June 30, 2008

Publicidade e Afins

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 5:02 pm
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Uma das coisas mais comuns em telejornais e programas atualmente são aquelas reportagens de utilidade pública. Sejam sobre direitos do consumidor, sobre higiene, conservação de alimentos, vida saudável, riscos da auto-medicação… Tudo muito louvável e útil num país como o nosso. Mas… Eu já vi mais de duas dezenas de reportagens alertando sobre os perigos da auto-medicação e a “empurroterapia”. Só que, passam dois minutos e entra o intervalo comercial. E cerca de 80% das propagandas de remédios em nossa televisão segue o mesmo roteiro: um artista famoso encontra alguém no balcão de uma farmácia e já sai indicando o produto X para dores, febre ou resfriado. Tudo bem que são remédios que não necessitam de prescrição médica para serem vendidos. Mas a mensagem que o espectador assimila é de que deve seguir recomendações médicas de qualquer um: a vizinha, o colega de trabalho, o balconista da farmácia, etc… Não sou louco de esperar um alto senso moral desses tais artistas a ponto de rejeitar participar desse tipo de anúncios ou que as emissoras vetem a veiculação dos mesmos. É preciso que a medida seja de algum orgão normativo e que seja dura. Tá na hora de acabar com essa bagunça!
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Ainda falando em publicidade… Fico impressionado com o volume e a inoperância das campanhas do UOL. A propaganda é quase a mesma há séculos. O texto segue o mesmo script: “assine já… email de X GB… 30 dias grátis … Ligue agora”. Algumas vezes mudam a atriz, atualmente é a Ingrid Guimarães. E o comercial é veiculado exaustivamente. Na Band então… Fico imaginando o perfil de quem assina o provedor. Qualquer pessoa que acesse a Internet por 2 meses acaba encontrando tudo que o UOL oferece, melhor até, e de graça. Podiam economizar o dinheiro em publicidade e tratar de melhorar o serviço. Se bem que isso é improvável. Lembram do UOLK e da grana que eles queimaram no projeto???
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Seguindo o mesmo tema… Não sei se todo mundo sabe o que significa “reposicionamento de marca”. Mas tem uma empresa famosa (e gigantesca), que atua no setor de higiene e limpeza e no de alimentos, que anda abusando dessa tática comercial. Atualmente ela está com uma grande campanha publicitária para reposicionar uma de suas marcas de xampus. Primeiro ela lançou uma outra marca (o nome começa com “s”) para ocupar a faixa mais popular. Daí pegou sua marca principal (o nome também começa com “s”) e reformulou a embalagem, o preço e a publicidade. Querem dar um status mais “classe média” ao xampu. Só que eu não consigo imaginar a Madona, a Galisteu ou a Aguilera usando um xampu de 4 ou 5 Reais. Não cola mesmo! Pior mesmo foi meter a Marylin Monroe na campanha. Será que usam xampu no além??!!
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Por outro lado… Tem uma campanha de uma fábrica de perfumes que usa uma pessoa famosa de forma eficiente e oportuna. Não é aquela coisa habitual de botar um artista só pelo nome e imagem. Há um sentido na coisa. Eu estou falando no comercial de um perfume masculino que a Marília Gabriela fez pro Boticário. Simples e inteligente. Nota 10 pra criação. Pena que o anúncio é pouco veiculado.
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Mudando o papo… Eu ainda estou sonado com a “maratona” de Parintins na Band. Foram centenas de reportagens distribuídas pela programação e mais 3 dias (Sexta, Sábado e Domingo) de transmissão da festa do boi. Confesso que não peguei o sentido da festa; talvez seja legal pros paraenses. Sei lá… Ainda mais com o Datena narrando. Cansei com 30 segundos!
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Nos comentários: o Weverton voltou a ativa e me pergunta se continuo “apaixonado” pela Adriana Reid. Sim e não! Sou muito volúvel e ando gamado numas 30 belezocas. Não dá pra ser fiel assim. Ainda mais que a loiraça é casada e nunca cometeria a insensatez de sequer olhar pra um pé-rapado como eu. Oh vida… Quem sabe a Paloma Tocci, a Débora Vilalba, a Camila Busnello, a Luiza Zanchetta, a Ticiana… Vai que alguma é doida varrida!!
E mais um “pa´” de gente me malhando pelo texto sobre a Elisa Jung. Parece que a AMAE (associação dos moradores e amigos da Elisa) anda bem ativa por aqui :)

