguma deficiência no QI.

May 19, 2007

Torpedo É Grana

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 11:08 pm

Torpedo no bolso! Essa é outra das artimanhas que as nossas televisões andam usando (e abusando) para arrancar mais um dinheiro dos desavisados. E, pra variar, os abusos são corriqueiros. Qualquer coisa é motivo para pedir (ou implorar) a opinião do espectador, via celular. A gente está assistindo um jogo e logo vem a pergunta: qual zagueiro do Milan usava trancinhas em 1988? Se é num programa de variedades a apresentadora quer saber: quem gasta mais, o homem ou a mulher? E a brincadeira vai por aí…
Só não é brincadeira porque cada torpedo custa alguns centavos. E milhares de torpedos geram vários milhares de Reais. E as emissoras ficam com uma parte desse bolo.
O esquema é uma variação do tal lance único, mas no caso só é sorteado algum prêmio idiota entre os participantes. Uma forma simples e eficiente de tirar um dinheiro dos espectadores. Mais uma, né… Só queria saber quem fiscaliza isso. Se é que deveria ser fiscalizado. Pois, vale lembrar, nem tudo que é legal, é moral.
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Uma Déborah Secco (olha as letras duplas aí, gente!) já incomoda muita gente. Duas Déboras incomodam muito mais. Opa, não é outra não; é a Fernanda de Freitas. A moça é sósia da Déborah!
É impressionante a semelhança entre as duas. Fiquei sem entender o caso por um bom tempo. Ainda mais que estão na mesma novela. Agora só falta entender essa novela, Pé Na Jaca. Se o autor queria fazer humor, pegou a estrada errada.
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E por falar em (falta de) humor, alguém consegue achar graça no Zorra Total?? São dezenas de atores (alguns até bons), vários redatores, cenários caros, figurinos… Só falta encontrar a “maria da graça”. A dita cuja desapareceu do programa. Se alguém tiver notícias da graça, favor escrever para chato_demais@globo.com.
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Vocês acharam que tinham se livrado da baranga barraqueira mas não é verdade. A senhora estava só curtindo umas férias (longas) em Miami. Podem preparar o saco pois vem aí um novo programa da Márcia Goldsmith na Band. Não adiantou nada rezar uma novena.
:)

May 17, 2007

Record Pega Tudo

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 12:10 am

Vamos começar essa coluna com uma retificação: o nome do apresentador do Na Rua (da TVJB) é Léo Almeida e não Rafael, como eu havia citado. Obrigado a produção do programa pela correção deste erro quase imperdoável. E aproveitando o assunto, o termo “pastel de vento” não foi dedicado ao apresentador (até que é promissor), mas ao conteúdo do programa. Não é por ser um programa dedicado aos jovens que deve ter a superficialidade como pauta. Prá isso já temos a MTV!
E seguindo a (minha) pauta: eu já havia falado sobre os erros (passados e futuros) do Luciano do Valle, mas o mesmo vale pro Sílvio Luís. Domingo ele estava narrando o jogo do Beira Rio e simplesmente não percebeu o segundo gol do Internacional. Precisou levar um cutucão do Júnior para começar a gritar gol. O mais engraçado no Sílvio Luís é que ele não tenta disfarçar os erros, como a maioria dos locutores. Ele agradeceu (no ar) ao Júnior pelo cutucão. :)
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Ainda no Domingo tivemos uma cena inédita: um anti-merchandising protagonizado pelo Fernando Vanucci. Ele parou o programa e sentou a lenha num famoso restaurante paulistano, que havia destratado a produção do programa. Vale ressaltar que o restaurante era um patrocinador habitual do programa. Eu, sinceramente, nunca tinha visto cena tão hilária: “não vá no restaurante “X”. Eu não vou. Agora eu só vou no “Y”. Um abraço aos donos do “Y”…”
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Vocês estão achando que a Record está satisfeita transmitindo a Liga dos Campeões somente?? Mas que nada (como diz aquela música)! Os bispos estão preparando alguns caminhões de dinheiro para adquirir os principais eventos esportivos que a Globo transmite atualmente. Olimpíadas, Fórmula 1, Campeonato Brasileiro, Estaduais… Vale tudo!!
Eles já conseguiram comprar alguns estaduais de menor importância. E perderam a disputa pela Copa do Mundo - nessa creio que houve alguma interferência política na negociação. Mas agora a briga vai engrossar: a Record está querendo a F1 e o Brasileirão. E pelo que pude apurar a proposta pelo Campeonato Brasileiro é bilionária. É isso mesmo, bi, BILIONÁRIA!
É claro que não existe verba no mercado publicitário brasileiro para cobrir tal custo. A Globo, com seu excelente departamento comercial, não deve passar de 400 milhões de receita com o Brasileirão. Isso somente em TV aberta, não falo da paga e do pay-per-view. Então está claro que a Record vai pagar (e muito caro) pela transmissão. E vai assumir o prejuízo da ousadia. Pois a única vantagem mesmo, será nos indíces de audiência.
Assim que tivermos mais dados, vamos informando vocês. Mas, podem apostar, essa novela será muito mais emocionante do que todas as outras juntas.

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