August 9, 2010

Debate de Nada

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 4:06 pm
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Na última quinta tivemos o primeiro debate eleitoral na Band. Muita pompa, muita divulgação, muito barulho e… Um resultado pífio. O debate terminou com 3 pontos de média e sem muita repercussão posterior. E nem venham culpar o jogo pela Libertadores, na Globo. O impacto não seria muito maior se não houvesse jogo. E nem será muito maior quando ocorrerem os próximos debates. É claro que na Globo a audiência será outra, mas esse não é o ponto principal.

Por mais que a Band faça força e tente supervalorizar o debate ele não tem mais a importância de outros tempos. Nem de longe. Uma parte disso é culpa dos marqueteiros da política. Transformaram os candidatos numa coisa asséptica, inodor e incolor. Uns fantoches. A parte restante é culpa das regras dos debates. Elas amarram tanto os candidatos que é quase impossível alguém “respirar fora da hora”. Tudo metódico, regulamentar, cronometrado e CHATO!! Muitíssimo chato.

Na verdade, em minha opinião, não podemos chamar aquilo de debate. Eles não debatem nada. Pelo menos até onde alcanço o significado da palavra “debate”. O que temos hoje em dia é uma entrevista em grupo. Vários jornalistas entrevistam os candidatos e estes podem comentar a resposta uns dos outros. Nada mais que isso.

Sei que muitos vão discordar de mim. Irão dizer que isso é um debate de “alto nível”, um debate de idéias e coisas do tipo. Talvez. Mas eu considero um desperdício de tempo. Perdemos tempo e não tiramos uma eventual dúvida sobre o candidato A, B ou C.

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Esse assunto é antigo mas, curiosamente, é sempre atual. Estou falando da bagunça que algumas emissoras fazem com a programação em rede e a local. Algumas semanas atrás eu estava vendo uns espectadores revoltados com o Brasil Urgente que cortava abruptamente o sinal (em várias praças), no meio de reportagens, para exibir programas locais. E o mesmo ocorre em vários outros programas e emissoras. Quase todas, acho que só a Globo e a Record tentam evitar o corte seco e reto.

Reconheço que as emissoras devem ter seus programas locais (especialmente jornalísticos) mas a “passagem de bastão” não pode ser feita dessa maneira estúpida e burra. Isso que ocorre atualmente é quase uma ofensa ao espectador.

Mas um fato ainda pior é o que ocorre na parabólica. O corte é igualmente abrupto. Mas não entra qualquer programa oficial. Basta ver o caso do mesmo Brasil Urgente que citei antes. A Band corta o sinal na parabólica no mesmo instante que corta para as praças. As praças entram com seus jornais locais. Na parabólica entra um programa de tele-vendas!! Exatamente isso, tele-vendas!! O espectador (idiota) que estava vendo o Brasil Urgente que se dane. Que fique sem saber o final das reportagens. Que passe pro sinal da antena interna. Que mude de canal… Ele não importa. A Band precisa faturar 15 minutos de horário alugado.

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E esse caso do Brasil Urgente foi só um exemplo. Ocorrem coisas parecidas no SBT, na Rede TV, e em quase todas as nanicas. Parece que o espectador da parabólica só conta pro departamento comercial. Como não se mede a audiência dos milhões de espectadores da parabólica eles não merecem respeito ou consideração das emissoras. E algo parecido também vem ocorrendo com o sinal em HD de algumas emissoras. Virou mais um filão pra vender horários e faturar um pouco mais.

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Parece que eu não fui o único espectador que não aguentou assistir mais que 2 minutos do Busão do Brasil. O programa, apesar dos sarados, das siliconadas, dos tatuados, das popozudas, dos antenados e de todas as outras tribos, continua empacado na faixa de 1 ponto de audiência. Raramente passa disso. E fico me perguntando se o 1 é a audiência ou a nota do programa. Ehhhhh… Acho que é a audiência. A nota é 0!

