October 31, 2007

Débora Vilalba, a Bela

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 2:19 am

Uma das regras básicas da televisão (já ensinava o Boni) é sempre usar belas mulheres na tela. Mesmo que muitosdébora vilalba diretores de televisão não gostem muito da fruta. E essa foi uma das coisas que a Record melhor copiou da Globo. Se a programação da Record é um amontoado de baboseiras, o “time” feminino da emissora está batendo um bolão. Pelo menos isso, né …

Um dos rostos mais bonitos da televisão atualmente é a Débora Vilalba. Que é super simpática também. Vocês sabem que antipatia anula 78,3% da beleza feminina. Está cientificamente comprovado! Mas desse mal, a Débora Vilalba não sofre. O único problema éque ela virou (quase) uma exclusividade dos paulistas. Desde o tempo em que cobria as folgas dos outros apresentadores do Globo Esporte. E continua hoje, na edição paulista do Debate Bola, na Record. Só raramente se vê a Débora em rede nacional. Uma pena.

Aliás, a Débora é um bom exemplo de apresentadora mal aproveitada. Foi assim na Globo, e é agora na Record. Ainda mais quando a gente nota que certas figuras caem nas graças de diretores de televisão com muita facilidade. Dá até pra imaginar o motivo. Mas isso é outro papo. Hoje só vou enaltecer a beleza e simpatia dessa morena charmosa e meiga. É uma bela presençaa para comemorar os 6 meses do site. Ou vocês não gostam disso???

débora vilalbadébora vilalbadébora vilalbadébora vilalbadébora vilalbadébora vilalba linda

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October 27, 2007

Nota e Livro

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:00 pm

Não costumo usar esta coluna para responder aos comentários. Não é o modelo de site que desejo e não acrescentaria nada ao conteúdo. Lugar de comentário é na caixa de comentários e só isso. Mas vou aproveitar a coluna de hoje para citar um comentário feito por alguém que assinou como Carlos Alberto de Nóbrega (e até é possível que seja o apresentador). O comentário dizia que concordava com algumas coisas relatadas na coluna mas que achava uma atitude covarde não usar meu nome para assinar o artigo. Bem…
Esta coluna é meramente opinativa. Não estou fazendo denúncias ou caluniando ninguém para usar o anonimato como defesa. Não é difícil notar que a maior parte dos sites não apresenta o nome do dono ou responsável. Existe um local adequado para se saber o nome do responsável - nem preciso citar aqui. Também é possível usar o email de contato do site para falar com o responsável. A boa educação ensina que devemos perguntar o nome das pessoas antes de dizer que estão se ocultando ou sendo covardes. É algo que ensinamos aos filhos, logo aos 3 ou 4 anos.
Não é preciso ser nenhum gênio para perceber que o uso de apelidos é muito comum na Internet, seja em sites, blogs, fóruns ou afins. Mesmo na televisão, rádio ou jornais isso também é corriqueiro. Aliás, no próprio SBT a maioria dos apresentadores usa o apelido para criar uma imagem pública. Seriam eles também covardes?? E qual seria a grande diferença entre eu usar o apelido atual ou assinar como Maria da Graça ou João das Couves? Vai dar mais credibilidade? Talvez. Mas a acusação foi de covardia, não de falta de credibilidade.
O lado mais curioso neste caso ocorreu ao tentar responder o comentário do (suposto) Carlos Alberto de Nóbrega. Vejam o resultado:

(Final-Recipient: rfc822; xxxxx@aol.com
Action: failed
Status: 5.0.0
Diagnostic-Code: X-Postfix; host mailin-02.mx.aol.com[64.12.137.168] said: 550
MAILBOX NOT FOUND (in reply to RCPT TO command)

