A mídia é uma coisa nojenta. Deprimente. Hipócrita até o osso. E essa situação só vai piorando com o passar do tempo. Vejam o caso que estamos assistindo nos últimos dias. Até 5 ou 6 dias atrás tudo que aparecia nos noticiários sobre o “rei do pop” era para denegrir (mais ainda) a imagem do cantor. Falavam da saúde dele, dos comportamento bizarro, das extravagâncias. Isso sem esquecer dos escândalos de pedofilia, de suas atitudes com os (supostos) filhos, de seus atos perdulários, etc… Daí o sujeito morre. E tudo vira pelo avesso.Está faltando pouco pra alguém afirmar que eram os garotos que abusavam dele. Tá bom!! Eu mereço.
Acho que não teve um programa sequer que não explorou o fato para usar e abusar do sensacionalismo na busca por alguns pontinhos de audiência. Os telejornais tiveram a audácia de convidar alguns EPN (especialistas em porra nenhuma) para comentários totalmente incoerentes e baseados em achologia. Os apresentadores, HAH… Alguns chegaram a ser patéticos ao emitir suas opiniões sobre o falecido.
Mas, como dizem, aqui não, violão. Morto ou vivo, ele continua sendo a mesma coisa pra mim. Nada muda. Nenhum “arquivo” será deletado de sua ficha. E que se danem os hipócritas!
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Vi uns pedaços do “novo” Jornal da Record. Começa que esse “novo” é uma baita forçação de barra. Mas tá bem, se maquiagem for algo novo… Mas o fato mais curioso nisso tudo foi ver as chamadas que a Record criou. A emissora adora usar as palavras “credibilidade” e “verdade” para divulgar o seu jornalismo. Olha, o jornalismo da Record pode ter várias qualidades, mas credibilidade não faz parte dessa lista. Muito pelo contrário. Quem não acredita nisto pode pegar um pedaço de papel e tentar anotar a quantidade de vezes em que a Record critica o sapo barbudo. Ou ainda pode tentar achar alguma notícia positiva sobre o Papa ou a igreja católica. E depois manda pra cá; se encontrar. Estou aguardando ansioso. E quanto à “verdade”, HAH! O mais perto que a “verdade” chegou da Barra Funda foi quando pegou um ônibus errado e se perdeu no bairro. Hahahaha. Correu o sério risco de ser presa, torturada e estuprada em algum estúdio sombrio da emissora. Tadinha da “dona verdade”. Todo mundo diz que gosta dela, mas, no fundo… É odiada. E não é só na Record, obviamente. A coitada tem até trauma ao ouvir falar em televisão, jornal ou certas revistas. Treme só de passar na porta.
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Falando nisso… Eu estava reparando, qual o motivo da Record nunca usar comentaristas em seus telejornais? Algum problema? Será que a “dona verdade” vai ficar melindrada se for abusada novamente??
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A Record já está com chamadas no ar para o seu Esporte Fantástico, o clone do Esporte Espetaculoso. E já prepara novos clones. Os próximos serão as versões recordianas do Auto Esporte e do Globo Rural. E não duvido que venham outros num futuro próximo. Francamente… É muita falta de imaginação pra uma emissora só.
Aproveitando… a Record já está negociando a compra de alguns eventos esportivos. Judô e handebol são os primeiros. É o resto do resto.
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Por falar em eventos esportivos… Alguém do EI se ligou que aquilo também é (ou deveria ser) uma emissora esportiva; não de torpedos de celular. E o Esporte Interativo já anunciou a transmissão de alguns campeonatos de basquete. Mundiais, sub 19 e europeus. Deveria ser algo normal, mas não é. Daí tenho que elogiar. Já estava na hora de termos o basquete de volta em alguma emissora aberta. Fica faltando só o NBB. Eu sei que a Globo tem os direitos, mas não exibe em tv aberta. Seria uma boa ideia se o EI conseguisse o repasse. O mesmo vale pra Liga Nacional de Vôlei. A Globo mal passa as finais. Um tremendo desperdício.
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E por falar no EI… Dia desses eu estava analisando, existe tanta coisa no meio esportivo que é esquecida ou mal aproveitada pelas maiores redes. Não só eventos esportivos, esses exigem negociações e algum investimento. Eu falo de programas de modo geral. E nem seria uma coisa cara, dá pro EI encarar sem muita dificuldade. Sem esquecer que o marketing esportivo envolve muito dinheiro. Mas a emissora não consegue canalizar quase nada em seu benefício. Mal conseguem mais de 3 ou 4 patrocinadores. Sempre os mesmos. É nisso que dá perder tempo com torpedos e outras besteiras do tipo. Vacilo.