E, francamente, não sei qual foi a última vez que vi tanta baixaria e apelação num programa só. Se ainda desse a audiência e os milhões de um BBB… Mas a Band está se sujando por pouco, muito pouco.

E quando vejo casos como esse Busão eu sempre me recordo do execrado João Kléber. E também recordo daquela frase: “… só eu? Cadê os outros??”

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August 4, 2010

Cristina Lyra & Valéria Alencar

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 2:46 pm
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Hoje o bagulho tá muito bom. São duas belas senhoras. Duas belas e injustiçadas senhoras. A parte do “belas” é meio evidente; pelo menos pra mim. A parte do “senhoras” é pela idade: a primeira já passou dos 30; a segunda já passou bem dos 40!! Isso mesmo, 40 e pancada.
Mas vamos lá, a primeira bela de hoje é uma morena charmosa que já deveria ter sido convocada pra minha seleção há tempos. Mas eu ia deixando, deixando, deixando… Minha máxima culpa. Mas nunca é tarde pra valorizar a tchuque tchuque da Cristina Lyra. Ainda que a Rede TV não faça o mesmo. A Cristina está sub-aproveitada pela emissora. Nem no Belas na Rede ela deverá participar. Atualmente o máximo que temos da Cris Lindona é um pouco no Good News e um tiquinho de nada no UFC. E antes que a Cristina pergunte, não vou correr não. Vou encarar essa belezura toda. Seja no octógono ou em qualquer ringue.
E separei dois lotes de fotos da Cristina Lyra, o primeiro um pouco mais antigo:
cristina lyracristina lyracris lyra
O segundo é desse ano (a Paloma Tocci é bônus):
cristina lyracristina lyracris lyra e colegas rede tvpaloma tocci cris lyra
Pelo que vemos a d. Cris Lyra só tem dois defeitos: é casada e é flamenguista :P

A segunda convocada é das antigas. No ano passado eu vi essa senhora no Show do Tom, convidada num quadro. Show de bola total, de rosto, de corpo, de simpatia, de charme… Neste ano eu revi ela (bem mais jovem) na novela Ana Raio & Zé Trovão. Só posso dizer que o tempo foi muito camarada com a Valéria Alencar. Ou que ela é igual um vinho, melhora com o tempo. Só não compreendo a carreira meio inconstante dela. Meio parecida com a do marido dela, que também começou com todo o gás e depois sumiu. Mas isso é outra história, não vem ao caso. Agora é hora de valorizar a beleza dessa morena de sorriso cativante:

valéria alencarvaléria alencarvaléria alencarvaleria alencar

Se toda quarentona fosse assim…

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August 3, 2010

Formigueiro no Busão

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:09 am
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Vou plagiar um filme antigo para criar o slogan da Band pra esse 2º semestre: Os Bons Tempos Voltaram, Vamos Errar Outra Vez. Pois é isso que está parecendo. Aquele velho filme de erra, refaz, erra, desfaz… Na semana passada eu perdi a estréia do Formigueiro (outra produção argentiniana na Band). E eu estava me segurando pra não soltar aquela antipática frase do “não vi e não gostei”. Consegui me calar por uma semana. E agora posso dizer: “eu vi e não gostei”. Simples assim. O programa é fraquinho, com uns quadros batidos, longo demais pra tão pouco conteúdo… Sem falar que o Marco Luque e eu não nascemos no mesmo planeta. Pode até ser uma falha minha, mas não consigo achar graça em nada que ele faz. E, francamente, como apresentador o Marco é um comediante mediano. Ou nem isso.
Tirando a minha opinião pessoal, o Formigueiro não tem “bala na agulha” pra se aguentar por 2 horas no domingo. É muito tempo e no dia errado. Talvez (e bota talvez nisso), com uma bela reformulada, um corte de uns 30 minutos e alterando pro Sábado… Quem sabe.
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A outra bobagem da Band atende pelo nome de Busão do Brasil. E podem ficar tranquilos que não vou fazer um trocadilho vulgar com o nome do programa. O reality por si só já é um castigo pros espectadores. E o maior problema do programa talvez seja a sua produtora, a Endemol. Ela resolveu plagiar a si mesma e fez um versão lixão do big brother. Juntou todos os estereótipos, todos os chavões, todas as situações do BB e meteu num ônibus. Uma zona total. Algo incompreensível e sem o menor atrativo. Ainda podemos somar a edição atrapalhada e o despreparo do Edgar Piccoli. Pronto, o cardápio está completo.
Não sei como esse programa poderá chamar a atenção do espectador. Só se fizerem mágica. Apelação não dá; já estão fazendo isso e o resultado não é bom.
Então é isso, a Endemol resolveu fazer um outro reality de confinamento (como se o BB jã não fosse bastante) e jogou a isca para que algum tolo mordesse. A Band engoliu. Azar dela e dos espectadores. E sorte da Endemol que vai faturar mais uma grana fácil.
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Com a entrada do Formigueiro aos domingos tivemos a feliz notícia do corte de 60 minutos no Terceiro Tempo. Seria uma notícia positiva e um grande alívio pra nosso saco dominical (já superlotado). Mas… Mas acontece que estamos falando da Band e do Milton das Neves (o elo perdido, o cabeção da floresta). A Band não quis cortar nenhuma propaganda do 3º Tempo, e o Miltão não quis cortar suas 8 piadas idiotas que repete incansavelmente. Daí ficamos assim:
15 minutos de intervalo comercial;
10 minutos de merchans e abraços;
15 minutos de piadas e brincadeiras do Miltão;
20 minutos com lances de futebol e comentários.
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E quem perdeu as brincadeiras do Milton das Neves (o Ieti mineiro) no 3º Tempo pode acompanhar todas no Band Mania às segundas. E agora acompanhado do Denílson, com suas máscaras e perucas. O esquema é o mesmo, um tantão de merchans e piadinhas idiotas e, se sobrar algum tempo, no finalzinho, eles falam algo sobre futebol.
Se bem que, talvez eu tenha me confundido e o Band Mania seja um programa de humor, ou de amenidades, ou de fofocas… Sei lá!
Mas me permitam fazer uma pergunta: Seria o Milton das Neves o Tiririca do futebol???
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Segunda e eu dando uma conferida na Palo… no Rede TV Esporte e o assunto em pauta era o empate entre o Palmeiras e o Corinthians. Daí a ex-Ronaldete, também conhecida como Milene Domingues, me solta um:
- Eu estou triste porque perdemos a liderança, mas nós vamos recuperar logo…
EU??? NÓS???? ALLOOOWWWW…
Alguém precisa avisar pra loirinha que ela foi contratada pela emissora pra (supostamente) falar de futebol. A mesma Milene que já havia dito (numa transmissão da Série B) que sempre iria torcer pelos clubes paulistas quando jogassem contra times de outros Estados. Lugar de torcedor é na arquibancada. Ou deveria ser, acho que não sei mais. Temos o Neto de um lado, o Ronaldo de outro, agora a Milene… Acho que vão criar uma nova torcida organizada: Gaviões da TV.
Sem falar que no próximo domingo teremos a estréia definitiva do Belas na Rede. E eu estava reparando: Marília, Juliana, Milene… Todas corinthianas. Se convidarem o Ronaldo e o Alfinete do Pânico…
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Na edição passada eu fiz uma brincadeira com o logotipo da Globo invertido. A brincadeira tinha dois motivos: avaliar o nível de percepção e atenção dos leitores e dar uma indireta sobre a inversão de valores na ex-vênus platinada. O Leonardo acertou rapidinho. Mas já separei uma outra foto, agora sobre uma turma da Record. Vejam se reparam em algo curioso (curioso, não errado) na foto:

hoje em dia

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