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June 23, 2008

Jogo Perdido

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 6:02 pm
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Já falei antes que o esporte da Record anda meio perdido e vendo algumas partidas da Euro 08 pude notar que continuam no caminho errado. Não é só pela equipe deficiente, o problema é mais amplo.
- Começa pelo superdimensionamento que a emissora tenta dar ao evento. Até o slogan criado, “muito mais que futebol”, se perde no vazio. Não significa nada palpável ou compreensível.
- Se o evento é tudo isso que a Record alardeia, como não mandaram uma equipe maior para cobrir os jogos direto da Suiça e Áustria? Só vi o Roberto Thomé lá. Não pode ser por motivos de economia.
- O Éder Luis precisa entender (de uma vez por todas) que televisão não é rádio. Gritaria só imcomoda os ouvidos do espectador. Narrar um tiro de meta como se fosse lance de gol não vai passar a emoção correta. Só fica “over” e falso.
- A Milly Lacombe não funciona como comentarista. É de uma redundância absurda e está mais do que na hora de buscar um profissional mais adequado para a função.
- O Éder Luis (e outros narradores) deve perder a mania de citar a todo minuto que tal jogador é brasileiro ou que o Felipão é (ou era) o treinador de Portugal. Não é isso que vai segurar a audiência. Ainda mais quando o jogador citado já mudou de cidadania e está defendendo outro país. Ou alguém vai ficar torcendo pelo Deco quando jogarem Brasil e Portugal?
Talvez seja por essas (e muitas outras) que a Euro 08 só conta com um patrocínio vendido. É um remédio pra dor de cabeça. Muito adequado para quem aguentar 90 minutos ouvindo os berros do Éder Luis.
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Sabem aquela estória de botar a vaca na sala e depois ter a grandiosa idéia de tirar o animal? Pois parece que foi isso que ocorreu no SBT na última semana. A “estréia” de Pantanal bagunçou toda a grade noturna da emissora. Todos os programas que começavam após as 22hs foram para o final da noite. Daí o SS aparece com a bela idéia de botar a linha de shows as 20hs e o Jornal do SBT começando as 21hs. Se a gente descontar os intervalos dá uns 45 minutos de programa no ar. É muito pouco. E não resolve muito se botar a segunda parte após o Pantanal. Até piora! Pois é… Coisas do SBT.
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E a Band resolveu entrar em mais uma “guerra perdida”. Agora é a defensora nº1 da amazônia. Tá faltando pouco para mudar seus estúdios pro meio da floresta. Tudo bem que é válido denunciar o retalhamento e o descaso governamental com a região mais o excesso acaba torrando a paciência do espectador. Já bastam os orgãos do governo, as ONGS fajutas, os silvícolas… Meter a Daniela Cicarelli na selva é dose!!
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Outra “guerra perdida” da Band parece ser a disputa contra as TVs por assinatura, Sky e Net. Ainda mais que ela está sozinha nessa. Quer dizer, sozinha em termos. Acabou tendo que se juntar ao Grupo Abril (antigo desafeto) para tentar barrar o projeto de lei que vai entregar o mercado nacional aos grupos estrangeiros citados. Nada muito diferente do cenário atual, só que oficializado.
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E a Record promete (ou ameaça) voltar com O Jogador após a atual edição do Aprendiz. A diferença será a presença de alguns famosos participando do jogo. Pode ajudar, mas não resolve o ponto principal: o programa é bem ruinzinho.

