Rede TV!, Altos e Baixos
Domingo passado eu estava vendo o Bola na Rede e, confesso, fiquei com certa dificuldade de entender a função do programa. Ele começa logo após a rodada do Brasileirão e ainda pega as partidas da 18h em andamento. Um prato cheio. Mas… Nada de falar nas partidas que acabaram, nas que estão em andamento, discutir os lances polêmicos, mostrar os gols, entrevistas… No programa de ontem ficaram entrevistando um ex-técnico, o Travaglini, falando com outro, desempregado e debatendo a situação daquele famoso clube que está na segundona. Só lá pelas 19h é que lembraram da rodada do Brasileiro. Nada contra os entrevistados, as histórias antigas do futebol ou a segunda divisão, mas acho um tremendo gol contra. Se é pra falar desses assuntos, melhor mudar o programa pro Sábado, logo após o jogo das 16h. Seria muito mais lógico e ainda pegaria uma boa audiência da partida recém terminada.
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Na sequência… Creio que sou uma das pessoas mais isentas para analisar o Pânico na TV; assisto desde a estréia do programa. Vi o início, a falta de estrutura, as dificuldades, o crescimento, o auge e, agora, a decadência. Infelizmente! Pior que ver a situação atual é notar a falta de interesse em reverter a situação. Parece a síndrome do avestruz que enfia a cabeça na areia. Ainda lembro do começo do programa quando o Emílio ficava mostrando os elogios em jornais e revistas semanais. É muito fácil receber elogios e afagos, duro é lidar com as (atuais) críticas.
Mas é tempo (ainda) de repensar no formato, rever a participação de alguns membros e tentar ressuscitar o programa. Se bem que humor é complicado. Uma fórmula desgastada é um problema quase intransponível. Mas não impossível. Exemplo disso foi o quadro em que o programa homenageou a Dercy. Teve humor, teve sentimento e terminou com uma divertida versão de “Eu Nasci Há 10.000 Anos Atrás” cantada por um sósia do Raulzito. O resto do programa… Lixo puro!
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Ainda na Rede TV!:
- Está ficando insuportável a quantidade de chamadas (dentro dos programas e no intervalo) daquele tal Lance Perfeito. É um verdadeiro massacre ao saco do espectador. Tá dando até raiva do carro!
- A gente também elogia! Não é que eles conseguiram criar um jornalístico diferente e interessante?! É o Good News, que passa aos Sábados e trata do meio ambiente e ecologia. Sem falar que tem um bom potencial de atrair anunciantes que se dedicam a preservação e sustentabilidade. A lamentar, só o nome. Não acharam nada em português para usar?
- A gente elogia (parte 2): já critiquei muito a emissora por usar pseudo celebridades como apresentadores ou repórteres. Se bem que eles aprendem… A Siri, depois de 1 ano, já consegue dizer “boa noite” sem ler o TP. Mas, por outo lado, todavia, porém… Criaram um programa de games (horrível), o Esquenta, e colocaram a ex-BBB, Flávia Viana, pra apresentar. Não que a moça seja uma coisa do outro mundo, mas dá de 10 nas “siris” da vida. É desinibida, simpática, falante, coordenada… Deve ser a tal excecão que confirma a regra.
- Eu até gosto da Olga Bongiovanni como apresentadora; talvez seja a melhor da Rede TV!. Mas o programa dela está pegando todos os vícios que infestam a programação da emissora. Deu até pra copiar vários quadros de outras emissoras. Que coisa feia, hein!
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Voltando ao assunto daquele nefasto menor lance único… A Band, hein… Logo ela que, em outros tempos, critiva a jogatina do SBT, a Telesena, o Baú e demais atividades do SS. Tá quase igual! É o dia inteiro com chamadas pro tal carrro. E ainda apelam usando a bonitona da Paloma Tocci nas chamadas. Um tremendo desperdício.
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E o nosso estimado Weverton volta a ativa nos comentários: diz que se agradou por demais com a beleza da Nathalia Arcuri e pede que eu faça uma lista das jornalistas mais bonitonas do país. Acho complicado, a lista seria enorme e acabaria me esquecendo de várias beldades. Prefiro ir colocando elas aos poucos no site, de acordo com as fotos que encontrar. E ele ainda apoia minha revolta contra o parcialismo esportivo da Band.

A Globo anda numa fase…. Vem cometendo erros inimagináveis em outras épocas. No último sábado, dia de folga para alguns apresentadores e remanejamento de outros, me colocam a Rosana Jatobá para comandar o Jornal Hoje no lugar da Sandra Annenberg, que ocuparia a bancada do JN na folga dos titulares. Porém, surge um imprevisto, e a Rosana aparece totalmente afônica e desanimada, parecendo gripada. Acontece, né… Deu até pena da moça, fazendo uma baita força para falar numa altura audível.
Duas colunas atrás eu havia falado aqui sobre a dificuldade do SBT encaixar certos programas na faixa do SBT Show, entre 20h e 21h. Não daria pra enfiar, por exemplo, a Praça É Nossa em 45 minutos de tempo útil. E não deu outra, o horário foi “flexibilizado”. Essa é uma forma educada de dizer que o horário oficial é só pra “inglês ver” e os programas vão terminar quando for preciso. Azar, novamente, do Carlos Nascimento e do Jornal do SBT, que não tem hora pra começar nem pra terminar. O jornal pode começar às 21h, às 21:15, 21:30 … E só termina quando acabar a novela da Globo.