November 27, 2010

A Gananciosa da Barra Funda

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 8:03 am
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Hoje vou juntar dois assuntos muito parecidos e interligados: jogos olímpicos e o Brasileirão. Quase todo dia existe uma nota ou um comentário sobre o assunto. Ou, mais recentemente, um vídeo sem pé nem cabeça. Uma afirmação tão sem fundamento (do Jorge Kajuru) que nem cheguei a comentar no dia que o Marcos passou o link. E olha que eu já havia lido a nota antes. E, ainda que possa estar muito enganado, acho que tudo não passou de um boato. Pra não dizer coisa pior.
Claro que a Record tem vontade e grana pra comprar os direitos de transmissão do Brasileiro. Se vai comprar são outros 500 (milhões). Sim, 500 milhões já é o valor atual do contrato da Globo. E, por mais que eu possa defender os clubes, o valor é até justo se analisarmos a importância do produto, as horas de transmissão, a receita e o volume anual da publicidade brasileira. Se a Record comprar (pagando 1 bilhão ou mais) não terá receita direta para pagar o evento. Não existem anunciantes desse porte e em número suficiente pra cobrir a despesa. Fica evidente que a Record vai subsidiar a transmissão. E esse assunto é aquela velha e batida estória sobre a IURD, dízimos, Record e cia bela. Nem vou comentar mais.
O próprio Marcos, ao postar o vídeo, disse achar estranho que essa (suposta notícia) viesse da boca do Kajuru. E bota estranho nisso!! Qual pode ser a fonte do Kajuru?? Alguém da direção da Record??? Jamais! Do Clube dos 13?? Duvido muito. A Record iria (obviamente) guardar a bomba para um de seus programas e/ou apresentadores. O Clube dos 13 iria escolher um jornalista mais íntimo e “sociável”. Ou um grande veículo. Nunca um programa gravado na mesa de um bar e com os participantes ingerindo copos e mais copos de cerveja. Nem brincando!
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Pior que ouvir essa bobagem (mais uma) sendo vomitada pelo Kajuru é ver ele, o Nasi e mais um monte de gente falando coisas como:
- É bom a Record adquirir o Brasileirão para acabar com esse monopólio de tantos anos.
Ora, ora… Um evento trocar de mãos não significa quebra do monopólio. É meio parecido com os serviços básicos no Brasil. O sujeito recebe luz da Cemig. E isso é um monopólio. Se a Cemig mudar de dono o monopólio não acaba. É difícil entender isso??
Sem falar que… A Record não é a mais isenta nessa questão. Basta ver o que ela está fazendo com os direitos do Pan. Pra tv aberta ela nem cogita repassar os direitos. Pra tv fechada ela está fazendo todo o possível pra não negociar. Cada dia vejo uma desculpa diferente. Já falei há mais de 6 meses e insisto na mesma tecla. A Record quer o bolo todo. Não precisa de 10, 20 ou 30 milhões de ninguém. E será a mesma coisa no dia em que ela comprar o Brasileirão. Quem viver, verá.
O fato estranho é que a “ultra monopolista” do Jardim Botânico divide o Brasileirão com a Band, a Série B com a Rede TV, A Liga dos Campeões com o Esporte Interativo e Band, a Copa do Mundo… Agora mesmo li que ela negociou alguns torneios (sub 17 ou 20 e femininos) com o EI. Claro que a Globo não faz isso por ser boazinha. Ela vende esses produtos depois que já fechou suas cotas. É uma “graninha extra”. Já a “gananciosa da Barra Funda”…
Sem falar que, independente do monopólio, assistir qualquer evento na Record é um castigo doloroso. Eu não aguentaria. E creio que isso só aumentaria o número de assinantes dos canais pagos. Ou, para os menos abastados (como eu), voltar aos tempos do futebol no rádio.
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Nesta semana eu estou evitando qualquer aproximação com certas emissoras (as maiores). O motivo é essa guerra urbana no Rio. E me permito não emitir minha opinião sobre os verdadeiros motivos e origens dessa tragédia. Não interessa aqui no Tevezona. Mas não aguento mais ver a cara de prazer do Datena, Gottino, Sônia Abrão e demais “paladinos da justiça” diante dos carros queimados e do tiroteio sem fim. Isso não é jornalismo. Nem passa perto. E essa gente está mais preocupada com uns pontos a mais no Ibope do que com a violência absurda deste país.
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Não estou acompanhando a Fazenda. Mas, zapeando, peguei o Britto Júnior falando um longo “voltaremos” em duas ou três acasiões. Pelo menos foi o que entendi.
Para quem não sabe, o Britto Júnior é gaúcho. E existe um programa de culinária na RBS (também passa no Canal Rural, na parabólica) onde o apresentador usa esse bordão há “séculos”. Se quiserem conferir, o programa se chama Anonymus Gourmet. Qualquer semelhança não é mera coincidência. É plágio. E plágio é algo pouco elogiável.
Aliás, o Britto precisa fazer um curso com urgência. Um curso de apresentador!!! Quem sabe, daqui a 5 ou 6 anos possa ter um mínimo de qualificação. Até a presente data…

