O que é preciso para ser um comentarista de futebol? Ser um jornalista formado, com certeza não. Entender do assunto? Nem tanto assim. Saber falar direito e expor bem suas idéias? Negativo. Ser um ex-jogador e ter grande empatia com o público? Deve ser essencial pelo visto. E é isso que se nota ao analisar o elenco da programação esportiva de nossas emissoras.
Vejam o caso da Band: parece que entraram no caminho de apresentador (a) bonitinho (a) e comentaristas popularescos. E o resultado não tem sido muito bom. Nem na qualidade, nem na audiência. E da equipe recém formada para a reentrada da emissora no esporte, pouca coisa se aproveita.
O primeiro eliminado foi o Marcelinho Carioca, que chegou a bater boca (no ar) com alguns colegas. Era uma coisa patética a participação dele como comentarista e repórter. Não fará falta.
E ontem fiquei sabendo que o Júnior também está fora da emissora do Morumbi. Estranho isso pois ele é um dos poucos ex-jogadores que é um bom comentarista. É a exceção que confirma a regra.
Agora ficamos com o Muller (e seus erros de português que machucam o ouvido) e com o caipiresco Neto. E o Neto parece que ganha pela quantidade de bobagens que fala. Ou pelos palpites errados! Só como exemplo, antes do jogo da seleção com o México ele estava falando que o time era bom, que foi bem montado, que a escalação era ótima… Acabamos jogando muito mal e levando uma surra dos mexicanos.
E ainda tem o Mauro Betting, que é formado e entende bastante de futebol. Mas esse anda escanteado. Parece que não faz o perfil que a direção da Band gosta.
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E seguindo no mesmo papo… Tá todo mundo no tubão. A Band (que gasta muito na hora de pagar multas contratuais) descobriu que não tinha dinheiro pra mandar toda a equipe pra Venezuela. Só tá o Fernando Fernandes no local. Já no caso da Globo foi por opção mesmo. Só não dá pra entender essa escolha. Não mesmo!
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E ontem acabei vendo a participação da Claudete Troiano no Charme do SBT (Sistema Bisonho de Televisão). Chorou, chorou e chorou… Mas é assim mesmo: um programa ruim, com audiência baixa e com faturamento fraco… Corta a cabeça do apresentador. É mais fácil do que demitir os “gênios” que dirigem a emissora. E podem apostar: o Atualíssima vai seguir o mesmo caminho do programa da Caudete. Se a coisa é ruim, não adianta mudar o nome, cenário ou a apresentadora. Não é tão simples assim.
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Vocês sabem que significa “sandice”? Então temos um novo termo para enriquecer a língua portuguesa: BANDICE. As duas palavras têm o mesmo significado 
Olha, esse negócio de escrever novela não é tão difícil assim. Começa que é mais um trabalho braçal do que um compromisso literário. É o famoso folhetim que apenas cumpre a “nobre” missão de entreter a massa. Então não dá pra se esperar muito dos autores.
Mas eles bem que podiam ser menos escrachados ao copiar uns aos outros e aos verdadeiros escritores. É um “chupinhamento” explícito e escancarado. Basta ver essa atual novela das 21 horas (8 é coisa do passado). O autor (nem me interessa quem é) abusa do direito de clonar idéias. Esse artifício de duas gêmeas, uma malvada e outra boazinha é mais batido que bife em casa de pobre. Já foi usado na Mulheres de Areia. E essa novela já teve duas versões, a primeira na década de 60.
Agora o sujeito me inventa um romance entre os personagens do Tony Ramos e da Glória Pires. Poxa, eles acabaram de viver o mesmo caso na Belíssima, novela bem recente. Não podia ter variado? Ao menos nos atores… Parece um disco arranhado.
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Outra coisa irritante demais é essa fixação da mídia em certos (as) personagens. O caso mais recente é o da bandeirinha, Ana Paula Oliveira. Se a mulher faz o trabalho direito é uma festa nos programas esportivos. Se ela erra é outro carnaval. Se ela soltar um peido vão 30 equipes de reportagem registrar o “evento”.
Agora então que a seguradora de pau (da bandeira) vai posar nua… Já tô imaginando a babação de ovo da mídia. Ô saco!!
