Hoje é a vez de analisar um pouco o SBT. A emissora parece o Brasil de antigamente. Eram tantas crises que a pessoa nem percebia quando não estava em uma. E os problemas do SBT são os mesmos de sempre. Podem pegar um jornal de 3 anos ou uma revista de 6 anos atrás e ler o que diziam sobre a emissora. Tá tudo igual. E até as soluções buscadas são as mesmas. Talvez até pelo fato da cabeça “pensante” ser a mesma. E as soluções de hoje são as mesmas que já falharam em outros tempos. As mesmas medidas desesperadas e tolas. Coisa de amadores (no mau sentido da palavra). Coisa de incompetentes.
Costuma-se dizer que a empresa é o retrato do seu dono. Quase sempre é verdade. Pois o SBT é bem a cara do Sílvio. Tanto para o bem quanto para o mal. A mentalidade do Sílvio me parece a mesma de quando ele era um camelô nas ruas do Rio. A linha de raciocínio é a mesma daqueles tempos. E olha que atualmente até os camelôs precisam se adequar à modernidade. Mas o SBT está bem assim: arcaico, confuso e desorganizado. Igual uma banquinha de camelô.
Vejam as últimas notícias sobre a emissora: volta do Raul Gil, nova tentativa com outra novela da Manchete, outra mudança geral na grade… Deveriam mudar o slogan para “a TV mais desesperada do Brasil”. É tiro pra todo lado e todos errados. Do que adianta contratar tantos apresentadores (como fizeram nos últimos tempos) se nenhum dos programas consegue ter um dia e horário fixos na grade. Basta pegar o exemplo do Cabrini. Vi alguns pedaços dos programas dele no SBT – até bons. Mas alguém sabe me dizer qual o dia e horário do programa? O CQC todos sabem que passa nas noites de Segunda; até quem não assiste. Se o povo não sabe o horário de um programa como pode assistir? E não venham me dizer que a mudança foi anunciada por X dias. Já falei muitas vezes e vou insistir: televisão é hábito. COSTUME. Só um grande evento (como a Copa) ou uma catástrofe é capaz de mudar costumes tão enraizados. De resto é dar murro em ponta de faca.
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Não quero chegar aqui e dizer que tudo que é velho não presta; longe disso. Mas qual é a cara do SBT atualmente? Qual é o perfil da emissora? Qual é a imagem associada ao SBT? Não conseguem responder? Vamos ligar a tv no SBT e analisar o que aparece: Hebe, Raul Gil (chegando), Carlos Alberto, Sívio, novelas da Manchete, Chaves, Arnold… Parece que parou no tempo. Um museu.
Mas volto a repetir, nada contra pessoas velhas ou programas antigos. Eu mesmo sou um fã de certos seriados e filmes antigos. O problema é saber usar isso. Na medida e na oportunidade certa. Não no desespero.
E o desespero do SBT é tanto que ele acaba estragando até produtos novos. Nos últimos meses a emissora despejou uns 5 seriados na faixa das 21h, lutando contra a novela da Globo e o CSI na Record. Nenhum funcionou. Será que todos os seriados eram ruins?? Ou será que foram utilizados da forma errada?? Será que a faixa das 21h não permite nada além de novela ou enlatado? Não existe nenhum outro produto para o SBT tentar atrair o espectador?
Outro exemplo é o seriado Dois Homens e Meio (um dos maiores sucessos da televisão americana). O tio Sílvio resolveu jogar o seriado pra depois do Jornal do SBT Noite, 1h e tanto. Uma comédia familiar e açucarada e o homem taca ela de madrugada. Como se entre as 18 e 22h o SBT não tivesse nenhum espaço adequado para o seriado. Francamente…
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Em praticamente todas as emissoras brasileiras existe uma grande ligação entre o empresarial e o familiar. Mas no caso do SBT a coisa passa do suportável. Qualquer pessoa que entenda um pouco do assunto deve saber que o Sílvio Santos aceita tudo, menos que interfiram no “brinquedo” dele. O SBT é o passatempo do homem. Não existe diretor de nada lá. Tudo é decidido por ele, desde o elenco até o departamento comercial. Acho que até para trocar um lâmpada é preciso aguardar a autorização do dono. Uma situação que já seria absurda numa padaria, imaginem numa rede de televisão com milhares de funcionários.
