April 20, 2013

Futebol X Ônibus

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:34 pm
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fox sports logoGosto é uma coisa complicada de discutir. Todo mundo acha que seu gosto é o bom e o dos outros é questionável. Não sou muito diferente. Posso até admitir que alguns adorem as transmissões da Fox Sports e a “simpatia” de alguns de seus narradores. Mas eu não consigo aguentar aquela tortura chinesa.
Mas não vou gastar a coluna debatendo sobre preferências pessoais. Vou tentar analisar o formato da transmissão da Raposa. Então vou pular o narrador que passa metade do tempo repetindo o slogan e o comentarista meia boca. Na quinta eu vi o jogo do Palmeiras na Fox Sports. O primeiro problema foi de ordem técnica, mas não sei quem gerou as imagens, então vou aliviar pra Fox. Mas, ainda assim, foi duro ver câmeras tão mal posicionadas e cortes tão ruins. Só que isso foi só o começo.
Bola rolando, o Palmeiras só decidia se classificaria em 1º ou 2º. Então interessava saber o resultado do outro jogo. Só o resultado. Mas a Fox resolveu mostrar todos os gols que aconteciam na outra “casinha da Libertadores”. E foram 8 gols. Oito interrupções. Não posso falar por todos os torcedores da SEP, mas posso falar como telespectador: Não interessa porcaria nenhuma ver os gols do outro jogo. No intervalo, após o jogo, tudo bem. Mas não no meio.
Ainda teve a bobagem de ficar mostrando o ônibus do Grêmio, jogadores descendo do ônibus, entrando no vestiário… Isso com a bola rolando no jogo do Palmeiras. Qual o interesse disso pros palmeirenses? E mais, até pros gremistas, algum vai assistir 90 minutos do jogo do Palmeiras só pra ver o ônibus chegando no estádio?
Vamos deixar esclarecido: durante um jogo o foco é o campo, todo o resto é secundário. A TV deve mostrar a bola, não o ônibus ou o vendedor de picolé. Em caso de dúvida é só assistir, por exemplo, um jogo da Champions. Tentem achar um ônibus enquanto o jogo tá correndo.
Repito: Vai ter gente achando que essa transmissão é maravilhosa, que não perde nada, que tem câmeras em todo lugar e tal. E eu acho uma idiotice colossal.
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O pessoal do marquetingue vive de lançar modinhas. Umas das atuais é torrar dezenas de milhões comprando naming rights (nomes de estádios ou torneios). Nem acho uma publicidade tão efetiva assim. Mas o ponto nevrálgico nem é esse. A questão é que a empresa acaba obrigada a patrocinar o mesmo torneio na televisão. Só assim terá seu nome citado. E, pra ser assim, melhor só patrocinar a transmissão.
Essa questão pode ser vista na Libertadores e na Copa do Brasil; só como exemplo. Os dois torneios venderam o nome pra duas empresas. A Fox Sports, que é patrocinada pela detentora dos naming rights da Libertadores, sempre cita o nome da fabricante de pneus. Mas isso não acontece no Sportv.
A Copa do Brasil teve o nome comprado por uma indústria alimentícia. Mas essa empresa não patrocina a transmissão pela TV. Então o Sportv e a ESPN não citam seu nome.
Quer dizer, todos gostam do “venha a nós”. E só!
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Já tem um século que critico esse jornalismo rasteiro, que vive de polêmicas fajutas e sensacionalistas. Alguns leitores devem estar cansados de tanto que falo nisso. Mas tivemos um novo capítulo dessa “novelinha”, na quarta. Foi durante o jogo entre o SPFC e CAM, pela Libertadores. O R49, no intervalo, falou algo sobre o jogo não interessar tanto ao Galo, que eles estavam treinando. Talvez a declaração tenha sido inoportuna, inadequada. Mas foi o bastante pra boa parte da imprensa criar um alvoroço e levar isso pros jogadores e técnico do São Paulo, falando em ofensa e desrespeito. Nem tão preocupados com o fato, apenas buscando uma marolinha.
Na quinta o Vitor Sérgio Rodrigues falou sobre o fato, entendendo que não era pra tanto, que a imprensa exagerou. E, pra espanto geral, admitiu que eles mesmos, no EI e no portal, cometem os mesmos exageros. Tudo por um pouco mais de audiência ou alguns cliques adicionais. E é uma grande verdade. Parece que reportar os fatos é coisa antiga, superada. O jornalismo atual precisa gerar barulho. Precisa apimentar a notícia. O fato é secundário, importante é a repercussão.
É muito bom que alguns jornalistas tenham ciência e admitam o erro. Até pra não repeti-lo. Mas também seria bom que o telespectador repudiasse esse jornalismo oportunista e vazio.
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No meu tempo de garoto umas das formas de avaliar o sucesso de um personagem, ou comediante, era verificando o quanto um bordão estava na boca do povo. Se o bordão era popular, sucesso garantido.
Tempos depois as novelas passaram a adotar personagens populares e bordões grudentos. Era uma forma de criar um elo e conquistar a simpatia do público. E hoje isso é quase uma regra, nenhum autor deixa de ter seu personagem simpaticão e alguns bordões engraçadinhos.
Pois a publicidade resolveu adotar a mesma estratégia. É raro ver uma campanha que não tenha uma piadinha ou um bordão pra grudar na cabeça do povo. Não acreditam em mim? Perguntem lá num posto Ipiranga!
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A negociação já vinha de um tempo, agora é oficial: a Band comprou a TV Corinthians. E eu que achava que seria o oposto. Mas assim, deixa fazer umas contas… Já é a terceira “tv Corinthians” que o Johnny tem.