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Não quero dar uma de moralista, longe disso. Mas essa coisa de usar palavrões em propagandas tá ficando feio. Nem todo mundo é obrigado a aceitar tais termos e existem formas menos ofensivas de passar a mesma mensagem. No caso mais gritante, da Claro (num anúncio misturando a máfia e um personagem do Cidade de Deus), parece que o comercial foi retirado. Não tenho visto nos últimos dias. Mas o da Penalty, com o Rogério Ceni, continua.
Aliás, o mesmo recado vale pro André Henning e Leonardo Baran. Uma coisa é ser informal e descontraido, outra é usar 3 palavrões em cada frase. Acham que estão numa arquibancada xingando o juiz??
Quando a gente fala aqui que tal programa está ruim ou tem falhas graves não é uma simples questão de “achismo” como alguns podem pensar. Tento me basear em fatos visíveis e comprováveis. E isso é o que acontece com a Fazenda. A audiência do programa até deu uma melhorada, mas a qualidade… Vamos lá:
- Na semana passada teve o caso do Fábio Arruda, que ameaçou abandonar o programa. Na edição noturna o Britto Júnior foi logo falando: “E logo mais vocês ficarão sabendo se o Fábio saiu do jogo ou se continua. … E agora vamos acompanhar mais uns momentos da Fazenda ao vivo.” Daí, nas cenas ao vivo, me aparece o Fábio andando pela casa. Quer dizer, matou completamente a intenção de criar um suspense com a sua provável saída. Comeram mosca!
- Uma das coisas que a Globo tenta (eu disse “tenta”) no seu BBB é mostrar isenção na seleção dos participantes e nas votações. Já na Record… Começa que metade dos caras pertence ao elenco da emissora. E depois, na hora de escolher a substituta da Bárbara Koboldt, colocam a Fabiana Alvarez. A moça mal entra na casa e a Luciele corre pra abraçá-la e dizer que é sua melhor amiga. Pombas, com tanta gente nesse mundo eles escolhem justo a melhor amiga de uma participante. Imagino o que aconteceria se fosse num BBB da vida.
- Não sei exatamente como é a formatação da Fazenda, mas imagino que os participantes devem ficar confinados, sem contato com outras pessoas. Ou ainda que os câmeras fiquem ocultos para não interferir no comportamento dos participantes. Só que… Num dia desses, em que havia uma sessão de cinema, apareceu a cabeça e o ombro de um cinegrafista que se movia por trás dos participantes que assistiam ao filme. Fica complicado!
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No outro dia eu comentei sobre a zona que virou a grade da Record na tentativa de encaixar a Fazenda num horário melhor e buscar mais uns pontinhos de audiência. Bem, só pra constar, o Jornal da Record do último Sábado terminou as 21h e 30 minutos. Quase 1 hora além do normal. Haja notícia e linguiça pra encher!!
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Desde o início do Dia Dia eu comentei aqui sobre a estranha participação do Datena e a relação problemática com os colegas do programa. Quem acompanha a coluna deve lembrar. Bem, agora o Datena saiu do Dia Dia e daquele programa matinal. E aqui e acolá pintam notícias e comentários sobre a relação azeda e os conflitos que sua participação gerou. Pois é… Estava muito evidente. Até uma criança de 5 anos (mais atenta) teria percebido o problema.
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No Domingo eu estava vendo um programa na Gazeta, não recordo o nome. Lá pelas 19h, com um apresentador meio ruivo, de nome estranho. Bem, uma das entrevistas (gravada) foi com o Roberto Justus. E ele falava de sua agência de publicidade, sobre a relação duradoura e sólida que mantinha com seus clientes, que muitos já se mantinham há 8 ou 10 anos… Muito bonito. Estranho é que o mesmo discurso não se aplica à relação do Justus com sua ex-emissora. A Record ainda planejava novas edições do Aprendiz e um novo reality com o Justus. E ele pegou seu topete e se mandou pro SBT. E nem a questão salarial poderia ser usada como justificativa pra transferência, 200 ou 400 mil é “dinheiro de pinga” pro Justus. A questão aí foi outra. A tal da “mosca azul”.
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E nesse vai e vem entre a Record e o SBT o caso mais complicado é o do Gugu. Ele já assinou com a Record mas ainda tem 9 meses pra cumprir com o SBT. Como é que fica isso? Vão pagar a multa pra ele sair antes? Sei lá… De qualquer modo o SBT já mudou o horário do Domingo Legal e nas chamadas faz alusão à mudança do Gugu. É muito bizarro pro meu gosto. Imaginem só o ambiente dele nos estúdios.
