January 31, 2009

Romeu e Juliana

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:49 pm

Autor de novela é uma coisa esquisita. Não é escritor, não é roteirista, não tem formação específica… Fica lá enrolando uma estória por 9 ou 10 meses. Mais parece um trabalhador braçal. E fica muito pior quando pega uns cacoetes da profissão. Numa hora inventam que a novela deve abordar temas polêmicos; quase sempre o homossexualismo. Depois começam a inserir mensagens sociais. Isso imaginando tornar a novela um agente transformador da sociedade. E agora resolveram que a novela é uma agência de viagens internacionais. Antigamente só usavam o esquema de gravar algumas cenas num cenário estrangeiro para criar a falsa impressão de algo novo. De uns tempos pra cá a coisa ampliou-se bastante. Já tivemos uma novela ambientada no Marrocos, depois a América, depois uma que passeava pela Grécia. Agora temos o Negocinho do China, o Cheirinho das Índias. Pelo andar da carruagem já imagino as próximas produções globais:
- Um Sarro no Saara
- Méxicom Força
- Arruaça na Arábia
- A Roça na Rússia
- Espiando na Espanha
- Canadá Demais
E não é pra rir não. Eles não estão muito longe disso.
O grande problema é que a novela é um produto desgastado. O declínio da audiência já evidencia isso. Não há mais nada de novo para se criar. Só resta mesmo mudar o cenário. E isso até esgotarem o globo terrestre. E basta ver essa novela, Caminho das Índias, para se comprovar o que digo. Arrumaram um cenário exótico, vacas, elefantes, danças, roupas coloridas, etc… Mas, qual é a estória? Um rapaz não é aceito pela família da noiva por ser um “intocável”. E outro é obrigado a largar a namorada por ser estrangeira. POMBAS!!! Acho que já vi uma estória parecida antes. Ahhh…. hummmmm…. Lembrei: Romeu e Julieta, escrita há 10.000 anos atrás. Ou Romeu e Juliana… Paes!
Aliás, se o Shakespeare fosse vivo seria o homem mais rico do mundo. Imagina o quanto iria cobrar de indenização por cada filme ou novela que já plagiaram sua obra.
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E a Record anda se enrolando também neste assunto. É a tal novela da novela e o acordo com a Televisa. Pelo amor de Deus! Não acredito nessas coisas. Querem gravar (novamente) Betty a Feia e querem mudar quase tudo na porcaria da novela. E a Televisa não autoriza. E fico eu vendo a pataquada.
Primeiro foi o SBT enrolado por 10 anos com a Televisa e as porcarias de lá, agora vem a Record e segue na mesma estória. Caçarola! Será que esse povo não sabe andar com as próprias pernas? Querem competir com a Globo usando novelinhas mexicanas? Ainda não deu pra perceber que isso não funciona??
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Outro dia eu havia dito que a Rede TV! havia parado de catar as sobras do BBB. Podem apagar. Continua tudo igual. A emissora parece um vira-latas revirando o lixo da Globo. Uma pobreza total.
Por falar em aproveitar restos, a emissora resolveu reinventar a tal sensitiva, Márcia Sei Lá Das Quantas. Aquela mesma que vivia aparecendo na Band e urubuzando todo mundo. Agora ela continua com o seu precioso trabalho na Rede TV!. A vidente de fatos passados. Hmmmmm…. Deixa ver, deixa ver…. O campeão paulista será o São Paulo ou o Corinthians. Palmeiras e Santos também têm boas chances. Isso se não houver nenhuma zebra e vencer um clube do interior :P
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Outro dia eu estava vendo um pedaço do Olha Você. Deu pena da Claudete Troiano e da Ellen Jabour. Queixo erguido, carinha de sérias, força na peruca e… fazendo papel de apresentadoras de telejornal!! Só mesmo na cabeça do SS. Depois a gente diz que o jornalismo do SBT é uma piada e o povo acha que é perseguição. Só se for perseguição do Sílvio.
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E o Júnior está comentando o Campeonato Carioca na Globo. Entrou no lugar do Sérgio Noronha, agora na Band. E nessa troca acho que a Globo saiu ganhando. Dos ex-jogadores o Júnior é um dos menos passionais e mais objetivos ao comentar. E entende bastante de futebol.