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April 16, 2013

Alianças e Produtos

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 9:47 am
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Já tem mais de um ano que falei sobre uma eventual aliança estratégica entre a Fox e a Rede TV. Foi logo após a entrada da Fox Sports e aquela confusão com as operadoras e a necessidade de exibir jogos em outros canais do grupo. Na minha visão a parceria seria interessante no setor esportivo. Isso foi lá. Agora surge o rumor que pode haver uma aliança para a produção de programas e seriados.
Não dá pra garantir que o negócio vai se concretizar. Pode dar em nada. Mas esse tipo de acordo será cada vez mais cogitado. Talvez praticado. Especialmente entre os grandes grupos estrangeiros e as redes menores. Na maior parte dos casos a parceria interessa aos dois lados. Principalmente pelo aspecto financeiro das produções.
Olhando e projetando o cenário num prazo longo, podemos ter uma espécie de ocupação das redes menores. Continuam os mesmos donos, o nome, a rede de afiliadas. Mas o conteúdo estaria nas mãos dos conglomerados internacionais. E a receita seria dividida. Eu diria que é uma forma de sociedade. Oficiosa, oficialmente não é permitido.
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Essa situação, possível, se encaixa num assunto que eu já analisei também. Falo da carência de produtos pra atender tantos canais, abertos e fechados. E nesse ponto as redes menores (ou de médias pra baixo) estão comendo mosca. Rede de televisão não pode só transmitir seu sinal, deve ser produtora também. Nem digo produzir tudo e de tudo. Mas dá pra investir em alguns nichos e tornar isso um negócio rentável. Inclusive fazendo parcerias com canais fechados. A demanda é grande. E vai aumentar ainda mais.
Mas, vendo a letargia de alguns, noto que o papel de transmissora de televisão é mais confortável. Ficam em suas salas, confortavelmente, esperando que algum produtor bata na porta, com tudo pronto. E eles se ocupam apenas de colocar no ar. Na falta de produtos a solução é mais simples ainda: alugam horários para tele-vendas e seitas. Pode ser muito cômodo gerir uma emissora assim, mas é totalmente errado.
No caso dos canais fechados a carência fica evidenciada pelas milhares de reprises. Pouco se faz além do que a matriz oferece. Parece que é um favor. Sem falar que é bem baratinho tocar uma emissora com uns 6 ou 7 produtos que estão na gaveta. Basta legendar e apertar o “play”.
E nem acho que devemos criar mais leis e regulamentações para limitar as reprises ou exigir tantas horas semanais de produtos inéditos. Nessa hora é o telespectador que deve reagir e rejeitar esses canais de “segunda linha”. Ou canais pra encher linguiça, se preferirem.
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Sexta passada eu vi um bom pedaço do seriado do Adnet, na Globo. Ao menos tentei. É bem fraco, especialmente o texto. E o humor começa pelo texto, se é ruim fica difícil consertar depois. E o Adnet é mais um comediante que um ator de comédia.
Situação parecida acontece com a Dani Calabresa, na Band. Essa ainda não vi. Mas eu li que a primeira pedida dela foi contratar o redator que escrevia seus textos na MTV. Por aí dá pra avaliar como as duas coisas estão ligadas.
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Domingo acompanhei boa parte da final da liga de vôlei. E fiquei analisando algumas coisas. E até comparando com eventos de sucesso, bem administrados e bem comercializados. Posso citar as ligas da UEFA, a NBA, alguns campeonatos nacionais, o UFC, certas competições de automobilismo… Nossas ligas de vôlei e basquete estão tentando seguir o modelo, ainda que falte um longo caminho. Principalmente no tocante à dependência de uma única emissora. Mas o que mais impressiona é o futebol. Fazem tudo errado, como no caso do sonolento Paulistão. Mesmo o Brasileirão, Libertadores e Sul-Americana, são um exemplo de incompetência e má gestão. Mal e mal conseguem negociar os direitos com a Globo. E acaba aí. Todo o resto é igual a década de 80 ou 90. Ninguém consegue pensar no campeonato como um produto inteiro. Nem pra criar uma camisa do Brasileirão, uma bola diferente, um hino, uma vinheta, um site oficial, um mascote, NADA!! Ou a Globo faz alguma coisinha ou fica tudo como está. A abertura do campeonato é igual a 9ª rodada e a 15ª é igual a última.
E ainda vem gente falar em marketing esportivo, em gestão esportiva, cheios de palavras bonitas e teorias fajutas. Mas estamos no período da bola lascada. E os caras nem pra seguir o que funciona no resto do mundo. Tá tudo prontinho, basta copiar/colar.
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Certas emissoras nem deveriam gastar dinheiro contratando narradores esportivos. Poderiam deixar o som ambiente, e só. É melhor isso que ficar ouvindo, centenas de vezes, o slogan e o nome da emissora. Mas vamos fazer um teste, peguem caneta e papel e liguem num jogo transmitido pela Fox Sports. Cada vez que o João Guilherme citar o nome, slogan ou site da Raposa Esportes, façam um lado do quadrado. Depois contem quanto quadrados são completados. Quem acertar o número de quadrados ganha uma linda camiseta da Fo… Qual é mesmo o nome do canal?? Essa minha memória…
Agora falando mais sério, o selo de “ao vivo” não foi feito pra enfeitar a tela. E a Fox Sports tá usando o “ao vivo” até em imagens gravadas. Como se não pudessem gravar o sinal limpo e só colocar o selo na imagem da transmissão ao vivo. Qualquer emissora de fundo de quintal consegue separar isso, será que só a Raposa não sabe?
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E fecho com a notícia do século: A Rede TV entrou no pacote básico da Claro TV. Independente da briga entre elas, a lei obriga o carregamento da emissora. Agora vou poder gravar o Superpop, ver, rever, mostrar pros meus netos, bisnetos… :P

