December 29, 2010

Criticando e Regulando

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:25 pm
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nadja haddad tevezona
Nos comentários da última coluna, aproveitando um pouco do tema, o Alexandre falou um pouco da relação entre a mídia e o governo e ainda passou um link com a opinião do Lula sobre uma possível regulamentação do setor. Eu já estava pra abordar o assunto há tempos mas a falta de espaço e a complexidade do tema acabavam emperrando a pauta. Mas hoje vai. E talvez siga em uma próxima coluna.
Para quem não leu a entrevista do Lula, ele defende uma nova regulamentação do setor, acha que é necessária, mas não tem um modelo pronto de como isso seria efetivado. Então vamos por partes, a regulamentação do setor de comunicações é uma medida necessária e urgente. Assim como ocorre em dezenas de outros setores, do comércio, indústria e serviços. A mídia não está acima do bem e do mal. Ainda mais quando num lado ela é concessão pública e no outro ela é prestadora de serviço. A empresa de energia de sua região não é obrigada a seguir as normas do setor? A empresa de planos de saúde não deve seguir a regulamentação na sua relação com o consumidor? Então por qual motivo uma emissora aberta ou uma Sky da vida estão livres de compromisso?
Mas, conhecendo a nossa classe política, é preciso definir com exatidão o objeto dessa regulamentação. O formato da concessão, o tempo, as obrigações, os direitos, as penalidades… E mesmo pras distribuidoras de tv por assinatura é necessário termos regras rígidas e punições efetivas. A situação atual é que não pode persistir. Temos uma lei de telecomunicações de 50 anos (totalmente anacrônica), cheia de remendos e de buracos. Liberam concessões de tv, leiloam áreas de tv por assinatura e pronto. Ninguém é mais responsável pelo abacaxi. E cada empresa atua conforme seu bel prazer.
Mas é bom deixar claro que isso não permite ao governo uma interferência na linha editorial ou na opinião de uma emissora ou de uma rádio. O jornalista deve ter liberdade para se expressar. E deve arcar com o ônus (ou bônus) de sua opinião ou informação. Ainda mais quando a nossa constituição nos garante a liberdade de opinião. É algo “chato” para aqueles que não suportam críticas. Mas é assim que funciona a democracia. E quem estiver incomodado que compre uma passagem pra China, Cuba, Venezuela…
Ainda que eu pudesse usar isso pra uma crítica barata, tenho que concordar com o Lula quando ele afirmou não ter um projeto pronto pro setor de telecomunicação. É 100 vezes preferível o presidente dizer isso do que se submeter ao “canto da sereia” de alguns coleguinhas do PT e soltar algum projeto destrambelhado e obstrutivo. Eu mesmo, pra ser honesto, não sei qual seria a melhor solução. Pelo nível dos últimos ministros das comunicações (do FHC até o Lula), é um perigo gigantesco deixar isso nas mãos de um único (incompetente) cidadão. Também não me agrada nada a idéia de criar uma agência reguladora pro setor. Pelo que vemos na ANAC, ANATEL, ANEEL e demais agências… Talvez um conjunto mais amplo de entidades e orgãos da sociedade, sem muita interferência política. Algo como um colegiado, sei lá… E daí esse colegiado puderia criar as regras básicas do setor (e isso ser transformado em PL) e julgar os casos de infrações extra-judiciais. Os demais casos poderiam ir pra esfera judicial mesmo. Se é que isso vá resolver…
