October 8, 2010

Zangados e Nervosos

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:57 pm
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Não, não e não!! Já disse N vezes e continuo repetindo que não gosto nada do shownalismo apelativo de certos programas policialescos. Também não gosto nada dos helicópteros ligeiros, dos repórteres ofegantes, dos comentaristas policiais ou dos apresentadores zangadinhos e mal educados. Nada disso me agrada. Especialmente quando certos jornalistas pretendem ser os paladinos da justiça ou a voz “rouca” do povo. Não quero representantes. Aliás, de passagem, já notaram na quantidade de gente que adora vestir a fantasia de “adevogado” do povo? Tem um monte na política, na religião, na televisão… Deve ser algo bem vantajoso.
adriana reid Portanto, até por consequência, não vi qualquer relevância nessa troca de cadeiras das últimas semanas. O Marcelo Resende indo pra Record, o Luciano Faccioli indo pra Band, o William Travassos e o Alexandre Mota efetivados em São Paulo, nada disso é importante. Pode mudar a mosca, mas o “montinho” é o mesmo!
E nesse troca-troca de apresentadores tivemos também a mudança no elenco feminino: a Luciana Liviero foi pra Nova Iorque e a Adriana Reid entrou em seu lugar. No aspecto visual a vantagem é evidente. No resto… Sei não, a Luciana é mais autêntica na hora de fazer o tipo “defensora zangadinha dos fracos e oprimidos”. A Adriana fica “fake” demais. Talvez devesse ter continuado no jornalismo tradicional.
Mas, dia desses, 06/10 pra ser exato, zapeando, parei uns 2 minutos pra ver se os cabelos da Adriana Reid já haviam voltado ao loiro habitual (acho que aquela tintura castanho-escuro é parte da fantasia). E estava lá a bonitona interagindo com o Percival no teatrinho do Record Notícias. Logo aparece o maldito helicóptero mostrando um carro que havia tombado em cima do dono e sei lá mais das quantas. Era em Itaquera, salvo engano. E já estava juntando gente ao redor do local do acidente. E chegava o helicóptero do resgate, esse sim é importante. E eis que a bonitona da Adriana resolveu mirar sua “raiva” nos curiosos que estavam no local. Ficou lá falando que eram curiosos, que estavam atrapalhando, que eram desocupados, que isso era uma vergonha, que aquilo era um absurdo… Pois é d. Adriana, são um bando de curiosos. E se dê por feliz que existam tantos curiosos. Aqueles de Itaquera e mais alguns milhões que assistem o shownalismo policialesco na televisão. E o mesmo vale pro Faccioli, pro Gontijo, pro Datena, pro Travassos…
Resultado final da “partida”: o cabelo da Adriana ainda está horrível naquela cor e ela tá parecendo uma velha chata. Bonitona, mas chata demais.E nem a Adriana me faz assistir 5 minutos desse tipo de lixo.
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Aproveitando o assunto acima… No meio dessas mudanças citadas, a Record aproveitou e antecipou o horário do Direto da Redação. Até pra frear o SBT Manhã. Uma decisão até lógica e compreensível.
O fato interessante é que (ao menos no sinal da parabólica) a Record já vinha picotando o horário da IURD. Em certos dias entram seriados, em outros momentos a “cabeça” envia chamadas e anúncios pras afiliadas… Sei que no caso das praças a pregação ainda é constante, mas…
O ponto onde quero chegar é que não até onde interessa mais a presença da pregação na madrugada da Record. A IURD já compra horário em várias emissoras e pode ampliar isso sem problemas. Com a vantagem do horário ser diúrno. Já a Record fica com aquele trambolho ocupando a madrugada e atrapalhando sua disputa direta com o SBT ou a Globo.
A minha sensação é que aquilo é ruim pra ambas. A sua única justificativa é servir de desculpa pra injeção financeira que a IURD aplica na Record. Não vejo outra explicação.
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Quem lê o Tevezona há mais tempo deve se lembrar do quanto reclamei sobre o Esporte Interativo. E acho que reclamei com base em fatos, não em antipatia ou simpatia. Ainda mais quando todos já devem saber que eu gosto de esporte. Se fosse por gosto pessoal…
Mas a realidade mostra que eu tinha certa razão nas críticas feitas. Ou muita… E, pior, talvez nem tenha percebido a gravidade da situação. Ficava vendo o EI com seus voôs de galinha e achava que algum dia aquilo daria certo. Bem…
Agora já virou “figura repetida” aqui: saiu outro narrador do EI. Quinta eu ia passando pelo Esporte e Mídia e li que o Rodrigo Vianna havia pedido o boné e picado a mula. E olha que eu nem sabia que o Rodrigo usava boné e tinha mula :P
Pois é, acho que só resta fazer piadinhas bobas com o fato. Não dá pra levar a emissora a sério. E como já disseram antes de mim: o último a sair que apague a luz. E eu completo: …caso a luz não tenha sido cortada!!!