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April 10, 2013

Os Despreparados

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:48 pm
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A recente discussão entre dois comentaristas da Fox Sports gerou um certo burburinho e dividiu opiniões. Eu assisti o debate e não achei tanto assim. O ocorrido apenas revelou a prepotência de um e a visão torta de outro. Por sorte não chegou ao ponto de desrespeitar o telespectador. Mas faltou pouco, e isso não seria aceitável.
Mas a discussão acalorada pode ter uma segunda leitura. E isso me interessa mais que a briguinha em si. Falo desse conflito entre comentaristas teóricos e os ex-boleiros. O ponto crucial não é se o sujeito já jogou bola ou se apenas assiste. O importante é que a pessoa entenda e saiba analisar o que se passa num campo.
Também não considero que o diploma vá garantir mais ou menos qualificação para um comentarista de futebol. A formação pode assegurar uma base, e não mais que isso. O resto vai por conta de cada um. E é aí que o bicho pega.
A dura realidade é que o pessoal formado não está fazendo o “dever de casa”. E vou “roubar” um comentário que o Bruno deixou na última coluna: “… existe a arrogância e autoconfiança dos veteranos e o despreparo e desleixo dos novatos“. A coisa passa bem por aí. O sujeito, formado ou não, acha que basta ver o jogo no monitor do estúdio e já sabe todas as respostas. Tudo bem que as emissoras não ajudam, economizam até na água mineral. Mas o profissional também tem culpa. Sou de um tempo em que os jornalistas acompanhavam os treinos e assistiam os jogos nos estádios. Sem esquecer o vai-vem dos bastidores. Podiam até errar, torcer e distorcer. Mas não por comodismo. Não por esperar a informação chegar no Twitter.
Não sei de quem é a culpa pelo comodismo e despreparo da turma atual. Não vejo as emissoras muito empenhadas em melhorar o nível. Nem os jornalistas querendo sair do oba-oba, de comentar lances e resultados, de instigar polêmicas ou de jogar pra arquibancada. E aí acabam se nivelando com qualquer um. Por baixo, muito por baixo. E acabam sem argumentos quando questionados sobre sua capacidade profissional.
E pra não pensarem que não falei das flores e espinhos, a situação que comentei ocorre em todas as editorias, não só no esporte. A única diferença é que no esporte ela é mais visível. Mas o resto também vai mal.
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Nem vou dizer que assisti por vontade pessoal. Foi por necessidade de comentar e opinar de forma correta. Mas, independente disso, vi uns três programas do Incrível K, do Kajuru. E o incrível anda cada dia mais parecido com o Nélson Rubens. Talvez a intenção seja essa mesma, fazer um “TV Fama” esportivo. OK, talvez tenha público que goste disso. Aceito.
Mas não posso aceitar que um apresentador, que se diz sério e denunciador, passe metade do programa contando que fez a cirurgia estomacal, que comeu uma coxinha estragada e está quase c@gando no estúdio. Pior ainda foi ouvir que a gravação não poderia ser interrompida. Ora, em qual emissora do planeta não é possível interromper uma gravação? Essa é nova pra mim.
(Caso duvidem do relato, basta conferir a edição do dia 09/04/13 do Incrível K)
Também notei que os tais 30 minutos adicionais do Jogando Em Casa estão parecendo orçamento de estádio da Copa. Hoje, 10/04, o programa teve 1 hora. E isso vem acontecendo em outros dias. Acho que depende do preço do tomate. Ou se tá chovendo.
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Já falei em outros tempos e vou insistir: final da Liga de Vôlei com apenas uma partida é uma idiotice. Só interessa pra Globo. E todo o resto que se lasque! Até mesmo o Sportv, que poderia tranquilamente exibir uma final em 3 jogos.
Ora, se não querem o vôlei na “poderosa”, muito bem, passem os direitos pra outra emissora. Ajudarão muito mais.
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Desde que Cabral aqui chegou se diz que a Band é uma “lujinha” com uma antena no teto. É bastante verdade. E recentemente eu falei sobre os programas avulsos que vão sendo inseridos na Band News. Alguns são pertinentes, outros vêm com o agradável perfume do departamento comercial. Pois agora a Band News está com outro programete avulso, o Feiras & Negócios. É aquele mesmo programa que já rodou em algumas emissoras nanicas. Mas ele não vem sozinho, tem alguns valorosos patrocinadores, obviamente. E o pessoal ainda vem me dizer que a emissora faz “hard news”.
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Botar gente incompetente pra cuidar do Ministério das Comunicações dá nisso: O desligamento da transmissão analógica foi prorrogado pra 2018. O prazo anterior era 2016. E o ministério insiste no papo de que o telespectador não tem televisão com o decodificador embutido, que precisa criar o “bolsa novela” e outras besteiras do tipo.
Esse atraso também vai impactar a telefonia celular, já que o 4G usará a atual frequência da transmissão analógica. E o imbroglio vai sendo empurrado com a barriga. Até sabe quando.
Não querendo comparar, mas os EUA já estão testando a nova versão da TV digital, a 4k, ou super HD. Querendo comparar, o México já iniciou o desligamento das transmissões analógicas.