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Pode ser o bate papo nas viagens, nos hotéis, ou qualquer outra coisa. Mas o comportamento do Luciano do Valle mudou radicalmente em relação ao Neto. Agora sobram elogios. Muito diferente de uns 8 ou 10 meses atrás quando as críticas eram muito pesadas. Como explicar isso? Será que o Luciano mudou? Ou será que foi o Neto?
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Certas horas eu penso que nunca poderia ser diretor de qualquer emissora de televisão. Existem situações que dão raiva. Vejam o caso dessa porcaria de Copa da Confederações. A Globo e a Band recebem o pacote fechado e não podem fazer nada. Nem a logomarca dos patrocinadores elas podem inserir durante as partidas. E ainda tem que engolir a inserção dos patrocinadores masters da FIFA nas vinhetas de abertura e encerramento. Francamente… Se houvesse um mínimo de união entre as emissoras (até para defender interesses comuns), pegariam essa copa e mandariam a FIFA enfiar … Deixa prá lá.
E a nossa escolhida de hoje é a nova “musa” do jornalismo da Record, Ana Paula Padrão Record de Falsidade. Afinal, em falsidade ela e a emissora são experts. Na verdade a Ana Paula é um produto da engenharia genética. Pegaram um rato de laboratório, uns grãos de soja transgênica e 4 fios de cabelo passado na chapinha da Fátima Bonner. Daí tentaram criar um clone da d. Fátima. Mas, pelo jeito, não deu muito certo. Só que isso não é problema pra Record, qualquer coisa que lembre a Globo é glamour pra ela.
Enfim, a Ana Paula continuou com a carinha de rato e o sonho de ser uma Fátima Bernardes & Bonner. Sem falar que a experiência genética ainda provocou alguns efeitos colaterais: arrogância, prepotência, chatice e convencimento exagerado. Acabou mais parecida com a maga Patalógica dos desenhos. Não acham?

Mas aqui no Tevezona a Ana Paula ocupa a fileira das barangas. Ou baranguinhas, se analisarmos o tamanho. Sem esquecer que o passado da donzela não é dos mais reluzentes. Quem já passou por Brasília deve conhecer certas estórias de bastidores. Quem não conhece…
- Joga um raticida nela!!
Calma, d. Mafalda. Violência não resolve nada. E raticida não é muito confiável, não consigo acertar a lata desta distância 
Mas é bom notar que a Ana Paula (ex-Patrão) tem uma grande legião de fiéis admiradores. Sorte a minha que estou fora dessa lista. UFA!! Não gosto muito de produtos pirateados:

E fechamos a nossa estória com a versão natural e a versão photoshopada da Ana Paula. Não gosto de nenhuma!



Curioso, a gente critica uma emissora ou um programa e logo aparece alguém dizendo que isso é premeditado, que estou sendo tendencioso. Bem, nesta semana a Record alterou novamente a sua grade para tentar achar o melhor espaço pra Fazenda. E sem muito aviso; pelo menos eu não vi nada. Estava zapeando e… Percebi que o Jornal da Record acabou mais cedo. Achei que fosse começar a Fazenda, mas apareceu a novela dos mutantes. E o reality ficou pra depois. Ainda prometiam um bloco “ao vivo” para depois de Poder Paralelo mas não consegui achar o dito cujo. Aliás, ainda não assisti uma edição sequer da edição extra (depois da última novela) da Fazenda.
Entendo que uma emissora deva buscar o melhor horário para seus programas e alcançar a melhor audiência possível mas assim fica complicado. O telespectador não é obrigado a adivinhar os horários ou ficar de plantão esperando o que deseja assistir. Não que esse fosse o meu caso, é só um exemplo. E, podem falar o que quiserem, desse problema a Globo não sofre. Ela já aprendeu, e não de agora, que alterar a grade a todo momento é o caminho mais curto pra afastar o espectador. O sujeito pode até estar com o relógio quebrado mas sabe que se está começando Malhação é 17h e meia, que a novela das 19h começa quinze minutos depois, que a das “oito” começa dez minutos antes das 9h… Acho que isso é o básico. Assim como numa pizzaria. A pessoa entra lá esperando encontrar pizzas, nunca uma feijoada.
Vamos combinar um negócio: alteração no horário é coisa que precisa ser avisada com antecedência. E repetidas vezes. Qualquer coisa diferente é um tiro no pé. Ainda mais pra quem deseja brigar pela liderança.