E, pior ainda, quando se abre uma vaga o posto acaba com um familiar. É um sobrinho do Sílvio que cuida de tal setor, é a filhota que responde (ou respondia) pelo artístico, é a esposa que escreve as novelas… Não posso ver isso como uma atitude profissional ou empresarialmente correta.
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Algumas pessoas dizem que a situação do SBT é crítica e que perder o 3º lugar para a Band é apenas uma questão de tempo. Não sei se é pra tanto, apesar dos números no horário nobre estarem quase marcando um empate. Eu creio que a Band já poderia estar em 3º lugar!! Isso se ela fizesse a parte dela, coisa que ela nem tenta. Vamos lembrar que a Band já teve várias oportunidades de dar um passo adiante e sempre tropeçou em suas próprias falhas.
Portanto o 3º lugar depende mais dos acertos da Band que dos erros do SBT. O problema do SBT é que a Record já abre folga no 2º lugar. E essa briga é muito mais complicada. Ainda mais com a emissora sendo administrada na base do humor do Sílvio Santos.
Vamos imaginar uma rede de televisão hipotética. Qual seria o conteúdo básico dela?
1- Jornalismo: o SBT não convence ninguém com seu jornalismo de gaveta. Aquilo está mais pra fazer de conta que tem o departamento. É disparado o pior jornalismo entre as grandes redes.
2- Novelas: já passou o tempo em que comprar um novelinha mexicana por uns trocados e jogar no ar funcionava. Os tempos são outros. Agora é preciso produzir. E o SBT não sabe fazer. Não tem gente competente para isso.
3- Filmes e Seriados: nesse setor a emissora ainda está bem servida. Só que erra muito. Em horários, em reprises, em escolhas… Problema o SBT vai ter quando alguma emissora concorrente “roubar” um desses fornecedores. Aí sim o negócio vai ficar feio.
4- Esporte: como diz um amigo meu: “forget about”. Ou seja, passa.
5- Programas Variados: aqui é outro filão onde o SBT consegue obter bons resultados. E só não consegue mais por erros administrativos. Já falei acima: não adianta ter um bom programa se não souber utilizar ele no dia e horário adequados.
Fica evidente que o SBT tem sérios problemas em 4 dos 5 setores. Dessa forma não dá pra almejar muito mais que um 3º lugar na audiência.
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Pra resumir dá pra dizer que: o mundo mudou, o SBT parou. A emissora parou junto do seu dono. Ficou estagnada numa época em que Chiquititas dava boa audiência, não existia Internet e todas as tevês eram de tubo. Numa época em que o Bozo fazia a alegria da criançada. Mas a criançada cresceu. Agora são adultos. E estão assistindo a Globo, a Record e até a Band. O SBT precisa se reinventar, renascer. Ou, fatalmente, morrer.
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Recordar É Sofrer|
Erros Globais » »
Sabem aquela frase do Ceará do Pânico que os editores colocam quando alguém desiste da disputa: “Arregou! Arregou!”? Quem já viu o Pânico sabe do que estou falando. Pois vou “roubar” a frase pra falar da Record. Foi isso que aconteceu com a emissora da Barra Funda. Cansou de amargar o 4º lugar nas noites de Domingo e vai tirar o Programa do Gugu da disputa. Agora o loirinho vai voltar a ser a opção dos que não gostam de futebol. Seu antigo público no SBT. Se é que esse público é tão fiel assim, não sei. E, com isso, o Domingo Exxxxxxpetacular vai bater do frente com o Fantástico. Quem sai vitorioso nessa briga? Sem dúvida o Pânico e o tio Sílvio.
Quem lê o Tevezona há mais tempo deve lembrar que já falei sobre o horário errado do Programa do Gugu. Podem usar a pesquisa interna no site e conferir. Não sou um gênio da televisão, longe disso. Apenas disse o óbvio. Mas os “gênios da televisão” não enxergam o óbvio. Acham que frases de efeito resolvem seus problemas. E ficam martelando. Seis meses depois descobrem que “meteram a vaca na sala”. E agora estão apenas retirando a vaca. Estão tentando resolver um problema que eles mesmo criaram. Só não posso afirmar se ainda é tempo. Ainda mais que certas peças foram movidas no tabuleiro. O cenário não é mais o mesmo dos tempos em que o Gugu reinava absoluto na telinha das donas de casa rotundas e descabeladas. A concorrência aumentou. A sua rejeição também.
Só o tempo (e o espectador) dirá se a mudança de horário vai resolver o problema da Record. Eu tenho minhas dúvidas. Ainda mais que o horário não é (ou era) o maior problema do Gugu. O pior é o conteúdo. Tá muito fraco. E não vejo chance de melhorar.