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April 5, 2013

SBT, Tamanho P

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:13 pm
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A programação de 2013, que vai chegando em conta-gotas, não é das mais animadoras na televisão brasileira. Nenhuma rede apresenta grandes novidades, nem mesmo a Globo. Mas o caso mais chamativo é o do SBT. Não apresenta nada além do tradicional “mais do mesmo”. Outra novela infantil, os filmes de costume, seriados novos largados pela madrugada, reprises ocupando extensa faixa da grade, os mesmos programas de auditório e… Só! E isso considerando que a emissora vive um momento de relativa tranquilidade.
Eu acho que é muito pouco para quem deseja o 2º lugar de audiência. E o mercado publicitário deve pensar igual. O único alívio é que a concorrência não está tão ativa assim. Só isso pra dar um alento.
O pior é que, ao olhar a posição e atitudes do dono (e sua família), não se percebe sinais de mudanças radicais. É isso que se projeta, um SBT medíocre. Uma empresa que se contenta com um crescimento vegetativo. Uma rede acomodada e atrasada. Inclusive tecnologicamente. Basta ver a sua cobertura digital, atrasadíssima, e o trato com suas afiliadas.
Atualmente todas as atenções do SBT estão voltadas para sua nova novela, Chiquititas. Todo o resto espera. Como se a emissora só pudesse tocar um projeto de cada vez. E não é assim que uma emissora funciona. Aliás, parece que é a novela que tem uma emissora, não o oposto.
Também não tenho expectativas de alteração nesse cenário. Vai continuar tudo igual, por muito tempo. O SBT é do tamanho da mentalidade de seu dono. Pequenas metas, pequenos negócios.
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A televisão, de tempos em tempos, revela certas tendências e conceitos. A moda atual é tocar certos programas no formato “por temporada”. Isso serve em alguns casos, como seriados e realities. Mas não dá pra usar a regra em todos os programas. Ainda mais em emissoras menores. A Globo até consegue suportar o custo e fazer a troca por uma atração do mesmo porte. Não posso dizer o mesmo das outras.
Ainda vale considerar que essa estratégia prejudica a audiência, já que o espectador funciona (principalmente) com o “botão” hábito ligado. Quando a emissora exibe 20 episódios, retira o programa por 5 ou 6 meses, e volta depois, o “botão” hábito se desliga automaticamente. E tem que remar tudo novamente.
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Hoje o Alexandre me mandou um link com uma matéria sobre o conflito gerado com a presença do Ronaldo Nazário nas transmissões da Globo. Sim, existe o conflito de interesses. E também existe um conflito de patrocinadores. E ainda existe essa nova lei nacional, que só permite ex-boleiros atuando na nobre atividade de comentarista esportivo. Essa lei está em algum lugar, que só os diretores de televisão conhecem.
Eu lembro do Édson, o King, comentando futebol na Globo. Uma tragédia em 3 atos: 1º tempo, intervalo e 2º tempo. Não será diferente com o sr. Nazário “medida certa”. E digo mais, o sujeito que se influenciar pela opinião do Ronaldo não é vítima de nada. E tem que apanhar de cinto!!
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O clima anda quente entre a Sky, Claro TV e Oi TV. As duas primeiras reclamam de “concorrência desleal” da Oi. Pois é, talvez devessem todas as operadoras combinar o preço e os mesmos canais. O assinante já paga tão pouco, não é mesmo??
O curioso é ver que em regiões “pobres”, como a Europa, algumas operadoras oferecem pacotes básicos pela metade do valor das nacionais. E com mais canais. Isso então, é concorrência muuuuuito desleal.
Aproveitando o assunto, a Oi TV adicionou mais 5 canais em HD. Ainda perde pras concorrentes, mas está se movimentando.
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Finalzinho de jogo na Globo (acho que era do Flamengo), e o Luís Roberto solta um “… Agora estamos por conta do árbitro”. Acho que já ouvi isso mais de mil vezes. Da boca de dezenas de narradores. Tanto que nem havia parado pra pensar na frase. Olha, o jogo inteiro é por conta do árbitro. Não só o acréscimo final.
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Nesta semana, quarta se a memória não me trair, a Folha publicou uma matéria sobre o Bate-Bola. O BB1, que é líder no seu horário, na TV paga. E nem importa tanto se é líder. A liderança é uma consequência do trabalho, como o Ramon disse no comentário da minha última coluna. A liderança é posterior ao bom trabalho. E a equipe do Bate-Bola faz o seu trabalho, bem. Mesmo com a chatice de alguns. Aliás, prefiro um chato honesto que um simpático paspalhão. E programa esportivo não é lugar de dancinhas e polêmicas vazias.
Deixo o elogio ao Bate-Bola. E a dica aos programas esportivos da TV aberta. Nem precisam copiar o formato, copiem o estilo e os assuntos. Vai que funciona também na TV aberta…