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O lado “engraçado” dessa declaração do Lula é que ele defende uma posição e chega aos últimos dias de seu governo declarando isso publicamente e… Pombas!!! Foram 8 anos de governo e não apareceu uma brecha pra cuidar de um projeto pro setor de comunicações?? O que fazia aquele ministro falastrão que ocupou o cargo por um período considerável?? Lembram das promessas dele pra televisão digital?? Hehehehe… Se o Lula passa 8 anos, com maioria folgada no congresso, e não move uma palha…
Engraçado também foi ver uma entrevista do FHC (acho que na Band). Perguntaram para ele se sentia arrependimento por algo que não fez em seu governo. Daí ele vem e diz que deveria ter forçado mais no projeto de reforma política (ou partidária). Ora, ora, ora… Foram 8 anos de mandato, maioria no congresso, o “trator” do executivo nas mãos… E agora, depois de 8 anos de férias, ele vem falar que “deveria ter feito”…
Acho que os dois combinaram isso pra tirar um sarro com a minha cara. Só pode!
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Aproveitando o ensejo… No último encontro do Lula com a imprensa (no Palácio do Planalto), em meio a verborragia habitual, o Lula resolveu pinicar a mídia. Disse que a mídia não gosta de ser criticada e fica toda nervosinha com isso. Talvez fosse um recado pra A ou B, mas… Qual a grande novidade?? É fato que a mídia não gosta de críticas. Eu diria até que ela prefere mais ser criticada que incomodada. Incomodar é pior que criticar.
Agora, vamos pensar um pouco. Os políticos gostam de ser criticados? E o poder judiciário gosta? Os médicos gostam? Os artistas gostam de críticas? Ou os jogadores de futebol? Ou o técnico da seleção??? Oras… Mas é assim que a banda toca, sr. Inácio. A imprensa nunca vai gostar de ser criticada. Ainda mais que ela passa tanto tempo apontando os erros dos outros; esquece de ver os dela. Mas não custa lembrar um pouco dos erros dela. Mais ou menos como eu, modestamente, faço aqui no Tevezona (e que muitos estranham). Ou como o Lula pode fazer. Ou a Joana. Ou o Manoel… Só a d. Mafalda não gosta de criticar nada. Ela acha tudo lindo. É uma versão “fat family” da Hebe :P
Alguns dias atrás, vendo a reprise do Debate MTV, captei uma opinião muito correta. Acho que foi do próprio Lobão, diziendo que nossos artistas não suportam ser criticados. Mas adoram ser “fofocados”. E é uma grande verdade. Vejo isso aqui pelo site. Faço uma crítica pontual e embasada (quase sempre, já pisei na bola algumas vezes), e poucos aceitam ou entendem. Por outro lado temos centenas de sites de fofocas e futricos e a classe artística e famosóide adoooooora ser mencionada sobre seus namoros, cabelos, roupas, plásticas, tatuagens… Tudo que for superfúlo.
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Olha, cheiro de queijo estragado é algo que me incomoda muito. Ainda mais que dá pra sentir o fedor a milhas de distância. Pois bem, lembram da última coluna quando falei sobre o “horário eleitoral pago” que o Rogério Rosso recebeu no Record Notícias? Parece que meu olfato estava certo. Muito certo!!
Mas antes de seguir eu quero fazer uma pergunta: quantas vezes o governador do Estado de vocês compareceu “ao vivo” na bancada do SBT Manhã? Cinco? Quatro? Duas? Zero? Nada?? Mas que falta de moral. Pois o nosso “toro Rosso” estava todo faceiro na bancada do SBT Manhã de ontem. Falando sobre a Copa, rock, e seu maravilhoso desempenho em 9 meses de mandato. Pois é, “nóis merece”!!!

