December 28, 2009

Belas Senhoras

Arquivo em: Belas & Barangas — Telinha @ 12:23 pm

Bem, meu povo, lá vamos nós pra mais uma edição especial de “fim de ano”. Hoje teremos algumas “senhoras de idade” que ainda ostentam bela forma. Ainda bem que nenhuma vai ler a menção que faço sobre a idade delas. Mas não faço isso por discriminação, é mais para ressaltar o fato. Afinal, ser bonita com 18 anos é mais fácil do que aos 30 ou 40. Enfim…
A primeira escolhida é uma das primeiras apresentadoras que me chamou a atenção. E isso tem um bom tempo, ela ainda estava na Band. Era bem interessante, em todos os sentidos. Eu tinha um scan de uma foto bem informal dela, mas deve estar em algum CD de backup, não dá pra procurar agora. Hoje vou ficar com apenas 2 fotos para registar a beleza da Carla Vilhena. E, dando um desconto pela idade, a Carla ainda faz a alegria da homarada.
carla vilhenacarla vilhena
A segunda escolhida é uma daquelas que compensa o sacrifício de acordar cedo. Falo da Ana Paula Campos, atualmente apresentando o Globo Rural matinal. Lembro dela ainda fazendo reportagens de rua, quase sempre de manhã. É um belo tipo de loira. Com “conteúdo”, com sal… Basta reparar com mais atenção.
ana paula campos
A terceira é outra do time que acorda cedo. Uma presença antiga e tradicional do Bom Dia Brasil. Falo da corredora (é verdade) e apresentadora, Cláudia Bomtempo. E bota tempo bom nisso! Elegante, charmosa, bonita… Quem vai se importar com a idade dela?
claudia bomtempo

December 22, 2009

Quatro Belas Difíceis

Arquivo em: Belas & Barangas — Telinha @ 2:17 pm

Hohoho… Lá vem o velhote de vermelho com o saco cheio… Cheio de belas. Eh, eu prometi e vou cumprir. Ainda mais que não sou político. Minha palavra tem valor.

E hoje, inaugurando o “especial de fim de ano”, vou mostrar algumas belas difíceis. Difíceis de encontrar na WEB. A primeira é uma gauchinha super simpática e de sorriso cativante, Isabel Ferrari. Ela é nativa da RBS mas já andou dando seus pulinhos pela Globo (Fantástico, JH e outros). Quem é mais atento já deve ter reparado na beleza dessa loirinha:

isabel ferrari

A segunda bela é outra super difícil. Primeiro trabalho foi saber o nome dela, na Band é conhecida como Gabi, a merchandete (só perde pro Milton das Neves). Depois foi um suplício pra achar uma foto da moça. Mas valeu o esforço (e aguentar os milhares de merchans daquela máquina digital). Com vocês, Gabriella Réa:

 gabriella rea

A terceirete é uma mineira (suponho) da Globo. Muito gracinha (já diria a Hebe) e muito gata: Luísa Torres.

luísa torres

A quarta (oba, ainda não acabou) é outra mineirete. Pelo menos ela atua na Rede TV de Minas. E andou até cobrindo a folga de algumas apresentadoras da emissora, no Rede TV Esporte e Leitura Dinâmica. Lindos olhos verdes e um belo sorriso (ainda que esteja séria na foto). Quem ainda não viu está perdendo uma bela dama: Estefânia Farias.

estefânia farias

E, finalmente, para encerrar, vou passar o arquivo que o Raphael mandou com 3 fotos da Flávia Freire. Podem baixar aqui: http://www.easy-share.com/1908798951/flavia-freire-tevezona.com16.zip

Eu já conhecia as fotos. E elas só confirmam algo que os mais atentos já devem saber: a Flávia não é só mais um rostinho bonito na televisão. O corpo é bonito também!!! hehehehe. Ainda mais que ela não tem 34 anos como alguém falou, já passou disso. Mas ainda bate um bolão. Melhor que muitas de 20.