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April 1, 2013

O Anão Salvador

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 8:49 pm
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logo recordHoje é o dia da mentira. Uma data ótima pra falar da televisão brasileira. Não preciso explicar os motivos da comparação. Então vamos aos assuntos da pauta.
Vou começar com a Record e seus projetos e discursos. Curiosamente o discurso, repetido, causou mais repercussão que a nova programação. Talvez pela debilidade das novas atrações. E muito pela insistência no papo de passar a Globo em 3 anos. O que adianta anunciar isso agora? Será que o telespectador vai ficar 3 anos assistindo a Record, esperando a data fatídica? Ora, ora, já deveriam ter aprendido que quem vive de promessas é santo. Ninguém vai passar a Globo na base da conversa. Até porque a “poderosa” tá bem sólida e trabalhando com muito mais profissionalismo que todas as concorrentes.
Na semana passada eu li uma notícia com informações financeiras das principais emissoras. E pesquei um dado interessante: o lucro (bruto) da Globo é maior que o faturamento da Record. É tanto que a Globo já planeja aquisições no exterior. Só que a gente não vê a Globo dizendo que em 3 anos vai ter isso ou aquilo.
O discurso da Record fica mais incoerente ainda quando a gente vê as demissões e cortes de salários e custos. O primeiro erro foi lá atrás, ao contratarem pagando alto. Agora vem o ajuste. Ou a realidade dura.
Outro fator que desacredita o discurso da Record é ver que um anão virou a tábua de salvação de alguns de seus principais programas. É uma ironia fina. Imaginem a cena: diretores nervosos, apresentadores, produção, investimentos milionários, cenários, equipamentos… Nada funciona. Aí chega o anão e salva a programação. Nenhum esquete de humor conseguiria ser mais hilário. É um tapa na cara dos “jênios” da televisão brasileira.
Mas e aí, se a Record botar um anão em todos os programas, novelas e jornais, será que consegue passar a Globo??
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Falando mais sério, eu fico muito espantado com a vileza de certos apresentadores de TV. Farsantes que armam matérias e que vivem de explorar a miséria humana. A falsidade em forma de gente. E o circo de horrores nunca se esgota. Tudo pela audiência. Tudo pelo salário gordo.
Eles exploram pessoas doentes, obesos mórbidos, deficientes mentais, gigantes, anões… Não existe limite. Se dá audiência, a baixaria segue infinitamente. Qualquer dia mostram execuções ao vivo, como o Alexandre lembrou num papo recente. A palavra “pudor” não consta no dicionário desses vermes. E o poço parece que não tem fim.
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Antes de escrever essa coluna eu havia imaginado um texto recheado de palavrões e ofensas para qualificar essa gente. Mas não gosto muito de usar palavrões. Só pra juiz de futebol :P Então vou ter meus 2 minutinhos de Fabíola Réptil:
- Ninguém se espantaria ao ver o Gugu e o Gegê brigando por um rapaz alto, moreno, musculoso e com olhos verdes. Agora, ver os dois brigando por um anão… Acorda, Mona!!
