Briga Errada
Mexeu com a Márcia, é meu amigo!
A briguinha mais interessante da semana foi entre a Record e a Folha de SP. A emissora veiculou em toda a programação uma reportagem institucional para rebater notícias do jornal e contra-atacar com outras informações, igualmente equivocadas. O ponto principal foi a notícia publicada na Folha dizendo que a Globo News tinha muito mais audiência que a Record News. Mas a emissora alegou que a Globo News é transmitida em muito mais TVs a cabo e via satélite que o seu canal de notícias. Até aí está correto. Daí a Record usa o mesmo expediente e soma a transmissão em tevê aberta para informar que a Record News tem 70% mais audiência que a concorrente. Como se a Globo News tivesse o mesmo número de canais em UHF.
Ora bolas!! Primeiro a Record reclama que a Folha usou uma base de cobertura desigual para fazer a comparação. Depois ela pega outra base desigual e usa para mostrar dados que lhe favorecem. Parece que a Record insiste que apostar na ignorância humana é a melhor maneira de atuar. Talvez sim. Mas aqui não, coração!
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A direção da Record, tão zelosa para rebater críticas, deveria ter a mesma atenção ao cuidar de sua programação. Existem alguns mortos-vivos na grade e ninguém se ocupa em remover (e enterrar) o cadáver. É o caso do Programa da Tarde, já falecido há mais de 2 anos. Fica lá, empacando… Talvez fosse o caso de mudar o nome para Problema da Tarde.
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Talvez seja implicância minha, mas… Não suporto assistir 1 segundo sequer daquele quadro Selvagem ao Extremo. Fico torcendo alucinadamente para alguma cobra ou jacaré atacar o aventureiro hiponga. Ô sujeito chato! Ô porre!
Tá bom, tá bom… Deve ter uma molecada que adooooora o Richard Sei Lá das Quantas. Por mim, botava ele sentado num buraco de formigas africanas ![]()
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O problema da crítica esportiva é crônico. Muito crônico. O torcedor eu até aceito que distorça os fatos, que se altere, que se exalte… Agora os tais jornalistas esportivos, beira o ridículo. A última que tenho que suportar é o novo Pelé, novo Robinho ou novo qualquer coisa que encontraram. O garoto (do Santos) mal jogou 2 partidas e já virou uma sensação intergalática. E isso só mostra duas coisas:
1- a imensa carência de ídolos neste país;
2- o total despreparo da imprensa esportiva, mais parecendo torcedores com microfone na mão.
Aliás, se eu fosse fazer uma lista de ídolos abortados a lista só iria terminar amanhã. E nem sempre isso é culpa dos jogadores, mas dos “fabricantes” de ídolos.
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Falando nesses pseudo-jornalistas… Tem um, na Band, que já passou de todos os limites da xenofobia (isso considerando que o país dele é São Paulo). A última imbecilidade deste senhor eu vi no Jogo Aberto desta semana. Agora ele resolveu atacar os jogadores do Rio que foram contratados por clubes paulistas. Como se a origem deles fosse a razão do sucesso ou fracasso em seus novos times. Eu poderia fazer uma lista gigante de jogadores cariocas que foram ou são ídolos em clubes paulistas, mas não vou. E nem vou discutir com uma pessoa que tem fortes tendências nazistas. Isso mesmo, o nazismo começou assim, divulgando a ideia de que a origem transformava alguém em superior e os demais em inferiores. Quero apenas lembrar ao ilustre corneteiro que o festejado novo atacante de seu clube de coração é carioca. Do subúrbio.
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E falando em corneteiros… Aquele Chico Lang ganha por besteira que fala ou por cada grito que dá? Francamente…. é muito irritante. Como diria o Bonfá: chiliquenta!!!
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A rapaziada do EI é um pouco mais comedida. Mas, volta e meia… Dia desses eu vi o Leonardo Baran falando sobre a boa situação do Sport nesse começo de ano. Ele comentava sobre a atuação do clube no campeonato Pernambucano, na Libertadores… Daí completa: “… o time está com uma cabeça na Libertadores e outra no Pernambucano”!!!! Hahahaha. Olha, eu nem vou fazer qualquer piadinha sobre o comentário do Baran. A piada está pronta.
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Acho que já falei aqui sobre uma coluna esportiva que eu tive. Pois é… Não sei se a Globo já se manifestou de forma mais incisiva sobre essa recente decisão da FIA mudando o regulamento da Fórmula 1 e tornando campeão aquele que tiver mais vitórias. Pelo menos eu não vi nada nos jornalísticos ou nos boletins sobre a F1. Mas eu quero falar. É uma das coisas mais idiotas da história do aotomobilismo mundial. A famosa “ideia de jerico”. Pior até que aquele desatrada ideia dos pneus que deveriam durar 2 ou 3 corridas. Uma imbecilidade total!! Pronto, falei.
Agora vou ficar até o final da temporada só contabilizando as reclamações sobre a nova regra. Se passarem de 1.000 vou cobrar uma caixa de cerveja.