Fechando 2009

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 1:59 pm

O ano está chegando ao fim e vou acabar batendo na mesma tecla de outras edições. Me desculpem, mas não dá! Não posso entender (ou aceitar) certas coisas. Imaginem um sujeito com 60 e tantos anos; uns 50 de profissão. Um narrador que já participou de olimpíadas, copas do mundo, libertadores, corridas de F1 e Indy, etc… Um narrador que já deve ter esgotado uns 40 passaportes, que já viajou pra todos os cantos do globo.

Agora imaginem que tal narrador está escalado para fazer a final do Mundial de Clubes. Do estúdio. Agora pensem que ele chegou com antecedência, tomou um café, pegou as fichas que a produção preparou, com escalações, fotos dos jogadores, numeração, dados estatísticos, etc… Tudo perfeito? Talvez.

Acontece que, no jogo entre Barcelona e Estudiantes, o Luciano do Valle, até o final da partida, insistia com nomes de jogadores que só existem em sua cachola. Conhecem o Ibramovic? O Luciano conhece. Talvez seja um primo distante do IbraHImovic. E Olha que o Mauro Beting, por diversas vezes, tentava ajudar: “É, Luciano, o Ibrahimovic está meio paradão…”. Mais um pouco e o Luciano descobre um jogador do Estudiantes chamado “Dezabáto”. Assim mesmo, com som de Z e acento no segundo A. E novamente o Mauro tentava socorrer o colega: “Sim, o Desábato entrou de forma violenta”. Não adiantou. Nem a ficha com a escalação, nem as indiretas do Mauro e nem o conhecimento de futebol que ele deveria ter.

Também fica difícil entender como uma pessoa tão viajada não compreenda uma frase elementar em inglês. Lá pelo final da partida a câmera foca numa senhora na arquibancada erguendo um cartaz: All Syria loves (símbolo de coração) Barca. E o Luciano vacilando: “Olha lá… A manifestação…” E novamente o Mauro Beting entra pra traduzir a dificílima frase.

E no ano que vem vamos ter a Copa. Já estou imaginando…

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Outra coisa, que não deve mudar tão cedo, é a irritante mania de muitas emissoras de transformar torcedores em comentaristas e vice-versa. Torcedores ou ex-jogadores, dá na mesma pra mim. Pois a minha paciência já esgotou. Chega!

No meio de uma das últimas rodadas do Brasileirão, coisa de 45 dias, o Neto realizou uma entrevista com o presidente do Corinthians para que o mesmo falasse dos projetos do clube para 2010 e os preparativos para a Libertadores. Acho que passou no BEC ou no 3º tempo, nem sei. Fiz questão de não ver. E ainda fiquei esperando uma entrevista semelhante com o presidente do São Paulo, do Palmeiras, do Atlético, do Inter… Algum motivo para essa exclusividade? É amizade, troca de favores, puxação de saco???

Terminou o Brasileiro e volta o Neto com a ladainha: “… O Roberto Carlos está acertado… O Andrés me garantiu… Só falta assinar… Eu sei do que estou falando”. E isso por dias e dias no Jogo Aberto. Ok, já entendi, a fonte do Neto é o Andrés. Tanto é que na semana passada lá estava o Neto no Corinthians para outra exclusiva com o Andrés para o Jogo Aberto.

Só faço uma pergunta: o Neto quer ser comentarista de futebol ou comentarista de Corinthians? Pelo andar da carruagem e pela vontade da Band…

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Tem mais, os comentaristas de futebol, especialmente os mais antigos, vivem repetindo aquela ladainha de que os jogadores daquela época é que eram craques, que os de hoje não poderiam nem limpar as chuteiras dos ídolos de outrora. Já ouvi esse papo mais de 3.468 vezes. Tremenda balela. Sem qualquer fundamento técnico ou lógico. Conversa de viúva. Varandão da saudade!

