December 7, 2011

Vergonha Alheia

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 12:24 pm
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fatima bernardes patricia poetaÉ difícil ter uma semana em que não fiquem assuntos pendentes. Vou pegar alguns deles hoje. Mas antes disso eu começo com dois momentos de extrema “vergonha alheia”. O primeiro momento foi aquela festa bizarra pra premiar os melhores do Brasileirão. Nem sei quem é o responsável pela “organização” do evento. Provavelmente a CBF, com um ou dois dedos da Globo. Não importa. Aquilo foi patético. Ainda mais quando alguns dos envolvidos estarão participando da Copa do Mundo. Se não conseguem nem organizar a entrega de alguns troféus…
O lado divertido da bizarrice foi ver a “desenvoltura” de alguns políticos e cartolas. Tá bem que eles estavam “vendidos”, mas me fizeram lembrar os bonecos gigantes de Olinda. Era um negócio de balançar os braços, virar pra direita, pra esquerda… O “canal campeão” poderia ter passado sem esse mico.
O segundo momento “vergonha alheia” ocorreu no JN da segunda. Só peguei o final do jornal, já com o tio Bonner falando da mudança e a Poeta entrando no estúdio. Que coisa mais patética! Fiquei esperando o Fausto Silva pra apresentar o “essa é a sua vida”. Mas não tivemos o Faustão, era o Jornal Nacional mesmo. E ficaram lá, por uns 15 minutos, exibindo clipes com a Fátima e a Poeta, uma entrevista, abraços, afagos, desejos de boa sorte… Aí eu pergunto: E o Kiko? Não poderiam fazer a “festinha” no Vídeo Show, no Domingão, no Programa do Jô, no Mais Você?? Sem falar que, nunca antes, na história do Jornal Nacional, uma troca de apresentadores havia recebido tanto confete. Totalmente ridículo!!
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Na última coluna eu havia dito que não gostei da indicação da Patrícia Poeta, sem entrar em muitos detalhes. Mas aí o Renan deixou um comentário lembrando o estilo da Poeta, que até se encaixa no Fantástico, mas fica longe do padrão de um telejornal mais tradicional.
Não vou fazer um histórico da Fátima Bernardes, mas eu lembro de quase 90% da carreira dela. Desde o tempo de reportagens de rua, eventos importantes, RJ TV, Jornal da Globo, Fantástico, Jornal Hoje… E ainda tivemos as participações em Olimpíada, Copa do Mundo e mais alguns momentos importantes. Gostando ou não, ninguém pode dizer que caiu de paraquedas. Não foi um Frankstein, criada em laboratório.
Já a Patrícia… Não consigo lembrar do seu início. Talvez por ser uma repórter meio chinfrin. De repente aparece ela como garota do tempo. Função que, convenhamos, não exige tanto. E ficou lá por um tempinho. Até que deu-se aquele “pobrema” com o seu marido e os dois foram deslocados pra terra do Obama. E ela virou correspondente na Big Apple. Tinha o glamour das reportagens na Turislândia, mas faltava a ralação diária que lapida um bom jornalista. Terminado o “exílio”, volta ao Brasil e já é escalada pra apresentação do Fantástico. Apresentava e, eventualmente, fazia alguma reportagem light, cercada de 50 produtores e editores. E agora, finalmente, chega ao ápice do jornalismo tupiniquim.
Caso eu não tenha sido claro ao dizer que não gostei, agora apresentei os motivos. Não é um caso de simpatia ou antipatia. São fatos. Do modo que vejo.
