July 31, 2007

Três de Uma Vez

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 7:04 am

Esse Pan pode ter rendido muitas medalhas mas não foi tão pródigo em termos de musas. Quase nada de interessante. E olha que a mí­dia fez bastante força para encontrar alguma beldade. Só que não deu. Mas vou aproveitar para fazer umas menções honrosas aqui. São 2 atletas e 1 jornalista, que, se não são fantásticas, merecem um pouco de atenção.
Flávia Delaroli - acho ela bem interessante. E, diferente da maioria das atletas, tem jeito de mulher, cara de mulher, corpo de mulher… Acho que vocês me entendem. E a Flávia ainda é bem simpática. Merece a presença aqui:
flávia delaroliflávia delaroli
Juliana Veloso - tá bom, não acho ela tão bonita de rosto, mas… Ela tem um bocado de coxa. E nesta foto o ângulo mostra bem o corpo da moça:
Juliana Veloso
Beatriz Castro - essa é uma das melhores repórteres da Globo. Pena que vive “escondida” lá em Pernambuco e não marca presença no eixo Rio-São Paulo. E não tem o reconhecimento que merece. Mas ela acabou sendo chamada para a cobertura do Pan no Rio e manteve a competência habitual. E, apesar da idade, acho que ela ainda dá um bom caldo. Dá pra perder uns 30 minutos  aí­. Melhor pro Francisco José :)

Beatriz Castro

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July 28, 2007

Balanço Geral

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:02 pm

Parece que a Record largou o Pan na metade. Aquele pico de 20 pontos durante a final da ginástica olímpica não foi suficiente para animar a emissora. Como eu já falei aqui, o que importa mesmo é a média da audiência. E por causa disso ela não abriu mão dos desenhos e das novelas. Mais vale um Pica-Pau na mão do que um ginasta voando :) E nem mesmo as finais (ou semi) dos esportes coletivos estavam sendo exibidos ao vivo. No máximo entravam com um videotape ou o final da partida. Se era pra ser assim, nem deviam ter comprado os direitos de transmissão.
E fazendo um balanço final, a Band ganha (apertado) da Globo como a melhor transmissão do Pan. Tinha menos estrutura, menos gente mas acabou se prevalecendo dos melhores locutores, comentaristas e da vibração tradicional. Também merece um voto por ter exibido algumas competições menos populares.
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Tem uma coisa que acho muito curiosa nesses eventos esportivos: volta e meia aparece algum narrador elogiando a transmissão, dizendo que a exibição de um evento como o Pan vai influenciar os jovens para praticar atividades esportivas, que vai ajudar na formação de novas gerações, blá, blá, blá… Só que… Quando a televisão exibe violência, pornografia, uso de drogas, aí eles dizem que isso não vai afetar os jovens em nada, que são os pais que devem educar os filhos. Gozado isso… A televisão só exerce influência positiva. Então tá, vou fazer de conta que acredito nisso.
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A Globo entra com novo pacote de desenhos pela manhã para tentar frear a concorrência. Mas acho que isso não vai resolver o problema da baixa audiência no horário. O problema maior não são só os desenhos. São as LOIRAS da manhã. As duas já estão com o prazo de validade vencido. Deviam ser ripadas da programação ou aproveitadas em novos programas.
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E esse papo de que a bandeirete Ana Paula Oliveira está de caso com sua assessora?! Eu não fico muito surpreso. Nunca engoli essa moça, suposta musa do esporte. E o fato nem é novidade, temos um monte de “musas” que jogam no outro time. Azar de quem anda comprando gata por lebre.