Calma lá, não tenho idade para ter visto o futebol da década de 50, 60 ou 70. Mas já vi videotapes. Não um ou outro lance de gol, eu vi vários VTs completos. A Cultura mesmo anda reprisando alguns jogos inteiros da década de 70. Então, o jogo era mais lento, cadenciado, e os bons jogadores tinham mais tempo e espaço para definir a jogada. Os “não tão bons”, esses davam de canela, cruzavam pela linha de fundo, davam um peteleco infantil na hora de concluir… Os goleiros então, muito fraquinhos. O goleiro reserva do SPFC seria uma “muralha” se jogasse naquela época. Enfim, o nível dos jogadores era adequado ao preparo daquele tempo. Não eram semi-deuses, não eram iluminados, nem coisa do tipo. Os craques de antigamente, se jogassem hoje, estariam no mesmo nível dos atuais.

E até como comparação, peguem o basquete, o vôlei, o tênis… Ninguém seria louco de dizer que, por exemplo, o Federer é pior que um grande tenista da década de 70. Mudou o preparo físico, a velocidade. O talento é igual. Nos esportes de força/velocidade então… Fica evidente essa evolução física. E também na medicina esportiva, nos equipamentos, na metodologia, etc…

Se algum comentarista começar esse papo sobre o futebol de antigamente, mudem de canal pois não vão perder nada de útil.

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E tem mais uma daquelas bobagens que ouvi muito em 2009. Escrevo uma opinião aqui e volta e meia surge um palerma dizendo que sou preconceituoso. Outra idiotice, típica de quem nem sabe a diferença entre opinião (um direito constitucional) e o PRÉ-conceito. O sujeito lê uma crítica, não sabe argumentar e desata a chorar e se dizer vítima de preconceito.

A verdade é que a maioria das pessoas nem sabe identificar o preconceito. Especialmente quando ele é velado, disfarçado. Vejam só, umas semanas atrás eu li, num jornal estrangeiro, a notícia do nascimento do filho daquela modelo famosa com o jogador de futebol americano. Vocês sabem de quem estou falando. Pois bem, o jornal dizia que o bebê, filho de X + Y, tinha todos os requisitos para ser a criança mais linda do mundo. Um leitor desavisado poderia pensar que o comentário é um elogio simpático. Negativo! Isso é um PRÉ-conceito. Partir de A + B para definir C. Então o filho da Mariazinha com o Raimundinho só pode nascer feio. Mas o filho da modelo com o jogador deve ser o mais belo do mundo. Não pode ser feio, não pode ter um defeito de nascença, nada. É a evolução genética. A limpeza da raça.

Pois é, o nazismo começou assim. Era um discurso parecido com esse do jornal.

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Outra coisa que irritou bastante em 2009 foi a Record com sua mania de grandeza e os auto-elogios. Um pé no saco. Só como exemplo faço o registro de uma reportagem do Hoje Em Dia, que falava sobre o amigo secreto de Natal que o programa irá realizar. Citavam alguns atores que participariam da brincadeira e, em dado momento, o texto chamava o elenco da emissora de galático (!!!) e dizia que Bela, a Feia era uma super (!!!!) novela. Só isso.

Qualquer pessoa bem informada sabe que as empresas gastam milhões em publicidade. Não somente para anunciar seus produtos, mas para passar uma imagem positiva, simpática, da empresa. É uma sensação não mensurável, volúvel, que pode acabar definindo a preferência do consumidor entre a marca A ou B. Não é somente o preço.

Pois a Record se esforça diariamente para provocar a antipatia do espectador. E vem conseguindo bons resultados nesse sentido. Ou alguém vai me dizer que gosta de soberba?? Ou de prepotência??