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Vamos aos assuntos pendentes. O primeiro foi lembrado pelo Alexandre, ao falar da quase unanimidade nacional no momento decisivo do Brasileirão. Eu até havia visto uma reportagem (não lembro onde) que questionava vários torcedores, em SP e outras capitais, sobre sua preferência em relação ao título. A grande maioria, incluindo aí flamenguistas, tricolores e botafoguenses, dizia torcer pelo Vasco. Mas isso poderia ser uma reportagem maquiada. Só que o sentimento anti-corintiano era latente. Bastava conversar com os conhecidos. Das pessoas com quem falei, tirando os corintianos, obviamente, só encontrei um torcendo pelo Corinthians.
Não quero criar uma tese acadêmica, mas esse repentino “amor” pelo Vasco não é obra do acaso. Nem é bairrismo; até porque mineiros, gaúchos, paranaenses, baianos, cearenses e demais brasileiros estão mais preocupados é com seus times. Nem é a tradicional rivalidade entre o Corinthians e os demais clubes paulistas. Acho que 90% disso é fruto dos exageros da “timão press”. Aquela famigerada imprensa que tenta crescer subindo nas costas de um clube de massa. Sendo ou não torcedores do time. Na verdade o Corinthians é secundário pra essa gente, eles estão mais preocupados é com a audiência (discutível), com seus programas, com seus salários, com seu marketing pessoal. Na hora em que o clube tá ferrado, é roubado ou é largado na 2ª divisão, nenhum aparece. Estavam todos dando tapinha nas costas do iraniano.
Nem posso dizer que o clube é culpado por essa conivência com a “timão press”. É exposição na mídia, vale pros patrocinadores, aumenta a receita. Nenhum dirigente vai pensar na exposição negativa ou na rejeição. É a visão simplista. Paciência!
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Outro assunto pendente ocorreu durante o lançamento do livro do Boni. Talvez pra chamar a atenção pro livro, o ex-poderoso da poderosa resolveu relembrar a infeliz participação da Globo nas eleições de 89. Ele contou que chegaram a colocar uma maquiagem no Collor pra que ele parecesse suado, com jeito de quem estava num ringue. Isso durante os debates eleitorais.
Nessa época eu era garoto, ainda no colégio. Mas já tinha alguns professores mais politizados e não era raro parar a aula pra ficarmos falando dos candidatos, partidos, ideologias… A coisa fervia. É claro que ninguém (da turma) votava, mas todos tentavam influenciar os eleitores conhecidos. E a argumentação era acalorada. Muito, muitíssimo, mais quente que o que temos atualmente.
Apesar da idade eu percebia muito do que rolava na época. Não tinha nada de maquiagem, a interferência era muito maior. E não foi só coisa da Globo. Todo e qualquer orgão de imprensa usa o seu poder pra influenciar a opinião pública. Era, é, e sempre será assim. Não se iludam. A diferença é que a Globo era um caminhão de 40 toneladas, as outras eram uma moto, bicicleta… E não é preciso que agora, em 2011, o Boni venha falar na maquiagem do Collor. Isso serve pros desinformados. Ou pra imprensa que busca factóides. Quem quiser saber os fatos é só consultar os arquivos do jornal O Globo. Logo no dia seguinte ao resultado daquela eleição. Vão encontrar uma entrevista com o dono, Roberto Marinho. E nessa entrevista ele confirmou o óbvio, que havia apoiado o Collor por achar a melhor opção e blá, blá, blá… Não é achismo e nem livro de memórias. Tá lá no jornal.