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June 18, 2008

Repercutindo Comentários

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 2:26 pm
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Hoje a coluna vai enfocar a repercusão de alguns comentários deixados por visitantes. E começo com uma das postagens que mais gerou comentários, aquela sobre o Neto e o clubismo que anda dominando o esporte da Band. Nem poderia ser diferente. A preferência por um clube (em detrimento de vários) acaba criando um profunda antipatia pela emissora e por seus “profissionais”. O futebol mexe com a paixão dos torcedores e qualquer emissora deve tomar muito cuidado para não encarar a questão somente pelo lado financeiro. Algo do tipo “tal clube, de tal Estado, tem a maior torcida e iremos focar todos os holofotes nele”. Isso não funciona. Ou acaba virando um tiro pela culatra.
Sem falar que (como lembrou o Edvaldo Pavani) os tais “comentaristas” da Band não têm a menor credibilidade para falar A ou B quando eles mesmos se declaram torcedores de certo clube. Tudo bem, ninguém é filho de chocadeira, mas é necessário ter certa isenção ao fazer uma crítica séria. Também é preciso ter coerência. Só como exemplo: já vi o Neto elogiando o Acosta (logo que estava sendo contratado), depois ele passou a criticar (no decorrer dos primeiros jogos), e finalmente voltou a exaltar o mesmo jogador após uns 3 ou 4 gol marcados. Qual é a lógica? Ele estava falando do mesmo jogador? Aliás, mudar de opinião de uma hora pra outra é o que mais se vê no meio esportivo. Não que seja errado mudar de opinião. Basta ter argumentos reais que justifiquem tal mudança.
Outro problema (grave) do Jogo Aberto é na formatação e edição do programa. A escalada dura quase 3 minutos. Já vi eles inserindo uma entrevista (do Luxemburgo) inteira na escalada. Isso é redundância ao extremo. Sem falar que eles repetem a escalada no meio do programa, lá pelo meio-dia. Fica muito estranho para quem já estava assistindo. E tem mais, alguns assuntos chegam a merecer 3 matérias na mesma edição!!! Acompanhei isso várias vezes. Algo como “Adriano vai deixar o São Paulo”. E eles citam o assunto ao fazer a reportagem diária do clube. Depois enfiam outra matéria mostrando o histórico do jogador no clube. E ainda sobra espaço pra outra entrevista (ao vivo) com o técnico ou diretor falando sobre a saída do jogador. Não poderiam sintetizar isso numa única matéria e usar o tempo restante para falar de outros clubes? Não deve interessar mesmo. Rio, Minas, Rio Grande, Paraná… Nada disso é importante pra emissora.
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Eis que Elisa Jung entra no site e deixa um comentário sobre a crítica que eu havia feito a respeito dela e do programete Segredos da China. Sei que é muito comum que famosos (ou não) façam buscas na Internet para saber o que se fala sobre eles. O incomum é se identificarem e oferecerem sua versão dos fatos. Ainda mais quando recebem críticas; elogios são sempre mais agradáveis. Pois a Elisa Jung teve humildade e dignidade suficientes para reconhecer suas falhas e até pedir desculpas se, acaso, houvesse irritado alguém. Não é o caso, absolutamente. Ainda mais quando a culpa maior é de quem criou e dirige o programa.
Creio, isso sim, que sou eu quem deve desculpas. Não pela crítica, fundada, mas pelo comentário pessoal e grosseiro que fiz. Ainda que “cara de pastel de óleo queimado” possa ter soado engraçado no primeiro momento. Não fui muito educado nessa hora. Sei reconhecer falhas nos outros e as MINHAS também.
O grande problema não são o sotaque e a dicção da Elisa. Ela não é obrigada a ter voz e dicção perfeitas. Eu mesmo tenho uma voz horrível – nunca me contratem para narrar ou apresentar nada. O erro é da emissora, sempre tão zelosa com esses e outros detalhes. Não deixam nem passar um pelinho na gravata do Bonner… Talvez seja coisa do departamento comercial: “precisamos de um programete de 1 minuto sobre as olimpíadas”. Daí se pega umas imagens já arquivadas, fazem um retalho que renda 60 edições, inserem um off de 3 ou 4 frases, uma moça de origem chinesa para apresentar… Até o efeito de edição (a imagem perde o foco e fica embranquecida) no início e fim das matérias é desagradável. E totalmente dispensável. Duvido muito que tantos erros ficassem impunes na época do Armando Nogueira. Ou ficavam?
De qualquer modo desejo boa sorte à Elisa em seus futuros trabalhos. Especialmente após a humildade e personalidade que ela demonstrou neste caso. Isso não é habitual no meio televisivo. Não mesmo!!

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June 14, 2008

Uma Bela e Outra Baranga

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 3:40 pm
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Pois é, pois é, pois é… Salve a maior torcida do Brasil, a do Sport :) Ou não foi assim na última semana??? Até eu… Mas hoje o assunto é outro, a mulherada. Como diria aquele outro, “uma no cravo e outra na ferradura”. Hoje tem pra todos.
Começo com meu antigo trauma com atrizes gringas que viram baranga em 3 tempos. Se é que já não eram desde o início dos tempos ;) Essa foto da Courtney Cox é bem interessante para quem viu ela no filme Pânico. Oh, mundo cruel…

Coutrney cox

A outra é uma das gracinhas (momento Hebe) que mais gosto atualmente. A melhor parte do Toma Lá, Dá Cá, sem dúvida alguma. Se for o “Dá Cá” então… Tá bom, foi muito infame a piadinha. Mas a Fernanda Souza é das melhores no time das baixinhas deliciosas. Charmosa, divertida, simpática… E ainda é uma atriz bem aceitável. Melhorou muito desde a época das Chiquititas. Em todos os sentidos :)
fernanda souzafernanda souza

