Essa aí tem um eleitorado bem grande. Nem sei se merece tanto, mas… Eu lembro da Rosana Jatobá ainda repórter da Bandeirantes, na Bahia. Daí foi pra São Paulo e logo depois estava na Globo. E, na falta de coisa melhor, botaram a baiana como garota do tempo. E esse negócio de garota do tempo é mais uma daquelas invenções dos estadunidenses. Pode ser usada, mas é totalmente dispensável.
Mas a função é útil para empregar mocinhas marromenos bonitinhas. Basta que saibam ler duas frases no teleprompter e ter uma boa coordenação motora. É isso…
Agora, a Rosana… É curiosa. Já achei ela mais interessante. Hoje nem sei mais. Não é feia, nem é bonitona. É estranha. E muito pouco fotogênica. Se é pra saber do tempo prefiro a Flávia Freire, na categoria “princesa”. Ou ainda a Adriana Reid, na categoria “gostosona demais”. 
Pois é… A Rosana é nebulosa. Tempo nublado, com pancadas no final do período.







Já que ninguém aparece aqui pra elogiar ou pedir alguma bela, vou tacar outra baranga na fila das “enganei todo mundo”. Ou quase todo mundo… Essa moça é um retrato perfeito de certas coisas muito comuns nos dias atuais: a imbecilização das massas, a supervalorização da imagem, o mega poder da mídia, a produção industrial de ídolos, etc…
E é também um bom exemplo da eterna luta entre o bem e o mal. O diabo usa seu assistentes (produtores musicais e empresários artísticos) para criar falsos ídolos e se apoderar da alma (podre) de nossos jovens. Mas aí entra Deus, que não é nada bobo, e cria o DADI (Dispositivo de Auto Destruição de Ídolos) e acaba com essa farra 
Pouco adianta as forças do mal criarem falsos ídolos em qualquer canto deste vasto mundo. Nem adianta que a moça seja o sonho de consumo ideal do povo ianque (e americano, e do norte, e dos states). Não adianta se passar por uma teenager sexy e supostamente virgem. O DADI está implantado no vácuo craniano e será acionado quando menos se espera. E aí a moça vai encher o pote, vai fumar bagulhos, vai cheirar carreiras, vai aparecer com a periquita de fora, vai derrubar os filhos no chão, vai dar (aquilo que é dela) para qualquer retardado… E vai destruir a falsa imagem que foi criada.
E assim temos a verdadeira Britnéia da Silva Spears: wasp, branquela, feia, gorda, chapada, chata e BARANGA! Chorem, fãs imbecilizados. A Britnéia é barangona, mocréia, chinfrim e chulézenta. Essa é a real…


Esse Pan pode ter rendido muitas medalhas mas não foi tão pródigo em termos de musas. Quase nada de interessante. E olha que a mídia fez bastante força para encontrar alguma beldade. Só que não deu. Mas vou aproveitar para fazer umas menções honrosas aqui. São 2 atletas e 1 jornalista, que, se não são fantásticas, merecem um pouco de atenção.
Flávia Delaroli - acho ela bem interessante. E, diferente da maioria das atletas, tem jeito de mulher, cara de mulher, corpo de mulher… Acho que vocês me entendem. E a Flávia ainda é bem simpática. Merece a presença aqui:


Juliana Veloso - tá bom, não acho ela tão bonita de rosto, mas… Ela tem um bocado de coxa. E nesta foto o ângulo mostra bem o corpo da moça:

Beatriz Castro - essa é uma das melhores repórteres da Globo. Pena que vive “escondida” lá em Pernambuco e não marca presença no eixo Rio-São Paulo. E não tem o reconhecimento que merece. Mas ela acabou sendo chamada para a cobertura do Pan no Rio e manteve a competência habitual. E, apesar da idade, acho que ela ainda dá um bom caldo. Dá pra perder uns 30 minutos aí. Melhor pro Francisco José

A história começou com a mãe, a tal garota de Ipanema. Se bem que isso é mais folclore do que a pura realidade. Mas foi a versão que funcionou e deu notoriedade a menina que vem e que passa. Daí vieram as filhas: a primeira não seguiu a trilha da Helô, a segunda ainda tentou mas não foi muito longe. Então sobrou a mais nova, Ticiane. E ela tentou, tentou, posou nua… Mas o máximo que conquistou foi uma figuração no Zorra Total.
E foi aí que surgiu um príncipe encantado… A, tá bom, não era um príncipe, era um coroa milionário. E isso é muito melhor para a mulherada de hoje em dia. E o velho milionário gostava de umas mocinhas loiras. Já havia se casado e namorado com várias. E ele catou a Ticiane também.
Mas o coroa topetudo não era só rico, era poderoso e influente na mídia. Tinha até um programa para aprendizes numa emissora rica e perdulária. E aí a Ticiane conquistou sua Simple Life. O seu lugar ao sol. Mas um lugar ao sol na beira da piscina, com um bom filtro solar, com uma champagne gelada, um mordomo pra servir uns comes e bebes…
Não é uma romântica história de amor-tadela entre um rico topetudo e uma bela loirinha? Meia boca, né?! Ainda mais que a loirinha não é tudo isso. O corpo parece uma tábua - como vocês podem conferir nas últimas fotos da Vip. A cara também não ajuda muito. Pelo menos eu não gosto nada. E com essa foto daqui só posso colocar a Ticiane Pinheiro na fila das barangas. E passar bem!
Essa semana (passada) eu vi uma matéria na Quem (revista de bobagens da Globo) e tinha uma seleção de “belas” de diferentes idades. Algumas até pode ser, mas é uma lista muito fajuta e feita só pra encher linguiça. E a Letícia Spiller estava na capa, junto com outras duas das escolhidas. Mas não dá, né gente?!
Ela começou como paquita e não era das melhores. Só mesmo a Xuxa pra adorar a Letícia. Daí foi fazer novelas e causou um furacão com a Babalu. Era o sonho de consumo dos barbados de plantão. Depois ela foi mudando bastante o visual: loira, morena, ruiva, de cabelo comprido, curto… Mas nunca foi meu tipo. Muito menos um padrão de beleza para estampar capas de revista.
Não sei como a Letícia é na vida pessoal para falar, mas não passa no teste para Bela do Tevezona. Fica mesmo na categoria Barangas. E tem a foto aí para comprovar a dura realidade.