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December 4, 2011

Fora da Bancada

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 11:21 am
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fatima bernardesOs leitores do site não têm a menor obrigação de saber tudo que eu já escrevi aqui. Ainda mais que já foram milhares de tecladas. Mas eu tenho que guardar um “banco de dados” com as principais coisas que já abordei. Até por isso ainda não resolvi quando vou fazer uma limpeza e deletar as colunas mais antigas. Elas podem, eventualmente, ter utilidade. É o caso do assunto de hoje. Quero falar da saída da Fátima Bernardes da bancada do JN para embarcar no projeto de um novo programa. A idéia é colocar a Fátima na apresentação de um programa matinal da Globo.
E eu estou muito confortável pra falar sobre isso. O motivo é simples, vejam essa coluna AQUI (a parte inicial). Agora reparem na data. Sim, Agosto de 2007. O site ainda começava e eu já cobrava algumas mudanças na Globo. Reclamava da acomodação e da falta de ousadia em tentar coisas novas. E fiz isso em vários momentos. E o caso da Fátima Bernardes foi só um exemplo. Se eu gostasse de bancar a pitonisa teria um prato cheio. Não faz meu estilo. E quando cito algumas previsões acertadas é mais pra fazer graça. Pra zombar do fato de que até eu, um “zé ninguém”, consegue enxergar o óbvio. Nem é lá um grande mérito.
O lado preocupante dessa mexida na poderosa é que ela me parece mais obra do acaso (vontade da Fátima) do que um processo natural de qualquer empresa. Posso estar enganado, mas não vejo sinais evidentes de que a Globo esteja saindo de estado de letargia dos últimos tempos. A única sinalização clara é a busca de um estilo mais popular. E isso mais por necessidades mercadológicas do que por vontade própria.
Há alguns dias eu falei sobre os programas que embarcam no marasmo e ficam se repetindo infinitamente. Isso é a morte, na televisão. O mesmo vale pros profissionais. Nada contra quem opta por passar 30 anos na mesma função, na mesma mesinha, fazendo as mesmas coisas. Mas pra mim isso é uma prisão. Um castigo.
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Li algumas coisas na internet sobre essa nova fase do JN e da Fátima Bernardes. Mas não aguentei ir muito longe. Desculpa, mas o povo fala muita m*! Dá um tempo! Desde quando é preciso ter um casal na bancada de um telejornal? Pouco me importa se é um homem, um casal, duas mulheres, um gay… E o que interessa a vida pessoal do William e da Fátima? Qual o interesse se eles continuam ou não casados? Ora, deixa isso pro Nelson Rubens. Ou pra quem comprou a fantasia do casal perfeito e feliz. O meu negócio é outro. E passa muito longe de fofocas.
Também não tenho muita paciência pra esse papo maniqueista que rola quando falam do casal. Metade do povo enxerga um casal fofinho, encantado, harmônico, utópico e blá, blá, blá. A outra metade vê duas serpentes, porta-vozes do mal e causadores de todas as desgraças da humanidade. Tá bem. Pra mim a Fátima é uma profissional acima da média. Desde a época de repórter de rua, sempre cumpriu bem a sua função. E não chegou onde chegou por favor ou por motivos obscuros. E sabemos que isso existe. Bastante.
O fato é que um ciclo chegou ao fim. E é preciso ter sagacidade pra perceber a transição. Ela entendeu isso, diferente de alguns outros, que parecem um samba de uma nota só.
Se o novo programa da Fátima vai dar certo, não é possível dizer ainda. Mas já valeu pela tentativa.
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Agora vem a parte ruim da história. Os fãs da Poetisa que me desculpem, mas… Não gostei!! NADA!! Até dá pra tolerar a Patrícia, o Zeca e cia bela no Fantástico. São ótimos, especialmente pra quem NÃO vê o programa :P
A maior parte das pessoas ligou a escolha da Patrícia Poeta ao marido dela. Eu não sei; se for o caso, só confirma tudo aquilo que já falei antes. É um atestado de pouca capacidade. De qualquer modo, eu preferia alguns outros nomes. Sem me aprofundar muito, posso citar a Renata Vasconcellos, a Maria Beltrão, a Ana Paula Araújo… Isso se a cadeira for feminina. Sem esquecer que a Renata e a Ana Paula já assumiram o posto em algumas oportunidades, cobrindo folga dos titulares. E não foram mal.
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Ontem (ou anteontem) vi a entrevista do Trajano no programa do Juca Kfouri. Foi um pouco piegas, quase uma homenagem entre amigos. Mas eu estava mais interessado em algum fato novo sobre a troca no comando da ESPN, sobre o futuro da emissora e coisas do tipo. O primeiro fato relevante foi a menção ao Sportv e a avaliação da concorrência entre os dois canais. Foi mais correta que outras declarações do mesmo Trajano, em outros tempos. Também achei interessante a sua análise sobre a dificuldade de iniciar e comandar um projeto como a ESPN. Ele falou que pra coisa funcionar o chefe precisar aplicar uma dedicação total. E mais um pouco. Não tem família, passeio, folga, feriado, hora, sono… Absoluta verdade.
E isso me fez lembrar o caso de certas emissoras. Os donos passam 1/3 do tempo no exterior, 1/3 no avião, 1/3 aqui. E o resultado final é aquilo que a gente já sabe. E que eu já falei demais. Dá pra adivinhar facilmente.
Não tenho nada com a vida pessoal de ninguém. Podem viajar, passear, namorar, casar… O que não dá é pra tocar uma emissora assim. Não vai funcionar. Se a prioridade for essa, que contratem uma pessoa do ramo, deleguem poderes, estipulem metas e cobrem resultados. E fiquem só como acionistas.

