Lá vou, lá vou eu… Ah, eu não vou não. Mas o Leonardo Baran vai no meu lugar. Já decidi, o Baran é o muso do carnaval do Tevezona. Não tinha a “globeleza”? Então, o Leonardo Baran é o “esporterrível”, o representante máximo da malemolencia, da ginga e do charme do passista branquelo azedo. O Baran diz no pé, no joelho, na mão, no ombro… Diz até o que não deve. E ainda fica buzinando aquela corneta infernal.
Quem não viu a farra do Baran no estúdio do EI… Não perdeu muita coisa 
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Infelizmente, para quem não suporta o carnaval, não temos muitas alternativas em tv aberta. A Record poderia ser uma opção. Mas a festa de Momo acabou coincidindo com os Jogos de Neve. Eu disse “jogos de neve”, a expressão “jogos de inverno” não é correta. Inverno existe em todo lugar. Aquilo lá são jogos de neve. E são uma grande porcaria. Um troço sem graça, sem emoção, sem sal… Acho que só mulher pra suportar os jogos de neve. A Michelle Gianella que o diga.
A Record até tentou mas os jogos de neve não animaram muito. A abertura dos jogos afundou a audiência da emissora, ficou disputando o terceiro lugar com a Rede TV. Muito longe da Globo e do SBT. Ontem, primeiro dia de competições (!!??), a audiência melhorou um pouco mas não passou dos 6 pontos de máxima. E até que foi muito. Não acho que deve passar disso no decorrer dos jogos. Melhor pro SBT que deve encostar na média diária.
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Quando a gente acha que a televisão já chegou no fundo do poço… Aparece a Rede TV com seu Bastidores do Carnaval. Uma idiotice sem tamanho. Ruim até o osso. E o mais ridículo é ver como qualquer um vira repórter (ou repóti) na emissora. Até a talentosíssima da Viviane Araújo. Com o agravante do Nelson Rubens ficar “ditando” as perguntas no estúdio.
Só fiquei com pena da Flávia Noronha, atropelada o tempo todo pelo Nelson Rubens. Ê dureza.
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Virou uma novela a renovação (ou não) do Netinho com o SBT. Até o momento nada. E nessa acho que o SBT faz bem se dispensar o “bonitão”. O programa é horrível e o apresentador pior ainda.
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Sabem aquilo que falei sobre a Band ter estragado a Escolinha com a super exposição? Pois a bola da vez na emissora é o Video News. O programa é aquela colcha de retalhos baratinha e sem graça. Mas dá uns 2 pontos e pode ser encaixado em qualquer horário. Pois agora criaram uma edição extra, de tarde. A apresentação fica por conta da amiga do TP, Luize Altenhofen. Aliás, a Luize é a maior prova de que Deus é muito justo. Deu beleza pra moça. Só!
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Dia desses eu falei que uma emissora que pensa em disputar audiência não pode viver loteando seu horário para terceirizados. Até citei o caso do Sábado na Rede TV, quase todo vendido. Pois ontem, sábado, no Rio de Janeiro, até a CNT passou a Rede TV na média do dia. Não que a CNT seja um bom exemplo nesse assunto. Mas é o caso de se pensar se esse é o melhor caminho.
E, no mesmo dia, em São Paulo, a Cultura passou a Band na média. Eu tô falando…
Primeiro quero deixar bem claro que sinto muito pela morte do piloto e pela situação do cinegrafista. Foram vítimas da imbecilidade que tomou conta de certas redações de televisão. Mas a coisa era quase previsível. Mais cedo ou mais tarde…
Não faz um mês que falei sobre aquilo que chamei de “helicóptero news” e os exageros de certos telejornais na busca de mais 2 ou 3 pontos de audiência. Viraram caçadores de chuva, de alagamentos. Mal começava o dia e os helicópteros das emissoras já estavam voando atrás de catástrofes. E iam nessa busca até o anoitecer. Um sensacionalismo fajuto e desnecessário. Jornalismo de 5ª categoria. Imprensa marrom. No meu tempo de garoto era assim que chamavam os jornais sanguinolentos, imprensa marrom. Os jornalecos faliram, mas a mentalidade continua firme e forte.