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October 4, 2010

Rede TV Acertando

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:57 pm
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rede tv

Mais uma semana com fatos interessantes na TV brasileira. No sábado tivemos a rodada completa do Brasileirão, por causa das eleições. A audiência foi meio fraca. Mas é bom lembrar que o sábado é tradicionalmente fraco. Ainda devemos considerar a falta de hábito em assistir futebol no dia. Acabou sendo ruim pra Globo e pra Band. E até pra Rede TV, por tabela.
No domingo a Rede TV foi soberna no esporte (em tv aberta). E depois emendou com a cobertura das eleições. Ela e a Band. A Globo e a Record fizeram o básico do básico. E com uma tremenda má vontade; especialmente a Record. Pareciam mais preocupadas com seus lixos dominicais. No SBT… Nada! Só lá pela madrugada, depois da Gabi, é que a emissora se preocupou em exibir o resultado parcial das eleições. E com o constragimento do Carlos Nascimento, ao encerrar o programa, pedindo desculpas por não mostrar o resultado completo e de todos os Estados. Recomendou aos espectadores assistir o resultado completo nos outros jornalísticos da emissora. Pois é, talvez se o SBT fosse a única emissora do Brasil. E se não tivessemos rádios, internet, jornais…
Da cobertura mais séria tivemos a Band e a Rede TV com mais e melhor desempenho. A Band já é tradicional no assunto. E a Rede TV foi a grata surpresa. O Kennedy Alencar esteve tranquilo e eficiente na condução das entrevistas e a Rita Lisauskas foi bem na divulgação incessante dos números. Mas a Band foi melhor na maior presença de reportagens em diversas praças.
Não casualmente as duas emissoras dividiram um bom percentual da audiência no horário, por volta de 5 pontos. No final da noite (último bloco do Pânico) a Rede TV conseguiu a liderança por alguns minutos. Resultado final da disputa: a Rede TV fechou o domingo com espantosos 3,4 de média. Ainda longe do SBT, mas já deixando a Band aflita. E, posso estar enganado, não lembro de ter visto a Rede TV com tal média diária desde a sua inauguração. É caso pra se pensar.
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A única reclamação que posso fazer sobre a cobertura das eleições na Rede TV é aquele antigo e irritante problema do departamento de arte: os gráficos são pequenos e ilegíveis. Igual os mapas da previsão do tempo. E não venham dizer que minha televisão é pequena; não é. E parece que não fui o único com problemas pra enxergar o nome dos candidatos ou a foto; em vários momentos a Rita Lisauskas se atrapalhou tentando enxergar alguns nomes. Será que o monitor do estúdio também era pequeno??
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Essa situação momentânea (ou não) da Rede TV me fez lembrar o seu projeto inicial. A idéia de seus donos era ser uma emissora de qualidade e alternativa. Ser uma opção para quem não queria ver a Globo. Claro que no começo a total falta de estrutura foi um adversário até maior que as concorrentes. Depois disso tivemos algumas mudanças de rota. Uma hora a emissora tentou se popularizar (com programas de auditório e novelas), em outra tentou ser jovem, cult ou qualquer outra coisa. Até acabar com o cenário deplorável do início deste ano: praticamente 50% da grade entregue aos terceirizados e as afiliadas seguindo o mesmo caminho ou até coisa pior.
Depois da inauguração do CTD (no final de 2009) a emissora revelou seus projetos de novos investimentos e programas. Eles vieram, meio devagar, é verdade. E a audiência já apresentou um sensível crescimento. Resta saber se o projeto atual vai ter seguimento ou acabará abortado como em outros tempos.
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Nos últimos tempos eu venho criticando e elogiando o Esporte Interativo, de acordo com a circunstância. E revelei minha preocupação com algumas medidas e algumas perdas da emissora. Ainda que o discurso ufanista e grandioso persista. Bem…
Neste fim de semana a emissora teve outra baixa: o comentarista Henrique Marques pediu o boné e foi pra TV Brasil (que irá transmitir a Série C). Isso considerando o contingente já escasso e as perdas ocorridas nos últimos meses. Tá difícil, muito difícil… Não consigo ver (ou entender) onde o Esporte Interativo pretende chegar. E não é má vontade minha. Eu tento, acreditem.
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No Pânico de ontem tivemos uma propaganda direta dos eventos esportivos da Rede TV. Era uma sugestão que pensei (mas não expressei) quando reclamei da debilidade da emissora em divulgar seus produtos. Como já falei outro dia, pode não resolver tudo, mas não vai prejudicar em nada. E antes tarde que nunca.
Também faço registro da “esticada” que a Rede TV fez após a transmissão da Série B, no último sábado. Usou a equipe da transmissão (que já estava no estúdio mesmo) e realizou um “mini debate esportivo”. Sim, sim, o mini debate não vai bater 10 pontos, não estou dizendo isso. Mas é uma tentativa válida e correta. Suponho que foi uma iniciativa do Terence. De qualquer modo é louvável que alguém esteja tentando “esticar” a audiência e transferir alguns pontos de um programa pra outro.