December 18, 2009

Informalidade Demais

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 4:58 am

O jornalismo da Globo vem buscando uma postura mais informal em sua apresentação. Mas não há uma uniformidade no modelo. Alguns jornais usam a bancada, em outros o apresentador anda pelo cenário, ou até a mistura dos dois formatos. A linguagem também busca uma descontração e informalidade. Tudo na expectativa de criar maior intimidade com o espectador.
Mas nem tudo são flores. Na Terça eu me deparei com a Glenda Koslowski sentada (com as pernas cruzadas) na bancada do GE. Tempos atrás era uma espécie de puff ou tamborete. Agora ela senta na bancada. Não sei dizer se isso é descontração ou mau gosto. Temo que, dia desses, nessa de sentar, levantar e tal, ela acabe precisando puxar a calcinha que acabou atochada na bundowski. Ou ajeitar o sutiã que ficou torto.
Sem falar que, me digam, o GE é um jornalístico ou programa de variedades? Se for jornalismo, qual o motivo da Fátima Bernardes não sentar na bancada do JN também?
Mas não tenham a impressão errada que defendo o formalismo extremo. Gosto de um jornal com apresentação mais leve, opinativo, desamarrado do teleprompter. Só não consigo aceitar os exageros.
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Não sou assinante de qualquer tv paga e em hipótese alguma pagaria por um canal exclusivo exibindo um reality show. Mas é necessário fazer o registro: a Record não está fazendo barbeiragens com a Fazenda apenas nos seus canais abertos, o pay-per-view também vem sendo esculhambado pela emissora. O sujeito para para ver e acaba tendo o programa truncado por cortes que ocultam a ação e focam em paisagens ou animais. Talvez seja o caso de procurar o Procon. E, especialmente, de aprender a lição.
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Existem pessoas que começam a falar sem ligar o cérebro antes. Outro dia li uma nota falando do filme sobre a vida do Lula e que Globo havia comprado os direitos de exibição. Diziam ainda que a Globo só exibiria o filme em 2011 para prejudicar a candidata do Planalto na próximas eleições. Uma bela teoria conspiratória. Mas, furada!!!
Começa que o filme ainda nem entrou no circuito de exibição. Está previsto para Janeiro. Depois ele segue para as cidades do interior. Mais alguns meses e entra no mercado de locação (DVD). Mais uma “janela” e ele segue para os canais pagos. Outra “janela” e ele fica disponível para tv aberta. Isso é o que acontece com a maioria absoluta dos filmes. São os prazos habituais que o mercado segue.
Só como exemplo, a Record exibiu recentemente o Tropa de Elite. Em Dezembro de 2009. Agora busquem a data em que o filme entrou nas salas de cinema. Façam a conta da “janela” entre as duas datas. Pois é… Criar teorias furadas é fácil.
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Muitas pessoas (inclusive este que tecla esta coluna) focam em criticar os programas apelativos, a baixaria, o mau gosto dos programas da tv aberta. Com bastante razão, é verdade. Mas também vale ressaltar o outro lado da moeda. Vejam o caso do Todo Seu, do Ronnie Von. É um programa decente, inteligente, com bom conteúdo, que não agride o espectador. Isso sem falar no Ronnie Von, totalmente diferente dos tradicionais apresentadores, falsos, demagógicos e apelativos. Muitíssimo diferente! Ele é quase um peixe fora d’água.
Agora vejam a audiência do programa e o espaço que recebe da mídia. Vou acabar achando (e acho mesmo) que o espectador brasileiro recebe aquilo que merece.
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Outro caso atípico é o Felipe Massa. A GRANDE maioria dos artistas e famosos são um purgante. Isso com a câmera desligada. Quando ligam a câmera o sujeito se desmancha em sorrisos, é paciente, educado, atencioso… Isso sem esquecer que eles mudam o comportamento de acordo com o poderio da emissora. Pois o Felipe consegue ser o mesmo, seja falando pra Globo, pro SBT ou pra Gazeta. É de uma paciência assustadora. E vamos lembrar que ele não é procurado apenas pela mídia brasileira, é um esportista de nível mundial.
Por outro lado, existem umas figuras por aí… O sujeito aparece duas semanas na Malhação e já se acha a última bolacha do pacote. Vou te falar…
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Outro dia, nos comentários, o Alexandre falou sobre o que seria a tv pública ideal. Em teoria, ok. Na prática… Vamos lembrar que até pouco tempo os funcionários da Cultura estavam em greve. Mas isso nem é o pior. O cenário atual é desanimador. Não basta o conteúdo pobre, não basta a audiência ruim. As “educativas” agora brigam entre si. A Cultura busca colocar seus programas nas emissoras de Minas, do Paraná, do RS… A TV Brasil tenta reconquistar a Rede Minas e a Educativa do RS… Parece que a coisa é política, Serra X Lula. Cooperação? Hah, farinha pouca, meu pirão primeiro.
O Arthu também voltou com seus argumentos sobre as redes estrangeiras no mercado nacional. E eu continuo discordando. Não vou entrar na discussão econômica para não desvirtuar o sentido do site. Mas o seu exemplo, sobre a ligação da Globo com o regime militar, é bem velho. Parece extraído do Domingo Espetacular. Tem fundamento? Claro que sim. Mas me diga qual emissora recebe concessões públicas sendo inimiga do governo? A Band foi criada em pleno governo militar. Quantos dias ela resistiria se batesse de frente com os generais? E o SBT? Sabe quantos políticos da Arena (ou PDS, governo de então) o Sílvio bajulou para receber concessões e formar a sua rede? E a Record? Sabe qual ministro do PSDB ajudou na implantação da rede? E mesmo agora, ligadíssima com o PT. Você se lembra da Manchete? Sabe das ligações políticas que ajudaram na sua falência? Enfim, a verdade tem muitas caras, e quase todas são falsas.