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Existe um famoso “case” de marketing chamado “o outro cara piscou”. Trata da disputa entre a Coca Cola e a Pepsi. Quem gosta do assunto pode pesquisar sobre o tema, é bem interessante. Mas, resumindo, define o momento em que o adversário acusa o golpe. Pois foi isso que aconteceu com a Record nesta semana. Ela, do alto de sua grandiloquência, acusou o golpe.
Fico imaginando o orgulho ferido dos gênios que dirigem a Record. Focaram na Globo, prometeram mundos e fundos, e… Acabaram apanhando do Pânico. Justo com a maior contratação já feita pela emissora. Justo com a estrela maior da emissora. Pois é, vida dura… Mas o pior de tudo é que acho que nem assim a ficha caiu. Continuam com a mesma mentalidade, a mesma estratégia, a mesma prepotência, o mesmo discurso… É impressionante como essa gente entende tão pouco de televisão. Vou mais longe, são burros. BURROS e incompetentes.
Aposto que alguém deve estar se coçando pra me dizer que a Record cresceu X% nos últimos Y anos e coisas do tipo. Sei muito bem disso tudo. E também sei que, considerando a fortuna que o Edir já investiu na emissora, é pouco. Muito pouco. E o caso do Gugu ilustra muito bem esse meu ponto de vista. O salário dele, os custos de produção, os custos da emissora e o programa acaba em 4º lugar… Se fosse uma empresa normal os responsáveis seriam demitidos na hora. Mas a Record não é uma empresa normal. Se fosse estaria falida. Mas, sendo “financiada” por Deus…
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E o caso do Gugu não é meu único argumento para afirmar que a direção da Record é incompetente. No Domingo passado mesmo eu tive outra prova disso. Lá pelo meio-dia me deparei com o Todo Mundo Odeia o Chris na emissora. Justo o Chris, na 374ª reprise. Como se não bastasse tudo que a emissora já reprisa durante a semana. Resolveram usar o Chris pra tentar bloquear o Domingo Legal e levantar um pouco a média do dia.
Claro que o seriado tem um público fiel e sempre vai dar uns pontinhos. Até se for exibido de madrugada. É o Chaves da Record. É o tapa buraco, o quebra galho, o “Severino”… É a solução fácil e barata. Típica de gente INCOMPETENTE. Gente que não sabe arriscar ou buscar uma opção melhor. Vai no “piloto automático”.
Outro caso de usar o “piloto automático” é essa repentina reprise dos Mutantes. Pode até dar uns pontinhos a mais no Ibope. Acontece. Mas tá errado. É apelação, é desespero. Não se reprisa uma novela que foi exibida há menos de 2 anos. Pelo menos numa emissora que deseja brigar pela liderança. Isso é coisa de emissora quebrada e sem grana pra investir em nada.
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Outro erro grave da Record está ocorrendo com o Legendários. O projeto foi o mesmo de sempre: contratações bombásticas, promessas retumbantes, desejo de liderança… Mas o discurso sozinho não garante nada. O programa é ruim demais. Um show de erros. E a audiência vem caindo a cada semana.
Andei lendo que os gênios da Record já estão avaliando mudanças no programa e, até, no horário. No ritmo atual tá arriscado perderem pro programa do Rasmussen.
Mas não sei não. Acho que o problema do Legendário é de “junta”. Junta tudo e joga fora. Aquilo não presta. Simples assim.
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Deu pra ver que hoje a coluna focou nos erros da Record. Mas na próxima vai focar no SBT que está se esmerando nas falhas e equívocos. E depois vou tratar da sonolenta e preguiçosa Rede Globo. Até lá.
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Publicidade em Pânico|
SBT de Volta Para o Passado » »
Hoje vou variar um pouco o tema, falar de publicidade. Ainda mais que estamos em véspera de Copa e o vírus futebolístico acaba contagiando tudo. A propaganda então… Escreveu, não leu, tá a Copa no meio de qualquer campanha de marketing. Ontem mesmo, curiosamente, estava no supermercado e vi um pacote de papel higiênico temático: Copa 2010. Juro!! Só não vou fazer qualquer ilação entre o produto e o time do Dunga
Deixo essa tarefa para vocês.