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Hoje, desvendando um mistério universal, o Esporte Interativo revelou sua nova programação. São oito da noite, ainda não vi tudo. De novo mesmo só o Conexão Nordeste. É um programa de meia hora, apresentado pelo Formiga e pela Monique Danello, dedicado ao futebol nordestino. O Incrível HULKajuru não pode ser considerado uma novidade. A fórmula do Sob Controle já havia perdido o sentido. Então criaram um programa pro falastrão falar abobrinhas. Eu passo!
O Caderno de Esportes, apesar de preservar o nome, pode ser considerado uma novidade. Tá com cara de jornal esportivo. Se alguém sentir um cheirinho de Sportscenter, não é casual. O programa apresenta as notícias do dia e o André Henning comenta. Não é o último sorvete do domingo na praia, mas tá bem. E nem acho um grande problema ser um clone do SC. Pior que clonar é fazer mal feito. E comparado com o que havia é um avanço.
Sobre o Jogando em Casa eu só sei que terá um novo cenário e mais 30 minutos. E deve ser só isso.
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Agora me permitam uma pergunta: qual o motivo de tanto segredo? Será que o Esporte Interativo acha que ganha algo fazendo marolinha? Qual a vantagem em não anunciar os novos programas e horários?
Algumas pessoas gostam de inventar a roda. E a televisão tá cheia disso. Volta e meia aparece um gênio achando que não precisa fazer chamadas, que horário é pra mudar toda semana, que cenário novo é o mesmo que programa novo… Balela! Nunca funcionou. A receita do bolo tá lá, prontinha. Não precisa inventar.
Pior que a falta de chamadas foi notar que o guia de programação do EI tava todo confuso. E não é de hoje. Não ficarei surpreso se, um dia, consultar o guia e aparecer assim: “senta no sofá e espera o programa aparecer. É surpresa”.
Essa reclamação cabe também pra Rede Brasil (RBTV) e pra Band News. O guia da Rede Brasil tá todo errado. Já a Band News só tem o “Band News – notícias” no guia. Nunca informam sobre os programas avulsos, como do Salomão, da Mônica Bérgamo ou do Gabeira.
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Parece que o Arte1 já passou da fase experimental. Parece… Nos últimos dias andei conferindo o canal. Pouca coisa mudou, são uns 3 programas se revezando, um filme repetido dezenas de vezes na semana… A única “novidade” que percebi foi um programa sobre biografias de artistas famosos. Aquele mesmo que passa exaustivamente no Bio.
O mais grave mesmo é que, caso venha a produzir material próprio, continuará sendo um canal regional. Exposições, shows, mostras, festivais e tudo que for considerado arte ficará restrito ao município de São Paulo. Campinas já será longe demais.
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Se uma ataca com anão, a outra ataca com o Ronaldo (R9) e com o Rubinho. Pois é, não basta aguentar os atuais ex-boleiros no microfone. A cada dia entra mais um pra patota. Pena que o receptor não permite inserir o áudio de uma rádio enquanto se assiste uma emissora de TV. Gostaria que inventassem esse recurso.
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Volta e meia alguém coloca um link, pra alguma matéria, nos comentários. Hoje eu vou fazer isso, com uma dica do Alexandre. Já que é o dia da mentira, temos uma lista com as mentiras da Copa. Só acho que a lista tá pequena, 10 mentiras é pouco.