Ana Paula Oliveira

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July 25, 2007

Bronco e Dinossauro

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:06 pm

Lá vou eu falar da Band. Novamente! Mas também… A mais recente invenção da emissora foi desenterrar velharias. Viram que a Escolinha do Golias está dando audiência no SBT (Sistema Brega de Televisão) e resolveram catar as fitas mofadas do Bronco no arquivo. Começa que os índices de audiência do SBT têm uma lógica tão ilógica que nem Einstein entenderia. Aquilo é fruto do QI abaixo de 30 dos espectadores inveterados (e invertebrados) da emissora.
Depois nada garante que o Bronco vá alcançar tanto sucesso na Band. A produção é ruim, o texto é fraco e só sobra mesmo o humor pessoal do Golias. E ainda temos que pensar que as piadas são velhas e focadas em assuntos que pouca gente conhece ou lembra. Não é bem assim que se aproveita o arquivo de uma emissora.
A outra novidade é a Família Dinossauro, que já foi exibida na Globo e no SBT. E essa ainda tem alguma chance de dar certo. Mas não no horário escolhido. E olha que quando eu soube que a Band iria exibir o seriado, pensei: “ih, o BEC (Band Esporte Clube) vai rodar”. E não deu outra, o programa já estava com o prazo de validade vencido. Só que, meter o Baby Sauro entre o jornal da Band e o pastor milagreiro não dá. É uma grade totalmente quebrada. Assim como a maior parte da grade da Band. Quase ningém passa audiência pro programa seguinte por lá.
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E a incompetência do nosso governo não se limita aos transportes, energia, educação, saúde e segurança. Eles fizeram outra cagada na questão da classificação etária. A intenção inicial do governo era ter um contole estatal para definir o horário de exibição dos programas. Queriam colocar algum “companheiro” incompetente e corrupto para decidir o quando, onde e como as emissoras deveriam exibir seus produtos.
Mas as emissoras chiaram, espernearam e gritaram. E conseguiram seu objetivo: vão exibir uma tarja (por uns 3 segundos) com a classificação etária que elas entenderem correta. Só não sei para quem vão exibir a tarja. Ou alguém acha que os pais vão ficar grudados na tela para saber se os filhos devem assistir tal programa?! Me poupem!
Isso é o típico caso da emenda sair pior que o soneto. Tá tudo errado.
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- E o Pan, apesar de todo apelo de mídia, apresenta vários estádios e ginásios vazios. E a audiência média também não anda tão boa assim. Só se salvam alguns esportes mais populares ou a disputa direta pelo ouro em alguma competição que tenha um atleta famoso. Mas é assim mesmo, é um evento esvaziado e sem qualquer importância a nível mundial.
- Outra coisa besta é o comportamento de certas emissoras que estão criticando a torcida por vaiar atletas de outros países. Elas queriam montar uma claque, é?! Ora, o público vaia e aplaude quem ele quiser. Pagou pelo ingresso e tem esse direito. Ou vocês acham que os atletas brasileiros seriam aplaudidos se a competição fosse na Argentina ou em Cuba??

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July 22, 2007

Coisas do Pan

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 7:32 pm

Coisas do Pan: uma das maiores fontes de poluição no mundo atual é a massa encefálica de alguns diretores de televisão. Daqueles que ganham 50, 70 mil para ficar fazendo merda e depois puxam o tapete uns dos outros. Pois um destes “gênios” teve a sensacional idéia de usar a tal “câmera mágica” na transmissão do Pan da Record. É um efeito fuleiro e ineficiente criado com computação gráfica. Não acrescenta nada e nem incrementa a transmissão. Coisa de quem tem dinheiro pra torrar…
Outra idéia infeliz foi a orientação dada aos comentaristas contratados pela emissora. Devem ter dito para que eles citassem o nome da Record em todo e qualquer comentário. Aí, vira e mexe aparece um “só aqui na Record”, “na tela da Record”, “conferindo tudo na Record” … No caso dos narradores ainda passa, mas para um comentarista isso é totalmente dispensável.
Outra coisa que me irrita muito é ver as tarjas com as informações das provas em inglês. E isso num evento realizado no Brasil. Tá certo que o sistema de cronometragem e estatística é gerado por uma multinacional, mas não custava muito (diante do que foi torrado no evento) que as tarjas tivessem uma versão em português.
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Lembram do que falei sobre a Rede TV! estar abusando do Luís Alfredo? Pois ontem vi o Odinei Édson narrando uma competição de luta livre (k1- Brasil) por lá. Eu já não gosto nada do Odinei, e ontem fiquei com uma impressão pior ainda. Seguinte: a competição era gravada e ele fazia a narração junto do Sérgio Batarelli, que comentava. Aí, por diversas vezes ele perguntou ao Sérgio: “e aí, em qual dos dois lutadores você apostaria seu rico dinheirinho?” E o Batarelli respondia. A luta gravada, editada, com narração em estúdio e eles fingindo que não sabiam dos vencedores. Então tá… Vou enviar meu atestado de idiota pra Rede TV!.
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E ontem, Sábado, a Rosana Jatobá estava cobrindo a folga da Sandra Annenberg no Jornal Hoje. E a primeira matéria foi sobre o sepultamento daquele famoso senador baiano. E a Rosana, que é baiana, fez um bico ao terminar a reportagem. Uma cara de “que pena”… É “carlista” a Rosana, hein. Só que aí eu preferia que fosse a sempre sorridente Sandra. A Sandra sorri até em funeral. E neste caso eu iria acompanhar a apresentadora.  :)
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É notável o bom desempenho do repórter Fernando Fernandes nas últimas competições transmitidas pela Band. Tá numa excelente fase e merece os parabéns. É o melhor repórter esportivo da emissora.