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December 1, 2011

Marcas do Erro

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:43 pm
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Não sei se algum dos leitores chegou a assistir Marcas da Vida, a novidade das tardes da Record. Num dia lá eu peguei o finalzinho do programa, e não entendi nem o que era. Daí fiz um esforço pra ver em outro dia, até pra tentar “captar a mensagem”. Mas não deu, continuei boiando. Só posso dizer que me fez lembrar de um quadro do extinto programa da Márcia, onde dramatizavam “estórias reais”. E aquilo já era podre no programa da Márcia, com vida independente então…
Mas o pior foi descobrir que essa “novela da vida real” é um formato de uma produtora de “conteúdos sem conteúdo”, a Fremantle. Pior não, isso é ótimo. Serve pra confirmar tudo aquilo que penso dessas produtoras. Elas criam qualquer porcaria, jogam a isca, e esperam algum trouxa morder. O trouxa da ocasião foi algum dos gênios/bispos da Record. Azar!!
Eu só fico pensando aonde a Record pretende chegar com programas como esse Marcas da Vida ou o Escola do Amor. Ameaçar a Globo? Ah, isso não incomoda nem o SBT. Aliás, o Sílvio deve estar soltando gargalhadas a cada invencionice da Record. Qualquer coisa que o SBT coloque no mesmo horário é garantia de ficar em 2º lugar. E isso vem se tornando cada dia mais frequente. Até mesmo na média dia, em algumas praças, o SBT anda superando a Record.
No caso da Escola do Amor, apesar de tudo, ainda existe a justificativa de ser mais uma injeção financeira que a IURD aplica na Record. Não resolve tudo, mas ameniza. Já Marcas da Vida sofre do efeito contrário, é a Record que divide a receita com a Fremantle. Isso caso consigam algum retorno, a audiência está na faixa dos 3 pontos. E olha que, pelo nível do programa, 3 pontos é muito. É quase um milagre.
E aproveitando a deixa… Eu fico espantado com a falta de criatividade das emissoras na hora de escolher títulos pros programas e novelas. Os caras não conseguem imaginar nada que não tenha “amor” ou “vida” no meio. Clichê é pouco!!
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Li, no Canal 1, que a Band acabou de comprar os primeiros episódios do seriado The Walking Dead. É mais um dos seriados da Fox que eu não curto nada. Mas isso não vem ao caso. Fulano gosta, beltrano não gosta, é assim mesmo. Interessante pra mim é avaliar o comportamento da emissora. Quero lembrar que ela também comprou o 24 Horas, esse ainda dependendo da grade do ano que vem. Também temos o NCIS, que não recebe público algum do RR Soares e não consegue muito sucesso num horário tão disputado. Ainda lembro do Tio da Pesada, do Família Moderna, Las Vegas, e mais alguns menos votados.
Nem vou entrar no mérito da qualidade deste ou daquele seriado. O fato é que a Band tem alguns produtos na mão. Mas não está sabendo usar de maneira eficiente. Alguns estão no aguardo, outros são usados, outros mudam de dia e horário constantemente, outros foram pra gaveta, outros eu nem sei… Até parece que a emissora tem dezenas de programas de qualidade pra ficar desperdiçando assim.
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Ainda no segmento… Lembro do meu comentário após a estréia de Big Bang Theory no SBT. O horário era inadequado. Também não houve a divulgação necessária. E, não querendo ofender ninguém, o público diurno do SBT não é do tipo que vá gostar (entender) um seriado sobre nerds, ciência e tal. O seriado é adequado pra um público específico. Diferente de um Arnold, Chaves, ou Um Maluco no Pedaço.
A consequência desse erro de avaliação foi uma audiência baixa. E a retirada do seriado do ar. Em seu lugar o SBT colocou um programa de vídeos da internet, com a Helen Ganzarolli e um cara fantasiado. Voltou ao popular. Masé bom lembrar que o Big Bang Theory ainda pode ser útil. É só definir o horário certo.
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Outro dia falei sobre os acordos e desacordos entre distribuidoras de TV paga e as redes de televisão. Daí o Alexandre lembrou de alguns canais abertos que faltam na Via Embratel. Pois eu lembro bem da época do lançamento da Via. E até reclamei de sua estratégia inicial, sem qualquer rede aberta nos pacotes. Ela só contava com umas 40 emissoras fechadas. E a justificativa da Via era de que o assinante poderia continuar vendo esses canais na parabólica analógica (sinal aberto).
É claro que foi uma mancada. E a Via tratou de se acertar com as grandes redes; só faltando a Rede TV. Mas eu acho que ainda falta. E isso vale pra Via e pra todas as demais operadoras. Creio que há uma supervalorização de alguns canais fechados, especialmente os estrangeiros. Talvez por questões de marketing. Mas o fato real é que grande parte dos espectadores acaba assistindo mesmo as grandes redes, seus “filhotes” com sinal fechado, e os canais estrangeiros dublados. Basta ver o ranking de audiência dos canais fechados.
Não quero dizer que sei mais que os diretores das operadoras. Nem sofro de xenofobia. Mas eu gostaria muito de ver um “pacotão básico”, com todas as grandes redes, as nanicas e até algumas emissoras alternativas. E aí os canais fechados entrariam como um recheio, um “plus a mais”. Sem falar que a entrada dessas pequenas emissoras nem representaria uma grande despesa pras operadoras. A maioria desses canais já sofre pra pagar o aluguel do transponder nos satélites. Qualquer “10 Reais” já dá pra conversar.
Só pra citar alguns nomes de canais que poderiam entrar nesse “pacotão”: Mix, Gazeta, CNT, MTV, Rede Brasil, Agromix, Conexão MS, Ulbra TV, NGT, Rede Minas, Cinebrasil, Paraná Educativa… Podem não ser o último pastel da feira, mas eu prefiro isso que a NHK ou a España.