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Querem mais? Tem um negócio que a televisão ADORA: desfile de moda. Um dos motivos é que ameniza um pouco as notícias, normamente graves e negativas nos telejornais. Depois tem o seguinte, futilidade sempre foi muito eficiente pra distrair o povaréu. Agora, na boa, qual a importância de uma dúzia de modelos andróginas zanzando numa passarela com um monte de trapos ridículos? No que isso afeta a vida de 99,99% da população brasileira? Só serve mesmo pra televisão ocupar seu tempo ocioso e precioso.
Ô povo teimoso esse da Band… A última criação dos laboratórios do Morumbi é o programa Atualíssima, que estreiou na última Segunda. E por “atualíssima” se entenda um bocado de reportagens banais, dicas inúteis, fofocas, fofocas e mais um pouco de fofocas. Ah, e , obviamente, um montão de merchans pra completar a receita.
Na verdade o programa é um mix do programa de fofocas do Leão Lobo e do extinto Pra Valer, da Claudete Troiano. Ficou o Leão no Atualíssima e botaram a Ticiana Villas Boas junto. E aí entra mais um erro da Band. Eles contrataram a Patrícia Maldonado para apresentar o programa no lugar da Ticiana. E vão pagar um alto salário e mais a multa contratual que a Patricinha tinha com a Record. Sabem o motivo? Merchan explica!
Fica difícil entender uma emissora onde os programas e os apresentadores são definidos pelos interesses dos merchans. Só isso explica a opção de botar a Patrícia Maldonado no lugar da ótima Ticiana. Eles querem transformar a Patrícia numa espécie de Ana Hickman do Morumbi. E até podem ter razão no aspecto financeiro da opção. Outro dia eu fiquei contando as inserções comerciais no Hoje Em Dia: entre as 9 e 10 da manhã o programa teve 2 intervalos comerciais e 4 merchans. Todos os merchans apresentados pela Ana Hickman!!
Mas podem anotar: daqui a um mês a Band vai estar reclamando da audiência do programa. E eles imaginam o que? Esse tipo de atração só pode ficar entre 1 e 2 pontos. E olhe lá!!
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E o assunto da semana, que dominou os programas de futilidade e os site de fofoca foi… A separação do Alemão e da Irislene (a tal Siri-gaita). Mas, vem cá, quem foi que inventou que esses dois eram namorados? O Boninho?? Dá um tempo, né… Acordo comercial é uma coisa, namoro é outra. Ou deveria ser.
Mas agora o Alemão pode procurar a verdadeira paixão de sua vida. E eu sei quem ela é. Vão umas dicas: é apresentadora de um programa de fuxicos, é especialista em sorteio de motos pelo telefone, é feia e chata pra cacete, o primeiro nome é Sônia, o sobrenome é Abrão… 
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E falando em programas de futilidade e em merchans…. Outro dia vi uma cena bizarra no merchan de um daqueles juicers que espremem as frutas com casca e tudo. Mandaram a mocinha descrever o produto e exibir o funcionamento ao mesmo tempo. Mas o aparelho faz um barulho do caramba. Daí o anúncio ficou assim:
“… Olha só a maravilha que é o juicer da brrrrrrrvrrrrrrrrrr …. com ele você pode grrrrrrrrdrrrrrrrrr … basta colocar a fruta aqui e frrrrrrrrkrrrrrrrr….”
Não deve ser muito difícil ser narrador esportivo neste país. E ser palpiteiro então… No último GP de Mônaco, tentando justificar a supremacia da Mclaren, o Galvão Bueno, Reginaldo Leme & Associados garantiram que na próximas etapas (Canadá e Estados Unidos) a Ferrari iria se recuperar e que o Massa poderia alcançar a liderança do campeonato facilmente. Diziam eles que aquele sucesso da Mclaren era unicamente devido as características daquele circuito, mais adequado ao carro com eixo curto.
Agora, passadas as corridas na América “Nortista”, podemos ver que eles erraram feio. E isso para a infelicidade geral da Rede Globo e das viúvas do Senna.
Mas como é que fica a previsão dos dois experimentados jornalistas esportivos?? Era um palpite? Era informação dos bastidores? Era simplesmente torcida? Poxa, se dá pra falar qualquer coisa, sem compromisso com os fatos, eu também quero ser comentarista de F1. Dar palpite assim eu também sei!