Alguém pode estar pensando: isso foi uma fatalidade, poderia ter acontecido com um carro ou caminhão de externas da emissora. Sim, o acidente foi uma fatalidade. Não é essa a questão. O problema é o exagero que levou até isso. E vamos deixar uma coisa clara, o helicóptero é (ou deveria ser) uma ferramenta, não uma arma nessa guerra sensacionalista e idiota.
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Todo mundo já cansou de ler e ouvir que as emissoras de televisão vivem em guerra pela audiência. E a gente acaba aceitando isso como uma verdade universal. Mas, acreditem, não é verdade. Elas estão andando pra audiência e pros espectadores. O que elas realmente disputam é a receita. Ou a audiência na medida em que ela represente faturamento. Não acreditam?
Então analisem só o que acontece na programação via parabólica. Já falei aqui que o número de receptores pela parabólica é maior que qualquer cidade do Brasil. Maior que quase todos os Estados. Deveria ser a “cereja do bolo” das emissoras. Mas a audiência da parabólica não é mensurada oficialmente. Não conta. São mais de 20 milhões de receptores (lares) que valem ZERO!
Agora vejam o que acontece com a programação das emissoras na parabólica. A maioria usa São Paulo como cabeça de rede. Um sinal é local, outro vai pra parabólica e cada afiliada insere seus programas regionais quando necessário. Então vejamos o caso da Globo, a emissora coloca programas diferenciados na parabólica quando as praças estão exibindo sua programação local. É o caso do Brasil TV, lá pelas 19h. Muito correto. Mostra respeito pelo espectador. A Record não apresenta programas exclusivos para a parabólica, usa o sinal de SP ou do Rio. Não é o ideal mas é aceitável.
As demais… Do SBT até a menor das emissoras, a parabólica virou uma zona. Uma “zona franca” comercial. Escreveu, não leu, os caras estão loteando o espaço. Tudo pra faturar uma graninha extra. E a regra é geral, SBT, Band, Rede Tv, Gazeta… A simpática Gazeta, por exemplo, exibe o futebol do EI nos finais de semana. Mas não pode transmitir os jogos pela parabólica. Acham que ela vai exibir alguma programação para ocupar o horário? Nada!! É Bestshop até o talo. O espectador que se dane! E pouco importa se a lei limita o tempo de publicidade em 25% do horário diário. Ninguém cumpre mesmo.
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Segunda passada eu fiquei acompanhando a audiência do Operação Resgate. Até pra confirmar minha opinião sobre o erro do posicionamento dele na grade da Rede TV. Bem, ele recebeu do Rede TV News com a audiência normal do jornal, entre 2 e 3 pontos. Daí foi subindo, caiu no intervalo, subiu de novo. Chegou a bater 6 pontos na máxima. Acabou o programa e entrou o Superpop. E a audiência desabou, menos de 2 pontos.
O primeiro problema é que o programa é muito curto e a audiência fica muito volátil. O sujeito vê um pouco, muda de canal, volta, muda… Depois ele não transfere audiência relevante pro Superpop, são públicos distintos.
Resumindo, programa curto, em dia errado e em horário complicado. Precisa mudar isso.
A tv aberta no Brasil é muito curiosa. Basta ver a atual briga entre a Record e o SBT. As armas escolhidas são de uma obviedade assustadora. Tudo bem que o SBT sempre gostou de programas de auditório e enlatados. Agora, a Record… Resolveu apelar e seguir o modelo do SBT. Uma copia o programa da outra, aí a outra vem e copia um quadro de uma… Ridículo.
Cadê o projeto da Record de investir em programação própria e brigar com a Globo? Qual será a utilidade do Recnov? Vai virar um shopping?
O pior é que ambas as emissoras acabam perdendo nessa briga. E a Globo continua com sua liderança intocável. Feliz da vida. Ou vocês acham que novelas mexicanas e seriados de qualidade duvidosa irão incomodar a “gorda”?! Duvido muito.