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January 27, 2009

Falidos e Milionários

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:55 pm

Eu estava aqui pensando. O que aconteceria se eu botasse uma cadeira na frente de um hospital e começasse a “curar” as pessoas por meio de milagres? Apareceria a polícia? Delegados? Promotoria pra me acusar? Defensoria pública? Talvez todos juntos. Certo. Mas na televisão a história é outra. Qualquer um pode oferecer milagres e realizar supostas curas. Basta que o sujeito coloque a mão no local enfermo e tenha fé. Se o milagre não acontecer é falta de fé. Ou falha de Deus, que anda muito distraído ultimamente. Nunca é do milagreiro. Este cura cegueira, unha encravada, espinguela caída, hemorróidas… Se bem que neste caso é melhor não colocar a mão no orgão doente.
O mais grave nessa história toda é que nenhuma autoridade do executivo, do judiciário ou do legislativo se manifesta. Todos fazendo cara de paisagem. E as televisões? Bem, essas avisam que não têm responsabilidade sobre o programa e enchem os cofres com contratos milionários com as tais seitas. O povo? Ah, “vida de gado, povo marcado, povo feliz”.
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A principal justificativa para as emissoras que loteiam seus horários é a dificuldade financeira. Sempre a mesma história de quem não conseguiriam sobreviver sem a receita adicional das seitas. Ora, mas como é que elas se mantinham antes de haver todo esse comércio da fé? Como se sustentavam na década de 80 ou 90?
Sem falar que se as emissoras estão mal financeiramente, como é que pagam salários milionários para certas figuras? Já viram alguma empresa privada, com dificuldades financeiras, pagando milhões e milhões para algum executivo? Só mesmo as nossas emissoras. Mas o que aconteceria se elas reduzissem o teto salarial de seus artistas? Acho que provavelmente nada. Ou eles iriam aceitar ou ficariam em suas casas. A emissora continuaria existindo sem qualquer problema. Não acreditam? Vejam os casos mais recentes:
O Marcelo Resende saiu da Rede TV! por não aceitar uma redução salarial. Entrou o Rodolpho Gamberini em seu lugar - ganhando bem menos. Algum prejuízo na audiência? Necas.
A Adriane Galisteu saiu do SBT onde ganhava meio milhão e foi pra Band por 100 mil. O SBT continua lá, no mesmo lugar. Mas e se a Band entrasse no leilão e decidisse pagar meio milhão ou mais pela apresentadora? Ótimo pra Adriane e péssimo pros cofres da emissora. Nada além disso.
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Quero deixar alguns comentários sobre a Escolinha Muito Louca, da Band.
- O programa já está no ar o tempo suficiente para perceber que certos personagens já se esgotaram. A interpretação é ruim e o texto não ajuda nada. É hora de se pensar em algumas trocas.
- O velhinho interpretado pelo Orival Pecini é até simpático mas não é tão engraçado. Melhor voltar com o Patropi.
- Qual a função daquele notebook na mesa do Sidney Magal? Desde quando nossos professores dispõem de notebooks nas salas de aula? Ou será que estou tão defasado assim? Aliás o notebook virou peça de cenário em quase todos os programas. No jornalismo então…
- O pessoal do figurino merece aplausos. Arrumaram um belo decote pro vestido da Dona Flor. Uma maravilha. Agora… Se não for pedir demais, será que não poderiam cortar uns 10 ou 15 centímetros da saia? Tem essa crise toda, precisamos reduzir os gastos excessivos :P
- Uma sugestão pra Elvira Alfacinha: que tal chamar o Sidney Magal pelo nome dele em inglês? Seria o “see the nail my girl”. Hehehehe. Até que essa ficou boa.
