Saiu Atirando
A edição de hoje vai fugir um pouco do tradicional. Será um pouco mais amena. Principalmente por causa de dois vídeos (links) enviados por leitores. O primeiro link foi do Alexandre, mostrando a despedida da Keyla Lima do Manhã Maior. Eu não havia visto a cena, mas tenho que admitir que a Keyla teve peito (no sentido figurado também). Já falei tanto da primeira-dama da Rede TV que nem vou me repetir. A robô já consegue respirar e pensar ao mesmo tempo. Mas não passa muito disso. E a Keyla tem bastante razão ao falar das condições de trabalho da produção e da gigantesca dificuldade do robô Albuquerque (especialmente nos primeiros tempos). Só achei dispensável a parte onde ela “passa o currículo” e diz que em poucas semanas estará em outra emissora. Não precisava disso.
O curioso da cena foi a Keyla tirando o fone do ouvido pra não ter que ouvir os berros da direção enquanto mandava seu recado. Assim como foi meio engraçado ver a robô tentando rebater as críticas e se justificar. Para quem ainda não viu, eis o vídeo da despedida:
Mas vamos ser realistas, a Keyla não sabia (há séculos) que a outra é intocável? Já não havia vistos tantos colegas indo e vindo e nada de trocar o “software” da robô? Será que a Keyla Lima acreditava tanto assim em gratidão, lealdade e amizade na televisão? Pode até existir, mas é algo de uns 6 ou 7. Mas, enfim, mesmo não sendo o maior problema do programa, acabou limada.
Também é bom dizer que a Regina Volpato não tem nada com isso. Foi contratada, acertadamente, e vai tentar fazer o trabalho de duas. E é bom que não espere muito reconhecimento pelos (futuros) serviços prestados. Lá só reina uma. Duas, no máximo. E eu quase diria que é uma pena a Regina Volpato estar no Manhã Maior. Ela não merece tal “castigo”. Mas também não é legal ver uma apresentadora tão competente e simpática fora da televisão. Sem falar que é uma das melhores MILF da tv brasileira. Mas isso é secundário, ela não deveria ter ficado tanto tempo afastada. Especialmente quando vemos o nível de umas e outras. Ou quando ficamos sabendo que a Band passou os últimos 7 mêses tentando trazer a Márcia Goldsmith de volta. Aí é dose pra mamute.
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Até imagino que algum leitor irá comentar algo sobre os critérios de contratação (e demissão) das emissoras brasileiras. Eu já falei sobre isso em várias oportunidades, não vou repetir tudo. Mas basta fazer uma lista rápida e conferir que, via de regra, contratam filhos, esposas, namorados, amigos… É a patotinha. A capacidade profissional é algo que só aparece em 5º plano. Ou nem isso!
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O segundo link foi enviado pelo Marcos Giani e mostra um trecho muito interessante da passagem do Vídeo News pro Brasil Urgente. E chega a ser hilário. Mas dessa vez eu sou obrigado a concordar com o Datena. Acreditem, o Datena ficou 3 minutos e só disse verdades. E a Nadja Haddad merecia mesmo ouvir umas “poucas e boas”. Quem mandou ser bonita assim? Agora aguenta. Ainda mais que o Datena já anunciou que costuma usar aquele remédio azul. Sem bem que, muito provavelmente, o namorado da Nadja não precisa desse tipo de estimulante. Tô certo ou tô errado? E bota o vídeo na tela, Latino:
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Vou aproveitar a informalidade dessa coluna e contar um fato curioso, prometido há algumas semanas, quando critiquei a imprensa esportiva. Não contra uma brincadeira aqui, uma ironia ali, só peço que os caras tenham um pouco de capacidade e lembrem que a sua função principal é passar informações. Cresci ouvindo (e lendo) gente que me acrescentava coisas. E aprendi muito (sem falsa modéstia). Mas agora tenho que aguentar, salvo raríssimas exceções, um boçais que nada entendem de esporte ou de assuntos correlatos.
O fato interessante que vou contar é sobre o Adriano; e não vi nenhum jornalista mencionar isso. Vocês sabem que a imprensa italiana (especialmente) adora dar apelidos aos jogadores. Quase todos os jogadores famosos recebem um superlativo. E, até por ser homônimo, o Adriano foi comparado ao antigo imperador romano. E adotou o apelido, com galhardia e satisfação. Logo o Adriano, que tanto se gaba de pegar milhares de periguetes. Faltou alguém contar ao Adriano a verdadeira história do imperador. Talvez até por poucos saberem do fato. Mas… O fato real é que o imperador Adriano, apesar de casado, não dava muita bola pra rainha. Ele gostava mesmo era de rapazes. E muito. Já coroa ele conheceu e se apaixonou por um jovem. E dedicou toda sua atenção ao rapaz e ao governo. Bom governo, por sinal. Até que, certo dia, o rapaz morreu dramaticamente. E Adriano, o imperador, pirou na batatinha. Desconsolado, ele largou o império, os amigos e foi viver seus últimos dias numa luxuosa vila que mandou construir. Pois é, a história também é uma caixinha de surpresas