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December 25, 2010

Nada de Natal

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:49 pm
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sbt logoMas nem no Natal esse povo me deixa em paz. Sem falar que a ceia na casa da d. Mafalda, melhor nem falar no angú. Mas vamos lá, aos trabalhos.
Alguns dias antes do Natal vi umas reportagens dispensáveis no SBT. Ao menos dispensáveis e inapropriadas numa emissora que pensa em disputar o 2º lugar na audiência. A primeira reportagem foi sobre uma pequena orquestra executando canções natalinas na av. Paulista. A orquestra é patrocinada pelo Panamericano. A segunda reportagem falava sobre um prêmio (de nível duvidoso) que a Jequití havia conquistado.
Tenho 3 perguntas: se os fatos envolvessem outras empresas (fora do Grupo SS) teriam o mesmo espaço? O Panamericano e a Jequiti precisam de mais esse tipo de divulgação? O jornalismo do SBT merece ser rebaixado a tal nível?
E eu mesmo respondo:
1 – Não!
2- Não, elas já desfrutam de todo espaço, programas próprios e inserções comerciais na emissora.
2- Não. Ainda mais considerando que o nível já não é dos melhores.

Ainda tivemos um fato que não vi, mas li na Internet. Foi o caso de um vídeo (daqueles montados) exibido no B.O. com uma possibilidade de ser verídico. Francamente… Há uns 2 meses eu recebi esse vídeo de uma amiga que me perguntava se aquilo era real. A cena mostrava uma pegadinha que uma moça sofria e esta saia correndo assustada até a rua onde acabava “atropelada” por um carro. Eu nem parei pra analisar muito o vídeo, respondi que já havia visto vários vídeos montados e aquilo tinha todo o cheiro de uma brincadeira. De mau gosto.
No caso do SBT, é preciso muita atenção para que o departamento de jornalismo não seja a primeira vítima do desespero provocado pela crise. Pois se o nível for esse é melhor acabar com tudo e botar algum enlatado no lugar.
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Ainda nessa semana (terça ou quarta) eu vi outra situação lamentável na Record. E também no jornalismo “de primeira marcha” da emissora. Estava eu lá distraído, vendo o Record Notícias. Mais pela Daysa Belini (substituindo a d. Adriana Reid nestes dias), que pelo nível jornalístico da Record. Eis que, de repente e não mais de repente, chamam uma reportagem sobre o novo estádio pra Copa, no DF. Mostram parte das obras, a maquete, o governador… Daí entrevistam o governador, falam que ele pegou um governo em ruínas e paralisado e estava entregando mais de 580 obras no final do mandato tampão. E terminam a bagaça mostrando 2 ou 3 transeuntes falando que Brasília foi do inferno ao paraíso em 12 meses graças a atuação do Rogério “Enviado de Deus” Rosso. Mais parecia o horário político (pago por nós).
Nem posso dizer que fiquei surpreso, afinal era a RecordISTA mundial de manipulação. E nem vou perder 30 segundos da minha vida pra verificar o partido do governador ou quem apoia ele. Não importa. O fato real é que nossas emissoras são sempre governistas. Seja o jornalzinho de Cabrobó do Norte, seja a d. Globo. Um depende das verbas da prefeitura, a outra depende da publicidade das estatais… O resultado final a gente conhece bem. Quer dizer, conhece se prestar atenção. Nem precisamos de esforço mental, basta um pouco de atenção e dá pra ver umas 5 manipulações todo dia. Ou 6, ou 7, 8…
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Por falar na Daysa e no Record Notícias, hoje vi mais um pedaço do jornal. Feriadão sem assunto e a Record precisando encher linguiça por 60 minutos. Deu pena! Botaram um helicóptero numa represa, outro em Santos, e um link no Arpoador (Rio). E tome falar que a “praia estava superlotada” (e não estava); que “famílias inteiras” frequentavam a represa (famílias incompletas eram barradas na entrada); que as mães deveriam ter cuidado com os filhos (é mesmo?); que uma tal “senhora estava passando filtro solar” (que pouca vergonha, passando filtro solar em local público); que o sol “estava de rachar”…
A coisa estava tão cruel que num certo momento a Daysa confessou que estava com um desejo incontrolável de… De nadar na represa de Guarapiranga!!! Coitadinha da loirinha. Sem praia, sem piscina, sem convite pro clube, sozinha, largada na represa, usando uma lona de pneu velho como bóia…
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Nessa época do ano a programação da televisão é um porre. Vários programas já estão em férias, não temos eventos esportivos, e até o jornalismo fica “na banguela”. A sorte é que pouca gente repara na bagaça. Já eu… Fiquei contablizando: já assisti 538 reportagens sobre troca de presentes errados no Natal. Reportagens sobre reaproveitar as sobras da ceia de Natal já foram 617. Nos próximos dias vou fechar a contabilidade sobre as reportagens que tratam das superstições pra dar sorte na passagem de ano, sobre a moda pro Reveillon, sobre as ceias suntuosas nos hotéis da orla do Rio…
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Complicado foi tentar assistir televisão algumas horas depois da chegada do Natal. Acho que eram 2:30 da manhã e eu liguei a TV pra dar uma zapeada. Na verdade eu queria ver se a Record iria transmitir a missa do galo (hahahahaha). Mas, sério… Tinha um filme velho na Globo, outro velho e horrível no SBT, outra porcaria na Band, algum terceirizado na Rede TV… Daí fui até as nanicas. A Gazeta, MTV, Terra Viva e cia bela estavam com um maldito “ligue e perca” de Natal. Duas loucas fantasiadas de mamãe Noel e um rapaz de barba branca no meio. E tome arrancar dinheiro dos trouxas. Não aguentei nem 30 segundos e segui zapeando. Cheguei no Esporte Interativo e tinha uma senhorita de quatro. Sim, de quatro, usando um bíquini branco e exibindo um monte de tatuagens e silicone. Quase um clone da Penélope. Acho que ela tinha tatuagem até na tarraqueta!! E a moça, de quatro, começou a lamber uma bola de futebol… e foi lambendo…!!!! E daí eu me toquei do verdadeiro sentido do Natal!!! Sim, caros amigos, senti como se Jesus estivesse ao meu lado e soprando no meu ouvido:
- Desliga essa porcaria e vai dormir que você ganha mais!!!
Obrigado, Jesus!