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O A Tarde É Sua parou de falar do BBB mas não largou o sensacionalismo e o oportunismo. Ontem, aproveitando o falecimento do Renato Consorte, cataram um VT da antiga Escolinha (a da Record) e passaram a edição em que ele foi o professor. Exibiram o programa inteiro!! Vale lembrar que a Escolinha da Record era uma produção independente e a emissora não poderia vetar a “reprise”.
Aliás, fico impressionado com a “felicidade” dos Abrão com a morte de algum ator ou alguma famosidade. É prato suficiente pra 2 ou 3 dias de programa. Cambada de urubus!
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A Band resolveu contratar o Sérgio Noronha, também conhecido como Soneca, para comentar o Campeonato Carioca. Mas desde quando isso é reforço? Ainda mais que há muita gente melhor que o Noronha pra executar a função. Bola fora!
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Outra bola fora acorreu no Jornal da Cultura desta Terça. Estavam passando uma matéria sobre a reciclagem do lixo e o uso de resíduos plásticos para produzir energia no Japão. E a locução ia explicando que a cidade de Tóquio tinha 12 milhões de habitantes e produzia milhões de toneladas de lixo por dia. Ah, calma lá… Milhões? Todo dia? Ihhhh… Deixa pegar minha calculadora e ver essa conta. Vamos imaginar que os “milhões” citados sejam apenas 2. Agora a gente pega essas 2 milhões de toneladas e divide por 12 milhões de habitantes… Um segundo… Dá 166 quilos por habitante ao dia!!! Cacetada. Será que os japoneses são tão porcos assim? Meio impossível. Mais fácil acreditar que o redator trocou “milhares” por “milhões” para dar mais ênfase na notícia. Ainda bem que não usou “bilhões”…
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O Daniel deixou um longo comentário na última coluna. Primeiro quero explicar que BEC é tão somente o Band Esporte Clube. O nome é longo e acho mais fácil usar a sigla. O Daniel também falou sobre o caso do Evaristo Costa e da Sandra no JH. Eh, realmente a minha sugestão de colocar a Sandra Annenberg no Mais Você foi em tom de zombaria por causa do comportamento dela. Mas a ideia não é tão absurda assim. É até coerente. A Sandra gosta daqueles assuntos citados, é desinibida, é comunicativa, gosta de um papo furado com as espectadoras… Faz todo sentido. Sem zombaria.
Aliás, eu já falei isso antes aqui, o mesmo se aplica à Fátima Bernardes. Acho que ela já virou uma “funcionária pública” no JN. Faz o jornal no piloto automático. Acho que um novo programa, uma nova função, seria uma motivação pra ela. É claro que deveriam criar um programa adequado. Algo com entrevistas, debates, matérias… Não adianta colocar ela num game show.
Outro ponto para ser analisado é que as emissoras têm enorme dificuldade para encontrar apresentadores de variedades e/ou auditório. Basta ver o caso da Record que anda apelando pra artistas (Márcio Garcia, Rodrigo Faro, Ana Paula Tabalipa), modelos e até empresários para a função. Não é coisa fácil.
Acho que a tentativa de usar jornalistas, aqueles mais tarimbados e desinibidos, poderia ter melhor efeito. Ou ainda se experimentar radialistas. Basta lembrar que o Fausto Silva começou como repórter esportivo de rádio. Daí foi pra Gazeta (acho eu), pra Bandeirantes, onde fazia o ótimo Perdidos na Noite, e acabou com o “pé no saco” dominical que apresenta atualmente. Aliás a rádio de São Paulo tem um excelente nome que a televisão poderia usar. Uma dica: é gordão.

