October 11, 2007

A Mônica Certa

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:25 pm
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mônica waldvogel Só fui me lembrar deste detalhe ontem, depois de ter publicado a coluna anterior, sobre a Mônica ex-amante. Foi uma reportagem que li uns 500 anos passados :) . E mostrava o assédio que as jornalistas (mais bonitas) sofriam no ambiente onde atuavam. Não exatamente na redação, mas no “mundinho” político, econômico, esportivo, etc… Uma das entrevistadas foi a Mônica. A Mônica Waldvogel (bom deixar claro), que atuava, então, como repórter de política em Brasília.
A Mônica falava das inúmeras cantadas que recebia nos gabinetes e nos salões do congresso e dos ministérios. Nada anormal em se tratando de jovens bonitas e senhores “poderosos”. Há muito interesse em obter informações privilegiadas, há vontade de ascensão profissional e financeira. Sabemos de várias repórteres que sucumbiram aos “encantos” de barrigudos e carecas que sentavam em cadeiras importantes.
Mas, temos Mônica de todo tipo. Umas oportunistas. E outras que são profissionais, sérias e competentes. Eu prefiro as Mônicas do tipo Waldvogel. É tudo de bom e é super simpática. Só precisa de um pouco mais de espaço na Globo News, onde divide a bancada do Jornal das 10. A GNT eu não vejo; é pouco, então.
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Vocês sabem o que significa super-exposição? Pois parece que ninguém da Record já ouviu falar nisso. Eles estão anunciando um novo programa, O Jogador, pra o próximo dia 23. A apresentação? Britto Júnior e Ana Hickman. Os dois que já apresentam, diariamente, o Hoje Em Dia. E o Britto ainda faz um serão no Entrevista Imprevista na Record News. Dá pra cansar, hein…
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A Band adora falar que tem um jornalismo independente. Hah… é independente até a hora em que chega o diretor do departamente comercial. Mas, se a Band não é independente, ela é muito agradecida. Especialmente aos políticos que já manejaram grandes verbas de publicidade em seus Estados. Um bom exemplo é aquele casal que já governou o Rio de Janeiro. Cada um deles arrumou um programa na Band do Rio. Tudo para não afundar no ostracismo. E, de quebra, o marido ainda arranjou um programa numa rádio local. Rádio essa, que já passou pelas mãos de muita gente, e que não dá pra saber quem é o atual dono.
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Falar bobagem sobre big brothers e certas “famosidades” ainda passa. Mas se meter a falar de política é dose! Pois foi esta cena que vi hoje, no A Casa É Sua. A Sônia Abrão e o Décio Piccinini, altamente politizados, defendendo o troca-troca de partidos praticado por nossos políticos. Chegaram a comparar a situação com trocar de emprego. BAH!!! Só dá pra dizer uma coisa: “cala a boca, Magda”!

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