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December 22, 2010

Buzanfa News

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:26 am
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Tô pagando 5 Reais pra quem me deixar assitir uma reunião de pauta do sr. Tavolaro e seus asseclas. Deve ser um show. Dos bons! E explico: Ontem, de tarde, eu ia zapeando sem rumo definido. Lá pelas tantas esbarrei na Record News, canal dos mais desinteressantes ultimamente. Passava a edição Sudeste do jornal da emissora, com a Aline Pacheco na apresentação. Havia um tempão que eu não via a Aline rubro-negra e parei uns segundos na Record B. E logo entra uma reportagem sobre a “nova” mania do verão carioca, os bumbums avantajados. É tão nova que chegou com a frota do Cabral!! É provável que vocês tenha visto a mesma reportagem no Domingo Espetaculoso, no Tudo a Ver, Fala Brasil… Nem vou reclamar disso, é o padrão Record de chatice. Interessante mesmo foi o tema. Acho que há umas 3 semanas eu havia citado uma reportagem parecida (no Record Notícias) abordando a conferida “buzanfélica” que alguns homens davam quando as mulheres passavam nas ruas. O tema é recorrente nas Organizações Macedo.
Mas a reportagem, começando pelo repórter baixinho e bombado (cujo nome não recordo), foi uma abundância de bobagens. Começou mostrando fios dentais na praia, passou pelas esculturas na areia, por um professor de ginástica especializado no tema, por um médico falando sobre a lordose, por um livro inglês sobre as “big butts” e, obviamente, a sra. Andressa Melancia na Fazenda Soares. Ah sim, não podiam faltar cenas da Fazenda. Mas o mais engraçado foram alguns entrevistados na praia, fazendo teatrinho. Um usava um jornal pra se encobrir enquanto conferia as buzanfas, um outro se ocultava atrás de um óculos escuro. E eles interpretando o papel de chupim!!! Hilário.
Passo 20 dias sem ver o “jornalismo de primeira” (só se for primeira marcha) e quando perco 2 minutos é pra ver isso. Eu mereço! Mas o pior da Record nem são essa reportagens apelativas e oportunistas. Elas me provocam mais o riso que outra coisa. O lado ruim da emissora é a manipulação. Aí, já diria o Britto Jr., o bicho pega!
E talvez com certa razão, a audiência do Jornal da Record anda sumindo, sumindo… Nas últimas semanas os números vêm derrapando na curva, 8, 7, 6… Tem dia que o Jornal da Record passeia pelo 3º lugar, ou 4º em alguns minutos. Talvez não seja casualidade. Pode ser um recado.
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paulo bonfáEm meio às centenas de bobagens e erros praticados neste ano, a MTV acabou demitindo o Paulo Bonfá (o moço de Birigui) e Marco Bianchi (ou Binachi pros íntimos). Fim do Rock Gol. Mais um fato que comprova o fato da emissora estar num momento “cachorro que caiu da mudança”. Não sabe onde está e nem pra onde vai. E tome programa de quiz!!
O lado bom da coisa é que o programa já estava esgotado mesmo (e perdido na grade da MTV) e o Bonfá e Bianchi podem buscar novos rumos. Como diria o próximo presidente do Brasil (em 14): pior que está não fica. Não será muito difícil pros dois arrumarem uma nova emissora.
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Aproveitando a deixa… Algumas semanas atrás eu falei que um dos problemas do esporte da Rede TV era a falta de identidade. É uma mistureba que quase sempre não combina. E, gosto pessoal, acho que uma opção bacana seria montar por uma equipe jovem, informal, descontraída, técnica… Já existem alguns nomes lá que se encaixam nesse padrão. Outros poderiam ser trocados, ainda que paulatinamente. Outros nomes deveriam ser trocados com urgência. E o Bonfá poderia ser uma opção legal pra narrador. Talvez não tão escrachado como no Rock Gol, mas pegando aquilo como base. Digamos que poderia ser um novo Sílvio Luiz. Apesar de odiar essa coisa de novo fulano, novo beltrano… Foi só um exemplo.
Uma outra opção poderia ser o Bonfá no Esporte Interativo. Mas aí fica a questão: se a emissora não consegue manter os atuais profissionais, como contratar novos? E olha que o padrão salarial da MTV é mais alto que do EI.
No caso da Globo, Band ou Record é uma canoa furada. Só valeria pro Paulo Bonfá pelo lado financeiro. Ele ficaria como um peixe fora d’água numa dessas emissoras.
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E por falar na MTV, estou muito curioso pra saber o que a emissora pretende pro ano que vem. Precisa se reiventar. A atual fórmula está esgotada. Há muito tempo. Praticamente só se salvam os programas de humor. O resto…
Outra que precisa se coçar é a Gazeta. Durante todo esse ano ficou nas promessas. Novos equipamentos, novos estúdios, novos contratados, novos programas… Tudo bem que não se faz isso em 1 dia, mas também… Paciência tem limite. E o meu limite já foi ultrapassado.