December 15, 2009

Flávia Freire e Lola

Arquivo em: Belas & Barangas — Telinha @ 1:40 am

Hoje, para a tristeza da d. Mafalda e de uns e outros… É dia da seção Belas e Barangas. E vou começar pagando uma dívida: Flávia Freire, a climaticamente bela do Jornal Hoje. Muito bonita, muito jeitosa, muito guti-guti, mas… Tem uns problemas brabos com a Flávia:
1) Ela tem a horrível mania de namorar uns caras muito sem noção. Poderia muito bem namorar um sujeito pobre, feio e chato. Se precisar de uma indicação…
2) O máximo que a dona Flávia Freire aparece no ar é por 48 seg, no Jornal Hoje. Assim não dá, assim não pode. Só podem estar de brincadeira comigo.
3) É quase impossível achar uma foto decente da Flávia na web. Busco num lado, em outro, em outro e são sempre aquelas mesmas fotinhas 3X4.
Enfim, muito contrariado, aí está a mais bela loirete das organizações Azul Marinho:
flávia freireflávia freireflávia freireflávia freireflávia freire

A faixa bônus de hoje é de outra loirete, agora na Band: Lola Melnick, a russa for export. Se não estão ligando o nome ao corpo, vejam a Escolinha Muito Louca. É, é essa mesma!
Eu já havia publicado uma foto dela, quando a vi no Programa do Jô, mas parece que não fez tanto sucesso assim. Vou tentar de novo:

lola melnick

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Recadinhos pros visitantes e amigos (as):
1- Se alguém tiver umas fotos legais (achadas ou de captura) e quiser colaborar, mande pro meu email. Entre no “Fale Conosco” para ver o meu email.
2- Estou com várias belas (e barangas) pendentes. Daí estou pensando em aproveitar as festas do final do ano e publicar várias. Será um “especial de fim de ano” do Tevezona. Aguardem.