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November 24, 2010

Plantão do Baran

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 5:55 am
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rede tvSábado eu estava vendo o jogo da Série B na Rede TV (América MG X Sport). Lá pelas tantas o Marcelo Bianconi solta uma frase parecida com:
- Ver o jogo aqui no estádio é outra coisa. O técnico do X (não guardei o time) chamou o lateral Fulano e está pedindo pra ele fechar o lado….
Parece um fato simples, mas não é tanto assim. Eu, centenas de outras pessoas (na Internet) e qualquer um que já tenha visto um jogo no estádio concordam num ponto: não tem comparação. O Bianconi só externou o óbvio. Talvez por estar desacostumado com a transmissão in loco – a Rede TV está enviando a equipe completa pras últimas rodadas. E talvez estivesse também dando um recado pro Terence.
Eu também sei dos argumentos do outro lado. Já cansei de ver o pessoal da Globo dizendo que sempre manda uma equipe pro estádio e estes passam as informações pro narrador e comentaristas. Explicam mas não convencem. Ainda mais que um repórter não pode ficar a cada 20 segundos informando o que um técnico está fazendo, onde está tal jogador, qual o posicionamento da zaga, se o árbitro está longe dos lances, se a torcida está vaiando um determinado jogador… Por mais que façam e digam não há nada que supere a presença da equipe de transmissão no estádio. Nem colocando 15 monitores num estúdio.
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Ainda na Rede TV, mas agora no Belas na Rede do domingo. A “musa dos fonoaudiólogos”, Milene Domingues logo no início do programa foi choramingando:
- Eu estou muito triste com o empate… Perdemos a chance de continuar na ponta… Mas o Corinthians ainda tem chance e vou continuar torcendo…
Que a Milene não é (e nunca será) comentarista eu já sabia. Só não estava informado que ela foi contratada pela emissora pra torcer. No próximo domingo ela deveria ir de camiseta do Corinthians, bandeira, radinho colado no ouvido… Se é pra encarnar o papel, que use o figurino completo.
Desse jeito vou acabar achando que o Milton das Neves é o sujeito mais isento, lúcido e ponderado da televisão.
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Em colunas anteriores eu fiz umas piadinhas sobre a reduzida equipe esportiva do Esporte Interativo e a sobrecarga de alguns dos profissionais da emissora. Eu brinquei mas não estava muito longe da realidade. No sábado passado o EI estava com vários eventos na grade; começou de manhã e foi até a madrugada com o basquete da NBA. Bom por um lado, pelo outro…
Lá pelas 21H, no Jogando em Casa (ou semelhante) o Leonardo Baran soltou uma das suas gracinhas:
- Notaram como estou mais bonito? Mostra aí meu VT na abertura do Febre de Bola. Olha agora… Aproveitei o intervalo do jogo XXX (não lembro qual) e fui no salão aqui perto pra cortar meu cabelo. E paguei 1,99…
E ele tinha cortado o cabelo mesmo. E, suponho, nos intervalos seguintes deve ter almoçado, tomado um refrigerante, 2 cafés, comido um pacote de biscoito, escovado os dentes, feito o “nº 1″, talvez o “nº 2″… Pois é, só fazendo piada mesmo. Parece plantão médico. Ou de polícia. Mas acho que o no Esporte Interativo o turno é 12X12.
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Na hora do almoço não existe jornal que preste. É tudo horrível. E eu acabo zapeando um bocado. Não que isso resolva; até piora. Foi o caso da segunda passada, vendo o Record Notícias da loiruda. Lá pelas tantas me aparece uma matéria com um tema meio esdrúxulo: a mania de alguns homens de conferir a buzanfa das mulheres pelas ruas. Gostaria muito de saber quem sugeriu a pauta…
Mas a reportagem já começou estranha, mostrando as participantes da Fazenda (Andressa, Carol e Piu-Piu) e o quanto os espectadores ficavam apreciando seus dotes. De quebra ainda citaram o Daniel, o modelo, que fazia sucesso entre o público feminino. Mas, os espectadores só podem ver as buzanfas da Fazenda se as câmeras filmarem e os editores selecionarem as cenas. Não é só virar o pescoço. Daí a reportagem foi pra ruas e perguntou a reação das mulheres que poderiam ser alvo dos olhares. E terminou ouvindo a opinião de um especialista em nádegas (isso é piada minha, deveria ser um EPN – especialista em porra nenhuma) e ele disse que isso era um mau hábito do homem latino (ou brasileiro) e blá blá blá…
Fiquei abismado com até onde vai a imaginação dos diretores da Record pra falar dessa porcaria de reality. Francamente… Mas não acabou aí. Volta pro estúdio e a Adriana e o Lombardi estão, sérios como nunca, pra analisar o assunto. Madame Reid disse algo como ser natural as moças da Fazenda atrairem a atenção dos homens, que eram bonitas e tal… o Lombardi (outro EPN) murmurou qualquer coisa sem importância e que não lembro. Agora, francamente, o sujeito que passa 2 horas diárias, 3 passos atrás da Adriana Reid, como toda aquela paisagem… Daí entra uma reportagem dessas e ele precisa opinar. Se fosse comigo… seria demitido 5 minutos depois de comentar o “problema”.