Caixa de email não encontrada. Engraçado, hein… Usa um email falso e eu é que sou covarde?!
Menos mal que o sr. Carlos Alberto de Nóbrega já mudou o encerramento da Praça é Nossa. Agora ele passa pro Hermano Henning, não mais pro Nascimento. Seria mais educado se assumisse publicamente a falha (ou aqui, pelo menos). Também seria de bom tom se compreendesse a diferença entre privacidade e covardia. Mas isso vai de cada pessoa. Cada qual age de acordo com sua consciência e caráter.
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Nesta semana ocorreu o lançamento do livro O Bispo, a autobiografia do Edir Macedo. Foi uma ótima oportunidade para ver o nível de isenção do jornalismo da Record. O livrinho panfletário recebeu inúmeras e extensas reportagens nos telejornais da emissora. A mesma prática que eles já tinham em qualquer atuação pública e política do Crivella.
Extenso também foi o “cordão dos puxa-sacos” para receber um autógrafo dos autores do panfleto, Douglas Tavolaro e Christina Lemos (ambos funcionários do Macedo). Imagina se fosse o próprio Macedo assinando o livrete. Teriam que paralisar a transmissão da emissora por falta de apresentadores.
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Eu já perdi a conta. Mas devo ter visto dezenas de reportagens nos programas da Record abordando a vida dos milionários. É um negócio de mostrar os apartamentos mais luxuosos de São Paulo, os carros mais caros, as comidas que custam pequenas fortunas… É notável (e digna de análise) a fixação nestes assuntos.
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A horário da madrugada na Mix TV já começa a ser ocupado por programas evangélicos. Parece mais fácil conter as águas do Amazonas com uma colher do que segurar os “tele-milagreiros”.
Aliás, o nome “mix” é bem apropriado para esta emissora. É uma mistureba totalmente bizarra: tem clipes musicais, tem infomerciais, tem parte com programação da RBI, tem programas evangélicos…         mix tv

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October 24, 2007

O Rato e o Mentiroso

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:52 pm

Terça foi um dia complicado. Trabalhando um pouco e a tevê ligada no Hojem Em Dia. E aguentando aquelas baboseiras habituais do programa. Daí o Britto começa a anunciar um grande convidado, que as crianças adoram, vindo do exterior… Meu alarme de “lá vem merda” começou a apitar com insistência. Ainda mais conhecendo o Britto e o programa em questão.
Pois é… Chegou uma senhora (do marketing da Disney) e logo depois uma pessoa fantasiada de Mickey. E o Britto Júnior repetia (sem cansar) que era o Mickey oficial, vindo de Orlando. Ora, não existe 1 Mickey oficial, mas N pessoas fantasiadas de Mickey e trabalhando pra Disney. Ou vocês acham que a Disneyworld iria parar quando o único Mickey (o ator) estivesse em férias?! É o mesmo caso do Bozo e outros personagens fantasiados. Existem N artistas (em diversos países) interpretando o papel e usando a fantasia.
E a farsa ficou mais evidente quando o Britto Júnior, a Ana e o Edu faziam perguntas (em português) e o Mickey respondia com gestos e acenos de cabeça. Vão querer que eu acredite que existe um único Mickey e que ele entende português?!! Dá um tempo, hein… Esse negócio de mentir pro espectador é um caminho perigoso. E não tem volta.
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Ainda no pé do Britto e da Ana… Já no mesmo Hoje em Dia fizeram o habitual alarde sobre a estréia de O Jogador. Muita vela pra pouco defunto. É aquele velhíssimo programa de perguntas e respostas. Acho que foi criado antes da arca de Noé :) . A única diferença no programa da Record é que os participantes devem decidir se confiam em suas respostas (e decidem continuar no jogo) ou se desistem e recebem o valor já acumulado. Nada mais que isso.
E pensar que nossas “ricas” emissoras gastam milhões para comprar a licença de tais programas. É o dinheiro mais mal gasto que já ouvi falar. Poderiam usar 5% disso para montar uma equipe de criação própria.
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Recente pesquisa revelou que o Flamengo continua disparado como a maior torcida do país. Em segundo lugar está o Corinthians e, bem próximo, vem o São Paulo. Então como se explica a força da “timão press”? Será que é a força do hábito?
Pois no Jogo Aberto desta Terça o noticiário sobre o coringão ocupou 80% do tempo útil. Incluindo aí uma longa e sonolenta entrevista (ao vivo) com o técnico atual, Nelsinho. E o pior é que o resultado prático é pífio: a audiência sempre oscila entre 1 e 2 pontos. Será que compensa??
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E ontem acabei vendo umas cenas da Preta Gil na nova novela da Record. A Preta Gil estava excelente interpretando a … Preta Gil!! Nada melhor que ser filho de gente famosa, de cantor, de ministro…

