A Droga do Sensacionalismo
Os acontecimentos policiais dos últimos dias serviram (muito bem) para ilustrar o comportamento de nossa imprensa. O sensacionalismo, que já é coisa habitual, toma porporções assustadoras. Todo mundo aproveita pra tirar uma casquinha e faturar uns pontinhos na audiência. Basta ver o caso do assassinato da menina Isabella. Não foram só os telejornais e os programas policialescos, entraram os dominicais, os programas de variedades (como o Hoje em Dia) e até de culinária (Mais Você), para citar alguns. É uma baixaria assustadora e nojenta o que se faz por causa da tal máquina do Ibope. E ainda me aparece um apresentador (o Carlos Nascimento) criticando a presença de populares que cercavam e pichavam o prédio dos suspeitos. Mas isso é apenas a consequência do destempero da imprensa ao cobrir o fato. O povo sempre foi massa de manobra. Qual a surpresa nisso?
Muito diferente foi o comportamento dessa mesma imprensa ao noticiar a prisão do Roberto Cabrini portando drogas em seu carro. Aí ela foi zelosa e evitou opiniões incisivas e julgamentos antecipados. Mesmo com o Cabrini alegando hipóteses tão improváveis quanto os pais da Isabella. Mas a função do jornalista não é julgar, só noticiar. Mesmo que as evidências apontem para um lado ou outro.
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Não sou de ver aqueles famigerados programas dominicais. Odeio todos. Mas… Por motivos alheios a minha vontade acabei vendo boa parte do último Domigão do Faustão. O programa deveria ser um exemplo mundial na reciclagem do lixo. Essa é a melhor definição para o quadro “Os Imitadores”. É uma das coisas mais antigas (e idiotas) da televisão. Não duvido muito se após a chegada de Cabral, um dos índios tenha se fantasiado de português e imitado a chegada do descobridor lusitano. Ou será que foi um dos filhos de Noé que ficou imitando os bichos enquanto eles estavam fechados na arca?? Ô coisa velha!!
Mas a Globo é eficiente e sabe usar seu elenco e a produção caprichada para “embalar” bem qualquer porcaria que apresente no vídeo. Não posso negar isso.
Só não dá pra culpar a produção quando um pônei resolve demonstrar seus “instintos mais primitivos” no meio do palco. Foi uma cena hilária e antológica. Valeu meu sacrifício de ser “obrigado” a assistir o programa. Quem perdeu a cena pode procurar pelo Youtube; deve ter por lá.
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Da série Gastando o Dinheiro Público: é impressionante a facilidade do TSE em aplicar verbas em comerciais onde não se entende a motivação. O mais recente (atual) é um anúncio exibindo certos “heróis” da nossa vida política que lutaram pela democratização. E termina com um apelo para que o eleitor não desperdice o “direito” de votar. Ora, ora… Direito? O brasileiro é obrigado a votar. Não tem direito de escolher se quer ou não. E, sendo obrigatório, não há necessidade de uma propaganda para motivar o voto. Existem coisas mais importantes para fazer com verbas de publicidade.
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Estava me lembrando de certos fatos, até que bem recentes: aquela senhorita que desfilou pelada no carnaval, aquelas moças envolvidas no escândalo envolvendo o governador de Nova York e… Não é que os tais “20 minutos de fama” andam ficando cada vez menores??! Devem estar em 16 minutos, talvez 15… É bom que as “famosidades” fiquem alertas e sejam rápidas para aproveitar a notoriedade instantânea.
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Consegui ver um pedaço das duas primeiras edições do “É O Amor”, apresentado pela Patrícia Maldonado. Pois é… Não quero ser chato mas… Não vai muito longe. Mesmo tendo um certo apelo para o público feminino. A fórmula é cansativa e já está desgastada. Em bom português, é chato demais!!

toda imprensa esta “urubusando” o caso isabella lamentavel
nunca poderia imaginar que o cabrini entrasse numa dessa(surpresa total)
ainda bem que eu nao voto ,so tem merlim de um lado ,e bosque do outro .assim fica dificil.
o bom da patricia maldonado e que ela e super bom astral ,tomara que de certo . ela merece.
O programa deveria ser um exemplo mundial na reciclagem do lixo. essa foi çoda kkkk concordo
abraço
Comment by weverton — April 19, 2008 @ 4:37 am