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July 21, 2007

Ticiane e Sua Simple Life

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 9:16 pm

ticiane pinheiroA história começou com a mãe, a tal garota de Ipanema. Se bem que isso é mais folclore do que a pura realidade. Mas foi a versão que funcionou e deu notoriedade a menina que vem e que passa. Daí vieram as filhas: a primeira não seguiu a trilha da Helô, a segunda ainda tentou mas não foi muito longe. Então sobrou a mais nova, Ticiane. E ela tentou, tentou, posou nua… Mas o máximo que conquistou foi uma figuração no Zorra Total.
E foi aí que surgiu um príncipe encantado… A, tá bom, não era um príncipe, era um coroa milionário. E isso é muito melhor para a mulherada de hoje em dia. E o velho milionário gostava de umas mocinhas loiras. Já havia se casado e namorado com várias. E ele catou a Ticiane também.
Mas o coroa topetudo não era só rico, era poderoso e influente na mídia. Tinha até um programa para aprendizes numa emissora rica e perdulária. E aí a Ticiane conquistou sua Simple Life. O seu lugar ao sol. Mas um lugar ao sol na beira da piscina, com um bom filtro solar, com uma champagne gelada, um mordomo pra servir uns comes e bebes…
Não é uma romântica história de amor-tadela entre um rico topetudo e uma bela loirinha? Meia boca, né?! Ainda mais que a loirinha não é tudo isso. O corpo parece uma tábua - como vocês podem conferir nas últimas fotos da Vip. A cara também não ajuda muito. Pelo menos eu não gosto nada. E com essa foto daqui só posso colocar a Ticiane Pinheiro na fila das barangas. E passar bem!

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July 17, 2007

Jornal do Cabrini

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:11 pm

O Jornal da Noite (da Band) precisa, urgentemente, de um bom editor. Ou então deve mudar o nome para Jornal do Cabrini. Pois a situação atual do jornal é esta: o Cabrini é repórter, é apresentador, é comentarista e é o editor. É o primeiro jornal personalista da nossa televisão. Tudo vai do gosto e da vontade do Roberto Cabrini.
A coisa pode até ser interessante pra Band, que contratou um profissional e ele faz o trabalho de quatro. Mas o resultado é terrível. O Cabrini pode até ser um bom e experiente repórter, mas é um apresentador fraco. E ainda carrega os cacoetes do tempo em que apresentava o Brasil Urgente. O estilo popularesco e estridente não fica bem num jornal que passa depois da meia-noite e que tem um público mais qualificado. Tudo é superlativo e exagerado para o Cabrini. Qualquer reportagem comum toma cores berrantes e uma locução nervosa e desesperada.
Quando chega a hora de comentar, o Roberto Cabrini mistura sua opinião pessoal com a matéria jornalística. Fica difícil distinguir as duas coisas. E os adjetivos e exageros vão se alastrando pelo tele-jornal. Outro dia mesmo o Cabrini se referiu ao atleta, que ganhou a primeira medalha de ouro no Pan para o Brasil, como “herói”. Será que o Cabrini sabe o exato significado da palavra? Ora, o rapaz pode ser esforçado, dedicado, bravo… Herói não! Herói mesmo é quem sustenta sua família com um salário mínimo neste país. E os adjetivos seguem em profusão: para a bandeira que posa nua e que é tema de várias e longas matérias; para a miss que ficou em segundo lugar na disputa mundial; para a Gisele sem-Bundchen numa daquelas repetitivas listas de “as 10 mais sei lá o que”…
É difícil imaginar que o Cabrini vá se corrigir sozinho nesta altura do campeonato. A Band deveria ter um editor para o jornal. Alguém para controlar o Cabrini. Pois, já aprendi, em certas ocasiões, “menos” é “mais”. Menos Cabrini, menos…
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O ótimo resultado da audiência da Band no Mundial Sub-20 e nos jogos da Copa América que exibiu sozinha só confirmam aquilo que (quase) todos já sabem: não dá pra bater de frente com a Globo. Botar os mesmos jogos é pedir pra levar uma surra. Ainda mais com o estilo “quadrado” de transmissão da Band. Acho que só teria algum chance se fizesse uma transmissão totalmente radical e diferenciada. Se realizasse uma revolução em termos de futebol na tevê. Mas isso é algo impossível de acontecer diante da mentalidade que reina na emissora do Morumbi.
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A propaganda não precisa ser textual, mas é bom que seja verossímil. Ainda mais quando é um anúncio de remédio. Talvez ninguém repare naquele anúncio de um remédio para gases, o Luftal. A cena se passa num cinema e o locutor vai tentando explicar o significado do som dos gases que provocam o desconforto na personagem. Não é tão engraçado como eles pretenderiam, mas… Daí entra a segunda cena (o depois) e a moça aparece tomando o remédio com um copo de água. E isso dentro do cinema!!! Só queria entender como alguém consegue arrumar um copo de água num cinema (nem se fosse copo plástico). E ainda tomar o remédio no escurinho da sala. É bom que o remédio seja melhor que o publicitário…