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January 24, 2009

Sandra Fashion Week

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:16 pm

Tá bom, tá bom. Eu sei muito que a direção do Jornal Hoje avalia que boa parte do seu público é feminino e que matérias sobre moda, culinária e comportamento irão agradar suas espectadoras. Como se as mulheres não tivessem outro interesse além desses assuntos. Ok. Mas, porém e todavia… Alguém precisa ter uma conversa séria com a Sandra Annenberg e o Evaristo Costa. Ambos estão perdendo a mão e exagerando no papo besteirol e nas futilidades.
No dia da posse do Obama a Sandra não se segurou até poder falar no vestido da primeira-dama. Falou do vestido, da bolsa, da meia, do casaco… Chegou até a ligar pros Estados Unidos para tentar descobrir o costureiro do vestido. Parecia estar no salão de beleza conversando com as comadres. Como se o figurino da mulher do presidente americano fosse a coisa mais importante pro futuro da humanidade. Como se a dona Michelle Obama não fosse nada além de uma modelo pra algum estlista retardado. Como se não tivesse vida própria, cérebro, não fosse advogada e não passasse de um cabide ambulante. Apenas uma mulher objeto.
Francamente… As mulheres lutaram tanto para se emanciparem, para ter voz ativa, trabalhar… Mas parece que regredimos 50 ou 100 anos. Só assunto fru-fru. E o mesmo aconteceu na última visita do Sarkozy ao Brasil. Tudo que aparecia na imprensa era sobre a roupa da Carla Bruni, sobre a aparência dela, sobre a elegância… Se eu chegar aqui e falar que lugar de mulher é no shopping e no salão se enfeitando para agradar o maridinho todos vão sentar o malho e me chamar de porco chauvinista, de preconceituoso e tal. Se a Sandra, e 98% da imprensa, fazem o mesmo ninguém se manifesta.
Agora, se a Sandra Annenberg gosta tanto destes assuntos, que tal mudar de posto? Ficaria muito bem no Mais Você, falando de moda, de cabelo e de receitas culinárias. Depois, à tarde, iria dar uma volta no shopping, passaria no salão de beleza e após iria pra casa preparar o jantar do Ernesto.
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Mas a coisa não acabou ainda. No dia seguinte me aparece o Rodrigo Bocardi, nos EUA, informando que o Obama teve que repetir o juramento de posse pois haviam cometido um erro no dia anterior. A câmera pegava o Evaristo Costa de perfil e uma televisão (ao fundo) onde aparecia o Rodrigo dando a notícia. No exato momento o Evaristo levantou as duas mãos e fez uma expressão como dizendo: “Ah, não”! Quase imaginando que o Obama fosse perder o cargo. Me fez até lembrar daqueles jornalistas italianos vibrando e gritando ao saberem que o Kaká continuaria no Milan. Uma cena de circo. Sem querer ofender os profissionais circenses.
Mas o Evaristo não é um caso isolado. Praticamente 99% dos jornalistas brasileiros teve um comportamento de torcedor de arquibancada no caso do Obama. Foram totalmente parciais e, posso até dizer, apaixonados. Teve uma repórter ameaçando chorar no dia da vitória do Obama. Teve muito correspondente tarimbado se comportando como um adolescente diante do ídolo. Uma coisa pueril.
Agora, como fica a credibilidade desse pessoal em 2010, quando teremos eleições presidenciais por aqui? Vão me dizer que a imparcialidade e a ética profissional só valem em assuntos internos?? Tá bom, me engana que eu gosto!
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Alguém consegue entender as vinhetas e anúncios institucionais do SBT? A falta de sincronia e sentido é total. Numa hora aparecem vinhetas robotizadas, em outra é uma moça num balanço e um garoto brincando de catavento, depois vem a série de filmes com o SS interagindo com supostos espectadores… Parece o samba do crioulo doido. Melhor contratar alguém para cuidar da identidade visual e da comunicação da emissora. Do jeito atual é perda de tempo.
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Falando nisso… A Band resolveu usar o “depois de…” em suas chamadas. Aparece uma chamada pro BEC e eles dizem que vai começar depois do Campeonato Italiano. Depois entra uma chamada pro Campeonato Paulista e dizem que vai começar depois do BEC. Como se todo mundo soubesse quanto termina o Italiano ou o BEC. Fica difícil…
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Leio no Canal 1 que a Regina Volpato está muito inclinada a largar o SBT. Parece que (finalmente) ela se cansou do SBT e das sandices do patrão. E faz muito bem. Pode arrumar emprego em qualquer outro lugar. E se eu fosse dono de televisão ela já estaria contratada. E nada de programa trash.
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Vendo o comportamento dos brazilianos diante da novela Caminho das Índias me lembrei da novela América. Naquele ano tivemos o recorde de brasileiros querendo imigrar ilegamente pros EUA. Ainda bem que a Índia é distante. Estão livres de um “ataque” de brazilianos. Os índios daqui vão ficar só copiando os costumes, as roupas, comidas e tal. Como sempre…