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E nas próximas semanas a Record apresenta várias mudanças em seus programas e apresentadores. No jornalismo alguns apresentadores irão trocar de posto e a emissora lança o clone do Esporte Espetacular, aos Domingos. Também está programada a estreia do programa do Geraldo Luís, no estilo barraco popular. E também a versão recordiana da Bety a Feia. Interessante como essa novelinha ainda rende.
Francamente… Espremendo tudo acho que não sai nada. Mas a audiência é muito curiosa. Quando menos se espera…
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E o Toda Sexta do dia 19 estava todo montado em cima do SPFW. Pra quem gosta um prato cheio. Pra quem não gosta… Aliás, a luz vermelha está bem acesa no programa da Adriane. Resta saber se aquilo tem jeito. É ruim até o osso. Acho que é mais fácil começar do zero do que consertar a bagaça. É mais uma bomba pros saadianos desarmarem.
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Eu já falei minha opinião sobre ex-jogadores transformados em comentaristas e pseudo-jornalistas usando o microfone para defender suas paixões clubísticas. Mas é claro que existem (algumas) exceções. Temos o Casagrande, o Júnior e, agora, o Amoroso que inicia de forma mais frequente a sua participação de comentarista na Band. Não que o Amoroso já esteja 100% pronto, precisa melhorar ainda. Mas o estilo dele é bem diferente de certos colegas de emissora. É menos torcedor e mais racional. Mais equilibrado. Só espero que não seja infectado pelo bairrismo e clubismo de uns e outros.
Aliás, os clubes paulistas estão eliminados da Libertadores. Será que o Grêmio e Cruzeiro terão o mesmo espaço que teriam o Palmeiras e o São Paulo? Aguardemos os próximos “capítulos” do Jogo Aberto para saber.
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Alguns dias atrás eu comentei sobre a falta de esporte aos Sábados na televisão aberta e uma partida da Série B que a Rede TV exibiu as 22h. Bem, ainda não é tudo aquilo mas a emissora adquiriu os direitos das lutas de vale tudo e está exibindo elas neste mesmo horário. Acho uma tentativa interessante. Ainda mais que a Rede TV já tem um histórico (com relativo sucesso) exibindo lutas de boxe e vale tudo em outros tempos. Estranho mesmo é a afiliada da Rede TV aqui no Estado. Corta o sinal da rede e mete um filme “tabajara” pra lá de velho no horário. E isso não é um caso isolado, metade da programação da emissora é trocada por programas locais (e isso até passa), desenhos e filmes horríveis. E o espectador que se dane.
Nada contra programas locais, em alguns casos até são interessantes, mas deveria haver mais critério aos se cortar o sinal de rede. Fico só imaginando os absurdos que acontecem Brasil afora.
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Acham que sou só eu?? Hah!! Até o pessoal do Pânico está fazendo piada com a mulher do dono, a Robô Albuquerque. Mas também… É impossível alguém aceitar a mocinha como apresentadora. Nem nos melhores (piores) momentos da Luciana Gimenez.
Pois é… E segue a Record com sua Fazenda assim, assim. Não há nada de especial ou novo. Perderam uma bela chance de mostrar serviço. Até pelo contrário, demonstram certa incompetência. E isso depois de terem assistido 9 edições do BBB e 2 (creio) da Casa dos Artistas. Não sei se todo mundo repara na parte técnica, mas o programa vem tendo graves falhas na edição, no áudio e na iluminação. E esse é um dos pontos fortes do BBB. Até a Casa do SBT tinha uma edição mais caprichada. Se não bastasse isso o “roteiro” do reality torna o programa mais lerdo e desinteressante ainda. Nada acontece além dos bate-bocas e barracos. Os participantes comem, dormem e discutem. E até na hora de alimentar as vaquinhas conseguem brigar.
O lado bom da coisa é que dá pra se ver como são os artistas na vida QUASE real. É, pois se não tivessem as câmeras a baixaria seria muito maior. Eles são isso mesmo: infantis, egocêntricos, arrogantes, fúteis, volúveis, inconstantes… Tanto no pessoal, quanto no profissional. Em certos momentos dá pra se pensar que os animais têm mais juízo do que certos participantes. E olha que na Fazenda não rola o festival etílico tão habitual no BBB. Se liberassem a cachaça…. Loucura, loucura, loucura.
E, apesar de tudo, a audiência está num patamar abaixo do esperado pela Record e acima do que mereceria. Entre 10 e 12 pontos. Isso na edição normal. Pois a Record já abriu espaço onde podia e onde não podia para chamar a atenção do espectador. Sem falar que em certos dias o programa está sendo espichado até sei lá quando.