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October 21, 2007

TV Digital x Velharias

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:16 pm

Seguindo o papo sobre a televisão digital… A peça básica será o conversor, que pode ser externo ou estar incorporado aos novos televisores que chegarem ao mercado em 2008. Por isso talvez não seja o momento ideal para trocar de televisor. Logo estará defasado tecnologicamente. Já no caso de comprar o conversor (com um preço absurdo), também não é grande vantagem sair na frente. Creio que quando acabar a euforia pela novidade os preços irão recuar bastante. E os conversores poderão ter novas funcionalidades, podendo até gravar os programas, como se fosse um video cassete moderno.
Mas, vamos dizer que eu tenha comprado a antena UHF e mais o conversor, qual a diferença? De início somente uma melhora no sinal e na qualidade da imagem e som. Pois aí a limitação será do televisor atual. Isso imaginando um aparelho comum, não um desses super caros. A resolução da televisões comuns não alcança nem 1/3 do que a transmissão digital permite. Nem suporta o novo formato de tela, 16 por 9.
conversor digital
O último gargalo ficará por conta das emissoras de televisão. Vai demorar muito para que elas explorem ao máximo a interatividade que o sistema digital permite. Ainda mais que a palavra “interatividade” costuma ser confundida com “exploração” nas emissoras deste país.
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Em Algum Lugar do Passado. Acho que esse foi o nome de um filme antigo. Mas essa é a situação atual do SBT (Sistema Brega de Televisão). O dono da emissora deve estar saudoso de um tempo em que conseguia audiência com programas baratos e de baixo custo. Imaginem que maravilhoso era esse tempo na mentalidade perpétua de camelô. Só que o mundo caminha pra frente, e o Sílvio não consegue perceber este detalhe. E está se afundando com Chiquititas (e promete a Maria do Bairro para breve), com o Viva a Noite, com o novo (?) Fantasia, com a Escolinha do Golias… Dizem até que ele tem a intenção de reviver o Aqui e Agora. Só fica faltando o Bozo…
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Parece que o nosso Ministério da Cultura está com dinheiro sobrando. Tanto é que estão gastando uma verba considerável numa campanha para a valorização da cultura indígena. Valorizar o que??? Se a cultura (sic) indígena tivesse valor real não precisaria de campanha de publicidade. Ê “seu” Gilberto… Não tem nada melhor pra fazer pela cultura brasileira?
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Já viram aquele comercial da Caixa, onde a Regina Casé leva dois sujeitos para aprenderem como é simples abrir uma conta lá? Ao entrar na agência ela diz para eles não se assustar com a porta giratória, que é chata, mas é para a segurança deles. Bela piada do redator do comercial. Ou será que existe alguém que nunca tenha visto uma porta giratória num banco? Ora, o sujeito pode ser pobre mas não precisa (necessariamente) ser um boçal.
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Tem coisas que a gente vê e não acredita no que assiste. Pois outro dia eu estava vendo a partida entre Flamengo X São Paulo na TV Esporte Interativo. Mas calma… Não precisam ligar pra Globo avisando sobre roubo de direitos de transmissão. Era somente um “fantástico” jogo de video game que estava sendo transmitido. Exato, video game! E esse povo ainda quer montar uma rede de televisão. Que palhaçada! … E tome torpedo pra celular.