Em alguns setores a Copa afeta nas vendas e no resultado financeiro. Em outros não vejo muita justificativa. Vão no oba-oba. Parece mais falta de criatividade que qualquer outra coisa. É o cúmulo da previsibilidade. Assim como é previsível usar o “craque da modinha” para vender “de um tudo” em dezenas de propagandas. Em 2002 acho que o nome era o Ronaldo (não tenho certeza absoluta). Em 2006 o Ronaldinho Gaúcho estava em 11 de cada 10 campanhas de publicidade envolvendo a Copa. Pode ter tirado nota 10 em marketing, mas no campo… Fiasco total!! Acho que vocês lembram.
Neste ano a bola da vez é o boneco de posto, também conhecido como Robinho. O boneco tá lá vendendo linguiça, televisores, carros… Eu gostaria muito de ver o resultado prático (e numérico) disso tudo. Tenho lá minhas dúvidas. Não que o marketing esportivo seja uma estratégia ruim. Só não acredito que seja tão rasteira como fazem parecer. Ainda mais no caso do Robinho “Arantes do Nascimento”. Eu converso com um monte de gente e não consigo encontrar um único cidadão que pague 10 centavos pelo boneco de posto. Até o Ronaldo (gordo) tem mais fãs que o boneco.
E eu estou falando tudo isso antes da Copa. Se acontecer um novo fiasco na Copa… Imaginem o nível de popularidade do boneco.
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Uma das coisas que ninguém tira da minha cabeça é a total diferença entre quantidade e qualidade. Especialmente quando falamos em publicidade. Vamos pegar os 3 maiores anunciantes do mercado nacional: Casas Bahia, Unilever e Ambev (não tenho os dados da Petrobrás).
A Casas Bahia gasta uma verba gigantesca e não consegue largar a gritaria e as táticas mais estúpidas do varejo. Não tem muita diferença entre ela e um feirante. Ambos tentam ganhar no grito. Só não sei se surte um efeito muito positivo. Pelo menos, comigo…
A Unilever é a campeã mundial das campanhas idiotas. Especialmente aquelas de desodorantes. Atualmente eles têm várias rodando. Uma é com os homens zumbi; até o Robinho participa de um desses filmes. Tem uma outra com o homem sofá!! E aquela (mais antiga) que dizia recuperar as garotas que os músicos haviam tirado de vocês?? Lembram daquela com o sujeito voando num carrinho de supermercado??? Isso é que é viajar na maionese (desde que não seja a Hell-man’s)
. Haja criatividade. Ou falta de.
No caso da Ambev a coisa também é bem padronizada. Eles têm muita bala na agulha e vão atirando pra todo lado. Acertam alguns tiros, erram um monte. Só como exemplo temos a atual campanha com o Dunga e seus “guerreiros”. Justo o Dunga e toda a sua simpatia, inteligência e carisma. Vai agregar muito pra empresa. Sem falar que (convenhamos) a Copa não é exatamente uma guerra. Talvez fosse melhor convocar craques no lugar de guerreiros. Ou os canarinhos, como foi em 70.
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Qualidade em publicidade é coisa diferente. É aquilo que fica gravado na mente do consumidor, mesmo após a campanha ter saído do ar. É aquilo que marca; nos dois sentidos.
Atualmente não temos grandes exemplos, a propaganda brasileira vive um momento muito pobre. Mas eu gosto muito do comercial da Topper, com o bebê chorando na maternidade. Aquele filme me faz lembrar as excelentes campanhas que aprendi a gostar na juventude. Algumas eu lembro até hoje. E essas ficaram na lembrança pela qualidade, não pela quantidade.
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Ainda falando em propaganda… a Sky tá gastando os tubos. Resolveu juntar o Pelé, o Romário e a Giselda num pacotão mega-plus-extra-maxi-turbo. Já pensaram no cachê dos 3?? Não fiquem preocupados, vai sair do bolso de vocês. Ou vai sair dos canais de rádio que eles adicionam na soma mentirosa de 101 canais que vendem pros consumitários (essa palavra é nova, já registrei a patente). Ou vai sair dos canais que eles chamam de “cortesia”, que não tem nada de cortesia. São negociados entre a Sky e os donos dos canais, e envolvem dinheiro. Ou vocês acham que o canal da Polishop é veiculado espontâneamente pela operadora?? Ah tá!!!
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Eu falei, por dezenas de vezes, que a Rede TV (e todas as demais) deveria reduzir os horários terceirizados e investir em programação própria. Cansei de repetir que locação de horários deveria ser uma opção extrema e terminal. Também elogiei os novos eventos esportivos que a emissora está adquirindo e exibindo.