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O lado curioso desa estória é que a Fazenda deu um gás extra ao Fantástico. O modorrento programa global vinha patinando na casa dos 20 pontos e com tendência de queda. Situação até compreensível diante das idiotices que o programa insiste em repetir. Pois agora o Fantástico está recuperando audiência e vem se aproximando dos 30 pontos. É mole??
Mas não creio que a alegria global dure por muito tempo. Viram a última sacada de gênio do Fantástico? Criaram mais um quadro com a… Regina Casé!!! Caçarola! Ô meu pai… Aliás, vocês sabem o que aconteceria se o mundo tivesse uma guerra nuclear? Só restariam as baratas. E a Regina Casé, é claro! 
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Voltando ao caso do reality da Record… Já falei que eles estão inserindo blocos com a Fazenda em todo horário possível. E o Programa da Tarde não poderia ficar de fora da festa. Na última Terça eu peguei um pedacinho. Já passava das 16h e o modelo (Miro) estava na cozinha preparando um macarrão. Meio estranho o horário para um almoço, certo? Pois a Maria Água Sanitária resolveu explicar a situação para seus espectadores com QI abaixo de 30. Disse ela que eles tinham o hábito de almoçar tarde, que em certos Estados o fuso horário era diferente e coisa e tal. Balela. Lorota. Mentira. Aquele bloco que estava sendo exibido havia sido gravado. Não sei quanto tempo antes, mas era um vt. Simples assim. Talvez a grande maioria dos espectadores aceite as desculpas esfarrapadas e falsas. Mas alguns conseguem identificar um VT. E não é tão difícil assim, basta prestar um pouco de atenção.
Aliás, ao vivo mesmo tem muito pouco na Fazenda.
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Eu tenho um pensamento de que todas as emissoras devem (também) cumprir uma função social. Não custa lembrar que elas recebem uma concessão pública. E é “pública” mesmo, não “estatal” como muitos gostam de pensar. E uma das formas de cumprir essa função social é através de campanhas de utilidade pública. Bem…
Eu não estou contando o número de campanhas ou o horário disponibilizado. Mas dá pra se perceber facilmente que a Record ampliou bastante o espaço para essas campanhas. Algumas produzidas pela própria emissora e outras por ONGs. Talvez já esteja no mesmo patamar da Globo (que sempre foi presente neste assunto). Ou até tenha suplantado a rival. Em terceiro fica a Band, com um tempo bem mais restrito.
O SBT e a Rede TV ficam muito, muito mesmo, atrás. É quase um milagre que uma delas encampe uma campanha sem fins lucrativos. Coisa mesquinha.
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Tudo bem que as emissoras devem valorizar os eventos que transmitem. Mas não podem faltar com a verdade para tal. E é exatamente isso que vem ocorrendo no departamento de esportes da Globo e Band. Mesmo que a orientação venha de cima. O narrador (ou comentarista) não pode virar uma “poliana” apenas para atender interesses comercias da emissora. Não mesmo. Muito menos ficar acovardado na hora de criticar A ou B. Ou ainda bajular certas estrelas em troca de uma entrevista exclusiva ou informação privilegiada. Não mesmo!
Pois, vou falar, é nojento o comportamento da grande maioria dos jornalistas esportivos da duas emissoras diante do futebol da seleção brasileira. E de alguns jogadores especialmente. Se comportam como tietes. Parecem adolescentes deslumbradas. Acham que vão enganar o espectador/torcedor por muito tempo? Já se esqueceram do fiasco da última Copa? Engoliram calados o circo que foi a seleção de 2006 e só começaram a balbuciar algumas verdades depois da eliminação. Bem, o filme está se repetindo. E não vejo ninguém da Globo ou Band levantar a voz e jogar m… no ventilador. Bando de baba-ovo!!
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Ainda nisso… A Globo e a Band estão com equipes na África do Sul para cobrir a Copa das Confederações. Aquilo está um pandemônio. Tudo “meia boca”, tudo atrasado, tudo funcionando mal. Diria que é um Brasil piorado. Mas as reportagens fingem que nada está errado e focam na alegria do povo local, na importância do evento pro país e pro continente, na simpatia que nutrem pelos brasileiros… Tudo mentira! É melhor baixar a bola e fazer jornalismo. Festa é outra coisa.
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Pra terminar… Repararam na Paloma Tocci na África do Sul? Sim, ela foi escalada pra cobrir a Copa das Confederações. Mas e no Brasileirão ou na Copa do Brasil? Já notaram como ela (e as colegas) dificilmente acompanham os jogos ao vivo. Ficam só com as reportagens pro Jogo Aberto.