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November 22, 2010

Belas, Loiras e Jornalistas

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 9:16 pm
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A d. Mafalda e todos que não gostam de loiras devem clicar no X no alto do navegador. Todos os outros podem ficar e conferir mais uma atualização do Belas & Barangas. Mas, antes da diversão, dois recados:
- Vou evitar fotos de tamanho reduzido e pouca definição. Talvez, num caso exepcional possa publicar alguma foto assim no fórum. Aqui não quero mais. Nunca gostei de fotos pequenas e capturas borradas. Fotos assim acabam desmerecendo algumas belas e ofendendo sua beleza.
- As belas (ou barangas) que já passaram pela seção e das quais eu tenha novas fotos terão um tópico no fórum. Mesmo musas inéditas aqui na coluna podem ter um tópico no fórum. Fiquem ligados. E colaborem com mais fotos!!
Agora as belas. A primeira loira de hoje éuma colaboração de um leitor (Marcos) que me enviou algumas fotos da nova colega do Faccioli, Andressa Guaraná (sem açaí). Se eu estivesse no lugar dele a presença da Andressa seria cláusula contratual. Mas eu não ficaria gritando “olha a hora, olha a hora”. Diria “olha a loira, olha a loira” :)
Pena que a Andressa Guaraná apareça pouco no vídeo. Lembro bem dela quando fazia o quadro do tempo no Jornal da Noite. Se buscarem no Youtube podem achar alguns vídeos dela. As fotos que recebi (assim como a pequena que publiquei há alguns dias) ainda não são muito boas e não fazem justiça aos predicados (e substantivos e advérbios) da Andressa, mas…
andressa guaranáandressa guaraná bandandressa guaraná

A segunda loira é das antigas. Outro dia falei de lembrar do ocaso da Manchete. Nessa época a Letícia Levy já apresentava algum telejornal lá; não lembro qual. Mas ela já chamava atenção dos barbados de plantão. Depois da falência da emissora ela acabou rodando pra lá, pra cá… Agora a Letícia está na Record News, coitadinha. Não merece tal castigo. De qualquer modo, é digna de estar na seção das Belas:
letícia levyletícia levy foto

E, depois de procurar feito louco, finalmente consegui achar uma foto dessa bela repórter e apresentadora fluminense. O primeiro problema é o nome, Jaqueline Silva, muito comum e igual a ex-jogadora de vôlei. O segundo problema é da Jaqueline não ser assim tão famosa. Ainda… Mas eu lembro da Jaqueline Silva quando ela ainda reportava na Band Rio. Depois ela passou pra bancada. Daí sumiu. Só outro dia fui descobrir a loira reportando no Mais Você. Coitadinha, não merece tal castigo² :P
repórter jaqueline silva