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July 14, 2007

Cariocas Calam Canalha

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 2:44 am

lula vaiadoCaso alguém tenha o costume de ler esta coluna (dúvido muito), já deve ter percebido que não sou um grande entusiasta deste Pan do Rio. Mas fiquei muito feliz ao assistir a festa de abertura. Foi um espetáculo histórico! NÃO!! Não tô falando da cerimônia. Eu adorei mesmo a grandiosa vaia que o “presimente molusco” recebeu do povo carioca. Calaram o sapo barbudo!! E só esse fato já valeu por toda a grana que torraram (e roubaram) no Pan.
Outro fato legal (e corriqueiro) foi a tentativa da Globo de ocultar a verdade. O locutor-mor, Galvão Bueno, tentou enganar os espectadores dizendo que estavam vaiando o placar eletrônico que avisava sobre o atraso na cerimônia. Ah, tá! Só que vaiaram de novo, e de novo, e de novo… Só aí a emissora chapa branca admitiu que vaiavam o rei dos corruPTos. E eles ainda insistem nas pesquisas forjadas que “garantem” que o molusco tem a aprovação de 80% da população.
Menos mal foi o Luciano do Valle, que logo registrou as vaias. E também reclamou do atraso para iniciar a cerimônia. Só errou mesmo ao lembrar que ele havia organizado um jogo de vôlei entre o Brasil e a antiga União Soviética e que teve mais espectadores que a festa do Pan. Ora, naquela época o Maracanã podia receber muito mais gente. Depois disso foi reformado, encolhido, tiraram a geral… Sem falar que uma parte das arquibancadas foi reservada para o cenário da festa de ontem.
Já na Record… Ah, não deu pra ver muita coisa na Record. Aguentar o Britto Júnior e a Heloísa Vilela é dose pra mamute. A Heloísa é uma anta incompetente. E o Britto Júnior pegou uma terrível mania de exagerar nos adjetivos. Tudo é hiper, mega, super, extra… Até para chamar um repórter ou comentarista ele precisa usar 397 adjetivos. E tudo naquela narração típica de locutor de rodeio. E aí fica super-hiper-mega-extra chato!
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E mais Pan:
- A Band botou seus comentaristas (aliás, suas comentaristas) para comentar o desfile das delegações!! E o Luciano do Valle, toda hora, ficava pedindo um comentário da turma que estava nos estúdios. Mas aí é pedir demais, “seu” Luciano. Comentar uma delegação não dá.
- A abertura criada pela Globo está longa demais. E segue a linha já usada em dezenas de eventos esportivos. Faltou criatividade e sobrou mesmice.
- A festa? Bem, a parte visual estava ótima. Muito bonita mesmo. Já a parte cantada… Nota ZERO! As músicas foram mal escolhidas, especialmente o tema do Pan. E os cantores… Só salvo a Adriana Calcanhoto. O resto era uma brincadeira de mau gosto.
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Sabem Quem está Contigo??? A Priscila Fantin!! Hahahaha… Nem se fosse combinado daria pra fazer tamanha cagada. Pois as duas revistas de banalidades, da Globo e da Abril, conseguiram tal proeza. Na mesma semana, na capa, botaram uma matéria igual sobre a Priscila Fantin. Até a foto era igual, só mudando o ângulo. E ambas enaltecendo a boa forma da atriz.
E olha que a Priscila não é tudo isso que estão vendendo. Já vi uma foto dela na praia e… Tem o corpo de uma senhora cinquentona. Sabem aquela retaguarda quadrada e murcha? Bem por aí…

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