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E olha que a Globo anda deixando brechas em sua grade. A novela das 19h, Tempos Modernos, está com a pior audiência que a emissora já viu no horário, Malhação é um zumbi (já deveria ter sido enterrada), Mais Você é um dos programas mais idiotas da televisão brasileira…
O que faz a concorrência para se aproveitar disso? Quase nada. Só como exemplo, o fiasco de Tempos Modernos praticamente só beneficiou o Jornal da Band, que andou batendo em 7 ou 8 pontos nos últimos dias. No horário de Malhação qual é a alternativa pro espectador? Ratinho no SBT? Um seriado reprisado mil vezes na Record? Fica difícil…
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Mas os erros de programação não são exclusividade de uma ou outra emissora. São quase uma regra geral. Vejam o caso da Band e sua Escolinha. O programa vai acabar, atualmente estão exibindo edições gravadas.
Coisa de um ano atrás o humorístico estava sendo exibido após o Jornal da Band e atingindo 5 ou 6 pontos de audiência. Tudo muito bem. Aí a Band vem e inventa de reprisar o programa no período da tarde. Eu falei (podem pesquisar no site) que aquilo iria saturar o espectador e prejudicar o programa. Depois resolveram meter a reprise aos Domingos. E o resultado foi pífio. Pra terminar decidiram exibir a Escolinha na Sexta, antes da Adriane. Pronto, enterraram o programa de vez. Não dava nem 1/3 da audiência da reprise do Pânico. Só restou mesmo acabar com a atração.
Daí eu pergunto: precisavam fazer esse “carnaval” todo com o programa? Oras, podia não ser a 8ª maravilha do mundo, mas estava lá dando uma boa audiência. Mas os gênios da Band queriam reinventar a roda…
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Publicitário também é um bicho muito engraçado. Os caras criam uns dogmas e não há Cristo que mude o pensamento deles. Um desses dogmas é de que o homem só compra barbeador e cerveja. Ah, talvez compre tubos de pvc também… Todas as outras propagandas são direcionadas para as mulheres. Ou para as crianças, que pedem pra mãe comprar. Podem reparar, todas as demais propagandas colocam a mulher como alvo. Até de cuecas, é a esposa (ou mãe) que vai comprar.
Um bom exemplo disso pode ser visto no Esporte Interativo, um canal 90% masculino. A variedade de anunciantes é mínima. Agora peguem um canal ou programa feminino. Tem anúncio de tudo!! Não falta verba. Aliás, a verba é tanta que sobra até pra anunciar em locais meio estranhos. Dia desses, vendo o SporTV, apareceu um anúncio da Nívea. Mas não era qualquer produto masculino da empresa. Era um creme feminino mesmo. Caçarola!!
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Já estamos em Fevereiro e a Rede TV não mudou muita coisa na locação de horários para televendas ou seitas. A promessa continua no ar. Sábado mesmo é um dia em que a venda de horários toma quase 80% da grade. A programação “normal” fica restrita ao período noturno. O resultado é evidente, a audiência afunda. Ontem a Rede TV ficou com média de 0,8 em São Paulo e 0,6 no Rio e em BH. Para um rede nacional esses números são um desastre. Já passou da hora de tomar alguma providência.
E a Band é outra que ferra a sua audiência por causa da ganância. Quinta passada eu estava vendo uns relatórios do Ibope e apareceu a Band com 0,4. Isso mesmo, 0,4!!! Em pleno horário nobre, 21:20, a Band dando traço. E o pastor vendendo sua tv por assinatura… Pô, ajuda aí!!!
A Fazenda 2 está chegando ao final e ninguém duvida que foi outro equívoco da direção da Record. Ficou muito longe do que a emissora desejava. Os motivos? Muitos. Começando pela antecipação da estréia do reality; eu mesmo abordei o assunto aqui no Tevezona. O espectador ainda não havia “digerido” a primeira edição e a Record já estava servindo o segundo prato. O segundo erro estratégico foi imaginar que iriam bater de frente com o BBB e tirar audiência do rival. Tolice.