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October 1, 2010

Erro Global

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:47 pm
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Na última coluna acontecerem dois fatos que merecem um comentário mais aprofundado. O primeiro ponto é que fiz algo que não é habitual: falei sobre um tema que ainda estava por acontecer: a disputa entre o debate dos governadores na Globo e a estréia da Fazenda na Record. Não sou muito chegado nesse negócio de adivinhar o futuro ou fazer prognósticos, mas… Mas não enxergava lógica alguma na atitude da Globo. Nunca, em tempo algum. Nem no livro “Monte Sua Programação em 3 Lições”.
E o resultado prático da opção errada foi entregar uma fatia considerável da audiência no colo da Record. De mão beijada. Coisa, aliás, que vem se tornando habitual na Globo. Parece uma emissora acéfala. Ou, pior, comandada por covardes e omissos. E talvez isso explique aquela piada que o Faustão fez há alguns meses: que lá ninguém poderia tomar injenção na bunda. Pois é, agora vemos que a piada (mesmo sem graça) tem sentido. Todo mundo se esconde na hora da verdade. Jogam a batata quente pro mais próximo e tentam apenas livrar a cara. Ninguém assume nada, ninguém manda em coisa alguma. Ou manda no papel, na plaquinha na porta, no salário mensal, na pose de gênio da tv…
O quadro só não se altera muito pois a Record e o SBT fazem suas trapalhadas também. E em quantidade considerável. Acabam trocando “favores”.
O segundo ponto nem é agradável de abordar, mas… Eu usei um bloco da coluna pra falar sobre a subida da Rede TV na audiência do fim de semana. Nada secreto ou difícil de notar, bastava um pouco de boa vontade. E publiquei a coluna um pouco antes das 22h (do dia 28). Um pouco após a meia-noite o Ricco publicou a coluna dele e abordou, em parte, o mesmo assunto. Em outros tempos alguns leitores desatentos ou mal intencionados usaram situações parecidas para dizer que eu havia copiado fulano ou beltrano. Como se não pudesse haver coincidência de opiniões entre sei lá quantos sites sobre televisão. Nenhum deles pode abordar um assunto parecido ou emitir opinião semelhante. Oras… Agora vão dizer o que??? Que o Ricco me copiou??? Menos, menos, muito menos… Chega de teorias conspiratórias fajutas. Cada um faz o seu e cuida de sua vida. Se houver coincidência, paciência. Meus leitores mais habituais sabem identificar o meu texto e minhas opiniões. Sei errar e acertar sozinho. Se alguém copiar, aí são outros quinhentos.
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Eu, em parte, e muitos outros editores WEB costumamos ter uma certa “boa vontade” com apresentadoras ou repórteres bonitas. Aliás, qualquer mulher bonita consegue uma “boa vontade” generalizada, em qualquer área. Mas eu tento evitar opiniões precipitadas e equivocadas. Vivo me policiando. E aprendi bastante nesse assunto. Outro dia critiquei até a Paloma. Pasmem!!
Essa introdução foi para abordar a Bárbara Coelho, novata do Esporte Interativo. Logo nos primeiros dias da moça na telinha já haviam elogios rasgados em alguns sites que costumo “bizolhar”. Em alguns eu até deixei uns comentários falando que não era assim, que precisavam ter mais fundamentos, que a moça ainda era muito verde… Foi a mesma coisa que eu falei aqui sobre a Juliana Cabral (da Rede TV); ainda não defini minha opinião. E não tenho vergonha alguma de assumir isso.