December 13, 2009

Redes Estrangeiras

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 1:53 am

Hoje vou começar a coluna pelo inverso, os comentários dos leitores. Um dos temas da última coluna foi alvo de ataques do Arthu. Ele continua insistindo na teoria de que as grandes redes americanas são a única alternativa para “destruir” a Globo. Respeito a sua opinião mas discordo totalmente. Começando pelo fato de você se concentrar unicamente na Globo. Até parece que ela é a única rede do país e que todas as demais não existem. Ou será que as outras também não afundariam com a entrada de redes estrangeiras?
Mas os motivos de discordar de sua tese são muitos:
- Nenhum país decente abre seu mercado de tv aberta para o domínio de redes estrangeiras. Veja o cenário no Japão, na Alemanha, Itália, França, Inglaterra…
- Creio que a lei que veta a participação de capital estrangeiro em tv aberta é uma cláusula constitucional. Duvido muito que isso seja mudado tão facilmente. Ainda mais pelo risco que ele representa.
- Não se iluda tanto com a grandiosidade e exuberância das grandes redes estrangeiras. Existe muito lixo por lá também. Meio parecido com o cinema americano; fazem 200 filmes por ano, 7 bons e 193 sofríveis. O povo se lembra dos bons e esquece o resto da bagaça.
- Os grandes grupos internacionais de mídia são a solução para nossa televisão? Oras, eles dominam a nossa tv por assinatura. Onde está a maravilha sonhada e o conteúdo extraordinário???
- Você criou um cenário onde entram a NBC ou o grupo Time Warner. Ok, mas e se for a Televisa que adquirir a Record ou o SBT? Vais ficar o dia inteiro assistindo aquelas novelas idiotas da Televisa???
- Você ainda fala que: “se essas potencias em comunicação tivessem a oportunidade de terem suas empresas aqui, totalmente com capital nacional”. Não entendi, empresas estrangeiras com capital nacional???

E isso é pra não me alongar na resposta. Aliás, existe um jeito muito mais fácil de acabar com a supremacia da Globo (se você assim desejar): pegue o controle remoto e aperte a tecla programação, vá até o número da Globo e aperte “apagar”. E falo isso sem zombaria, aqui em casa o gráfico da audiência estaria de ponta cabeça, assisto quase nada da Globo. Apenas nos eventos esportivos é que sou “Globo dependente”.
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O Raphael concorda com algumas opiniões mas não acredita no exemplo que falei, sobre o descaso que as emissoras estrangeiras teriam com o esporte nacional. É… Exagerei mesmo. Mas não no conceito. As redes estrangeiras não cortariam tudo assim de cara. Mas, gradualmente, iriam abandonando certas competições, privilegiando outras… Um exemplo: largariam a Stock Car e tentariam transmitir a Nascar no lugar. E, você sabe, a televisão consegue massificar qualquer produto. Basta tempo e vontade.
O Alexandre faz o registro do falecimento do apresentador Alborghetti. Não via o programa dele há séculos, mas sempre me pareceu mais humorístico do que policial. É o que chamam de trash. Enfim, menos um “politicamente incorreto” no mundo. Infelizmente. Os almofadinhas hipócritas devem estar contentes.
O Pedro dá uma cutucada em “alguém”. Calma, vamos manter o nível.
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A Record parece realmente disposta a entrar no filão humorístico. A última piada da emissora foi com o SP Record, que vai entrar de férias!!!!!! Será substituído por desenhos neste período. Então tá, mas e quando voltarem, será que farão um resumão das notícias atrasadas???
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O CQC exibiu uma edição especial, sobre a Copa de 2010, na Quinta. Não vi a audiência do programa (e nem importa tanto). Mas eu gostaria muito que algum programa de humor fizesse uma edição extra no Sábado à noite. Arrumem um pretexto qualquer e façam o teste. Tenho muita vontade de saber se a audiência do Zorra Total é fruto da “qualidade” do programa ou de algum efeito eletromagnético que impede o funcionamento dos controles remotos após as 22h daquele dia.