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December 19, 2010

Quem Erra Menos

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:34 am
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Vou usar esse final de ano pra abordar vários assuntos pendentes e ver se deixo a pauta mais leve. E olha que tem muito assunto. Muitos e variados. E começo com uma questão levantada pelo Leonardo, sobre as séries que a Globo andou exibindo recentemente. Preciso ser franco e confessar que não vi mais que alguns minutos aqui ou acolá. Mas sei que a audiência não foi das melhores. Independente da qualidade das produções.
Na minha opinião o problema dessas séries nem é a qualidade em si. Mesmo não sendo um grande fã do gênero, tenho que admitir que (na média) o texto é bom, a direção é eficiente, o elenco, a arte… Um exemplo perfeito é qualquer produção do Luis Fernando Carvalho. Quase sempre o produto recebe um acabamento esmerado, quase cinematográfico. E quase sempre é um fiasco em termos de audiência. Ainda mais quando a concorrência vai ficando mais acirrada e as outras emissoras apresentam produtos com grande apelo popular. Caso da Fazenda, por exemplo.
Posso estar enganado mas acho que esses produtos ficariam melhor em televisão fechada. Ou, se em tv aberta, em dia e horário menos disputados. Ou, talvez, com outro formato de exibição, semanal.
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Meio ligado no assunto acima, lembro de sempre ler que a tv fechada anda (cada dia mais) tirando audiência da aberta. E o canal Viva é citado como exemplo do fenômeno. Curiosamente outro dia vi um pouco do Viva quando seu sinal apareceu no canal “reservado” da TVE da Bahia no B4. Deixaram o sinal aberto por coisa de 1 hora e estava passando uma novela no horário.
Mas o sucesso do Viva não me surpreende. Não gosto de falar muito da minha preferência pessoal, mas… Quem lê a coluna sabe muito bem o quanto critico as grandes redes. E já falei milhares de vezes que pouco assisto de sua programação. O que vejo no horário em que o povo assiste novelas de terceira e realities de quinta? Simples, vejo programas alternativos na nanicas. E quase sempre são filmes, seriados, desenhos e programas que já fizeram sucesso nas grandonas. Ou que não tiveram espaços nessas por não serem muito populares.
Sei que nos EUA existem alguns canais focados em produções antigas. Vários, e quase todos em TV fechada. Mas no Brasil a TV fechada tem pouca penetração (ainda) e seria mais viável um canal desses em UHF (e parabólica). Não que vá brigar por audiência com as grandes redes. Mas, vendo o Ibope da Record News, da CNT ou da Gazeta, ele não faria feio.
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Outro dia falei sobre as recentes mudanças na Globo e disse que os “gênios” de lá sabiam como se faz televisão. Parece que minha declaração ficou mal explicada. Eu não quis dizer que eles sabem tudo e acertam sempre. Nem de longe. Eu quis dizer que eles sabem a receita. Já tem o manual pronto, mesmo que nem sempre o sigam. Como exemplo:
- Ao contrário da Band, a Globo sabe encaixar uma grade e transferir audiência de um programa pro outro.
- Ao contrário do SBT, a Globo não altera a programação de acordo com o humor dos donos. Nem estréia um programa (sem aviso) num dia e corta ele (também sem aviso) no dia seguinte.
- Ao contrário da Rede TV, a Globo sabe definir direitos e deveres com suas afiliadas. E nunca esquece de divulgar seus produtos.
- Ao contrário da Record, a Globo não transforma sua programação numa massaroca sem sabor. Tenta não cansar ou irritar o espectador.

