Porcos com Asas
Eu nem perdi tempo anotando o besteirol carnavalesco, mas teve uma impagável: foi na transmissão dos desfile das campeãs de São Paulo. O Márcio Campos estava tentando fazer uma entrevista após o desfile de uma escola que estava homenageando a colonização japonesa. Daí começa a mostrar uma japonesinha desfilando. E era japonesa autêntica, não falava português. O Márcio tentava fazer uma pergunta básica: qual a dificuldade de desfilar, ou algo assim. Na falta de um tradutor juramentado (hehehehe), me aparece a tal Sabrina “Boing Boing” ao lado da japonesa. E o Márcio pede pra Sabrina fazer a pergunta pra japinha. Não deu outra, a Sabrina se vira e pergunta pra japonesa: “Qual a dificuldade pra desfilar?” Em português!!!! Hahahaha. E a japa ainda conseguiu responder: “Não entende. Não fala português”.
Mais hilário que isso é passar na banca de jornais e ler que a Angela Biscate (mui amiga do Weverton - hehehe) pretende fazer uma operação plástica pra reconstituir o hímen. Nem preciso falar que ela tá namorando um cirurgião plástico, né? Mas até acho possível ela fazer essa operação. Difícil mesmo seria ela fazer um implante de neurônios naquele espaço vazio da caixa craniana.
Mas o erro é dar espaço pra esse tipo de gente. Já basta o Super Pop. E, talvez por isso, que Deus não deu asas aos porcos…
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Falando em super… Uma coisa super chata, alastrada pela maioria da emissoras é o sem número de tarjas e slides que poluem a tela. Tem momentos em que cobrem 1/3 da tela com tarjas idiotas e mensagens imbecis. Coisa totalmente dispensável. Ou alguém acha que meter 5 tarjas (olha essa imagem da Band) é algo que interessa ao espectador?

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Falando em tarjas e marcas… A Record resolveu usar um efeito de difusão sempre que aparecer uma marca ou nome de empresa em alguma reportagem. Não me parece ser uma boa saída. Chega a ser uma coisa antipática e mesquinha. Sem falar que, com a possibilidade técnica atual, não duvido que apareça algum gênio sugerindo uma opção nova para solucionar esse problema: vender o espaço da imagem borrada para algum anunciante. Não é fantástico?? Imagina um entrevistado usando um boné com a marca X; daí a emissora borra a marca e insere o nome Y no lugar.
Acho que vou cobrar royaltes pela minha idéia maravilhosa.
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Falando em Record… A emissora tentou evitar, disfarçou, enrolou… Mas agora entrou de cabeça na jogatina do “menor preço único”. E, independente de minha opinião sobre o jogo… A coisa não cheira nada bem. Na última Sexta foi finalizada mais uma promoção de Super Leilão da Record, no Tudo a Ver. A vencedora foi uma senhora de Manaus (ou alguma cidade do Norte). Daí a direção do programa resolveu ligar para a vencedora e colocá-la ao vivo no programa. OK?
Ok nada! A mulher nem sabia que havia ganhado pois o programa passa (no Estado dela) com um delay de 2 horas devido ao fuso horário. E isso em todo Nordeste e Norte do Brasil. A emissora grava o sinal de São Paulo e vai reprisando na região com 2 horas de atraso. Então… O leilão inverso foi finalizado lá pelas 11:30 (horário de Brasília) mas o povo do Norte/Nordeste ainda estava assistindo o programa das 09:30 e continuava ligando para participar do tal leilão. Como fica isso? O pessoal do Sul/Sudeste já sabia do vencedor e tinha parado de ligar, mas o povo do Norte/Nordeste continuava torrando o dinheiro nas ligações? Isso tem auditoria? Tem fiscalização? Tem Procon? Tem procuradoria?
