Fátima, Lola e Marias
Olá, tudo bem? Veja hoje no Tevezona exxxxxpetaculaaaaar… Antes de qualquer coisa quero finalizar o tema bairrismo que abordei nas últimas colunas. Algumas pessoas deixaram comentários sobre a situação em seus Estados e a sensação (nítida) de haver favorecimento aos clubes paulistas por parte da emissora do Morumbi. Eu posso dizer que conheço vários Estados e dezenas de cidades deste país. Incluíndo-se aí várias de São Paulo. E posso afirmar, sem medo de errar, que a grande maioria dos paulistas não pensa da mesma maneira que certos setores da imprensa ou de uma pseudo elite discriminatória e arrogante. E esses são fáceis de identificar. O povo mesmo, pode até ter rivalidade com outros Estados, pode brincar, fazer piadas, mas não passa a vida destilando um ódio mortal contra os demais do país do etanol. E a rivalidade (sadia) ou as brincadeiras não são atitudes preconceituosas como pode se imaginar de início. Fica mais do lado do folclore. E todos fazem isso: gaúchos, catarinenses, mineiros, baianos, cariocas… Todos são alvo e agentes de piadas e brincadeiras.
Também não podemos botar toda a imprensa paulista no mesmo saco. Muitos jornalistas e comentaristas esportivos conseguem expressar suas opiniões sem pensar antes na bandeira do Estado ou em angariar a simpatia de meia dúzia de torcedores fanáticos. Sem forçar a memória posso citar o Juca Kfouri e o Sócrates, corinthianos confessos, como um exemplo de imparcialidade. E existem muitos outros. Assim como existem aqueles que querem se transformar em comentaristas de arquibancanda. Com a camisa do time, boné, bandeira e tudo mais. É um apelo popular e que funciona com certas pessoas. Até compreendo, se a pessoa não tem maiores qualidades resta buscar o populismo barato e fácil.
Inaceitável é ver uma rede nacional de televisão transformando isso em estratégia de programação e audiência. Ainda mais quando o resultado prático é um teto de 4 pontos de audiência!! E isso na grande São Paulo. Será tão difícil perceber que a tal estratégia não está dando resultado? Até quando vão contratar ex-jogadores (semi-analfabetos), vestir com a camisa do clube e transformar em palpiteiros profissionais? Até quando vão alardear o imparcialismo em seu jornalismo e praticar o bairrismo no departamento de esportes? Quando será que as normas do bom jornalismo chegarão aos microfones do futebol?
Com a palavra os verdadeiros culpados, os diretores desse tipo de televisão.
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No JN da última Sexta a senhora Fátima Bonner & Bernardes encerrou a edição avisando que os espectadores teriam mais notícias no Jornal da Globo, depois de Ó Pai E Ó. Assim, bem separadinho. Não que isso vá afetar o preço do petróleo, mas… Melhor alguém avisar a titia Fátima que o correto é Ó Paió. Se possível comendo acarajé e fazendo sotaque baiano ![]()
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Na noite dessa mesma Sexta acabei deixando a tv ligada enquanto fazia outras coisa. De repente… PeloamordeDeus.com.br!!!!!!!!! Alguém viu o Programa do Jô daquele dia? Viram aquela maravilha da russa que atua na televisão do Chile e é dançarina? Caçarola!!! Que coisa deliciosa! Acho que nunca vi o Jô tão babão. Faltou pouco pro “papai Noel” dar uma mordida na loirinha. Mas é justificável. Eu, de longe, estava babando o triplo, imagina do lado daquela coisinha maravilhosa.
Nem preciso falar que sai correndo pra Internet e fiz umas buscas pela moça, Lola - não confundam com a novela argentina. Tinha até um papo de que ela já namorou o Alexandre Pires. Bobinho ele, hein… Pena que a maioria das fotos que encontrei não faz jus à beleza da russa. Nem ao charme e graça da loirinha. No Programa do Jô ela estava… Digamos assim… Muito mais… Bem, muito mais gostosa mesmo. Mais carnuda. Quem viu o programa vai entender.