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January 21, 2009

Baranga Internacional, Bela Nacional

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 11:17 pm

O povo americano tem umas coisas curiosas. O padrão de beleza, por exemplo. É difícil aceitar aquilo que eles gostam e que tentam difundir mundo afora. Outro dia mesmo estava conversando com um estrangeiro, pela Internet, e ele começou a criticar as mulheres de seu país por serem parecidas com as americanas. E eu fiquei rindo sozinho no meu computador. Daí sugeri que ele visitasse países europeus/latinos para ver a diferença.
Mas o pior mesmo é que o cinema, a mídia, sempre inventam uma “queridinha da América”. E tome aquela chuva de elogios e declarações superlativas. Daí a gente vai procurar uma foto da citada, ou assistir um filme, e … Oh, tragédia humana. Tem uma aí que é a atual garota propaganda de uma marca de cosméticos. É tão “famosa” no Brasil que os anúncios colocam um letreiro no rodapé: Rice With Her Spoon  (hahahaha), atriz internacional. É bom avisar mesmo. A mulher, com aquela boca que mais parece um talho, lembra a versão feminina do Barbosa, aquele personagem maluco do Ney Latorraca.
Mas a baranga de hoje é outra: a senhora Tom Cruise. Também conhecida como Katie Holmes. Idolatrada pela mídia. Só imagino o “sucesso” que ela faria de biquini numa praia. Eita nós…

katie Holmes barangakatie holmes feia

E, só a nível de comparação, olha como é “feia” uma mulher com Zé Bobs (hehehe) no cabelo:

Fernanda Vasconcellos a linda

Será que só eu acho a Fernanda Vasconcellos tão linda que deveria ser algemada, presa e condenada eternamente por excesso de belezura??? Ou talvez uma surra com vara de marmelo para que ela deixe de humilhar o resto da humanidade com esse sorriso e esses olhos verdes. Uma covardia.