Mas as falhas não acabaram por aí. O programa errou em outros aspectos:
- Novamente a escolha dos participantes se focou no elenco da Record. Com tantas opções que poderiam ser pensadas a Record seguiu a obviedade.
- Divulgaram que esta edição teria namoros, pegação, e coisas do tipo. Faltou combinar melhor com os participantes. Tudo que vi foi uma grande forçação de barra.
- Anunciaram que, devido ao verão, esta edição teria generosas cenas na piscina. Não vi nada de especial. Sem falar que o posicionamento das câmeras externas não ajudou - ou ajudaria.
- As provas que indicaram o primeiro participante da roça foram todas de força e agilidade. Todas muito semelhantes. E os participantes com menos aptidão física acabaram sendo prejudicados.
- A apresentação do Britto Jr continuou muito exagerada. Muito dura e artificial. Alguém precisa avisar ao Britto que ele é um péssimo “ator”. Fingir emoção até quando um participante está lavando a louça é dose pra elefante.
- A emissora também exagerou nas ações de marketing. Muitas e longas. Tudo bem que precisam faturar, mas assim chega a incomodar.
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Na última coluna eu falei sobre o aumento no número de anunciantes do Esporte Interativo. É fato. Ontem mesmo apareceu um anúncio da Casas Bahia. Pronto, não falta mais nada.
Por outro lado esqueci de citar que a emissora está ampliando sua distribuição. Já vinha sendo transmitida pela OI Tv e agora está na Via Embratel. E parece que também em tv aberta o EI está conquistando novas retransmissoras.
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A primeira estréia, real, do ano foi o Operação de Risco, na Rede TV. E, felizmente, o programa não é apresentado por nenhuma das esposas dos donos. Já é um alento.
Eu vi uns pedaços do programa. Admito que não é do meu estilo. Mas tem público que gosta desse tipo de atração. Ainda mais que, como diria o Huck, é bem feitinho. A audiência do primeiro programa foi surpreendente, média de 6 e picos de 9.
A única ressalva que faço é quanto ao horário de exibição. É meio ingrato. Creio que a emissora deve repensar o dia e horário se deseja que o programa tenha uma vida longa. Talvez até sacrificando uma edição do Superpop. Já fazem isso na Sexta e o resultado é ótimo, não custaria tentar o mesmo na Segunda.
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Devido aos baixos índices de audiência a Record vai, novamente, alterar a grade da tarde. Mas, sinceramente… Pouco adianta. Aquilo lá é muito ruim. Vai continuar apanhando da Globo e do SBT. E, quando muito, brigar com a Band e a Rede TV. Não tem jeito!!
Lá vou eu bater na mesma tecla novamente. Lembram que eu falei, outro dia, sobre a Band estar transmitindo a Super Liga de vôlei? Então, acabei descobrindo uns detalhes da negociação entre a emissora e a Globo. O ponto nevrálgico do acordo foi a insistência da Globo em que não fossem citados os nomes dos patrocinadores durante a transmissão da Band. Ela insiste naquele esquema de usar o nome da cidade sede.
Acontece que nem sempre o patrocínio consiste em botar a marca numa camisa. Pode englobar a estrutura toda do clube. A empresa praticamente administra o clube. Em certos casos a empresa fundou o clube e registrou o nome, com sua marca. Foi isso que aconteceu com a Ulbra, nome real do clube, e que a Globo insistia em chamar de Canoas. Nada contra a cidade, mas isso é equivalente a chamar a Globo de “jacarepágua” ou a Band de “morumbi”. Não faz o menor sentido.
Sem falar que já temos outras empresas fundado clubes. Só em São Paulo eu posso citar o Pão de Açúcar e o Red Bull, atualmente na série B, ou C. Como a Globo pretende chamar esses clubes? E o que falar no caso da F1? Todas as equipes levam nome de empresas. E a Globo (ou Jacarepágua) não se mete a chamar uma equipe de Londres ou outra de Barcelona. Nessa hora ela não é valente pra peitar a FIA. Muito menos quando fala sobre a Copa Libertadores, que leva o nome de um banco. Aí ela afina.
