Uma Escolinha Muito Mediana
Ô louco, meu!! Outra atualização do Tevezona?? É, seu Faustolino, estamos de novo na área. E consegui assistir uns bons pedaços da Escolinha Muito Louca da Band. Eu costumo dividir os programas de televisão em:
1- Programas bons e sem muito pra mexer – quase uma raridade.
2- Programas bons mas com alguns defeitos consertáveis (horário, posição na grade, direção, elenco ou coisa assim).
3- Programas ruims mas possíveis de consertar.
4- Programas que é melhor esquecer pois não há jeito.
E a Escolinha da Band precisa consertar certas coisas para almejar mais audiência e uma vida mais longa que o tradicional na casa. Começa pelo texto. Boa parte das piadas são bem manjadas e parece terem sido copiadas da Internet. Aquela do Ipod, de como se reproduzem as enzimas e similares já esgotaram o prazo de validade. O elenco tem altos e baixos. Alguns não tem bala na agulha ou maior experiência na televisão para conseguir se sobressair ao texto e criar um estilo próprio. Mas existem alguns humoristas novatos, no estilo stand-up, que a emissora poderia contratar e testar no programa. Outro defeito é que alguns personagens se sobrepõe, como o chinês que vende muamba e a operadora de telemarketing que tenta vender seus produtos. Outros são um clone mal feito de personagens da antiga escolinha. É melhor usar a cabeça e tentar criar algo novo. E, para não parecer que só faço críticas, que tal um personagem no estilo cyber boy? Um garoto que mistura as coisas da Internet (MSN, Orkut e tal) em todas as situações do mundo real. Pelo menos é uma idéia nova. E se algum programa criar um “cyber boy” eu vou cobrar alguns milhões de esquerdos autorais ![]()
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Já aviso que não consigo assistir mais de 10 segundos do Astros no SBT. E fico me perguntando: o que é aquilo? Virou programa de humor?? Tá mais é parecendo um novo “show de calouros” com uns tipos bizarros pagando mico. Dá um tempo!!
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Falando em humor… A piada do ano foi a escolha do Zorra Total como humorístico do ano. Nem preciso dizer que o organizador da premiação foi o Extra, jornal das Organizações Plim Plim. Ah, vão chupar um parafuso até virar prego!! Desde quando aquilo é engraçado? Eu conheço muita gente e até hoje não vi ninguém dizendo que gosta do Zorra. Praticamente uma unanimidade. Se dá audiência é mais por culpa da concorrência. Se bem que a Record já percebeu a brecha e parece disposta a incomodar no horário. E digo mais, se contarmos o elenco, figurantes, redatores, produção, cenários e demais coisas o programa tem um desempenho péssimo. É muito investimento pra um resultado tão desastroso. E não vai ser um prêmio fajuto que vai mudar a dura realidade.
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Mudando o foco… O jornalismo da Band é um dos poucos que usa bastante o editorial para se manifestar. E mesmo fora do editorial fica clara a opinião da emissora sobre certos assuntos. Como no caso da estúpida decisão do Supremo de entregar 93% do território de Roraima pra meia dúzia de 7 ou 8 índios. Em certas situações relevantes um orgão de imprensa não pode ficar calado. É omissão.
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Coisa de uns 15 dias eu havia falado sobre a situação de Santa Catarina e comentei (de passagem) sobre a hipocrisia e a demagogia que se alastram por este país. Ainda critiquei os falsos mitos que a imprensa adora propalar; tipo tachar o brasileiro como o povo mais honesto do mundo. Tá bom… Pois agora me aparece a notícia de que alguns militares e mais umas rotundas donas de casas estavam roubando os donativos para os desabrigados. Eh… Os atos valem mais que mil palavras.
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Eu havia parado de responder aos comentários dos leitores mas vou abrir uma exceção para esclarecer certas coisas:
O Valter informou que o contrato do Ronaldo é bem diferente daquele divulgado inicialmente pela maioria dos jornais. É verdade. Logo após publicar a última coluna acabei vendo a mesma informação. Estava muito estranha mesmo a história dos 100 mil. Nem precisaria conhecer o mercado do futebol para duvidar daqueles números. Parece que queriam evitar as cobranças da torcida caso divulgassem que ele vai receber uma parte considerável da receita publicitária do clube. E ainda tem direito a filar o almoço na casa do Andrés
Já estou achando que o Flamengo se livrou de uma boa com a “traição” do Fenômeno.
Triste mesmo é ver que a maioria dos repórteres atuais não sabe perguntar ou buscar a notícia. Mais parecem escreventes de polícia: “fulano declarou que pagará 100 mangos”… “beltrano informou que será mais um louco por ti”… “sicrano disse que batatinha quando nasce…” Daí amarram tudo e entregam a matéria. É brabo!
O Rivaldo, após um curso de leitura seletiva, reaparece e vai atirando pra todo lado. Primeiro pergunta se tenho algo contra a Band, se fui demitido de lá… Passou longe. Nem da Band nem de qualquer emissora. Assim como nenhum familiar ou amigo meu. E na mesma coluna onde você só reparou no comentário sobre a Band eu havia criticado a Globo, o SBT, a Rede TV! e dois comerciais. Aliás, há uns dias eu já havia declarado que tenho (sim) um preconceito em relação à Record. Mas é uma questão filosófica – não aceito isso usar Deus para se ganhar dinheiro. Mas até nesse caso eu tento me policiar.