Basicamente é isso, a Globo deixa os erros primários pras concorrentes. Não que ela não cometa os dela. E olha que eu nem abordei os erros técnicos. Dificilmente teriamos na Globo o bug colossal que ocorreu no Pânico de 2 semanas atrás.
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Programa sobre automóveis é um grande negócio na nossa televisão. E eu falo grande com $ maiúsculo :P Pois teremos algumas mudanças nesse setor em 2011. Junto com a Itaipava GT, o Auto Mais vai fazer as malas e mudar pra Band. Espero que num horário mais interessante que o atual, na Rede TV. Resta saber se a Rede TV vai criar um novo produto ou focar apenas nas corridas.
Outra novidade pode ocorrer na Record. A produtora do Auto Esporte terminou com a Globo e pode se mudar pra Barra Funda. O que seria muito bom pra Record.
Aliás, até hoje não entendi o motivo da Record não investir em programas diferenciados pro sábado e domingo. Ficam sempre no papo que querem um clone do Globo Rural, um clone do PEGN, clone do Auto Esporte… Até hoje não sairam do papel.
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Por falar na Record… Eu sou meio madrugador. E em outros tempos, até por falta de opção, assistia o Fala Que Eu Te Escuto em algumas oportunidades. Não por interesse direto, mas pra analisar a falácia dizimística. E lembro muito bem do discurso dos bispos e pastores sobre a programação da Globo, as novelas da Globo, o Big Brother, o carnaval… Não lembro mais o nome dos bispos que apresentavam o programa na época, mas o discurso eu sei bem. Tudo que passava na Globo era coisa do capeta e a Record era a imaculada e honrada donzela do castelo.
Nunca engoli esse discurso. Ainda mais partindo de quem partia. E mais ainda por não suportar falso moralismo. E muito mais por achar que os atos valem mais que um discurso vazio.
Felizmente o tempo é justo e implacável. E as imagens falam por si:
fazenda da sacanagem

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December 17, 2010

Três É Demais

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 1:30 pm
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Hoje é um daqueles dias que certas senhoras (e tias velhas) não gostam muito. É mais uma atualização do Belas & Barangas. Como ninguém anda pedindo alguma bela em especial (ou colaborando com fotos) , vou escolher duas moças que, mesmo não sendo assombrosamente belas, possuem encantos muito particulares. E uma terceira que já passou aqui, mas merece o repeteco.
A primeira bela de hoje é uma repórter da Globo do Rio. Acho que todo mundo já viu alguma reportagem dela no JN ou Jornal Hoje. É figura habitual, mesmo para quem não é do Rio. Falo da Mila Burns. Começamos pela competência da Mila e terminamos em sua simpatia e jeito doce. Diria que ela é cativante. Vejam o sorriso da moça e digam se estou mentindo:

mila burnsmila burns repórter globomila burns foto
fotos mila burnsmila burns repórterfoto mila burns

A segunda escolhida de hoje é a atual moça do tempo do Jornal da Record, Patrícia Costa. Já faz um século que estou catando alguma foto dela e é quase impossível. Uma pena. Quem já viu a moça no quadro do tempo deve saber que ela tem adjetivos (e substantivos, e predicados, e advérbios…) que requerem mais que uma simples foto. Não sei vocês, mas o que menos observo é o mapa ou as nuvens ao fundo do quadro. Não dá pra enxergar muita coisa quando as curvas da Patrícia Costa estão em primeiro plano. Mas hoje fica só esse registro. Quando encontrar fotos melhores, prometo, farei uma nova publicação pra ela.
patrícia costa jornal record

E antes que venham reclamar, as fotos estão em miniatura (e thumb com tamanho fixo fica cortado mesmo). É preciso que cliquem nelas para ver a imagem em tamanho maior. Caso se interessem pelo assunto, é claro.

E, com toda a justificativa do mundo, por razões óbvias e maravilhosas, o repeteco de hoje é aquela lindeza de repórter da Globo de São Paulo, a Daiana Garbin. Mas a foto está no fórum do Tevezona. Cliquem AQUI pra ver se tenho motivos ou não pra me derreter tanto pela loiraça.