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November 19, 2010

Picaretas Esporte Clube

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:00 pm
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Hoje vou voltar ao castigado assunto da imprensa esportiva. Especialmente por 2 fatos que presenciei nesta semana. O primeiro ocorreu no Rede TV Esporte da segunda-feira, com o Marcelo Bianconi. Lá pelas tantas ele solta algo como: “… aqui você pode confiar. Não estamos torcendo pra time nenhum, não defendemos A ou B. Aqui o comentário é sério, não é como em certos lugares.”
O segundo fato foi uma declaração do Luís Ceará (li no Esporte e Mídia) detonando os colegas. Falou que: “Precisa ter menos aproveitadores entre nós da imprensa. Infelizmente há o Ibope. Isso faz com que caras que já foram sérios tenham mudado. Alguns viraram picaretas, só pensam em onda, inverdade. Cutucam gente que poderia ser séria, mas que também optou pelo mal. O futebol é simples. Edmundo está vendo futebol do jeito sério, é uma surpresa boa. Mauro Beting nem se fale, é mestre. A Transamérica é séria, a Band idem. Mas tem picareta na TV. Inverdade, pasmaceira e exibicionismo. Egocentrismo. Ruim mesmo de ver. Só estão esquecendo que a mentira tem coice de porco. Curto. A galera de casa sabe e vai mudar de canal.”
Pena que nenhum deles deu nome aos bois. Ficou tudo meio vago. E eu não gosto disso. Especialmente no caso do Ceará, ele citou o Edmundo e o Beting como exemplos positivos. Mas se omitiu no caso de citar os picaretas. Tudo bem que não é fácil criticar pessoas e ter que trabalhar com elas no dia seguinte. A minha situação é mais cômoda. Mas, mesmo pela Internet é preciso ter coragem e critério para criticar. Ainda mais quando se tenta fazer uma crítica justa, baseada em fatos. Não é achismo e nem simpatia ou antipatia.
Um bom exemplo disso é o que já falei sobre o Edmundo. Não tenho simpatia ou antipatia pelo mesmo, é neutro pra mim. Critiquei a sua escolha (ainda na Rede TV) para integrar a equipe esportiva e sua postura inicial. Ele parecia totalmente deslocado e só abria a boca quando questionado pelo apresentador ou narrador. Ele ainda não está 100% nesse aspecto mas já melhorou bastante. E também melhorou muito ao se ocupar apenas em comentar o futebol visto dentro de campo. Não fica enaltecendo sua passagem neste ou naquele clube, a admiração de alguma torcida ou a amizade com técnicos, jogadores ou presidentes de clube. E também evita entrar na onda bairrista para ser simpático com alguma torcida ou Estado. Isso tudo é firula (pra não dizer algum termo mais pesado). E, francamente, não me interessa.
Mas, voltando ao caso do Bianconi e do Ceará, é bom que eles olhem para seus colegas de emissora antes de falar em “alguém” ou “lá”. Existem picaretas e paspalhões na duas emissoras. Vários!! E não estou falando do Mauro Beting, do Edmundo ou do Bruno Prado. Resta saber se “a galera de casa sabe e vai mudar de canal”. Se temos tantos picaretas fazendo “teatrinho” na televisão é porque existe uma parcela de espectadores que gosta disso. Infelizmente.
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Talvez eu seja muito severo com os comentaristas esportivos. Um dos motivos é este que citei acima. O segundo é por acompanhar muito as transmissões e entender do assunto. As vezes o comentarista passa num teste mas é reprovado no outro. Não quero parecer muito pretensioso, mas vejam o seguinte exemplo:
No mesmo dia em que o Bianconi falou sobre os coleguinhas paspalhões, o Ronaldo Giovaneli, analisando a campanha do Coritiba na Série B, chamou o Ney Franco de “professor Pardal”. Não tenho grande simpatia pelo Ronaldo e nem aprovo sua conduta como comentarista mas tive que concordar (e rir) com sua observação. O Ney Franco inventa tanto que acaba se complicando em muitos momentos.
Coisa de 1 mês atrás, vendo Sport X Coritiba, fiquei analisando a transmissão da Rede TV e o desempenho da equipe – Sílvio Luiz narrando, Juliana Cabral comentando e o Oscar (ex-zagueiro) como convidado. Nesse jogo o Ney Franco estava atacado. Já tinha escalado meio mal e começou a mexer no time. Botou um meio-campo ofensivo pra jogar de lateral. E o Sport começou a explorar aquele lado. O jogador (até por não ser da função) se enrolou completamente, fez um pênalti, várias faltas e acabou expulso.
Daí o Sílvio (lá pelo final do 2º tempo) perguntou a opinião dos comentaristas sobre a atuação dos técnicos. O Oscar achou ambos satisfatórios. A Juliana Cabral fez uma pequena crítica ao Ney Franco mas sem especificar de maneira precisa as falhas e confusões do técnico. Se fosse aquele teste da verdade teria acendido a luz amarela :)
Esse caso serve pra vocês entenderem que tenho motivos, bem claros, pra elogiar ou criticar este ou aquele(a) comentarista. Não é achismo, simpatia ou pela beleza. Ainda mais que se fosse pela beleza o Mauro Beting levaria nota 10! (isso é uma piada, ok?)
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adriana reidJá que falei em beleza, tem um caso que presenciei ainda na segunda passada. Foi no Record Notícias e envolveu a Adriana Loiraça Reid. Já falei sobre minha preferência pessoal e no quanto acho ela apreciável. Tanto vindo quanto indo… hehehehe.
Mas fica só por aí. Não misturo trabalho e prazer :) Então, na edição da segunda, a Adriana Reid, sem a presença do consultor para assuntos policiais, Rodrigo Lombardi, resolveu comentar o vídeo de um touro que foi acometido por um surto de “corno revoltado” e partiu pra cima do público, ferindo algumas pessoas. Não bastassem as caras e bocas que a Adriana faz costumeiramente, ela resolveu criticar a violência taurina: “Olha só que absurdo. Um touro com várias toneladas…”
Não sou criador de gado, mas… Touro com várias toneladas???? Seriam duas, três, quatro??? Se a Adriana conseguir achar alguns desses touros gigantes e gordos vai ficar milionária vendendo a receita pra engordar os animais.
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Não fiquem só lendo o Tevezona. Participem também do nosso FÓRUM e compartilhem suas opiniões. Temos vários assuntos interessantes e o cadastro no fórum não leva nem 1 minuto.