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October 18, 2007

Rede Brasil Chegando

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 3:03 pm

Nesse negócio de mexer na antena (e sem cair do telhado) acabei achando mais uma emissora de televisão. Não, não foi a Record News. Essa não pega sem a gente participar da corrente dos 318… Foi a Rede Brasil de Televisão, RBTV de agora em diante, pra facilitar. É de um grupo paranaense e já tem cobertura em quase todo o Brasil; falta boa parte do Nordeste e alguns estados do Norte. E opera basicamente em UHF. Aqui a recepção é meio fraca pois a retrasmissora fica numa cidade vizinha, mas até que dá pra assistir.
O ponto negativo é a qualidade de recepção (obviamente), som e imagem. Mas creio que isso é até fácil de corrigir. Basta um pouco de investimento em transmissores e equipamentos.
O lado positivo foi a estratégia de programação. Foram bem inteligentes nesse aspecto. Eles têm alguns programas próprios, alguns razoáveis, outros fracos. Tem o Nei Nani, com o Nei Gonçalves Dias e Nani Venâncio, tem o Na Bola, com o Oliverio Júnior, tem aquele habitual programa de culinária… Daí eles pegaram seriados e desenhos conhecidos pra completar: Super Homem, Cavaleiros do Zodíaco, Feiticeira… O tempo restante é ocupado por programas da TV Educativa, do Rio. Mas parece que a intenção é ocupar toda a grade com programação própria.
Outro fator, muito agradável, é a ausência de programas religiosos e aquele desfile incessante de merchans. Já éum grande alí­vio pro saco do espectador.
A primeira impressão, dando um desconto por ser uma televisão nova, éboa. Até surpreendente, ainda mais que a banda de UHF vai ser bem valorizada com a chegada da TV digital. Resta esperar um pouco mais e ver se vão tomar o rumo correto ou se vão partir pra baixaria e apelação, tão comum em certas redes maiores.
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E por falar em TV digital… Os espertalhões já começam a se aproveitar do fato (e mais a ignorância das pessoas) para lucrar um pouco; ou muito. Outro dia mesmo eu vi um daqueles infomerciais que oferecia uma “moderní­ssima” antena de UHF. E o apresentador dizia que ela captava VHF, UHF e TV Digital. E pelo aspecto geral do anúncio já imagino que o preçoo da “bodega” devia ser bem superior aos 100 Reais.
Vamos entender o seguinte: a recepção da TV digital precisa do receptor (chamado de top box), e de uma antena de UHF. Mas qualquer antena de UHF já serve. Mesmo a de 10,00. Claro que se for uma boa, de preferência com um booster (amplificador), melhor ainda. Mas a antena sozinha não resolve nada. Não caiam nessa lorota. Só com o receptor é que o sinal vira digital; até a antena ele continua analógico (só chegando digital nas novas frequências).
Outro ponto são os atuais canais em VHF. Todos eles vão ter um outro sinal em UHF. A Band, por exemplo, vai ser o canal 23 em UHF, em São Paulo. Os canais que já operam em UHF vão continuar lá mesmo.
A transmissão digital só vai começar no dia 2 de Dezembro, em São Paulo. Até lá a gente continua falando sobre o assunto por aqui. Ainda falta bastante coisa. Isso se alguém estiver interessado.
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Tem horas que dá raiva de viver neste paí­s. Basicamente nas horas em que estou acordado :) . Mas… sabem aqueles canais que a gente deleta do controle? Pois hoje eu fui dar uma varrida em todos os canais disponí­veis. Eis que… me aparece a “biltra” Sônia Hernandez, direto de Miami, numa transmissão por IPTV, recitando trechos da Bí­blia e berrando idiotices para seus fiéis seguidores.
Já disseram que esse não éum paí­s sério (acho que foi um ex-presidente francês). Imagina… Isso aqui éum circo, uma ópera bufa. Ou vocês conhecem algum outro lugar do mundo onde bandidos (condenados e presos) possuem uma concessão pública de televisão?! Parece que o ministro das comunicações vive de “Costa” pra lei.
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Essa eu vi na Sábado, mas esqueci de publicar na coluna passada. Sabem aquele programa altamente intelectual que passa no SBT…. o Sem Controle? Então, estava eu ocupado aqui e a tevê ligada naquela porcaria. Daí ­ entra um quadro (estrelado por uma prostituta que se finge de atriz) e a cena se passa num restaurante. A moça, num tipo de burra e oportunista, conversa com o namorado sobre viajar pra Europa. Ele fala que eles vão pra Roma e ela diz: “Roma? Ah, poder ver a Torre Eifel…” E ele conserta: “… não, a Torre Eifel fica em Paris. Em Roma a gente vai visitar a Torre de Pisa”.
Caracas, que Mérida!!! Tá certo que o programa é uma baixaria absoluta, mas será que ninguém do elenco, direção, edição ou os redatores (redatores??? duvido que tenha isso por lá) conseguiu perceber um erro tão grosseiro? O texto passa na mão de tanta gente e nenhum sabe que a Torre de Pisa fica em … PISA!!!!