Acharam estranho esse “clube do Bolinha” nos jogos da Band? Pois é… O mais estranho é a razão do afastamento da equipe feminina. O motivo é… Ciúme!! Hehehe. Que coisa mais ridícula. Um bando de barbados com ciúme da atenção que as moças despertam.
Tenho um amigo que vive repetindo: “maldito o homem que confia em outro”. Eu acho graça mas… Tenho que admitir que a frase tem um fundo de verdade. E muito mais ainda quando se fala na nossa televisão. Ética, honestidade, verdade são palavras quase proibidas nos corredores de nossas maiores redes. Eles não são honestos nem entre si, imaginem como serão com os espectadores. Somos todos massa de manobra e eles apenas se preocupam com a audiência e com o faturamento.
No início dessa coluna eu comentei sobre a pouca credibilidade das votações do BBB. Na última temporada do reality (a nona) eu falei sobre um papo que li a respeito de manipulação de dados na votação sobre a entrada de mais 2 participantes. E ficou aquele cheiro de manipulação no ar. Agora, no reality da Record, a coisa acabou vazando. E nem me surpreende; na semana passada eu havia citado a suspeitíssima eleição do Dado Dolabella para ser o “fazendeiro” da semana. Francamente… Só se a votação fosse restrita aos familiares do Dado. E olhe lá!!
Daí, no Domingo passado, aconteceu a primeira eliminação da Fazenda. E antes do término da votação vazou um GC com a informação de que a Franciely Fredu… (ah, não sei escrever o sobrenome da moça) estava eliminada com 50% dos votos. A Record lançou um comunicado com aquelas desculpas padrão e dizendo que foi um erro do gerador de caracteres e que a votação ainda estava sendo contabilizada e blá, blá, blá. Cada um pode acreditar no que quiser. Até em duende. Agora, num país em que até as eleições governamentais são manipulavéis (e manipuladas), imaginem o que acontece nesses programinhas de televisão ávidos por arrecadar o dinheiro dos otários com votações por telefone e SMS. Pois é… No dia em que eu quiser dar meu dinheiro suado pra alguma emissora é mais viável que eu vá até a sede da mesma e entregue meus trocados na portaria.
Para quem não está sabendo do fato aí está um print com o GC informando o resultado antes da hora:

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E falando em catar uma grana dos otários… o EI vive com aquelas brincadeiras por telefone e os prêmios que nunca passam de um PS3. Numa das jogatinas atuais (em parceria com uma empresa de telefonia celular) eles prometem um carro para cada mané que acertar o placar exato de 5 partidas que eles escolhem. E repetem orgulhosamente que irão dar um carro para cada acertador. Se forem 10 acertadores serão 10 carros, se forem 100 serão 100 carros, 1.000 acertadores levam 1.000 carros e assim por diante. Muito bonito. Acontece que essa brincadeira já está rolando desde Março (salvo engano) e até agora não informaram o nome de qualquer cidadão que tenha recebido o carro. O máximo que vi foi o nome de umas 4 ou 5 pessoas e a informação que haviam recebido algum prêmio. Muito provavelmente algum prêmio menos valioso (DVD ou camiseta) para quem acerta menos placares.
E ainda dizem que o jogo é proibido neste país. Proibido aonde, cara pálida????
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Um dos poucos pontos positivos do Esporte Interativo é que a gente se diverte muito com as bobagens que eles dizem durante as transmissões. Se tiver o Leonardo Baran então… Dia desses, ao iniciar o jogo entre a Islândia e a Holanda, pelas eliminatórias européias, a televisão local exibiu a imagem de um géiser para ilustrar a abertura da transmissão. E o Baran: “ih, olha aí um deserto”. Justo na hora em que o géiser expelia um jato de água. Menos mal que seu colega identificou o fenômeno e corrigiu a informação.
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Em alguns países europeus o Sábado também é um dia nobre pro futebol (ou esporte de modo geral). Aqui nem pensar. Concentram tudo no Domingo. Quase saturando o espectador. Pois no Sábado passado a Rede TV exibiu um segundo jogo da Série B após o seu telejornal. Um jogo bem animado entre a Macaca e a Lusa. E num horário em que ela não tinha qualquer concorrência esportiva na tv aberta. Eu acho interessante. Uma coisa pra se testar e analisar a aceitação do público. Se bem que não há outra partida programada pro próximo Sábado.
Aliás, essa era uma opção pra Band. Não sei como é contrato dela com a Globo, mas não creio que haja um impeditivo para reprisar algum dos jogos de Sábado. E a faixa das 22h dela no Sábado é muito pobre. Um futebolzinho não faria mal algum.