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November 16, 2010

Tele Sonho

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:08 pm
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silvio santos sbt
Hoje vou encerrar (até novo fato relevante) a questão do Sílvio Santos e suas empresas. Até porque já abordei o assunto em outras ocasiões. Nada é novo pra quem frequenta o Tevezona. Já falei antes e insisto: tudo isso é fruto de perfil empresarial do Sílvio Santos. Dele e de suas empresas. Uma situação que até pode ser legal (diante de nossas leis), mas nem sempre é moral ou correta.
Qualquer pessoa que volte sua atenção para analisar os negócios do Sílvio Santos há de identificar vários pontos nebulosos. Meio parecido com essa atual jogatina pelo celular (disfarçada de quiz), ou os antigos e famigerados bingos, as máquinas caça-níqueis, o 0900, etc… Alguns até se amparam em leis dúbias, mas não passam no crivo da ética. Mesmo diante da lei a atuação de algumas dessas atividades já foi condenada e proibida.
Pois os negócios do Sílvio Santos sempre lembraram loterias disfarçadas. Mesmo o hotel Jequitimar; dizem que a intenção inicial era construir um hotel-cassino. Como o projeto de liberar os cassinos nunca foi aprovado… Até o Baú, agora transformado em loja de varejo, sempre teve o foco em sorteios e prêmios. O que menos interessava era o carnê pago pelos clientes. Ainda mais que os produtos (posteriormente adquiridos pelos clientes) eram de qualidade duvidosa e de preço altíssimo. E nem venham dizer que estou de má vontade com o Sílvio. Já dirigi uma equipe de vendas (há muito tempo) e nosso público alvo era similar ao das empresas do Sílvio. Conheci até um vendedor do Baú (namorado de uma vendedora minha), que chegou pedindo emprego pois não aguentava mais aplicar o esquema para ludibriar donas de casa e vender mais carnês. Sei muito bem como é.
O mesmo vale pra Tele Sena. O pessoal da minha equipe adorava entrar numa casa e encontrar uma cliente da Tele Sena. Eles trocavam o nosso produto por uma Tele Sena vencida. Milhares de pessoas jogavam o título no fundo de uma gaveta e não iam resgatar a metade do valor “investido”. Sendo que o nosso produto valia aproximadamente a metade da Tele Sena. Então as pessoas recebiam 1/4 do valor inicial investido. Acham que as senhoras reclamavam? Nada!! Ficavam até “satisfeitas” por se livrar do papel amassado no fundo de uma gaveta. Provavelmente iriam jogar o título no lixo. Elas e milhões de outros clientes. Imaginem o volume que fica “perdido” e acaba retornando aos cofres da empresa. Sem falar que a Tele Sena é um título de DEScapitalização. Muito diferente dos títulos de capitalização vendidos pela Caixa, BB, Itaú e demais bancos. Mas isso não interessa aos clientes do Sílvio. O foco deles e da Tele Sena é o jogo. Querem o prêmio, não resgatar o título.
Até mesmo a Jequiti Cosméticos tem um pé na jogatina. Reparem na publicidade da empresa. Metade visa divulgar os produtos, a outra metade foca na participação no Roda a Roda e nos prêmios que vendedoras e clientes podem ganhar. A mesmo história de sempre, o Sílvio sabe mexer com o imaginário popular. E brincar com a sorte é um dos pontos mais notórios.
Caso duvidem de mim, vejam a atual propaganda da Jequiti. Diz que fez mais duas milionárias no Roda a Roda. As duas juntas ganharam 1 milhão. Nem preciso de calculadora para saber que cada uma levou 500 mil. Nenhuma delas está milionária. Se é que ganhar 1 milhão seja o mesmo que ser milionário. Talvez seja no imaginário e na ignorância das clientes do Sílvio. Pois é isso que conta. A imaginação, o faz-de-conta, o sonho… E nessa hora sai o empresário de atividades duvidosas e entra o animador de auditório. Rodando e dançando, rodando e dançando
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Pode ser coincidência, mas ontem, 15/11, vi uma interessante reportagem no SBT Manhã. A matéria falava maravilhas do novo perfil dos universitários no Brasil. Todos com acesso aos bancos das faculdades graças aos programas de transferência de renda, subvenções e ao aumento do poder aquisitivo das classes mais baixas. Nem o programa eleitoral do PT teria feito melhor. Não vou dizer que a matéria é mentirosa. É muito provável que o número de universitários das classes C e D tenha ultrapassado o das classes A e B. A questão não é essa, é aquele baita cheiro de “gorgonzola” e de matéria encomendada. E olha que o SBT tem um histórico vasto em reportagens de origem incerta e destino evidente.
Eu poderia falar um monte de coisas sobre a dependência do SBT; o auxílio gigantesco intermediado pela Caixa; a necessidade de receber verbas publicitárias das estatais; a manutenção da concessão… Não estaria mentindo. Mas… E as outras emissoras? São muito diferentes do SBT? São realmente independentes do governo?
Eu também poderia falar um monte de coisas sobre o PT, o governo Lula e sua frequente tentativa de controlar a imprensa. Não estaria mentindo. Mas… E os outros governos? Era diferente na época do FHC? Ou com o Sarney? Ou com os militares? E mesmo antes de termos a televisão, o Getúlio vivia brigando com os jornais que o criticavam. E antes do Getúlio, mesmo no século passado, sempre tivemos esse embate entre imprensa e o poder governamental. Antigamento se usava mais a força para controlar as vozes discordantes. Hoje se usa o poder econômico. Mas a intenção é sempre a mesma: controle.
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Podem até dizer que eu estou exagerando, mas sempre parto do princípio de que o veículo é tendencioso. Se favorece a situação é até fácil notar suas atitudes. Fica muito evidente. Se é de oposição pode até se fingir de “poder fiscalizador” por um tempo, mas também acaba revelando suas reais intenções. Ainda mais quando só enxerga defeitos no governo (federal, estadual ou municipal) que combate.
Jornalismo isento é quase uma obra de ficção. Não é fácil ver um desenho feito com tinta preta num papel branco. Está lá, imaculado. E a gente pode jogar a tinta que quiser. Vermelha, azul, verde, roxa… Qual será a cor da verdade???