Pois, após não sei quanto tempo, a Rede TV conseguiu passar a Band na média diária. Foi neste Domingo, em São Paulo:
Globo – 15,5
Record – 8
SBT – 7,3
Rede TV – 2,8
Band – 2
Sendo que no Rio de Janeiro a Rede TV ficou com 1,7 e a Band 1,8.
Claro que o Pânico foi o fator decisivo nessa disputa, mas a emissora precisa trabalhar globalmente. Precisa cuidar do resto. Uma andorinha só…
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E, falando no Pânico desse Domingo… Fiquei pensando como a vida é curiosa. A Record já gastou alguns zilhões (oferecidos pelos fiéis) tentanddo bater na Globo. Daí chega a Rede TV com o Pânico, a Gorete (Zina de saia), e acaba com o glamour da poderosa. Muito engraçado tudo isso
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Mais Belas e Menos Feras|
Recordar É Sofrer » »
Acontecem coisas curiosas na nossa televisão. E não é exclusividade de uma ou outra, é quase uma regra geral. Falo dos sucessos de geração (quase) espontânea. Não que o programa que vou analisar já seja um sucesso, mas o início foi bem promissor. E olha que nem foi anunciado “oficialmente”. Eu havia lido uma nota na Internet, depois o Leonardo deixou um lembrete na caixa de comentários. E acabei vendo a estreia do Belas na Rede. Gostei. Talvez por não ter nenhuma expectativa inicial; sei lá.
Bem diferente do ocorrido com o Mega Senha. A Rede TV comprou o formato da Fremantle, criou um baita cenário, gravou pilotos, divulgou por quase um mês… E o resultado foi pífio. Um programa ruinzinho e a audiência no mesmo patamar do Superpop.
Já o Belas na Rede pareceu ter sido produzido no improviso. Na base do “vamos que vamos”. Até a passagem do Vanucci pra Paloma ficou mal ajustada. Senti um clima de “saia justa” no ar – e nem era a saia da Paloma Tocci. E talvez isso explique o nervosismo inicial da bela. Ou talvez fosse a expectativa pela estreia mesmo. Mas foi coisa de 4 ou 5 minutos. Daí pra frente a Paloma entrou no ritmo. E vamos lembrar que o programa é ao vivo, todo mundo tropeça ou vacila em algum momento. A diferença está na forma de driblar esses tropeços.
Outro ponto positivo foi a Marília Ruiz. Uns 15 dias atrás eu vi ela como convidada no Esporte Interativo e fiquei meio espantado da Marília estar (meio) ausente da telinha. Minha última lembrança dela foi na Record ou em algum programa do sr Milton das Neves; nada muito positivo. Mas a Marília mandou bem: segura, aguda e inteligente.
Outra supresa agradável foi a Cristina Lyra. Claro que já gostava da belezoca apresentando programas. Só não imaginava que ela também entendia do riscado. Não fez feio não, foi melhor que muito barbado chato e temperamental.
A última convidada foi uma jogadora de futebol feminino – não recordo o nome agora. Estava um pouco tímida mas não falou qualquer bobagem e manteve o nível do debate. E, finalmente, faço o registro da Gabriela Pasqualin, nas reportagens. Taí uma moça que evoluiu bastante. Lembro quando ela estreiou na Band (e não gostei muito do desempenho) e vejo a sua atuação agora… Tá bem melhor.
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A audiência do Belas na Rede ficou muito parecida ao número que o Bola na Rede conseguia antes, por volta de 2,5 pontos. Se pensarmos que o programa não foi divulgado pela Rede TV… Minha maior restrição fica no aspecto de posicionamento na grade e no horário. São dois programas parecidos, em sequência. Não sei se é a melhor opção. Acho que eu testaria umas alterações nessa grade dominical da Rede TV. Fazendo um pouco de ginástica dá pra criar algo parecido com o antigo Show do Esporte. Quase isso… A Rede TV vai ter o Italiano, tem 3 modalidades automobilísticas, 2 programas de debate… Mais um pouquinho e fecha um pacote legal.
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Nesta semana a Band está estreando sua faixa de séries, as 21h. A audiência inicial está longe do esperado e do adequado. O primeiro motivo é o conceito criado pela própria emissora: 21h, na Band, é tempo de pregação. Até desfazer o estigma… O segundo erro é bater de frente com um produto igual na Record e no SBT. Ficam as três brigando por um mesmo espectador e com um produto parecido. Vantagem pra Globo, que fica confortável com suas novelinhas. Ou pra Rede TV que fica como alternativa com o seu jornal.