December 10, 2009

Pagando Caro

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 6:44 am

Outro dia, nos comentários, alguém (não recordo o nome) falou que gostaria de ver as grandes emissoras internacionais competindo no mercado nacional de tv aberta. E nesta semana está sendo votada a lei que regulamenta a atuação das emissoras por assinatura.
Já adianto que não gosto nada do projeto para as emissoras pagas. É o tipo de lei que não resolve nada e só atende o interesse de uns poucos. O espectador (que paga a conta) é apenas uma peça acessória. Parece que seu único “direito” é pagar a conta sem reclamar.
No caso dos canais abertos já existe uma lei, e esta é descumprida diariamente pela grande maioria das emissoras. Culpa delas? Sim, mas a maior culpa é de quem deveria fiscalizar o setor. Omissão total. Mas, ok, um dos pontos da legislação atual veta a participação estrangeira no controle das emissoras abertas.
E sou bem radical neste assunto. Explico: mesmo com esse veto as emissoras e produtoras estrangeiras já dominam boa parte do conteúdo de nossas emissoras. São filmes, seriados, novelas, desenhos, realities… Tudo produzido lá fora e gerando receita e empregos no país de origem.
Vamos imaginar que, por exemplo, a Televisa venha e compre a Record. Acham que ela investiria milhões de Reais para construir um Recnov e produzir novelas aqui? Ou acabaria preferindo jogar suas novelas dubladas na Record? Agora imaginem que a Globo fosse comprada pela CBS ou pela ABC. Iriamos assistir o campeonato brasileiro ou ela iria preferir exibir a NFL ou a NBA por aqui?
Podem achar que estou exagerando mas basta ver o conteúdo dos atuais canais por assinatura para imaginar um eventual cenário futuro na tv aberta. Perderiamos investimentos, empregos, produção, identidade… Isso sem falar em questões econômicas e políticas decorrentes. Não dá! Posso ser muito crítico quanto ao conteúdo de nossas emissoras atuais, mas a entrada de estrangeiros neste setor não é a solução. Nem de longe.
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Um pequeno exemplo do que falei acima pode ser visto no mercado publicitário. Muitos dos comerciais que assistimos são produzidos para um mercado global. Até o slogan das multinacionais é mantido em sua língua original. O máximo que as agências brasileiras (ou estrangeiras atuando aqui) fazem nestes casos é customizar a propaganda para o mercado nacional. Nada mais que isso.
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Outra questão importante pode ser observada no conteúdo das emissoras pagas. As distribuidoras de canais por assinaturas são todas estrangeiras. O máximo que as empresas nacionais conseguem é vender algum conteúdo. Sabe-se lá como. Basta lembrar o que a Band sofreu com seus canais pagos. A única que consegue se sustentar neste meio é a Globo, com os canais Globosat.
Aliás, pro pessoal que adora criticar a Globo, como ficariam as emissoras por assinatura sem os canais da Globosat?? Já pensaram nisto? Não tenho os dados precisos, mas, chutando, estimo que os canais abertos e os da Globosat devem responder por 90% da audiência das emissoras pagas.
É por essas e outras que o mercado de assinaturas está como está. Tantos anos passados e eles “festejando” 7 milhões de assinantes. Isso com a venda casada de acesso à Internet para alavancar as vendas.
Poucos devem lembrar das projeções feitas na época do lançamento dos primeiros canais por assinatura. Mas eu recordo: calculavam que atingiriam facilmente a metade do número de carros do país. Isso num primeiro momento. Afinal, qualquer pessoa que tem condições de comprar e manter um carro poderia pagar uma tv por assinatura. O tempo passou e o cálculo se mostrou equivocado. Esqueceram de analisar o custo X benefício. Pagar muito e receber um lixo de programação não dá. E a projeção foi tão errada que acabou quase falindo a Globo. Ela, vocês sabem, acabou se desfazendo de sua participação no setor de distribuição. Assim como a Abril acabou largando o mercado.
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Agora vamos aos comentários:
O Valter fala que a Band pode estar evitando divulgar a hora de certos programas por causa do horário de verão. Acho que não, as outras emissoras continuam anunciando seus horários normalmente.
O Alexandre fala sobre o Mion na Record e reclama das emissoras que só exibem partidas de certos clubes na Liga dos Campeões. Concordo, é Barcelona, Real, Milan e… Só isso.
O (feliz) Raphael fala sobre as encrencas do Datena. Mas, alguma novidade? Já falei sobre as atitudes dele por várias vezes. Ainda se lembram da época do SP Acontece matinal e de sua participação no Dia a Dia? Era uma confusão por semana. Podem usar a busca interna e ver o que falei sobre isso. Mas a culpa maior não é dele, é da Band.
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Uma rapidinha pra terminar:
Viram aquela cena da semana passada com o Nélson Rubens pedindo pra Íris não falar merd*? Baita sacanagem. Se a Íris não puder falar merd* vai virar muda :P

iris muda

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