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December 14, 2010

Telefone e Perca

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:07 pm
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Vi a estréia do Telefone e Perca no SBT e gostaria de pedir a ajuda dos leitores sobre um ponto que não entendi. Tudo bem que meu QI não é lá muito alto mas fiquei totalmente perdido num detalhe: programa ao vivo em rede e gravado em alguns Estados. Ok, isso não é problema algum, centenas de programas são assim. O problema é que na jogatina telefônica do SBT o espectador participa tentando acertar algumas questões. Acontece que, sintonizei na Alterosa e a Helen Ganzarolli (num delicioso vestido curto e colante) estava perguntando o nome de vários animais. Beleza, não perdi meu tempo e fui assistir algo mais proveitoso. Um tempo depois voltei a passear pelos canais e vi a mesma parte do programa no SBT de Belém. Lembrem-se que temos o fuso horário no Brasil. Grande parte do Norte e Nordeste estão com 1 ou 2 horas de diferença em relação ao horário de Brasília.
Como é que fica a bagaça?? Quem está nos estados do Norte e Nordeste participa da jogatina? Só assiste? É prejudicado? É beneficiado?? Alguém da comunicação do SBT poderia explicar isso? Não pra mim, nunca vou ligar, mas pros tontos que gostam de ligar pra um celular com um DDD distante.
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Ainda no Telefone e PERCA, além das pernas deliciosas da Helen, tivemos o momento pastelão. Quase corri pra gravar o vídeo, mas deu preguiça e deixei pra lá. Pois num certo momento, onde os otá… participantes precisavam descobrir o nome de animais com a letra C, liga um tal de Manoel. Daí a Helen pede:
- Me diga um animal com a letra C…
- … PORCO!!
(hahahahahaha)!! Juro que ouvi isso. Daí a Helen lembrou ao Manoel que porco não começava com C. E ele:
- Ah… Luta Lerda!!!
(hahahahahaha ²)!!! Tive pena da Helen. Tão bonita, tão gostosa, tão sorridente… E tendo que ganhar a vida trabalhando na madrugada. Até conheço algumas moças assim, mas não tão belas. Infelizmente…
Aliás, aproveitando, vou lembrar que a Helen Ganzarolli tropeçou em vários momentos. Um erro aqui, outro ali, mais outro… Muitos erros em se tratando da “mulher maravilha”. Mas nem vou reclamar não. Imagina só: de madrugada, em pé, com um ponto no ouvido, puxando a saia pra baixo (pois esta teimava em subir pelas coxas da morena), falando com um monte de palermas, quase 2 horas de programa no improviso… Ninguém passaria sem alguns erros. Ou muitos!
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Não sei se foi o 1º dia mas na Segunda eu atentei pro horário de encerramento do Bom Dia Brasil. Agora acaba as 8:30, extinguindo o Radar local e comendo alguns minutos do Mais Você. Tudo isso pra tentar frear o crescimento do Fala Brasil. E olha que o Fala Brasil não é essa maravilha toda, nem de longe. O problema está na Globo, já falei 100 vezes sobre isso.
Por menos que eu goste da Globo, tenho que admitir que eles sabem fazer televisão. Ainda mais porque os “gênios” ganham muito bem pra isso. O que falta lá é atitude. Falando em português claro, falta um macho pra dar um soco na mesa e tomar as decisões urgentes. E, parece, com um longo atraso, eles resolveram se coçar. Começou com o fim do Casseta e Planeta, agora com a (insuficiente) espremida no Mais Você e creio que teremos mais mudanças em breve. Não que eles queiram, mas porque precisam. E pra ontem!!
Mas diferente de outros casos, onde afirmei que os “gênios” não entendem do riscado, no caso da Globo o problema é outro. Eles sabem muito bem onde está apertando o calo. Bem melhor que eu.
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O pessoal que acompanha o Tevezona deve lembrar muito bem que falei diversas vezes no “zumbis” da Globo. Esses que começam a ser removidos, ainda que lentamente. Mas isso não é privilégio desta ou daquela emissora, acontece.
Pois ontem tivemos o encerramento da passagem da Hebe no SBT. Parece que as duas partes não tinham mais interesse no “casamento” de 25 anos. E acho que foi melhor assim. Independente de eu não gostar da Hebe (mas a respeitar pelo histórico), foi a melhor decisão. O programa era um outro “zumbi”. Sem sentido e sem utilidade. Um show cansativo de frivolidades, amenidades, confetes, beijinhos e abraços. Não fará falta.
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Editado após escrever a coluna:
1- Ao que parece, pela coluna Ooops, a Hebe está acertando com a Rede TV. Ainda mais sabendo-se da amizade com o Amilcare, faz sentido.
2- O leitor Ramon informa que o Sílvio decidiu acabar com o Telefone e Ganhe. Preciso confirmar o fato ainda. (15/12 – fato confirmado – possivelmente um recorde mundial de programa mais curto. Provavelmente nem piloto teve)

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December 11, 2010

Quem Quer Perder Dinheiro?