Algumas das séries que a Band está exibindo eu já conhecia, são até legais. Poderiam render alguns pontos no Ibope. Mas não no esquema atual. Fica evidente que falta gás para brigarem com as rivais.
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Dia desses, zapeando, descobri o programa Mais Esportes na TV Aparecida. Um programa até simples, mas… Mas o curioso é ver como os fatos costumam desmentir o discurso. A Record vive berrando que é a emissora do esporte olímpico e coisas do tipo. Pois, junto ao SBT, que nunca foi ligado ao esporte, é a única rede que não tem um programa esportivo diário. Pois é…
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Pra quem gosta de saber a audiência, vai aí a média do dia 18/05 no Rio de Janeiro:
Globo – 18.6
Record – 9.3
SBT – 5.9
Band -1.9
RedeTV – 1.3
CNT – 0.6
TV Brasil – 0.2
E imaginar que a Band pretende roubar o 3º lugar do SBT ainda neste ano. Ah tá…
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Malditos Palpiteiros|
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Comments Off
Falta menos de um mês para a Copa do Mundo, vamos voltar aos temas sobre a imprensa esportiva. Se bem que isso é bem difícil. Nem sempre ela é imprensa. E em certas vêzes perde a esportiva. Mas talvez seja um problema meu, fui mal acostumado. Desde pirralho eu acompanhava jornalistas esportivos do nível de um João Saldanha. E agora tenho que aguentar uns palpiteiros de mer… E se é pra dar palpite qualquer um pode ser comentarista. Até eu.
E pior que ouvir os palpiteiros é ver como eles mudam de opinião de acordo com os resultados. Basta ver os últimos comentários do “craque” Neto sobre o Mano Menezes. Está quase xingando o técnico, como se estivesse na arquibancada. Tudo motivado pelo fracasso do Corinthians no Paulista e na Libertadores. Mas, curioso… Não era o Neto quem elogiava o Mano no ano passado? Chegando até ao ponto de qualificar ele como o melhor do Brasil!! Da mesma forma que anteriormente falava o mesmo do Muricy. E do Luxemburgo mais pra trás. Muito prático. O melhor é o campeão. Só que não preciso do Neto pra saber disso. Sem falar que o Oto Glória (ex-treinador) já havia ensinado: “quando ganha o treinador é bestial; quando perde é uma besta.”
Se fosse comentarista de verdade o sr. Neto estaria é esculhambando o Andrés, que renovou o contrato do Mano por mais 1 ano. Mas não, o Andrés é amigo. O Andrés dá entrevistas exclusivas. O Andrés dá informações confidenciais… Como é que vai criticar o “homi”??
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Mas esse fato que citei acima não é exclusividade do sr. Neto. Grande parte da imprensa esportiva é assim: fala um monte de obviedades e tem o rabo preso.
E temos o caso do Dunga para exemplificar isso. Logo que assumiu o cargo o pessoal caiu de pau. Diziam que ele não entendia do assunto, que era inexperiente, que havia caído de paraquedas, que era um “tampão”… Daí o sr. Dunga teve a sorte de ganhar uma Copa América jogando contra o “vento”. Depois classificou o Brasil com certa folga (ainda que jogando um futebol horroroso). E terminou ganhando a Copa das Confederações jogando contra o “vento” 2. E a mesma imprensa resolveu que ele havia aprendido muito, que já estava preparado, que era eficiente…
Sei muito bem onde começou esse discurso. Lá no departamento de esportes da Globo. E o resto da imprensa foi atrás. Igual o estouro de uma manada. E, por consequência, o povo acabou comprando a ideia. Não é difícil manipular a opinião pública. Nem um pouco.
Acontece que… Acontece que o Dunga de 2010 é o mesmo de 2008. Ninguém vai me convencer do contrário. Pode até ganhar a Copa; o futebol é imprevisível mesmo. Eu não apostaria meus 5,00 Reais no hexa do Brasil. Só não venham me dizer que o Dunga aprendeu algo. Negativo!! Se formos avaliar bem, o Dunga sabe 10% do que o Joel Santana entende. E olha que os 100% do Joel não são muita coisa.