Mas o pior papel é de quem aceita esse tipo de interferência, como a CBV e a Band. Imagina só, a Globo agora fiscaliza até as palavras que a Band usa em suas transmissões!!! E a tonta da Band aceita a intromissão.
E não vamos esquecer daquele assuntou que já abordei aqui, o veto ao tempo técnico nos jogos do Campeonato Carioca que a Globo transmite. Outra atitude autoritária e arrogante da emissora dos Marinho.
Nessas horas é que fico com mais raiva da Record. Pois é nesse momento que os bispos deveriam jogar uma mala de dinheiro na mesa e bater de frente na “gorda”. Mas não, a Record prefere ficar o dia inteiro se vangloriando da olimpíada de 2012, de 2016…
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Por falar nisso… Outra coisa ridícula é entrar no site da Band e ver um banner anunciando: Olimpíada de 2016 é na Band. Ah, tá, e a de 2020 é na Rede TV, de 2024 na Mix TV, de 2028 na TV Senac… Vou até anotar na agenda pra não esquecer 
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A nova direção de jornalismo da Rede TV já mostra sua cara. Realizaram algumas mudanças interessantes no Rede TV News. Atualmente é a melhor escalada entre os telejornais nacionais. Também estão usando repórteres para ressaltar algumas chamadas no final dos blocos. Bacana.
A coisa só anda ruim no quadro da previsão do tempo, o grafismo continua horrível. Mapas e fontes pequenas demais.
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Outro dia estava lendo uma notícia que falava dos valores das principais cotas de patrocínio do Esporte Interativo. Fiquei espantado. Mesmo sendo um valor de tabela, é muito alto. E talvez por isso mesmo a emissora tenha tão poucos anunciantes fixos. Se bem que nos últimos tempos tem entrado alguns novos, em cotas menores. Talvez fruto do novo momento administrativo da emissora.
O curioso é esse quadro de 8 ou 80. Ou oferecem cotas caras ou alugam o horário por valores baixíssimos. Já está na hora de mudar o cardápio. Uns 2 ou 3 novos programas diários não fariam mal algum. Até pro departamento comercial poder trabalhar um pouco.
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Falando no EI, o programa do Kajuru não me agradou nada. Não gosto muito de falar sobre a saúde das pessoas, mas o caso dele é de conhecimento público. Sendo assim ele fica impedido de comentar as partidas como deveria. Lamento, mas essa é a situação.
Sendo assim ele acaba falando generalidades no programa. Fala sobre os jogadores, as transferências, as noitadas… Mas muito longe do que se pretendia ou se imaginava. A polêmica é totalmente artificial. O teatrinho não convence. Sem falar que a coitada da Melissa Garcia ficou com a pior parte, a pentelha do relógio: 30 segundos, 20 segundos, 10 segundos… Ela merece coisa melhor.
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Outra coisa que noto no Esporte Interativo é a falta de direção. Parece que não existe uma cabeça pensante na emissora. Só como exemplo, alguns meses atrás eu havia anotado para comentar sobre o Rafael Araldi aqui. A estreia dele na emissora foi pavorosa, errando um monte. Quando apresentava algum programa dava até pena. Parecia que iria desmaiar no estúdio de tão nervoso e atrapalhado. Acabei não tocando no assunto, por falta de oportunidade.
Mas agora o tempo passou e o cenário mudou bastante. O Rafael Araldi já está mais solto na narração dos jogos, não troca o nome de tantos jogadores, e até consegue apresentar programas sem entrar em pânico. Mas, será que ele mudou tanto em apenas 6 meses? Não, o erro foi da emissora. Não se pode contratar um rapaz hoje e jogar ele no estúdio amanhã. Igual um garoto do juvenil que entra de cara no profissional, corre o risco de queimar. E a culpa maior nem é dele.