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March 27, 2013

O Largado do Pan

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:55 pm
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Nem sei se devo continuar anotando assuntos e fatos pra servirem de tema pra coluna. Deixo tudo no esquema e… POW, chega uma bomba e detona minha pauta. Mais fácil que derrubar cobertura de estádio feita pela Delta. Então vou ter que tocar no assunto. Mas não vou desviar muito da pauta. Prometo.
O primeiro ponto é que a imprensa cri-cri (que só sabe reclamar de tudo) é muito chata. Mas a imprensa autista (que nada vê e sabe) é muito pior. No caso da cri-cri ainda temos um remédio, filtrar as informações. Jogamos as bobagens no lixo e ficamos com os fatos concretos. Já com a imprensa autista, não há nada para filtrar.
Na semana passada eu fiz um esforço para ver a repercussão daquele áudio do Marin (falando dos negócios e ameaçando seus companheiros de gangue). Admito que não tenho condição de monitorar 10 emissoras, 24 horas por dia. Mas eu rodei muito. E não vi nada no Sportv, Fox Sports, Band, Globo News e cia bela. Só na ESPN. Parece que foi criada uma casta social que só existe no Brasil, os intocáveis. E o dono da CBF faz parte dessa casta.
A mídia autista já respirava aliviada: “Ufa, conseguimos desviar o foco e logo o áudio do Marin estará no abismo dos escândalos esquecidos pelo povinho. Vamos tomar umas AMBEVs geladas e curtir a festa.” A imprensa autista não gosta de fazer a cobertura de fatos desagradáveis. Mas a “cobertura” resolveu falar por conta própria. Ela pensou: “Não suporto mais o nome do Havelange. Não suporto ser usada pelos políticos. Não suporto o superfaturamento e a roubalheira das empreiteiras. Não suporto mais ver esse estádio vazio.” E a “cobertura” tem razão, esse peso é insuportável.
Mas eu também não suporto mais um monte de coisas. Principalmente as mentiras e o jeitinho errado. As mentiras e o jeitinho podem funcionar até a página 2; da terceira em diante… Aí temos a Boate Kiss, os pontos cegos no Independência, o Mineirão entregue nas coxas, os prédios (pros desabrigados) rachando em Niterói, a cobertura de glacê do Engenhão… Isso pra não citar os problemas estruturais do país.
O mais irônico de tudo é que os “engenhosos do Engenhão”, cobertos de soberba, resolveram exibir sua obra num documentário do Discovery. Eu assisti esse programa, vocês podem encontrar o vídeo no Youtube. Tá tudo lá, nem precisa de laudo técnico. Aliás, desde que entregaram o Engehão, as nossas “otoridades” já sabiam do problema. Mas só agora, 6 anos depois, resolveram agir. Uma pena, ficamos sem o último legado do Pan. Se bem que… Não vou usar mais a palavra “legado”. Agora é “largado”. Isso, temos o largado do Pan, depois o largado da Copa, o largado da olimpíada…
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Já falei sobre algumas manias e chatices de alguns canais esportivos. Tenho outra, agora da ESPN. É impressionante o número de chamadas pro famigerado Prêmio Futebol no Mundo. Calculo que são umas 50 inserções por dia. Ou mais! Como se a quantidade fosse valorizar o troféuzinho. Balela!! Melhor largar de besteira e divulgar mais os programas da emissora. Alguns estão precisando.
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Algumas colunas e portais costumam cronometrar e divulgar o tempo de alguns “blocões” da Record. A emissora consegue a proeza de passar 2 ou 3 horas sem qualquer intervalo comercial. Até emendando programas.
Mas existe o inverso. E, curiosamente, ocorre em alguns canais pagos. O History é um deles. Domingo, lá pelo meio-dia, reprisavam um documentário sobre a formação do sistema solar. Eu já havia visto mas deixei lá. Alguns minutos e entrou um intervalo, 6 anúncios e uma chamada. O bloco seguinte não teve nem 5 minutos. E já entrou outro intervalo. Contei 5 anúncios e 2 chamadas. Mais uns 5 minutos e chegou outro intervalo. Aí parei de contar e fui cuidar da vida.
Acho que só mesmo no Brasil, emissora aberta com 3 horas sem intervalo e canal fechando fazendo 3 intervalos em meia hora. Vai entender…
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Sei muito bem que apresentadores mirins têm uma vida curta. Até pelo fato de que precisam ser mirins. Isso na visão de algumas emissoras. É o caso do SBT. Também sei que a emissora contrata e demite quem ela bem entende. Mas é bom fazer isso de maneira mais nobre. As pessoas não são produtos descartáveis. E que isso sirva de alerta pros atuais atores e apresentadores mirins do SBT. Não podem crescer!
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Na segunda a Cultura apresentou sua programação pra este ano e comemorou os resultados que vem obtendo. Pode servir de exemplo pras emissoras públicas. Algumas redes abertas andam tão mal que a tarefa nem é difícil. Basta um mínimo de organização e uma programação decente. Público carente, tem de sobra!
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Tem umas duas semanas que escrevi sobre a falta de produtos do Esporte Interativo e as possíveis opções da emissora. Pois outro dia eu li uma nota dando conta da insatisfação da Globo com as ligas de vôlei e basquete. Podem até sair da grade. Mas é certo que não sairão do Sportv. Então, o que é problema pra uns pode ser a solução pra outros. Deu pra entender?