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November 12, 2010

Baú Furado

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 7:52 pm
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silvio santos sbtOutro dia citei um comentário do Sílvio Santos, brincando com a administração de sua emissora, durante o recente Teleton. Era uma piada, mas tinha um grande fundo de verdade. Assim como é uma piada com uma enorme dose de verdade se dizer que:
“Um banco bem administrado é o melhor negócio do mundo. O segundo melhor negócio é um banco mal administrado.”
Talvez nem todos saibam (ou lembrem) mas há uns 10 anos várias corporações americanas foram afetadas por escândalos de fraudes contábeis. Várias auditorias e bancos acobertavam as fraudes e encobriram rombos gigantescos. O resultado final foram algumas condenações e várias empresas quebradas. Isso lá, aqui no Brasil…
Aqui estamos vendo essa recente crise do banco Panamericano afetando todo o Grupo Sílvio Santos. Justo o Sílvio Santos, que tanto critiquei aqui por ser um grande comunicador e um péssimo empresário. Critiquei tanto que recebi alguns xingamentos de pessoas que confundem o apresentador com o empresário Sílvio Santos. Enfim… Continuo achando o mesmo: o apresentador Sílvio Santos não merece o empresário Senor Abravanel. Um é antagonista do outro.
A situação do Grupo Sílvio Santos é complexa e sua crise vem se desenhando há muito tempo. Qualquer pessoa com um mínimo de conhecimento e fazendo uma análise mais detalhada iria perceber os erros grotescos e os desmandos administrativos. E as falhas são tão gritantes que nem é preciso ser especialista em negócios ou administração para notar o problema.
Eu não sou economista nem administrador. Nem vou me passar por eles como fazem alguns desinformados que propagam inverdades pela Internet. Algumas dessas inverdades são tão estapafúrdias que mais parece que foram plantadas para aumentar a crise e desinformar mais ainda os leitores/internautas. Então vou fazer algo diferente hoje, marcar alguns pontos e fatos, e cada um que escolha a sua conclusão.
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Vamos começar relembrando algo que escrevi há alguns meses, sobre a venda de parte do Panamericano para a Caixa Econômica. Confiram o texto AQUI (no 2º bloco). Já havia sido um negócio muito nebuloso naquela época. Hoje sabemos que a Caixa foi a maior prejudicada na transação, pagou por ativos que não existiam. Foi a vítima da fraude. Para exemplificar é como se eu vendesse uma fazenda dizendo que ela tem tantas benfeitorias e X cabeças de gado. Meses depois o comprador descobre que as benfeitorias são apenas 1/3 e os bois são a metade. E pior, existe um rombo gigantesco nas contas dessa fazenda. Pois foi isso que aconteceu. E que não me venha o ministro tal ou o presidente do BC dizer que é um negócio entre empresas privadas. A Caixa é uma estatal e usou dinheiro público num negócio altamente suspeito e fraudulento.
Mas voltemos quase 1 ano no tempo. O Panamericano estava no vermelho e vendeu 49% das ações por mais de 700 milhões. Volto a salientar que recebeu 700 milhões por ativos inexistentes. Talvez o valor correto fosse 400, 500 milhões, não sei dizer. Agora me digam, aonde foram parar os 700 milhões? Como um banco que recebeu tanto dinheiro pode revelar um rombo de 2,5 bilhões 1 ano depois? Que buraco sem fim é esse? Quem é o responsável pela fraude??