Aliás, tudo que falei sobre o Araldi vale pro Rodrigo Vianna, outro contratado recente do EI. O início foi horrível, cheio de falhas. Agora, aos poucos, vai entrando nos eixos.
Nos dois casos o culpado foi aquele que deveria preparar e guiar a entrada dos narradores na emissora. Se é que alguém cuida disso no Esporte Interativo.
Hoje vou começar pelo que seria o fim: nos comentários, o Raphael e o Andrade deixaram links com notícias sobre a Record e o R7. Para quem não viu, o primeiro link fala da extinção do 2º horário de novelas e o segundo trata da confusão armada pela Record com dados do Ibope sobre o R7.
Me desculpem mas não vejo qualquer novidade nestas duas notícias. Ainda me lembro da época da inauguração dos estúdios do Recnov. Falei que estúdios novos são bons, mas o importante é o que se faz neles. Eles são a ferramenta, o conteúdo é que interessa. Ainda me lembro do que falei quando a Record cortou os capítulos do Sábado para dar espaço pra Fazenda. Também falei sobre a constante mudança no horário das novelas, no acordo (ridículo) com a Televisa… Alguns devem ter pensado que era perseguição com a emissora. Não, eram indícios. Agora temos a conclusão dessa “novela”.
Tudo isso só comprova que a Record é MUITO mal administrada. Não há o menor planejamento a médio ou longo prazo. Tudo é feito “nas coxas”. Nada específico contra acabar com um horário de novelas. Mas isso deveria ter sido pensado com calma, deveriam ter preparado algo adequado para o horário. Não é simplesmente jogar um seriado no lugar. Ainda mais que o CSI não é uma novidade na grade da Record, apenas mudaram o horário. E esse tipo de programa não pode ser diário, no máximo semanal. Logo acabam os episódios inéditos e a emissora terá que partir para as reprises ou buscar um outro enlatado.
Sem falar que… Como ficam os estúdios do Recnov? Pra que tanto investimento se não vão produzir nada além de uma novela? Vai virar um elefante branco? Vai ser transformado num shopping center?
Sobre a questão dos dados do Ibope sobre o R7… É típico. Se não ganham no campo, querem ganhar no “tapetão”. Só que a Internet não é tão manipulável. O povo não é tão tonto como eles desejariam. Cedo ou tarde a verdade aparece. Assim como foi no caso dos comentários de um site que a emissora tentou manipular.
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Volto a insistir que a minha opinião não é baseada em simpatia ou antipatia. Mas em fatos. Querem ver um exemplo: o Gugu foi contratado pela Record no meio do ano passado. Correto? Então, lá por volta de Agostou ou Setembro a emissora começou a divulgar um novo programa que ele faria na Record News, de entrevistas. Entre Outubro e Dezembro a Record News veiculou diversas chamadas anunciando o novo programa. Neste mês as chamadas sumiram. Mais uns dias e já estaremos em Fevereiro. Cadê o programa??? Subiu no telhado? Esqueceram??
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Não gosto nada de tocar nestes assuntos que envolvem doenças e tal, mas… Cansei dessa coisa envolvendo a Hebe. É muito sensacionalismo pro meu gosto. Encheu! E não venham dizer que só a Sônia Abrão faz isso. Tudo bem que ela é a rainha em urubuzar falecimentos, mas não é a única. O próprio SBT já passou das medidas. A Rede TV idem! Até o Fantástico embarcou na onda. Tudo por 2 ou 3 pontos a mais na audiência. Ridículo!
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Estou ansioso pela estreia dos jogos de Vancouver. Posso errar feio, mas acho que a Record vai se arrepender muito de ter gastado tanta vela com um defunto de quinta. Até o jornalismo será transferido para o Canadá durante a competição. Será que é pra tanto?
Vamos aguardar, mais uns dias e saberemos quem tem mais razão, eu ou eles.