Depois da Copa a gente conversa e vê quem tinha razão. Apesar das zebras voadoras no céu amarelo 
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Na Segunda acompanhei a convocação da seleção. Praticamente todas as emissoras exibiram o fato. Até o SBT!! O SBT, caso não saibam, é a emissora onde o Pelé fala 30 segundos pela bagatela de 5 milhões. Mas, enfim… Tudo normal e previsível. Isso até as 18h. Eu estava zapeando e acabei parando um pouco no Gazeta Esportiva. O Celso Cardoso e o Chico Lang discutindo a convocação. O Celso tentando ser racional e o Chico tentando (e conseguindo) ser irracional. O debate foi esquentando até o momento em que o Celso falou dos 7 suplentes relacionados pelo Dunga. Daí o Chico enlouqueceu:
- Não aguento mais. O Dunga é gaúcho, o Carlos Eduardo era do Grêmio, o Sandro era do Inter … MALDITOS gaúchos!!!
Bem assim. Dia 11/05 às 18:19, podem pegar o tape. Mas eu não me espanto com mais nada vindo do sr. Chico Lang. Já ouvi tantas coisas… E também não vou emitir minha opinião sobre o sr. Chico Lang. Posso ser processado pela SUIPA 
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Para quem anda curioso sobre a audiência, tenho a média diária de São Paulo em 14/05:
Globo – 18,6
Record – 6,9
SBT – 4,6
Band – 2,1
Rede TV – 1,3
Gazeta – 0,8
Cultura – 0,8
E por falar nisso, a novela Viver a Vida acabou com a pior audiência média no horário: 36 pontos. Lógico e compreensível. Falei logo no início dela: é horrível. Já passou da hora do sr. Manoel Carlos se aposentar. Ele e suas novelas Leblonianas.
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Falha Nossa|
Mais Belas e Menos Feras » »
Já falei antes antes e continuo repetindo: não há qualquer impedimento na pretensão da Record em disputar a liderança com a Globo. É até saudável termos duas (ou mais) emissoras brigando pela audiência. Mas existem meios e meios. Não basta apenas querer; é preciso fazer.
Como não assisto quase nada da programação Recordiana, muito me passa desapercebido. Só para vocês avaliarem, nem sabia que a Geisy Arruda fora transformada na musa maior da emissora. Daí o meu espanto quando, num curto espaço de dias, vejo a moçoila no Melhor do Brasil, no Hoje Em Dia, no Legendários, no Tudo É Possível, no Domingo Espetacular… Só fiquei na dúvida se o Jornal da Record não realizou uma daquelas séries de reportagens para mostrar as mudanças na vida da belezoca. Era o que faltava.
Agora, qual o sentido disso tudo além de um sensacionalismo de 5ª categoria? O que sobra quando excluimos a apelação rasteira?? Qual o objetivo da Record? É disputar com a Globo ou com a Rede TV? Pois, francamente, isso eu estou acostumado a ver no Superpop, no TV Fama, no A Tarde É Sua…
Uns dois vidros de Simancol não fariam mal algum aos diretores da Record. Estão jogando contra o patrimônio.
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Na Quinta passada acabei vendo o Mega Senha. Nada diferente do que imaginei: um joguinho estúpido de sinônimos e antônimos. Muitos devem ter feito algo parecido no primário. Eu gostava do Batalha Naval. Era mais emocionante.
Mas fico com dificuldade de acreditar que uma emissora pagou (e caro) por aquele formato de programa. Precisava??? Façam me o favor!!! Já esgotou a minha paciência. Já vi o mesmo esquema em quase todas as emissoras. A Record chegou a tentar uns 2 ou 3 formatos de game show de perguntas. Num deles, me lembro, os eliminados caiam num buraco. Depois ela tentou um outro formato, o programa era apresentado pela Ana Hickman e pelo Britto Jr. A Band também tentou coisas do tipo, um deles era apresentado pelo Gilberto Barros. E nenhum vingou. A única emissora que conseguiu algum sucesso nessa terreno foi o SBT. Mas não pelos formatos, sim pelo carisma do Sílvio Santos. Tirem o SS… É só ver o que acontece com o Justus no 1 Contra 100.
Agora vem a Rede TV com um dos piores formatos de game show que já vi. Um troço sonolento e sem graça. E, pior dos mundos, apresentado pela Luciana e pelo Marcelo!!! Ô, meu camaradinha, vai cuidar da emissora que você ajuda mais. Pra apresentador, só na próxima encarnação.