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January 18, 2009

O Cheirinho das Índias

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:53 pm

GloboEssa coluna é nossa. Ela é muito nossa… Pois é, de volta ao batente. E, novamente, tenho que sentar o malho. Ainda mais com as idiotices que a Rede Plim Plim anda fazendo. Numa semana eles usam o Globo Repórter para entrevistar os ex-vencedores do BBB; na outra botam uma reportagem falando da cultura e tradições da Índia. Tudo bem que a propaganda é a alma (ou arma) do negócio, mas… O coitado do Globo Repórter virou escada pros demais programas da casa? Simples assim? Já não basta o Vídeo Show? Não basta o Mais Você? As inúmeras chamadas? Ou o portal, as rádios e os jornais do grupo dando aquela força?
Eu sei que muita gente acha isso certo, que a emissora deve “socar” a cabeça do espectador até ele ficar zonzo e não pensar em mais nada além das estréias que se aproximam. Mas eu não gosto nada disso. Cansa a minha feiúra. Provoca até um efeito contrário.
E, até por causa desse bombardeio, já estou de saco cheio de ouvir bobagens sobre a Índia. Parece que só agora (em 2009) os brazilianos (índios que habitam um certo país tropical) descobriram a milenar cultura indiana. Justo agora que a Índia está se ocidentalizando. E tome falar sobre as roupas coloridas, o banho no Tietê de lá, os desenhos no corpo, as vacas, elefantes, camêlos… Ih, dá um tempo. Alguém aí já passou 30 minutos perto de umas 2 ou 3 vacas e todo aquele cheiro de bosta? Então imaginem uma cidade com milhões de animais andando (e defecando) pelas ruas. Nem o quinto dos infernos deve feder tanto. Dá um calafrio só de pensar na cena.
Mas os nossos artistas brazilianos voltaram transformados depois de 2 semanas gravando na Índia. Tiveram uma experiência transcendental e agora são praticamente monges após entoar mantras no meio de 30 toneladas de bosta de elefante. Tá bom…
Mas o engraçado nisso tudo é que os brazilianos ficam maravilhados com tudo que veem de novo. Outro dia a repórter (!!!) do Vídeo Show estava entrevistando uma atriz (na Índia) e falando sobre as coisas de lá. A atriz, já familiarizada com a fedentina, ia alimentando os elefantes com bananas e contando que achava tudo lindo e maravilhoso. Daí a Sarah Oliveira pergunta: “mas os elefantes comem a banana com casca e tudo?” Não, d. Sarah, eles descascam as bananas, fritam, passam calda de caramelo e comem com um garfo! :P
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E parece que enrolou a negociação para a transmissão da Liga dos Campeões Europeus. Os representantes da UEFA estão pedindo 5 milhões de dólares, isso com o dólar em alta e a crise mundial. Sendo que a Record vinha pagando 3 milhões anualmente pelo contrato vigente. Assim sendo a Record deu uma recuada. A Rede TV! chegou a ser ouvida mas também não aguenta pagar 5 milhões sozinha. A Band faz cara de paisagem; é Globo dependente. Daí fica o impasse.
E nesse caso eu até acho que a Record está certa. Não que 5 milhões seja um valor exagerado por um evento desse porte. É até justo. O problema está no contrato e nos patrocínios embutidos pela UEFA. Aceitar tudo e ainda duas cotas já fechadas é dose. Periga ninguém comprar o campeonato se as bases forem essas.
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O ano mal começou e já temos a piada de 2009. Foi o Jornal do SBT da última Sexta. Vocês já sabem da história de acabar o jornal junto da novela da Globo e toda aquela maluquice do SS. Parece que o “homem” acha que um jornal é igual o extinto programa do Ratinho e que dá pra encher linguiça até acabar a novela. Então… E todos sabem que último capítulo de novela só acaba depois do vilão se f*dendo e de duzentos casamentos, beijos e sorrisos. E o coitado do Carlos Nascimento se virando pra aguentar o serão, os editores catando reportagens de gaveta (aquelas atemporais que já citei aqui), corre corre, gritaria… Faltou pouco pro Nascimento catar um violão e anunciar: “Agora, enquanto não acaba a novela da concorrente, vou cantar umas músicas que eu gostava na época da faculdade”.
Nessa horas eu fico me perguntando se o dinheiro é argumento suficiente pra gente aguentar qualquer humilhação. Sei não… Deve ser por isso que sou e vou continuar pobre.
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Quer dizer que o tal filme mundo-cão do ônibus 147 (ou 174, sei lá) não foi indicado para disputar o Oscar? Nooooossa!! Que supresa! Quem sabe, em algum momento no tempo e espaço, os brazilianos entendam que cinema é apenas um produto de massa para divertir a plebe. E, quando quiserem realizar filmes conceituais ou artísticos, entendam que eles serão alternativos. Cinema comercial é igual um hamburguer, pode ser um lixo, mas é o que agrada as multidões.
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A televisão tem umas coisas… Passaram 10 meses mostrando um puteiro na novela das 8 (ou 9) como sendo a coisa mais normal do mundo. As moças felizes e alegres exercendo a mais antiga das profissões. E a dona do bordel (Elisângela) como uma honesta e esforçada trabalhadora. Ninguém se lembrou que explorar a prostituição é um crime de acordo com o nosso código penal.
Depois essa mesma televisão apresenta reportagens mostrando as nossas adolescentes se prostituindo pelos 4 cantos deste país. Ou mesmo o turismo sexual que prolifera nas grandes cidades. E aí todo mundo fica horrorizado com a situação. Ô hipocrisia!!
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E, no BEC deste Domingo, entrevistado pelo Luciano do Valle, o presiMente  Lula revelou que gostaria de ser comentarista esportivo na televisão. Olha, faz todo sentido. Ele tem todos os requisitos necessários:
1- É corinthiano
2- É popularesco
3- É analfabeto
4- É demagógico
5- Vive dando pitaco errado.