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Acho que vou criar uma nova seção no Tevezona: cala a boca, Chico Lang. Escreveram isso nos comentários e achei muito pertinente. O pior é que ele não aprende. Ontem, dia 26, ele estava atacado de novo. Vejam só:
Entrou uma matéria sobre o jogo do Palmeiras em Ribeirão Preto e informaram que alguém havia assaltado uma das bilheterias, levando 12 mil. Aí o Chico Lang solta o verbo: “Aqui isso não é nada, mas lá o sujeito se arruma com 12 mil”. Hah, o cara estava falando de Ribeirão Preto como se fosse uma roça. Baita ignorância e preconceito. Ainda mais que Ribeirão Preto é uma das cidades mais ricas do Brasil, per capita, muito mais que São Paulo.
Outra reportagem mostrava uma moça na fila pra comprar ingressos pro jogo do Corinthians e reclamando da desorganização, do descumprimento do estatuto do torcedor… Daí o Celso Cardoso disse que não adiantava só reclamar, que a moça deveria processar a federação ou o clube. Então chega o Chico: “processar nada. O torcedor corintiano não tem condição de pagar um advogado”. Caçarola!!! O mesmo papo de que o corintiano é duro, que o tricolor é “bambi”, que o palmeirense é isso, o santista aquilo… Isso sim é PRECONCEITO!!! Então não existe corintiano rico, todos são favelados?? Depois acontece um tiroteio na entrada de um estádio e ninguém sabe como surgiu esse ódio entre as torcidas.
A gente fica criticando a televisão, com muita razão, mas a mídia impressa não está muito longe. Anda infestada de celerados vendedores de idéias e conceitos pré-fabricados. Uma turba de imbecis que economiza o cérebro para uma próxima encarnação. Cambada de idiotas, pretensos donos da verdade.
Eu já desisti de ler revistas. Pelo menos da chamada “grande imprensa”; que de grande não tem mais nada. E isso vale pras revistas esportivas, de economia, de variedades, de entretenimento… Essas de comportamento então… Pequenos ditadores da modernice estúpida.
Mas isso não é uma característica brasileira. É geral. Ou, na verdade, é uma cópia fajuta de um modelo importado. É a glamourização da merda.
Já notaram o que eles fazem com as mulheres? Mulheres não, algo que eles julgam ser uma mulher. Depois que inventaram o tal Photoshop então… E o pior é que esses idiotas nem sabem usar o programa. Cortam, recortam, colam, apagam, desenham… Vale tudo.
Vejam só esse exemplo bizarro, capa de uma revista famosa:

Os caras simplesmente cortaram o quadril da Demi Moore, sem falar na cintura toda afinada. E a foto foi passando de mão em mão até chegar na capa da edição. E nenhum doido pra notar a falha. Mas isso pode ser explicado, creio que nenhum deles já tenha visto uma mulher real 
E, pra piorar, boa parte das mulheres acaba comprando esses conceitos. A própria Demi é um exemplo disso. Separei umas fotos antigas e recentes dela. Vejam o arquivo aqui: http://www.easy-share.com/1909093994/demi2.zip (atenção, com fotos nuas).
Notem a mudança física. Fica difícil imaginar que é a mesma mulher. Aumentou uma parte, encolheu outra… Tudo pra se encaixar no padrão que os gringos gostam. E aqui no “Brazil” o barco segue a mesma corrente. E quando não conseguem se adequar ao modelo imposto, o danado do Photoshop aparece para resolver tudo. Simples.
Sendo assim, a baranga desta edição não é nenhuma mulher real. São todas as photoshopadas. Com uma placa de honra ao demérito para todos os manipuladores do programa.
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Na última edição do Belas & Barangas falei que tinha umas fotos “perdidas” da Carla Vilhena. Varri meus CDs e encontrei algumas. Ainda encontrei algumas raridades de outras moças, que irei publicar futuramente. Mas, então, conforme prometido, as fotos da Carla (uma meio antiga, muito bonita, outra mais nova, e a última, num ângulo inusitado e interessante): http://www.easy-share.com/1909094000/carla.zip