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Não que isso vá mudar o movimento de rotação da Terra, mas… Todo mundo já sabe que a televisão virou um grande canal de vendas. E pra todo tipo de produto ou bugiganga. E os gênios do marketingue adoram colocar os preços terminando em 9. A Ferrari nunca custa 1 milhão de Reais, mas 999.999,90. Dizem que isso tem um efeito psicológico no idio… consumidor. Tá bom. Dia desses eu estava vendo uma daquelas milhares ofertas de tênis na emissora do André Henning. E eles também adotam a execrável mania do 9. O tênis custava 139,90 a vista. Ou 7 parcelas de 19,90. Parei pra calcular e… O sujeito que compra a vista paga mais caro do que financiando!! É pouquinha coisa, mas paga mais. Tudo por culpa do 9. I hate nine!
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O assunto mais quente da semana é a suposta oferta da Record pra levar o Gugu pra Barra. Barra Funda… Nem quero falar muito sobre o assunto. Só duas coisas:
1- Ele e a Record combinam bastante. Diria que são farinha do mesmo saco.
2- Analisando racionalmente é muito caro. Pagar 3 milhões mensais e mais a produção por um programa de 2 ou 3 horas semanais está fora do padrão normal. Mesmo que o programa tenha um faturamento bom. É muito dinheiro. Talvez na Globo. Talvez…
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E falando na Gorda… a Globo comeu mosca no departamento de esportes. Primeiro a Mylena Ceribelli aceitou o convite da Record, onde vai apresentar um clone do Esporte Espetacular. Depois a Cristiane Dias entrou em licença por causa do parto antecipado. Daí a Glenda vai pro Globo Esporte, varre o corredor, limpa as janelas, faz plantão na portaria… Resultado: tiveram que chamar a Luciana Ávila pra dividir a apresentação do Esporte Espetacular. Nada contra a Luciana, competente, simpática, bonita… Mas ninguém pensou em contratar uma jornalista mais familiarizada com o esporte?? Tá muito difícil??
Eu já falei antes e repito: nem tudo que dá audiência é sinal de qualidade. É o caso do Big Brother. Mas a Record não se lembrou disso ao copiar 98% do BBB e adaptar o formato ao ambiente rural do seu reality. Tentar criar algo novo é coisa que nem passa pela cabeça dos diretores da emissora.
Na Quarta passada o programa criou uma situação para definir os indicados à eliminação. Armaram um cenário, cordas, feno para amortecer a queda, machado, luzes, fogos… Mas, basicamente, tudo que aconteceu é que cada participante cortava a corda de quem quisesse salvar. O resultado seria o mesmo se a pessoa levantasse a mão e disesse: “quero salvar o fulano”. Todo aquele cenário não passou de um exercício de pirotecnia. Na sequência o outro indicado era escolhido pelos colegas e o terceiro pelo líder. Tão parecido com o BBB que, em certo momento, um dos participantes falou em “ir pro paredão”.
Outra coisa muito estranha foi a escolha do Dado Dolabela para ser o lider (fazendeiro) da semana. Disseram que foi por votação popular. Ah, tá! Vou fingir que não sei que o Dado é o queridinho da emissora; que foi puxado pra Fazenda pela falta de artistas que aceitassem o convite; que a Record está tentando reconstruir a imagem dele… Tudo bem, a votação da Fazenda é tão confiável quanto aquelas que o Boninho inventa no BBB. Aliás, se o povo critica tanto as votações do BBB, o que dizer da Fazenda, onde metade dos participantes veio do elenco da Record??
Acham que acabou? Hah! Na Quinta de manhã, o Hoje Em Dia começa o seu festival de abobrinhas irritantes. O assunto principal era a escolha dos possíveis eliminados da Fazenda. Na tarja do rodapé eles pediam para que as pessoas enviassem um torpedo para escolher o eliminado. Nos intervalos a mesma coisa. Mas, a Chris e os colegas não se ligaram no fato e passaram todo o tempo, em que reprisavam a votação do dia anterior, fazendo caras e bocas e fingindo surpresa. Arregalavam os olhos, mordiam os lábios, roiam as unhas… Uma coisa patética. Isso nem é fazer pouco do espectador; é considerar o público um bando de autistas. Absolutamente RIDÍCULO!!
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E mais uma coisa: a Record também apresenta seu festival de bundas & silicone na Fazenda. Como o frio e o ambiente não ajudam, criaram um “palco” envidraçado onde as moças se banham de biquini. E os câmeras se ocupam de fisgar os closes mais generosos. Algo que lembra os melhores momentos do Superpop.