Mas isso nem é o pior da estória. Feio mesmo é o Galvão Bueno ficar torcendo pros pilotos da Mclaren bater e, assim, facilitar a vitória do Massa. Isso é coisa de urubu, não de “gavião”, Bueno. Desejar o mal dos outros é uma forma muito baixa de torcer. Aliás, o Galvão deve ser o torcedor mais bem remunerado do mundo. Já pensaram em receber 1 milhão por mês para torcer pelos pilotos brasileiros???
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Ainda falando em narradores… Já tá na hora da Rede TV! contratar um segundo narrador. No Sábado passado o Luís Alfredo fez plantão: começou narrando a Série B de tarde, passou pro boxe logo depois e voltou com boxe feminino, ao vivo, no final da noite. Só queria ver se ele ficasse afônico…
Aliás, a Rede TV! deveria pensar (urgentemente) em mandar o narrador e comentarista fazer a transmissão no estádio. Isso de “tubão” é coisa de amador. Ou de emissora pobre demais.
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E finalmente a Band colocou o Nivaldo Prieto para narrar um jogo; vi ele no São Paulo X Vasco. É o melhor narrador da casa (pra mim) e ficava realizando sorteios no estúdio. E a gente tendo que aguentar os tropeços do Luciano do Valle e do Sílvio Luís. Não dá, né!! Ora, pra fazer sorteio de camisa ou computador podem tranquilamente pegar uma das bonitonas de lá. Tem um monte de moças pra isso. E deixa o Nivaldo narrando.
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Ah, lembram daquele papo sobre a Cristina Lyra que falei outro dia? Bem, foi impressão minha. Andei analisando as coisas e ela não está com nenhum aditivo artificial na peitolândia. Acho que era a roupa ou o modelo de sutiã que causou aquele inchaço.
Podem me dar parabéns: consegui ver alguns minutos do programa da Márcia Goldsmith na Band. Continua a mesma bosta de sempre! Um monte de pobres lavando a roupa suja na tevê e a baranga barraqueira dando seus pitacos. E a Band ainda anuncia isso como uma grande novidade, uma revolução. Não é exatamente uma revolução, é uma revolta. A revolta que dá na gente por saber que esse tipo de lixo ainda tem espaço na televisão brasileira. É uma (Marcelo) parada, viu!!
Depois aparece a direção da Band chorando pela baixa audiência da emissora, pelo faturamento ruim, pelos fracassos intermináveis… Mas eles queriam o que??? Basta dar uma olhada na grade de programação da emissora. Qual o programa que presta ali? Dá pra salvar o jornalismo. E olhe lá…
Mas eu tenho certeza que eles vão ficar felizes com os 3 ou 4 pontos que a Márcia vai conseguir. Isso é festa lá no Morumbi; a média é entre 1 e 2. E assim segue a trajetória de andar de lado da Band. Já são 40 anos nessa estrada, andando em circulos. E a sorte deles é que a Rede TV! é bem atrapalhada. Se tivesse um pouco mais de competência já teria deixado a Band pra trás.
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A direção da Globo vai respirar aliviada com o final da micro série A Pedra do Reino. Ela foi uma pedrada na audiência da Globo e fez a alegria da concorrência. Mas o fracasso não era tão difícil de imaginar. Este tipo de produção, muito elitizada, não tem grande apelo em tevê aberta. Talvez fosse melhor se fosse exibida num dos canais pagos da emissora.
Mas o problema maior é que existem mais 3 ou 4 séries regionais (no mesmo estilo) programadas para este ano. Talvez acabem sendo engavetadas.
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Negócio complicado é quando a propaganda vai contra a realidade. Mesmo gastando rios de dinheiro, ela costuma perder a disputa. Ou não é esse o caso da campanha do Bradesco Prime? O banco tenta abocanhar uma fatia do mercado de clientes VIP mas a coisa não é tão simples assim. A verba é generosa, o garoto propaganda é caro (Rodrigo Santoro), o comercial é bem produzido, criaram até um livro para divulgar as “120 Razões Para Ser Cliente”… Mas aí o cidadão entra numa agência para pagar uma conta (daquelas que só podem ser pagas no Bradesco) e encontra 578 pessoas adiante dele numa fila interminável. Se entrar na fila dá tempo de ler 2 vezes o livrinho do Bradesco. Cliente prime? Não! Dá vontade de ser cliente crime e cometer um bradescocídio.

