Game Show
Esse é um dos formatos mais antigos e batidos da televisão. Acho que foi criado antes mesmo de inventarem a televisão, na época do “rádio a lenha”. Mas ainda funciona, com mais ou menos sucesso. Depende um pouco do prêmio, do formato, do apresentador, da emissora…Na tarde do último Domingo (29/04) o SBT (Sistema Bozo de Televisão) apresentou a edição do Topa Ou Não Topa em que o participante ganhou o prêmio máximo – 1 milhão Reais, “que valem mais que ouro”, segundo o tio Sílvio.
O que pouca gente sabe (o público em geral) é que essa edição foi uma das primeiras gravadas pela emissora. Tem mais de 6 meses. O rapaz ganhou e deixou o tio Sílvio de “calça arriada” pois não estava no “script” que o prêmio fosse sair logo no começo da atração. O segundo ponto relevante é que pelo contrato a emissora só iria pagar o prêmio depois da exibição do programa.
Qual foi a solução encontrada pelo Sívio (o melhor apresentador e o pior diretor de televisão deste país)? Ele meteu o programa na gaveta e só exibiu agora, no finalzinho de Abril. Só não sei qual foi o acordo para convencerem o sortudo a esperar tanto tempo.
Barbaridade! Barbaridade!!! Diria o irado Datena. Mas eu só diria isso se não conhecesse bem o SBT e o seu comandante. Debaixo do topete do Sílvio continua a mesma mentalidade de camelô. Não é pra ofender a categoria (último recurso dos desempregados do Brasil), mas é aquele velho negócio de tirar vantagem, de ser espertinho – a tal “lei de Gérson”. Também não é a primeira vez em que a emissora do tio Sílvio usa desse expediente. E é por essas e outras que o SBT vai perdendo a credibilidade, anunciantes e dinheiro. Só mesmo as “tiazinhas donas-de-casa” para aguentar os absurdos do Patrão.
Mas o assunto SBT não acaba por aqui. Temos muito mais para falar nas próximas colunas.
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Continuando sobre os game shows, tem esse novo programa do Gilberto Barros, o tal Leão. Eu vi um pedaço do programa de estréia mas nem guardei o nome. E nem tem muito pra falar; é um retalho feio e sujo. Tá tudo errado ali e os números da audiência logo devem registrar o fato. Começando pelo próprio Gilberto que atrapalha os participantes ao se enrolar nas perguntas. Como o jogo é contra o relógio isso acaba prejudicando muito.
Outro ponto negativo é o formato. Vocês acreditam que um dos diretores da Band esteve na Inglaterra para comprar os direitos e adaptar o formato para o Brasil? Assim é fácil ser diretor de uma televisão; paga caro para comprar um formato e se der errado a culpa não é dele, é do projeto.
Fico aqui pensando, com tantos “gênios” e tantos experts na emissora do Morumbi, não tinha ninguém para fazer um brainstorm e criar um modelo de game show? É algo tão complicado assim?
Mas a Band tem muitos problemas para enfrentar. E não são as concorrentes. É ela mesma!!
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Tá na hora de soltar um veneno básico: acho que todos já sabem da separação da Eliana e do Edu Guedes – nem é mais notícia. Mas eu fiquei sabendo que a direção da Record ficou aborrecida com a repercusão do caso. Acho que a emissora queria que eles participassem da “Terapia de Casais” da Igreja Universal.

