Publicidade e Afins
Uma das coisas mais comuns em telejornais e programas atualmente são aquelas reportagens de utilidade pública. Sejam sobre direitos do consumidor, sobre higiene, conservação de alimentos, vida saudável, riscos da auto-medicação… Tudo muito louvável e útil num país como o nosso. Mas… Eu já vi mais de duas dezenas de reportagens alertando sobre os perigos da auto-medicação e a “empurroterapia”. Só que, passam dois minutos e entra o intervalo comercial. E cerca de 80% das propagandas de remédios em nossa televisão segue o mesmo roteiro: um artista famoso encontra alguém no balcão de uma farmácia e já sai indicando o produto X para dores, febre ou resfriado. Tudo bem que são remédios que não necessitam de prescrição médica para serem vendidos. Mas a mensagem que o espectador assimila é de que deve seguir recomendações médicas de qualquer um: a vizinha, o colega de trabalho, o balconista da farmácia, etc… Não sou louco de esperar um alto senso moral desses tais artistas a ponto de rejeitar participar desse tipo de anúncios ou que as emissoras vetem a veiculação dos mesmos. É preciso que a medida seja de algum orgão normativo e que seja dura. Tá na hora de acabar com essa bagunça!
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Ainda falando em publicidade… Fico impressionado com o volume e a inoperância das campanhas do UOL. A propaganda é quase a mesma há séculos. O texto segue o mesmo script: “assine já… email de X GB… 30 dias grátis … Ligue agora”. Algumas vezes mudam a atriz, atualmente é a Ingrid Guimarães. E o comercial é veiculado exaustivamente. Na Band então… Fico imaginando o perfil de quem assina o provedor. Qualquer pessoa que acesse a Internet por 2 meses acaba encontrando tudo que o UOL oferece, melhor até, e de graça. Podiam economizar o dinheiro em publicidade e tratar de melhorar o serviço. Se bem que isso é improvável. Lembram do UOLK e da grana que eles queimaram no projeto???
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Seguindo o mesmo tema… Não sei se todo mundo sabe o que significa “reposicionamento de marca”. Mas tem uma empresa famosa (e gigantesca), que atua no setor de higiene e limpeza e no de alimentos, que anda abusando dessa tática comercial. Atualmente ela está com uma grande campanha publicitária para reposicionar uma de suas marcas de xampus. Primeiro ela lançou uma outra marca (o nome começa com “s”) para ocupar a faixa mais popular. Daí pegou sua marca principal (o nome também começa com “s”) e reformulou a embalagem, o preço e a publicidade. Querem dar um status mais “classe média” ao xampu. Só que eu não consigo imaginar a Madona, a Galisteu ou a Aguilera usando um xampu de 4 ou 5 Reais. Não cola mesmo! Pior mesmo foi meter a Marylin Monroe na campanha. Será que usam xampu no além??!!
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Por outro lado… Tem uma campanha de uma fábrica de perfumes que usa uma pessoa famosa de forma eficiente e oportuna. Não é aquela coisa habitual de botar um artista só pelo nome e imagem. Há um sentido na coisa. Eu estou falando no comercial de um perfume masculino que a Marília Gabriela fez pro Boticário. Simples e inteligente. Nota 10 pra criação. Pena que o anúncio é pouco veiculado.
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Mudando o papo… Eu ainda estou sonado com a “maratona” de Parintins na Band. Foram centenas de reportagens distribuídas pela programação e mais 3 dias (Sexta, Sábado e Domingo) de transmissão da festa do boi. Confesso que não peguei o sentido da festa; talvez seja legal pros paraenses. Sei lá… Ainda mais com o Datena narrando. Cansei com 30 segundos!
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Nos comentários: o Weverton voltou a ativa e me pergunta se continuo “apaixonado” pela Adriana Reid. Sim e não! Sou muito volúvel e ando gamado numas 30 belezocas. Não dá pra ser fiel assim. Ainda mais que a loiraça é casada e nunca cometeria a insensatez de sequer olhar pra um pé-rapado como eu. Oh vida… Quem sabe a Paloma Tocci, a Débora Vilalba, a Camila Busnello, a Luiza Zanchetta, a Ticiana… Vai que alguma é doida varrida!!
E mais um “pa´” de gente me malhando pelo texto sobre a Elisa Jung. Parece que a AMAE (associação dos moradores e amigos da Elisa) anda bem ativa por aqui ![]()

Infelizmente fiquei sem atualizar o site na semana passada por causa de inúmeros problemas pessoais. Daí perdi a oportunidade de “furar” a tal “arma secreta” que o SBT ficou divulgando nos últimos dias. É a mesma tática (imbecil e ineficiente) já usada em outras ocasiões. Não é difícil recordar da programação que faria a concorrência tremer de medo (ah, tá) ou da chamada que incitava o espectador a assistir o primeiro capítulo de Lalola e, se não gostasse, não mais acompanhar a novela. Talvez por isso a novela acabou com a audiência menor que o Show da Fé do R.R. Soares.