O maior prejudicado, até por não optar pela saída mais habitual, foi o próprio Sílvio Santos. Deu todas as suas empresas como garantia do empréstimo com o FGC. Aí sim, um negócio entre particulares e sem interferência direta do governo. Mas a minha pergunta não é quem vai pagar pelo rombo, quero saber quem foi o responsável pelo mesmo. Em países decentes sabemos o que acontece com esse tipo de fraudadores.
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No meio do dilúvio de mentiras que assolou a internet nas horas posteriores à divulgação do rombo li bobagens colossais. Em poucas horas já divulgavam notícias sobre a suposta venda do SBT. E até citavam o Eike Batista como provável comprador. Como se um empresário do porte dele definisse seus investimentos em 4 ou 6 horas. Ora, ora… E vamos entender outra coisa, o SBT foi dado como garantia do empréstimo ao Panamericano. Se eu dou um carro como garantia pela dívida do meu apartamento, não posso vender o mesmo no dia seguinte. O SBT só poderia (poderá) ser vendido com o aval do FGC. E o dinheiro (suponho) usado para quitar o débito com o fundo. Caso sobrasse, e só aí, o Sílvio poderia receber alguma quantia. Não é uma situação confortável.
Assim como não é fácil encontrar uma saída pro SBT. O Grupo Sílvio Santos vai precisar pagar mais de 300 milhões ao ano para quitar o empréstimo num prazo de 10 anos. Terá que cortar despesas e aumentar a receita. Medidas meio inviáveis num grupo tão mal administrado. O perfeito exemplo de administração familiar, centralizadora e incompetente.
Já circulam rumores de possíveis acordos com seitas evangélicas para a locação de horários na madrugada. Um fato extremamente negativo e lamentável. Especialmente porque a ausência de pregação eletrônica é um dos melhores diferenciais do SBT. E, num momento de crise, essa saída pode ter justificativa financeira. Mas só isso. O impacto dessa decisão poderá afetar o restante da grade e agravar a perda de audiência da emissora.
Sobre corte de despesas não li nenhuma notícia. Mas ela também é necessária. As contas do SBT, independente da dívida contraida, já apresentam um déficit de 40 milhões. Com tendência a aumentar!!
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Muita gente se pergunta se existe alguma saída pro SBT. Ou se é o caso de vender antes de perder mais valor. A minha resposta é simples: depende.
Sim, depende do dono. E eu falo isso sem qualquer tom de brincadeira. Não sou muito velho mas lembro da falência da Rede Manchete. Eu era muito menino quando ela foi fundada, mas durante a decadência eu já gostava de saber sobre televisão e lembro de muitas coisas. Sei que o nepotismo dominava a direção da Manchete e até alguns cargos menores. Ainda lembro que a emissora tinha uma dívida com o BB e foi impactada pela explosão da taxa de juros na época. E sei, de ouvir falar, que houve uma notória má vontade com a emissora por parte do governo de então. Diferente de outras ocasiões onde os governos socorreram e financiaram a Globo, a Record, o SBT e outras menos votadas. Parece que a Manchete incomodou mais do que deveria. E deveu mais do que poderia.
Sobre o SBT, depende. Depende do dono – repito. Se ele continuar achando que a emissora é seu BRINQUEDO, vai perder tudo. Se optar por uma administração profissional, competente e honesta, há salvação. Resta ver o que ele vai escolher.