Bem, na quarta passada, naquele programete tapa-buraco que o EI inventou pra ocupar o horário eleitoral na parabólicas, a Bárbara Coelho apresentava um resumo das competições do dia. Lá pelas tantas, falando sobre o Mundial de Basquete Feminino, ela foi dando os números da principais jogadoras dos EUA e Austrália: Fulana tem 9,8 pontos em média, Beltrana tem 3,4 assistências por jogo, Sicrana tem 4,2 rebotes, é uma grande REBATEDORA… Ela ainda deu uma rateada quando terminou a frase, mas não consertou. Coisa que seria normal num profissional experiente. Pouco importa se o texto é dele ou de outro editor, não se pode ler o TP sem ligar o cérebro. Não dá! E vamos entender: rebatedor é posição do beisebol (acho eu). Quem pega rebotes (no basquete) é reboteiro.
No dia seguinte, Jogando em Casa, a Bárbara estava acompanhado o Rafael Oliveira e o Jorge Iggor. E eu anotando… um erro de concordância aqui, um “s” faltando ali… Nada elogiável. Lá pelas tantas a Bárbara, falando do Atlético Mineiro, reclamou da saída tardia do “Luxa” e do clube ainda estar com um interino. Eh… Deu aquele lapso de espanto, dois sorrisos amarelos… E o Rafael perguntou: “Interino? O Dorival Júnior já asumiu lá.” E havia assumido o Atlético há quase 10 dias. Coisa que uma repórter ou comentarista esportiva deveria saber com tranquilidade. Não podemos creditar tal erro ao nervosismo ou confusão mental. É desinformação. Não dá.
Não é o caso de crucificar a moça, mas… O sinal vermelho está aceso.
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Nas últimas semanas eu reclamei bastante da pouca divulgação dos eventos esportivos da Rede TV, trazendo prejuízos pra própria emissora. Pois bem, nesta quinta tivemos um jogo pela Liga da Uefa. E vi chamadas no domingo (no Pânico), na segunda, terça e quarta, no Rede TV Esporte, nos jornalísticos, de manhã, de noite… Na quinta a divulgação foi ainda maior, mas sem chegar no exagero de algumas ocasiões.
Era esse o ponto. Não vou afirmar que X chamadas vão garantir Y ou Z pontos de audiência, mas nenhuma chamada é que não vai resultar em nada. É o básico do básico. Sem falar que não foi só esse jogo que mereceu uma divulgação boa, melhorou também a situação dos campeonatos europeus, do UFC, da F3 Sulamericana… Não fico aqui contabilizando tudo, mas sei mensurar a exposição média. E ela é importante especialmente no caso da Rede TV que ainda está entrando no ramo esportivo. Não existe o hábito do telespectador. Quando houver um costume mais enraizado, até dá pra relaxar um pouco, deixar na “banguela” :)
Aliás, o pessoal das chamadas da Rede TV está de parabéns. A arte tá muito bonita, as legendas, a locução é boa… Melhor que muita emissora “gorda” e rica.
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O Jornal da Band da sexta (01/10) conseguiu uma proeza que eu não havia visto ainda: cortaram o Boechat antes de terminar sua despedida. Foi aTiciana, depois o Joelmir, e aí o Ricardo tentou dizer algo como: “E não perca amanhã a contabi…” Algum “dedo nervoso” apertou o botão antes da hora. Talvez o mesmo “dedo nervoso” que entrou em ação pra inserir uma propagandas inesperadas do TSE sobre o documento exigido no dia da votação. Não ficou nada bem.
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O Espectador da Record é mesmo um privilegiado. Se ele perdeu algum episódio do Chris ou do CSI a emissora faz o grande favor de reprisar tudo por mais 274 vezes. Se perdeu alguma reportagem do Domingo Espetaculoso a emissora repete a matéria no Fala Brasil, no Tudo a Ver, na Record News… Se o cidadão perdeu algum minutinho da Fazenda poderá ver a cena no Hoje em Dia, no Tudo a Ver, no Fala Que Eu Te Escuto, na Record News, no R7… :P
O pessoal mais velho costuma dizer que isso é vencer pelo cansaço. E parece ser verdade.

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