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June 10, 2008

Errando Pra Caramba

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 5:44 pm
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sbtInfelizmente fiquei sem atualizar o site na semana passada por causa de inúmeros problemas pessoais. Daí perdi a oportunidade de “furar” a tal “arma secreta” que o SBT ficou divulgando nos últimos dias. É a mesma tática (imbecil e ineficiente) já usada em outras ocasiões. Não é difícil recordar da programação que faria a concorrência tremer de medo (ah, tá) ou da chamada que incitava o espectador a assistir o primeiro capítulo de Lalola e, se não gostasse, não mais acompanhar a novela. Talvez por isso a novela acabou com a audiência menor que o Show da Fé do R.R. Soares.
Pois agora o SS voltou a usar o mesmo expediente infantil prometendo uma grande novidade, a tal “arma secreta”. Criaram até uma suposta enquete para passar a idéia de que o público foi ouvido. Bobagem. A novela já estava comprada e era bem óbvio que seria Pantanal. As outras opções listadas eram só fumaça. Ou alguém acha que a Globo ou Band iriam vender uma novela antiga pro “tio Sílvio”? Ou ele iria reprisar uma novela do SBT quando não faz muito tempo ele cortou a reprise de Pupilas do Senhor Reitor no meio devido aos baixos números de audiência? Também não poderia ser a estréia de Revelação pois a novela está meio atrasada e não se encaixa no horário das 22 horas. Ela vai entrar mesmo no lugar da Lalola, por volta das 21 horas. E Pantanal nunca poderia passar antes das 21 horas devido às inúmeras cenas de nudez e pega-pega. Era só somar 2+2…
Bem, então Pantanal é tudo que o “patrão” tem como arma. Usar o resto da produção da extinta Rede Manchete, coisa que o próprio SBT e a Band já fizeram antes (Xica da Silva e Mandacarú). Nossa!!! A coisa está pior do que eu imaginava.
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Quem acompanhou o Domingo Espetacular do último dia 08/06 deve ter percebido que a Record voltou a usar dezenas de pacotes de confete para jogar em seus próprios ombros. E a desculpa foi uma matéria de um jornal inglês que citava seu crescimento e os motivos de tal sucesso. A matéria do Financial Times dizia que um dos motivos era mostrar a realidade brasileira e a violência do cotidiano em suas novelas (Vidas Opostas). Pois é… Parece que a reportagem estava bem defasada. O atual sucesso (de 2008) é uma estorinha infantilóide de mutantes, vampiros e dinossauros. Nada de realidade brasileira na telinha.
Ainda gostaria de descobrir o resultado prático desse ufanismo idiota da emissora. Parece um guri que ganhou uma bicicleta de presente e sai contando a novidade pra todos os colegas do bairro. Sendo que ainda nem sabe andar de bicicleta :)
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A Rede Globo não faz merd4 pequena não. Algum gênio resolveu criar um programete sobre as Olimpíadas de Pequim, Segredos da China, que está sendo exibido antes do Bom Dia Brasil e após (ou antes????) do Programa do Jô. Até aí nada de especial. A “josta” foi a japonesa (fabricada na China) que escolheram pra apresentar o programa. A moça, uma tal de Elisa Jung, fala com um sotaque super estranho e tem uma dicção horrível. Não consigo entender nada do que ela diz. E ainda tem aquela cara de pastel de óleo queimado da chinesa… FEIAAAAAA! Pior que fratura exposta :/
Mas qual é a lógica de escolher uma chinesa pra apresentar o programinha?? Na próxima Copa do Mundo vão usar uma africana? Se o evento fosse na Turquia iriam escolher uma turquinha?? Hah!! Falta de coisa pra fazer? Vão descarregar um caminhão de cimento.
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Outra coisa idiota (demais) que anda proliferando em certas emissoras (quase todas) é usar a Internet para recolher notinhas sobre famosidades e usar isso como recheio de programas que não têm nada mais útil pra exibir. A Record então… Usa o tal “Blog da Fama” em quase toda a programação. Pode ser bom pra quem não acessa a Internet e não quer lavar a louça que está empilhada na pia. Dá um tempo hein… Já me basta a Parasita Hilton e a Britnéia na web.
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Tá rolando a Euro 2008 na Record, né… Bem, entre uma partida e outra resolveram atochar aquelas pegadinhas velhíssimas do Programa da Tarde. E a Maria Cândida assumiu totalmente o posto de narradora de pegadinhas. Dá pra invejar a loira. Ganha uma fortuna pra ficar rindo (isso é facílimo pra ela) e “explicar” a pegadinha para algum retardado que porventura não esteja entendendo a situação. Nem precisava ter se formado em jornalismo.

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