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November 9, 2010

Record Nada News

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 6:03 pm
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record news logoAcho que quase todo mundo conhece a estória da hiena (sim, o animal). Tanto que nem vou repetir. Pois essa é a primeira analogia que me ocorre quando vejo a “reformulação” da Record News (após o segundo aniversário). E a expressão reformulação está cercada por aspas por razões muito claras. Não consegui identificar qualquer mudança significativa. Ficou só na maquiagem.
E olha que a Record News estava precisando (desde a sua inauguração) de uma “vitamina” por parte do dono. Não será dessa vez. Mudaram um apresentador, um outro, colocaram um programa aqui, o Jay Leno ali, mexeram na grade… Nada disso vai mudar sensivelmente o quadro atual. E vamos continuar sem um bom canal de jornalismo em TV aberta. Ainda bem que eu não me empolguei com o discurso de lançamento da emissora. Evitei uma frustração grande. E, convenhamos, vindo da Record não é recomendável termos grandes expectativas.
Agora, dependendo do nível de exigência do telespectador… Sempre vai ter alguém que ache sensacional a programação da Record News, suas entrevistas encomendadas, sua falta de equipe própria, as matérias reprisadas, os restos da Record espalhados na programação, os horários alugados, o Zapping sobre a Fazenda… Pra mim não dá. É muito pouco. Talvez eu tenha sido mal acostumado. Mas, vendo a audiência da Record News (numa média diária entre 0,2 e 0,3 pontos), acho que não sou o único.
E, posso estar enganado, tenho a impressão que o dono quer transformar a Record News em “Puliça News”. Está com toda a pinta…
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Não tenho mais acesso aos outros canais de notícia, Globo News e Band News. Só eventualmente assisto um deles. Mas parece que ambos passaram por uma reforma visual. E, ao menos, esses não tentam transformar a alteração em uma revolução. Não é correto.
Mas do pouco que vejo tenho que citar o Estúdio I, da Maria Beltrão. Eis um caso onde não consigo ser imparcial. É a situação oposta de outros casos onde eu já saio com uma tremenda má vontade. Com a Maria Beltrão não dá. Começa pela simpatia e termina na competência. Até o entrevistado ou o assunto mais sem graça ganha novos ares no programa dela. Chego a arriscar que ela sozinha já é a atração do Estúdio I, os convidados são dispensáveis.
Daí eu volto numa teoria que defendo há tempos. Certos nomes ficam “grandes” demais pra TV fechada. O caso mais recente é o Milton Leite, que a Globo demorou um “século” pra transferir pra emissora “mãe”. Pois a Maria Beltrão está nesse nível em minha opinião. Com o agravante de termos certos “zumbis” (já citei eles em outras colunas) atolados na grade da Globo. Não faltam espaços que a Maria poderia merecer na Globo. Resta saber quando a “gorda preguiçosa” vai se tocar.
Por outro lado, uma forte corrente entende que os melhores nomes e as maiores atrações devem ser reservados aos canais por assinatura. Até para servirem de incentivo aos assinantes. E o resto que seja jogado no “aterro sanitário” da TV aberta. Pois é…
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A Band faz cada uma… Qualquer pessoa que leia o Tevezona há mais de 3 meses deve lembrar do que falei na estréia do Formigueiro. Resumidamente disse que o programa era muito fraquinho pra guerra dominical e, no máximo, talvez conseguisse sobreviver num outro dia e longe de concorrentes fortes. Isso com muita boa vontade. Mas a direção da Band insistiu e teimou. Acreditaram que o selo “cuatro cabezas” iria garantir tudo.
Agora, depois de dar murro em ponta de faca, a Band resolveu mudar o programa pros sábados. Horário que anda largado na emissora desde a saída do Raul Gil. Então… Ficamos assim: o Formigueiro ainda é fraco, mas vai apanhar menos nas tardes de sábado. Não resolve o problema, ameniza.
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A saída do Formigueiro acabou ajudando o 3º Tempo e afundando ainda mais o Belas na Rede. Tudo bem que o Miltão recebe do futebol e a Paloma recebe de ninguém, mas… O Belas na Rede está com erro de rota. Precisa mudar muito: tempo de arte, posição na grade, foco, entradas ao vivo, etc… Do jeito atual não roda. Nem se tivesse 3 Palomas.

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