Aliás, a Timão Press não tem assunto mais importante para tratar além do peso do Ronaldo? Como, por exemplo, os contratos de publicidade do clube. Ou será que isso não dá audiência entre os manos?

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January 14, 2009

Fantástico, o Xô da Vida

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:34 pm

Quer ganhar um carro 0KM todo dia? Envie agora mesmo um SMS com a palavra “panaca” para 987654321… E o pior é que vai ter gente mandando. Mas vamos iniciar os trabalhos. Domingo passado, por motivo de força maior, acabei vendo uns pedaços do Fantástico. Acho que não via tantos pedaços do programa há mais de 6 ou 7 anos. Deu pra entender a razão do programa estar sofrendo tanto com a audiência e sendo ameaçado pelo Gugu. Está ruim demais. Absurdamente ruim.
Começa pelo fato que nunca entendi: qual o motivo de não haver um telejornal no Domingo? Falta de assunto? Nem tanto. As editorias de esporte, cultura, internacional e geral podem ocupar um bom tempo. O que pode faltar é política e economia. E ainda existem aquelas matérias de gaveta, atemporais, que podem ser usadas para preencher o tempo restante. E nem precisa ser uma edição longa, uns 20 ou 30 minutos, no período noturno, já são suficientes para um jornal dominical. Mas as emissoras preferem meter no jornalismo nas revistas dominicais. E isso vale pro Fantástico e pro Domingo Exxxxpetaculaaaar da Record. E eu não gosto desta mistureba.
Querem que o Fantástico use um monte de matérias besteirol para enfrentar o Gugu? Ótimo, separem o jornalismo então. Daí podem colocar mágicas, musas, ex-bbb, concurso de beleza, garota tomando conta do orçamento familiar, etc… Podem se fartar de abobrinhas.
E outra coisa, aproveitando… Que idiotice é aquele concurso de “menina do Fantástico”? Quem inventou que adolescentes com 1,80 metros e 40 quilos são o modelo de beleza da mulher brasileira? Uma coisa ridícula, parecendo girafas desengonçadas. E bem feias. Querem achar uma nova super-hiper-mega-top-model?
E mais… Resolveram usar um pirralhos com webcam para enviar vídeos puxando o saco do programa? Que lindo… Eu já falei aqui sobre os programas que só recebem emails elogiosos. Uma coisa tão falsa quanto uma nota de 39 Reais. E o Fantástico resolveu copiar a ideia. Tá bom… Que criancice.
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Foi só eu começar a ver uns pedaços da Favorita e já estou pegando raiva de novela de novo. É muita estupidez pra minha cachola. Numa hora a Flora é uma retardada e entra na estória da Donatella e as duas acabam amiguinhas e jogando “stop”. No dia seguinte ela vira uma reencarnação do Fred Krueger e evapora da ambulância após atingir o enfermeiro com um cilindro de oxigênio. Ah, dá um tempo!!
Isso sem falar que o João Emanuel Carneiro é muito sem noção de tempo e espaço. Comete erros primários. Querem um? Bem, no dia (noite) em que a Donatella vai até a casa da Flora para jogar aquele papo da infância das duas e da boneca da discórdia… Daí ela faz um último pedido antes de se deixar entregar pra polícia: que o Silveirinha prepare uma galinha ensopada (ou coisa do tipo) para as duas jantarem. Daí corta pro Zé Bob, Halley e Lara discutindo que teria traído a Donatella. E o Halley descobre que foi o Norton. Daí volta pra cena em que as duas jantavam. Novo corte e me aparece o Halley invadindo a sala da diretoria da Fontini e dando uns socos no Norton. Pombas!! Então vão me dizer que a diretoria e o conselho da Fontini estavam reunidos e trabalhando às 8 ou 9 horas da noite? Sei, sei…
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Eu estava reparando numas coisas do Band Verão… Aliás, melhor trocar o nome pra Band Torpedão. Metade do tempo é de chamadas pra enviar aquele maldito SMS. Enfim… Mas eu acho que a nossa querida e charmosa Luiza Brunet deve ter feito um tratamento de fonoaudiologia. Não que esteja com a dicção perfeita, ela apenas fala mais lentamente e num tom mais baixo. Daí evita de engolir as sílabas e atropelar as palavras como era normal tempos atrás. Nessa época a dicção dela era tão ruim que só faltava botarem legendas para entender o que a Luiza falava. Menos mal. Sem falar que é sempre bom ver a Luiza Brunet na telinha. No meio de tanto lixo não vai ser a dicção dela que vai me incomodar.
Um outro assunto que quero abordar é sobre aquele rapaz que já atuou no extinto programa do Gilberto Barros (ensinando xavecos) e que agora virou mágico. Quer ser uma espécie de ilusionista de rua. Mas… Precisa melhor os truques. Os atuais dá pra desvendar de olhos fechados. Outro dia mesmo eu vi ele fazendo o truque de fazer aparecer uma tampa numa garrafa plástica de refrigerante. É algo muito simples. Basta entender que a garrafa pet é mole e pode ser comprimida com a mão. Ele já deixa a tampa dentro da garrafa, na altura do pescoço, e a segura pressionando com uma das mãos. Essa mesma mão serve para encobrir a tampa. Na outra mão ele exibe outra tampa, fala que vai passar a tampa pra dentro da garrafa, faz gestos rápidos e tcharam… A mão que segurava e pressionava o pescoço da garrafa pet solta a tampa pra baixo e a outra esconde a tampa que já estava fora. A mão que estava com a tampa de fora ele traz pra perto da virilha e a outra ele estica oferendo a garrafa para que as pessoas examinem. Enquanto as pessoas se concentram em olhar a garrafa ele enfia as duas mãos no bolso e esconde a tampa que estava numa delas. Fácil demais. Podem fazer o truque para os filhos ou vizinhos. :P
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E começou mais um BBB. O nono. Eu não vi a estreia mas peguei umas partes do segundo dia. E já aviso que não gosto nada do zoológico humano na tevê. Não me interessa, não me diverte, não me instiga… Mas tem gente que adora. Dá pra entender. Assim como dá pra entender a Globo, toda feliz com o faturamente publicitário e os telefonemas pagos. E também entendo os portais da Internet e os jornais que arrumam assunto pra ocupar o espaço vago. E mais ainda as revistas de mulher desnuda (hehehe) que encontram carne abundante (hehehe) para ocupar duas ou três edições. E é isso. Todos contentes e nada mais.
Ou alguém vai me dizer que o programa apresenta algum conteúdo além de rapazes marombados, moças siliconadas, festas, bebida, piscina e sol??? Ah, agora resolveram colocar dois coroas no programa. Mas e daí? Acrescentam algo? Ou são apenas dois velhos com os cacoetes da moçada que já está lá? A mesma mentalidade tacanha e bitolada e os mesmos “uhus” e “yeahs”. Nada além.
E, passadas 8 edições, qual o rescaldo do BBB? A Sabrina no Pânico? Ora, qual a diferença entre ela, a Samambaia ou qualquer paniquete rebolativa? A Grazzi paraquedista e seu enorme  talento interpretativo? Eh… Acho que ver as moçoilas de biquini na piscina já é suficiente. Não há mais nada de útil.