Na falta de melhores explicações, uma foto da Lola Melnick:
Se eu não aparecer mais, me procurem no Chile
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Ainda no mesmo dia… Vi uma reportagem reprisada no Amaury Jr, em que ele entrevistou o Caio Binder, em 2006, e ele apontava o Obama como um forte nome na política americana para o futuro próximo. Pois é… Jornalista bom precisa saber do assunto que aborda. Tem que ler, conversar, escutar, perguntar… Diferente de uns e outros que mal enxergam um palmo além do nariz. Só comentam o momento presente. Esquecem do passado e não conseguem vislumbrar o futuro. Como exemplo - lá vou eu falar da Band novamente - cito o caso de um jornalista/diretor da emissora do Morumbi. Vi a cena durante a cobertura das últimas eleições municipais. O assunto era a influência do presidente molusco na decisão dos eleitores. Um dos políticos entrevistados lembrou que aqueles mesmos jornalistas eram os que criticavam o Lula há 3 ou 4 anos. Daí, um deles se justificou dizendo algo como: “Mas agora o Lula tem 80% da aprovação nas pesquisas, tá com a bola toda. Não dá pra falar mal do homem”. Hah! Então tudo se resume em números de pesquisa? Se for assim não precisa ter comentarista de política, basta dar o índice de popularidade e pronto.
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Ainda no mesmo bat-dia… Eu não vejo tudo mas sou um zapeador profissional
O Superpop me apresenta duas moças que se intitulavam como marias chuteira de carteirinha. Como diria o Bonfá, tirem as crianças da sala! Pois então… O programa ia naquele altíssimo nível habitual. Pra variar as senhoras de fino trato que se apresentam lá nunca citam o nome de seus client… eh, namorados. Em dado (ótima palavra) momento uma delas conta (orgulhosa) que metade de seu carro foi presente de um certo jogador. E ainda falou que seus pais achavam tudo muito normal, eles tinham a mente aberta. Não pude deixar de filosofar: “pais com mente aberta geram filhas com pernas abertas também”. Nada contra as moças que exercitam bastante a periquita, mas… Como é que se chama a mulher que ganha metade de um carro em troca de 2 ou 3 bimbadas??
Minha única dúvida é como ainda não criaram uma lei obrigando todas as escolas deste país a gravar o Superpop e exibir diariamente nas salas de aula. Deveria constar da grade curricular. Tipo uma qualificação profissional para as moças que não pretendem estudar e trabalhar (na vertical) no futuro.

Imaginem a seguinte situação: eu sou um político influente e vou ser entrevistado por um repórter. Daí, antes da entrevista, vou avisando: “Vê lá o que você vai escrever, hein. Muita gente já se deu mal por tentar me prejudicar. Cuidado para não afundar sua carreira…” É uma forma estúpida de coação, correto? Pois é exatamente isso que os comentaristas/torcedores da Band costumam fazer. Não é de hoje, fique claro. Mas atualmente eles perderam qualquer senso de pudor ou responsabilidade ao vomitar suas opiniões nos programas da emissora. Passaram essa semana inteira falando das armações que o Vasco faria em São Januário e “aconselhando” o árbitro Gaciba a não cometer erros como os que ele supostamente teria cometido num jogo entre Botafogo e Corinthians pela Copa do Brasil. Falaram indiretamente, falaram diretamente e levantaram mil e uma teorias conspiratórias para prejudicar o São Paulo. Uma delas indicava que o árbitro carioca iria ajudar o Grêmio no jogo contra o Vitória em Salvador.
E o Marcelo Resende picou a mula da Rede TV!. Não aceitou a redução de salário proposta pela emissora. E parece que os dois lados tem certa razão nesse caso. O apresentador não tem motivos para aceitar uma redução salarial sem um motivo plausível. E a emissora, que o havia contratado num tempo onde algumas emissoras brigavam com programas policialescos e pagavam alto por certos nomes, viu que o salário atual estava fora dos padrões normais. Não dá pra negar, 300 mangos por mês é muito dinheiro. Só perdia pra “segunda dama” da emissora, a Luciana.