Essa dona aí não era nem pra ter entrado agora na seção. Mas…. Ela andou desfilando no Fashion Rio, na semana passada. Uma coisa idiota demais: desceu de um elevador, deu 2 voltas na passarela e levou 150 mil pra casa. Sei lá, os donos da grife devem estar queimando dinheiro. Ou até pode ser lucrativo pagar tanto pra ver a Gisele desfilar. Tô andando e cagando pra isso!
Pior mesmo foi ouvir a modelete falar. Isso é uma coisa que ela tem, sabiamente, evitado. Mas alguém perguntou sobre o aborto e ela resolveu vomitar sua opinião: “a mulher tem o direito de escolher”. Ah, é isso mesmo, a mulher tem todo direito de escolher se quer ou não matar o bebê que está em sua barriga. Pena que a mãe da Gisele não cometeu o aborto. E as mães de certos políticos, de certas famosidades, estas deveriam ter praticado o aborto sim. Seria uma questão de humanidade. E deveriam ser premiadas por isso. Mas, me desculpe a mídia baba-ovo, a Gisele Bundchen é baranga sim. Só um retardado pra achar que ela é um exemplo de beleza. Pra mim é um exemplo de faça-o-oposto. Isso mesmo, meninas. Sejam o oposto da Gisele:
- Não seja materialista
- Não seja hipócrita
- Não seja má amiga
- Não seja frívola
- Não seja idiota
- E, principalmente, não tenha essa bunda esquelética!
Ah, e se alguém achar que ela faz parte das “belas”, que passe muito bem! Estão aí as fotos que provam o contrário:

Não sei o dia em que foi inventada a televisão, mas no dia anterior já tinha um sexólogo na porta esperando para participar, dando conselhos sobre “sequiço”. É a coisa mais velha, chata e surrada da televisão. Falta assunto pra completar o programa? É só chamar um sexólogo para ensinar o povo. Se for mulher, melhor então… Sábado mesmo tinha uma senhora sorridente dando dicas sobre sexo pra platéia do Altas Horas.
Mas a coisa está alastrada por todas as emissoras e em todos os horários. Reparem só no Fantástico, virou um programa de auto-ajuda. É especialista em limpeza, especialista em saúde, em mercado de trabalho, em relacionamento familiar… Parece que a função da televisão é ensinar a massa inculta e desinformada. A tevê virou uma instituição de ensino!
E a situação deve piorar. É uma programação baratíssima para as emissoras e rende boa audiência. É tudo que as emissoras sonham.
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Mancadas Feias: a primeira foi durante a transmissão da Série B do Brasileirão, na Rede TV!. A Renata Maranhão estava apresentando o intervalo e mostrando os gols da outras partidas. Daí ela se referiu ao jogo entre os times de Brasília como “clássico calango”. E o erro foi duplo: de quem escreveu e dela, que leu. Ah, o correto é “clássico candango”.
A segunda mancada foi no Jornal Nacional de Sábado. A Sandra Annenberg estava chamando os gols da rodada e falou que Romário havia feito 2 na vitória do Vasco, chegando a 2002. Até aceito que a Sandra não entenda nada de futebol ou que os gols haviam acabado de acontecer pois o jogo sofreu um atraso. Mas podiam ter corrigido o erro logo depois. Não, passou batido. E agora vai ter gente querendo somar esses mil gols (adicionais) na contagem do atacante 
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Alguém já reparou nas chamadas do Campeonato Brasileiro na Band? Elas terminam com a imagem de uma bola, em super close. E com a marca da fabricante de materiais esportivos que fabrica a bola estourando na tela. É tão sutil quanto um hipopótamo dançando balé.
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As brincadeiras entre o Pânico (e seus personagens) e o SBT (Sílvio Santos e demais artistas) estão ficando muito sem graça. Tá evidente demais que tudo ali é combinado e ensaiado. Parece uma ação entre amigos, que busca elevar a audiência das duas emissoras. O programa de ontem (10/06) estava podre demais. Repetiram a estória da autorização do Sílvio, botaram um link no SBT para pedir uma contribuição do Gugu, fizeram uma coleta entre a platéia… Será que ninguém percebeu que a estorinha já saturou??? É melhor virar a página!