Depois o Rivaldo (camisa 10 e canhoto – hehehe) afirma que tenho ódio ao Corinthians e que o termo “bairrismo” só é usado na Gávea. Água… Só estive na Gávea uma vez e nem foi para ver o Flamengo; era uma seleção sub qualquer coisa. E não sou anti-Corinthians. Até achei bom ele voltar logo pra série A. Assim como vou gostar se o Vasco voltar logo. Lugar de time grande não é na segundona. Tenho ódio sim mas é pela Timão Press. Uma gente podre que usa um clube popular para aparecer e ganhar uns trocados. Aliás, nem queria entrar no assunto, já tive um blog sobre futebol (extinto) e levei muita pedrada por volta de 2005. Eu ficava criticando a MSI e aquela parceria fajuta e canalha. E os babacas da Timão Press só babando os ovos do tal Kia. Tinha apresentador que só faltava reproduzir o ato literalmente quando o Kia comparecia ao seu programa. E muito pouca gente tinha a coragem para denunciar o verdadeiro interesse dos “parceiros” do Corinthians. E o tal iraniano acabou largando o clube sem dinheiro e no caminho da segunda divisão. E, se você não vê bairrismo na Band… Tente fazer um scout e analisar o que se fala sobre certos clubes durante a programação em rede. As ironias e o desrespeito aos clubes de outros Estados podem ser uma sensação subjetiva, mas os números não.
O Rivaldo (apelido interessante) ainda diz não gostar do Luciano do Valle, Neto, Godoy e senta a mamona na Luciana Gimenez, Sônia Abrão, Rosana Hermann e no amado e idolatrado rubro-negro, Galvão Bueno. Bem, como diria Jack, o stripper
, vamos por partes. O Galvão é incriticável. Ele é uma criação divina. Deus criou o mundo em 6 dias e no sétimo se dedicou a produzir o Galvão Bueno e o Chuck Norris
O Luciano já foi criticado aqui (pontualmente), mas não posso negar que tem um histórico importante na televisão. O Neto precisa decidir o que pretende. Se quer ser um torcedor de microfone tá no caminho certo. Se quer ser comentarista esportivo que vá se guiar em alguém como o Tostão ou o Armando Nogueira. Mesmo tendo um jeito meio simpático e bonachão a idéia de se tornar o porta-voz de seu ex-clube acaba lhe proporcionando a antipatia de quase todos os demais torcedores. O Godoy não fede nem cheira. Ainda mais que não vejo muita utilidade em comentaristas de arbitragem. Analisar um vt, em câmera lenta, qualquer um faz. O locutor ou o comentarista de futebol mesmo. Muito (muito mesmo) raramente a presença do comentarista de arbitragem é relevante.
Sobre o Leão, Rosana e seu “maravilhoso” programa eu já falei antes. Não vou me repetir. E no caso da Rosana é melhor ela voltar pra direção, redação, produção… Como apresentadora é dose.
Sobre as “senhoras” da Rede TV! vou falar numa próxima edição. Essa já tá gigante.


Caro colunista, gostei muito de todos os teus comentários, mas não uso a camisa 10, e nem sou canhoto.kkkkkkkk.
Achei interessante você voltar a responder aos comentários dos leitores, acho saudável.
Como já disse outras vezes, gosto de algumas visões que tem, mas outras não, mas não se agrada todo mundo, sei disto.
Não estive fazendo curso de leitura seletiva, mas é que sua coluna estava muito sem motivação, e decidí não escrever mais, mas agora parece que você voltou com a corda toda.
Espero que os criticados leiam suas críticas, e se eu voltar a desaparecer e você sentir minha ausência, saiba que continuo lendo, as vezes critico e as vezes apaludo.
um feliz natal e um ano novo sem tanta porcaria na tv.
Comment by Rivaldo — December 18, 2008 @ 8:11 am
Concordo com o comentário acima, a coluna tá ótima hoje. Eu também gosto muito do editorial do jornal da Band. Não é toda emissora que tem peito pra criticar o Supremo. Nisso não se pode falar mal da Band.
abraços.
Comment by valter — December 19, 2008 @ 12:01 am
Concordo quanto ao “Zorra Total”: uma merda que nem me dou ao trabalho de assistir há séculos. Discordo, contudo, em relação a Escolinha Muito Louca: apesar de ser fã de Woody Allen, por exemplo, ou seja, de um humor mais inteletctual, gosto muito do humor desse referido programa da Band, pois me faz rir e, às vezes, até dar gargalhada. Há momentos em que eu quero rir, sem ter que ficar raciocinando muito. Eu quero é rir! E a Escolinha me atende perfeitamente nesse ponto com seu humor ingênuo, picante, despretencioso e, por vezes, criativo. E acho os atores, de um modo geral, talentosos, à exceção do ator que representa o personagem Homero Ponta – que deve ser amigo ou parente de algum diretor da Band – e da morena que faz a “Sandra” (bem fraquinha). E o Programa é instrutivo, sim, por que não? É cultureba (cultura geral, curiosidades)? Não importa, quero sempre aprender, até porque não me considero onisciente. E como algumas atrizes são bonitas!!! Tem gente que não gosta.
Comment by Aroldo P. Souza — October 7, 2009 @ 12:55 am
Só acho que a Escolinha, da Band, deveria mudar seu horário, pois não é fácil concorrer com o alienante “Jornal Nacional”, da Globo, né. Agora, que esse programa tem um público fiel, ah isso tem!
Comment by Aroldo P. Souza — October 7, 2009 @ 12:59 am