April 10, 2008

O Jô e o Mosquito

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 3:27 pm

O Programa do Jô voltou de férias e as novidades não foram nada boas. Começando pelo cenário novo, que achei muito simples e sem graça (tanto é que já mudaram a mesa inicial). O conteúdo é aquele mesmo de sempre, uma personalidade, um político, um tipo curioso ou bizarro… Coisa que já cansou. Há tempos! Mas o Jô parece mais animadinho. Volta e meia e ele lembra que o programa está completando 20 anos no ar. Já deve ter repetido isso umas 395 vezes. Mas, sempre é bom lembrar, o programa está fazendo 20 anos.

Mas eu tenho uma dúvida: aquilo que tem lá é platéia ou uma claque? Que o Bira ache tudo engraçado eu até entendo, mas e aquele povo? Tem jeito de claque sim!

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Eu já falei sobre isso antes e vou retornar ao tema: a Record está em campanha aberta pelo seu bispo/candidato, o Crivella. No Fala Brasil da última Segunda, 07/04, colocaram uma matéria sobre a epidemia de dengue no Rio. A reportagem mostrava que a IURD iria usar seus fiéis na luta para combater o mosquito. Na sequência aparece a Luciana Liviero fazendo um comentário sobre a necessidade do eleitor escolher bem o seu candidato para não sofrer com problemas como esse do Rio. E, sem qualquer pudor, ela chama uma pesquisa de opinião pública (de um instituto totalmente desconhecido) que apontava o Crivella na dianteira das intenções de voto. Bem assim!

Se gostam tanto de imitar a Globo, deveriam ser mais sutis nessa hora. Torcer pelo mosquito assim, pega até mal.

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A primeira reportagem do Cabrini na Record foi aquilo que se imaginava: entrou de cabeça no sensacionalismo ao “investigar” o caso da menina atirada pela janela em São Paulo. Não é de hoje que o Cabrini gosta de “espremer o bagaço da laranja chupada”. Aliás, é nessas horas que a televisão brasileira mostra seu lado mais baixo e oportunista. Praticamente todas as redes exageraram nas cores ao cobrir o fato (já grotesco por si).

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Ainda em função da saída do Cabrini a Band decidiu colocar o Boris Casoy no lugar do ex-apresentador. Achei uma péssima escolha. São dois estilos totalmente opostos e o formato do programa não combina em nada com o Casoy. Tá certo que o formato pode ser mudado, mas… Bem, e como fica aquele projeto da emissora com o Casoy ancorando um jornal na hora do almoço? Vai pra gaveta ou vai ter outro apresentador?

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E, ainda na Band: na esteira da saída da Mariana Ferrão, a emissora escolheu a Ticiana Villas Boas para ocupar o seu lugar. Nessa a Band acertou. E saiu ganhando. A Ticiana é melhor como apresentadora e ainda vence nos quesitos simpatia e beleza (essa baiana é porreta!). Só acho ruim a Ticiana ficar um pouco afastada das reportagens.

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A Record ainda está rodando uma chamada com o Márcio Garcia apresentando as novidades da emissora para 2008. Ou tira do ar ou faz o mesmo comercial com outro apresentador. Deixar assim é muito relaxamento.

2 Comentários »

  1. e ai tudo bem

    eu gosto do cabrini,acho um bom jornalista .as vezes exagera e verdade

    e claro que o formato do jornal com o casoy vai ser mudado ,ele nao tem nada a ver com o outro

    a ticiana e uma boa jornalista , tem tudo pra ser otima

    mas ainda fico com a renata maranhao hehe

    abraços

    Comment by weverton — April 14, 2008 @ 7:05 am

  2. cara voce nao falou o que voce acha daquele gordo ridiculo la da record

    ele ta ficando pior ate que o datena.sera que e so eu que o acho horrivel?

    minha mae gosta de ver esses programas ,e quando ela ta assistindo eu nao aguento e vou embora

    ah antes que eu me esqueça … a luciana livieiro decepcionou nessa

    alias … quase todos que estao na recopia estao decepcionando

    abraço

    Comment by weverton — April 14, 2008 @ 7:14 am

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