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March 23, 2013

Beleza Cavalar

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 11:59 pm
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O assunto de hoje é… Não tem assunto nenhum, só apreciar coisas agradáveis. Sim, hoje é dia da seção Belas & Barangas. Se bem que essa seleção é temática. Vou tratar das cavalas. De três tipos. Primeiro teremos uma cavalona. Ela não é muito famosa. Acho que poucos devem conhecer a Claciane. Claciane Reginatto. Ela é cantora, de uma banda chamada Mercosul. Pois é, o nome da banda é péssimo. Mas pior ainda é o Alexandre chamar a banda de Mercoxuda. Se bem que… Eh, faz sentido, muito sentido.
Dito isso, caso gostem, eis algumas fotos da Claciane:
claciane mercosulclaciane reginattoclaciane reginattoclaciane banda mercosul
clacianeclaciclacianeclaciane
claciane

A segunda belezoca faz o estilo cavalinha. Hein… Cavalinha é um peixe? Pô, larga de frescura, me deixa falar da moça. A “cavalinha” é uma maravilha. Ela já participou daquele reality do SBT. Depois rodou pelos 4 cantos. E ultimamente tem aparecido em vários comerciais. Já viram o atual anúncio da Ipiranga, com a “Manu”? Então, a Manu é a Paola Rodrigues. Ô diliça!!

paola rodriguespaola rodriguespaola rodrigues

A terceira beleza “cavalar” (indicação do Alexandre) é esposa do goleiro do Flu, o Diego Cavalieri. É a Daniela Cavalieri. Cavalieri, cavaleiro, cavalo… Putz, viajei na maionese! Mas tá bem, serviu como pretexto. Apreciem.

daniela cavalieri

E, finalmente, tenho um presentinho pros fãs da Nadja Haddad. A Nadja que não vem sendo bem tratada na Band. Mas isso é lá na Saadlândia, aqui é muito diferente. Só que não vou publicar as fotos, vou deixar num ZIP que vocês podem baixar. Se quiserem… Eis o ARQUIVO

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