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Já viram aquela propaganda da Oi que divide as pessoas em Ligadores e não Ligadores? Pois o Johnny Saad virou um Comprador. Se aparecer um argentino na frente dele… Nem precisa abrir a boca, o Johnny já tá comprando.
Agora tudo que a Band coloca no ar precisa passar pelo “selo de qualidade Cuatro Cabezas”. Já são 3 programas e parece que temos mais 2 no forno. Não quero dizer que tudo que a produtora faz é ruim. Só não entendo o sentido de depender tantos dos argentinos para “copiar modelos” de outras emissoras. E eu que pensava que isso fosse coisa de paraguaios. Mas, enfim…
De digam uma coisa: qual a diferença entre o Polícia 24h e o Operação de Risco?? Oras, se quer copiar, vai lá e faça sozinho.
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Eu gosto do Jorge Iggor como narrador. E também gosto dele como apresentador. Especialmente por não ficar bajulando uns e outros e fugindo da raia. Fala o que pensa e pronto; quem não gostar, engula. E eu vejo tanto apresentador e comentarista que afina, que c* pra dentro…
O comentário acima foi pra deixar bem claro esse ponto. Pois no Sábado passado o Jorge Iggor acabou pisando feio na bola. Ou pisando na faixa de judô
Assim, o Esporte Interativo resolveu exibir outra etapa do Grand Prix de Judô, na Tunísia. O correto seria convidar alguém do meio (judô) para auxiliar na transmissão. E isso ocorreu no Domingo, com o Rodrigo Vianna. Mas no Sábado o Jorge Iggor estava sozinho. E começou a luta entre o Leandro Guilheiro e um holandês. E ambos fugindo do combate (não entendo muito de judô mas o básico consigo pegar). Daí o juiz penaliza os dois: uma falta para cada lado. E o Jorge informa o ocorrido. Segue a luta e o holandês continua fugindo. O juiz paralisa o combate e pune o judoca com outra falta e faz o gesto com a mão apontando o holandês. Mas o Jorge entendeu como uma punição pro brasileiro. E eu em casa balançando a cabeça e debatendo com a televisão
O placar marcava 1×0 pro Leandro e o Jorge Iggor insistindo que o brasileiro estava perdendo, que deveria tentar uma recuperação… Acabou a luta e o juiz apontou o vencedor, para surpresa do Jorge. Na tentativa de consertar o estrago, o Jorge Igor resolveu inventar que o brasileiro havia vencido na decisão de pontos da arbitragem. Como se fosse uma luta de boxe. hahahaha. Os mais experientes em transmissão ao vivo costumam dizer que o melhor nesses casos é passar batido, se tentar consertar piora. Grande verdade. O Jorge Iggor deveria ter dado um “migué”.
A única coisa que posso fazer pelo Jorge é dividir o erro grotesco dele com o Esporte Interativo. Nenhum narrador esportivo é obrigado a entender de todas as modalidades. É impraticável. Nem o todo poderoso Galvão Buenos Aires. Nem mesmo o Álvaro José, o recordista, com pouco mais de 20 modalidades. O correto é chamar um convidado, técnico ou ex-atleta. Do contrário…
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Alice Bastos Neves no País da Maravilha|
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E, como o clima anda tenso, muito tenso… Vamos mudar o tom. Hoje é dia de Belas & Barangas. Mas sem barangas. Se bem que tenho várias fotos separadas. Mas deixarei pra outras ocasiões.
A eleita de hoje é uma bela, simpática e competente repórter esportiva da RBS, Alice Bastos Neves. Figura habitual no Globo Esporte e em reportagens envolvendo clubes do Rio Grande. É difícil não reparar na Alice Bastos, sempre sorridente e segura nas matérias. Melhor ainda quando a Alice aparece usando um jeans bem justo. Sabem aquela frase: “Deus é justo mas sua calça é muito mais”? Se aplica no caso da Alice. Um espetáculo de morena bonita:





Tudo bem, as fotos não ajudam muito, mas quem já viu a Alice Bastos há de concordar comigo. Sendo que na última foto ainda temos a Carla Fachim de bônus.
E hoje também temos o Repeteco. E, já expliquei, o Repeteco é a chance de rever algumas belas que já passaram em outros carnavais (carnavais? onde tem carnaval aqui??). E hoje é dia de rever o… Tênis vermelho de César Trali!!! Não gostaram?? Ah, então podem ver a Flávia Freire de bíquini exibindo a sua tatuagem. Hoje é dia de sol. Que maravilha!!

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