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 5:12 am
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helen ganzarolli sbtOntem, rodando pela Internet, vi a nota do Ooops informando que o SBT irá trocar os seriados da madrugada por um programa de jogo via telefone. E o tom da notícia era de algo novo e radical dentro da grade do SBT. A salvação da lavoura.
Ora, ora, ora… Sem desmerecer o colunista, mas… Aonde vives??? O que mais tem no SBT é jogatina e “brincadeiras” que apenas exploram a desinformação e a cobiça dos espectadores. Já falei sobre isso por diversas vezes aqui no Tevezona. Até chegar ao ponto de ser cansativo. As modalidades mais recentes de jogatina promovida pela emissora são o “páreo da sorte”, com o Ratinho e um outro esquema com “carros de montão”. Se a gente voltar um pouco no tempo vai lembrar de outro jogo, envolvendo um gol do Pelé, durante a Copa do Mundo. E voltando mais ainda podemos recordar de inúmeros programas e promoções envolvendo celular, torpedos e prêmios. Se a gente voltar 10 anos no tempo vai lembrar do Show do Milhão e da revista que as pessoas deveriam comprar pra poder participar do programa. Mesmo os outros negócios do Patrão (Telesena, Baú Panamericano e demais empresas) sempre se valeram de sorteios, prêmios e ações do tipo.
Francamente… Fiquei lendo a notícia e analisando como a situação é curiosa. O Sílvio estava com propostas pra alugar horários na madrugada pra seitas evangélicas e levantar centenas de milhões pra socorrer seu grupo. Mas, num ato de “profunda responsabilidade social” preferiu ampliar o “cassino Brasil” e arrecadar esse dinheiro de milhões de espectadores desavisados. Tocante!!
Vendo por esse prisma fico me perguntando porque as empresas acabam falindo no Brasil. Quanta burrice! Se estão no vermelho basta inventar uma loteria, bingo, rifa, pôquer, caça-níquel… É tão simples.
Mas, não custa lembrar, a jogatina pelo celular não é privilégio do SBT. Está alastrada, especialmente nas emissoras menores: Rede TV, CNT, Gazeta, EI, MTV, Terra Viva (!!) e demais nanicas. E nem percam tempo pra me dizer que as emissoras apenas alugam o horário e não tem responsabilidade pelo conteúdo. Tem sim!!! Elas veiculam os programas e ganham muito dinheiro com o lucro monstruoso gerado pelo cassino disfarçado. Ou nem tão disfarçado assim!
E também já passou da hora do governo meter o dedo nessa questão. Até porque não gosto muito de hipocrisia. Ou legaliza o jogo e cada um monta uma banca na esquina ou acaba de vez com essa palhaçada. Do jeito que está é que não pode ficar.
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Não é muito comum a gente ver algo que preste nas TVs públicas. Especialmente considerando o dinheiro investido pelos governos para manter as emissoras. O retorno é irrisório. Mas existem algumas excessões. Ontem mesmo eu estava vendo o novo Jornal da Cultura. O tema principal era a indústria do amianto, contra tudo e contra a saúde pública. Assim como eu já havia visto o telejornal em outras ocasiões; apesar do horário ingrato. E tenho que admitir que o formato atual, com convidados e mais analítico é uma boa saída. Ainda mais considerando o horário (após a maioria do telejornais em TV aberta) e a falta de estrutura e equipe da Cultura. Não dá pra competir com as grandes redes, é melhor optar por um formato diferente.
Pena que, talvez por um problema meu, não consigo confiar muito na independência das emissoras públicas. Sempre sinto um cheiro de queijo estragado. E talvez haja um queijo estragado. Mais aqui, menos ali… Basta lembrar que recentemente tivemos um apresentador da TBC pedindo demissão ao vivo. Ou recordar as últimas interferências e demissões na direção da Cultura. Ou a constante presença dos governadores na Paraná Educativa ou na TVE da Bahia.
Pois é, talvez eu esteja vendo coisas. E talvez apareça algum funcionário de uma das citadas para dizer que estou inventando, que estou fantasiando… Não será a primeira vez :)
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Aproveitando que elogiei o Jornal da Cultura… Vi um pouco de um seriado interessante por lá. Chama-se “Tudo Que É Sólido Pode Derreter”. Mas vou deixar claro que só vi uns pedaços; mais pra analisar. O seriado é voltado pros adolescentes (ou público feminino). E esse não é bem meu perfil. Mas fica o registro, de um bom produto, e a dica pra quem gostar do assunto.
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Agora vou sair da pauta e brincar um pouco. E já adianto que não estou avacalhando a campanha da Rede TV em prol do Hospital de Câncer de Barretos. O hospital é sério e merece a ajuda de quem puder colaborar. Mas, pegando o exemplo, resolvi criar a campanha em prol do…
Hospício do Corinthiano Barrento.
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