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January 11, 2009

A Tampa do Vaso

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:40 pm

Pelas barbas do profeta. Olho no site. Foi, foi, foi, foi… Atualizado! É verdade, seo Sílvio, estamos na área. E vamos botar o papo em dia. Tem umas coisas que não funcionam mesmo comigo. Anúncios de varejão, por exemplo. Começa que não suporto gritaria. É meio caminho pra me afugentar. Depois ainda insistem nos eternos chavões: “Venha correndo aprovietar o mega saldão com 0% de desconto das Casas…” Ora, mas tenho que ir correndo? E a minha preguiça, como fica? Não posso ir de carro, de metrô ou caminhando tranquilamente?? Correr cansa… Sem falar que esse papo de descontos de até 70% é a maior furada. Ninguém dá desconto de 70%. Nem boutique de shopping. Imagina uma rede de varejo…
Mas o fato mais curioso da guerra entre as grandes redes foi a última campanha do Ponto Frio, prometendo promoções “sem enganação”. Pois é, uma bela cutucada na concorrência. Se bem que nem sei se propaganda “sem enganação” funciona. O brasileiro tem vocação pra trouxa. Ele adora falsas promessas. Toma até veneno, mas precisa ser adoçado. Sem falar que o Ponto Frio não é a empresa mais qualificada para defender propagandas honestas. Coisa de uns 2 anos atrás ela também estava no esquema de “70% de desconto”. Mas, chegando na loja…
Outro fato interessante é que a Globo nem se manifesta mais ao esbarrar com artistas de outras emissoras aparecendo em seu intervalo comercial. Ou alguém acha que eles são loucos o suficiente para reclamar da presença do Raul Gil nos anúncios das Casas Bahia? Hoje em dia esse tipo de veto é impensável.
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Hoje também estava vendo a estréia (acho que agora é estreia) oficial do Beckham no Milan. E a babação exagerada da Band num jogador apenas mediano. Parece que o marketing é a justificativa para tudo nesse mundo atual. Mas, enfim, nem é isso que eu queria falar. Era sobre a babação Ronaldiana… Acabei lembrando da última Copa. Os repórteres da Band com o microfone na mão. Os “craques” da selecinha virando as costas e dando um monte de exclusivas pro pessoal da Globo… Mesmo agora, com chamadas pro Paulistão 09 com o Gordo na Band e tudo mais… Alguém viu uma exclusiva do Ronaldo pra Band? Viram ele em algum programa da emissora? Necas! Ele está andando e defecando pra Band. E a emissora babando cada dia com mais força. Um pouco de amor próprio não faria mal nesse caso.
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Acho que pouca gente (quase ninguém) se toca que a televisão é uma concessão pública. Pensam que a emissora é propriedade de fulano e ele pode dispor dela como bem entender. Bem, por falhas na lei e por omissão dos governantes é isso que acaba acontecendo. Mas, em certos e raros casos, a concessão é justificável e seu uso é digno de elogios. A gente pode criticar muita coisa na Globo mas quem teria a audácia de fazer um canal como o Futura? Já imaginaram isso nas mão do Grupo Bandeirantes? Já estaria loteado entre 4 ou 5 pastores.
Mesmo na Globo, nas manhãs de Sábado e Domingo temos programas que seriam impensáveis na concorrência. Tem o Globo Ciência, o Globo Ecologia, Globo Universidade… Já viram o programa do Renato Janine Ribeiro? Uma verdadeira aula de relações intersociais. É didático sem ser chato ou enfadonho. Reclamação mesmo só com o horário. Praticamente de madrugada.
Seria muito exigir que todas as emissoras disponibilizassem 1 hora semanal para um programa realmente cultural? Uma horinha apenas… E olha que a semana tem 168 horas. É pedir muito??
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Lá vou eu palpitar em novela de novo. Mas é que o João Emanuel me tira do sério com as situações esdrúxulas que inventa. Vejam o caso da Catarina (Lília Cabral): passou a novela toda apanhando do marido, sendo xingada, maltratada, cozinhando, lavando… E aceitando passivamente o papel de “mulher de malandro”. Sei de muitas “Catarinas” por este país. Tudo bem, aí ela começa a trabalhar, muda de vida, se separa do cafajeste… Depois ela começa a namorar o tal verdureiro (não sei o nome). O cara é gente boa, tranquilo, deu uns “pegas” caprichados na Catarina. Daí, em 2 ou 3 dias, a Catarina começa a pentelhar falando da toalha molhada, da tampa do vaso, da pasta de dente… A mesma pessoa que passou 20 anos levando porrada do ex. Pombas, então o Léo levantava a tampa do vaso ante de urinar, limpar o bilau na cortina e encher ela de porrada?? Ora, faça-me o favor! Se o autor que justificar o romance lésbico entre ela e a personagem da Paula Burlamaqui que arrume justificativas mais plausíveis. A tampa do vaso é dose!!
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E tem mais… Li por aí que o assassino da Flora deve ser o Silveirinha. Outra ideia besta. Seu eu fosse o autor escolheria a Irene. Na verdade ela foi a maior vítima da Flora, não a Donatella. A Flora matou o filho dela, matou o marido dela e quase ferrou a empresa da família. Sem falar que a Flora fez ela de idiota por muito tempo. Nada mais correto que a velhota dar uns “pipocos” na Flora. Seria uma espécie de Odete Roitman da novela.
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Qualquer pesquisa feita neste país vai mostrar que, dos assinantes da tevê paga, a maioria absoluta continua vendo os canais de tevê aberta. Preferencialmente. Pois a Embratel lançou a sua tevê por assinatura, a Via Embratel, e fez o favor de não incluir qualquer tevê aberta na programação. Fica complicado. O pacote básico custa 60 Reais e o sujeito ainda precisa de outra antena (ou parabólica) para assistir as principais redes. Isso não vai dar muito certo não.
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O Pablo deixou um comentário (atrasado) falando que eu só falo mal do SBT e que devo odiar a emissora. Eita!! Novamente o mesmo pensamento rasteiro e equivocado. Um fala que odeio a Band, outro o SBT, outro a Rede TV!… Como se eu não tivesse coisa mais importante pra fazer na vida. Bem, vamos ver o lado positivo disso: se eu odeio todas as emissoras é sinal de neutralidade. Se sou neutro, sou isento. Tá ótimo :)

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