Nada contra, mas… Será que não pensaram nisso antes de escolher a data (pleno inverno) e a locação? Olha, não precisa me pagar pelos direitos autorais, mas, num próximo projeto de reality, talvez fosse bom escolher um ilha deserta e ensolarada para abrigar os participantes. O nome do reality seria “A Praia”. E não faltaria espaço pros moços e moças exibirem seu bronzeado e suas formas.
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E antes que alguém venha dizer que eu pego no pé da Record e que a Fazenda é um projeto 100% original e sem qualquer tentativa de copiar o BBB… Hoje, Sábado, é dia de… Ganha um pirulito de pimenta quem acertar!
Eh, é dia de festa no reality. Nossa! - me diz a d. Mafalda - Esse pessoal é criativo mesmo.
E a criatividade é tanta que já começam a ensaiar os primeiros namoricos. E no caso da Fazenda a coisa fica facilitada. Boa parte do pessoal lá já representa, não será difícil cumprir o papel de apaixonado da semana.
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Nas últimas semanas fiquei lendo e vendo os comentários sobre a situação da Maísa no SBT e a dificuldade criada no relacionamento com o Patrão. Não vou me repetir e aproveitar-me da situação. Tudo que falei está registrado e pode ser encontrado utilizando a busca interna no site. A diferença é que externei a minha opinião na época em que a garota estreiou no SBT. Agora fica fácil criticar.
Mas, uma coisa precisa ficar clara: o SS não criou aquela situação para constranger a Maísa. Negativo. Quem conhece o SS de longa data já deve ter reparado que ele consegue ser indelicado (quase estúpido) em N situações. Faz perguntas grosseiras, faz comentários inoportunos, piadas de mal gosto… É o jeito dele. E não é de hoje. Ou será que ninguém reparou nisso nas 3 ou 4 décadas em que ele já atua na televisão??
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De uns tempos pra cá eu tenho pensado sobre a disputa entre SBT e Record pela vice-liderança. Tudo bem que a Record já se acalmou um pouco daquela mania de jogar confete sobre os próprios ombros. Mas a situação não é tão confortável assim. Vejamos:
- O SBT está afundado num pântano administrativo. Tudo precisa passar pelo crivo do dono e as decisões erradas se sucedem.
- Programas são criados e extintos sem qualquer cuidado ou profissionalismo.
- Contratações e demissões acontecem sem sentido ou lógica.
- A programação se sustenta com seriados antigos, desenhos e fórmulas desgastadas.
- A relação com as afiliadas vem se deteriorando a cada dia.
Isso só para citar alguns fatores. Por outro lado, na Record:
- A emissora investe em estúdios, equipamentos e pessoal.
- Criam novos horários de novelas e seriados.
- Ampliam o departamento de jornalismo e o número de escritórios e correspondentes.
- Investem centenas de milhões em novos projetos. Os valores aumentaram bastante nos últimos 4 anos.
- Aumentam o número de afiliadas, criam um canal de notícias e um outro internacional.
Longe de mim torcer por A ou B. Mas fica nítido que as duas emissoras estão em momentos opostos. Pois nem assim a Record consegue ultrapassar o SBT. A audiência média mensal revela um empate técnico em Maio; talvez em Junho também. É o caso de se perguntar:
- Será que a estratégia da Record está correta?
- Será que a arrogância da emissora está aumentando seu nível de rejeição?
- Será que os altos investimentos estão gerando o retorno pretendido?
Francamente, se eu fosse o dono da emissora estaria mais preocupado com estas questões do que em fazer festa com os pretensos sucessos.
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Eu já comentei aqui (por duas vezes) sobre os problemas do Datena com seus colegas do Dia Dia. E agora o fato é comentado até em muitos programas de tv. E cada um dá sua opinião e defende ou ataca o apresentador. Particularmente eu não gosto de pessoas muito egocêntricas e que se acham donas da verdade. Mas creio que o Datena é produto do meio. Explico melhor:
Ele passou os últimos 10 anos sozinho num estúdio. Apresentava as notícias e emitia sua opinião. Daí se virava para alguma câmera e perguntava: “concorda comigo?” ou ainda: “estou certo ou não?”
Ora, a câmera não poderia responder. Muito menos o espectador. E a opinião do Datena ficava soberana no estúdio. Ele era o dono da verdade. O único que falava. Agora, ao se confrontar com opiniões de alguns colegas, deu no que deu.
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Terminamos a enquete com a opinião dos visitantes sobre as emissoras com o melhor jornalismo. Os resultados finais podem ser vistos aqui:

E agora estamos com outra enquete sobre as emissoras com melhor cobertura esportiva. Por razões óbvias eu não inclui o SBT e as educativas.