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October 15, 2007

Conversa Enfiada

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:26 pm

Não tenho certeza, estava vendo o jogo, mas parece que a Record esticou (até o máximo) o Programa de Domingo. Acho que eles queriam exibir a entrevista (encomendada) com o Edir Macedo no horário do Fantástico, mas o atraso no jogo da seleção atrapalhou os planos. Mas consegui assistir o boa parte da reportagem do Paulo Henrique Amorim com o patrão dele. Belo funcionário, o Amorim. Puxa o saco dos patrões com toda a elegância. Já era assim na Globo, continua na Record. Salário plenamente justificado.
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Erro grosseiro no SBT: programa gravado não pode passar para o seguinte com recado pessoal. Mas eles teimam. Já tem duas semanas (pelo menos que eu vi) em que o Carlos Alberto encerra a Praça é Nossa mandando um abraço pro Carlos Nascimento, que apresenta (ria) o jornal que se segue. Só que aí ­ entra o Hermano Henning no ar. Coisa de amador, no pior sentido da expressão.
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Outro vacilo, agora na Band: a divisão dos blocos está toda errada no Brasil Urgente. O Datena chama um intervalo lá pelas 18:40. Daí ­ volta pro estúdio e ele diz que precisa “pagar” outro intervalo mas que daí ­ pra frente o programa segue sem interrupções. Mas isso só funciona pra São Paulo. No resto da rede, que tem jornais locais, o espectador tem que aguentar 10 minutos com enrolação e propagandas. É demais!
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Essa eu estava só esperando acontecer. E foi ontem (ou hoje, segunda?). O 3º Tempo começou à  1 hora da madrugada. E só durou 28 minutos, suficientes apenas pro Milton Neves “pagar” os merchans e falar umas 2 piadinhas idiotas. É o tí­pico programa que só atende o departamento comercial da emissora.
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Tem uma famosa indústria eletrônica que anda repetindo (nos merchans principalmente) que seus televisores estão preparados para receber o conversor da tv digital. Ah, tá … Só que praticamente todos os televisores (salvo os bem antigos) estão preparados para receber o tal conversor. Está parecendo é que a tal empresa está querendo ludibriar o consumidor mais desatento. Estar preparada para receber o conversor não significa estar preparada para a transmissão digital. Nem de longe!
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Vocês repararam no novo visual do repórter Mauro Naves? Que coisa mais “lindinha” aquele louro misturado com o grisalho. Hehehe… Acho que só mesmo a Patrí­cia pra aguentar aquela tintura. Aliás, visual bom mesmo é o da Patrí­cia Naves (ex Novaes), a esposa do Mauro. Sem falar que a Patrí­cia é tudo de “bão”: simpática, inteligente, entende muito de futebol… Sortudo esse Mauro!

patrícia naves

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October 11, 2007

A Mônica Certa

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:25 pm

mônica waldvogel Só fui me lembrar deste detalhe ontem, depois de ter publicado a coluna anterior, sobre a Mônica ex-amante. Foi uma reportagem que li uns 500 anos passados :). E mostrava o assédio que as jornalistas (mais bonitas) sofriam no ambiente onde atuavam. Não exatamente na redação, mas no “mundinho” político, econômico, esportivo, etc… Uma das entrevistadas foi a Mônica. A Mônica Waldvogel (bom deixar claro), que atuava, então, como repórter de política em Brasília.
A Mônica falava das inúmeras cantadas que recebia nos gabinetes e nos salões do congresso e dos ministérios. Nada anormal em se tratando de jovens bonitas e senhores “poderosos”. Há muito interesse em obter informações privilegiadas, há vontade de ascensão profissional e financeira. Sabemos de várias repórteres que sucumbiram aos “encantos” de barrigudos e carecas que sentavam em cadeiras importantes.
Mas, temos Mônica de todo tipo. Umas oportunistas. E outras que são profissionais, sérias e competentes. Eu prefiro as Mônicas do tipo Waldvogel. É tudo de bom e é super simpática. Só precisa de um pouco mais de espaço na Globo News, onde divide a bancada do Jornal das 10. A GNT eu não vejo; é pouco, então.
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Vocês sabem o que significa super-exposição? Pois parece que ninguém da Record já ouviu falar nisso. Eles estão anunciando um novo programa, O Jogador, pra o próximo dia 23. A apresentação? Britto Júnior e Ana Hickman. Os dois que já apresentam, diariamente, o Hoje Em Dia. E o Britto ainda faz um serão no Entrevista Imprevista na Record News. Dá pra cansar, hein…
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A Band adora falar que tem um jornalismo independente. Hah… é independente até a hora em que chega o diretor do departamente comercial. Mas, se a Band não é independente, ela é muito agradecida. Especialmente aos políticos que já manejaram grandes verbas de publicidade em seus Estados. Um bom exemplo é aquele casal que já governou o Rio de Janeiro. Cada um deles arrumou um programa na Band do Rio. Tudo para não afundar no ostracismo. E, de quebra, o marido ainda arranjou um programa numa rádio local. Rádio essa, que já passou pelas mãos de muita gente, e que não dá pra saber quem é o atual dono.
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Falar bobagem sobre big brothers e certas “famosidades” ainda passa. Mas se meter a falar de política é dose! Pois foi esta cena que vi hoje, no A Casa É Sua. A Sônia Abrão e o Décio Piccinini, altamente politizados, defendendo o troca-troca de partidos praticado por nossos políticos. Chegaram a comparar a situação com trocar de emprego. BAH!!! Só dá pra dizer uma coisa: “cala a boca, Magda”!

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