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November 27, 2011

Da Nielsen Até a Fox Sports

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 12:56 pm
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Hoje a coluna vai ser no estilo curtinhas. E começo pela tentativa da Nielsen de entrar no mercado brasileiro de medição de audiência. Algo até interessante, para sair um pouco do monopólio do Ibope. A Nielsen se reuniu com as 4 maiores redes (fora a Globo) e colocou seu projeto. Mas a coisa empacou na hora da conta. O motivo é simples, as 4 redes teriam que arcar com todo o custo da empresa, por volta de 50 milhões. Tudo dividido em partes iguais. E esse valor é prá lá de inviável. Ainda mais quando a gente vê a Record e SBT cortando custos, a Rede TV atrasando pagamentos, a Band com medo de perder a “mesada” do RR Soares… Parece que não vai. Pelo menos nesses patamares. E o Ibope ainda vai reinar absoluto por um bom tempo. Ou até que alguém compre o instituto.
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Agora um fato que nem é tão novo, mas que esqueci de abordar antes. Depois de um longo e tenebroso inverno, a Oi e a Globo acertaram os ponteiros. No caso foi a Oi TV e a Globosat. Não que as diferenças tenham acabado. Não posso dizer isso, mas a parte comercial falou mais alto. E a Oi TV já anuncia alguns canais da Globosat em seus pacotes.
Por falar na Globosat, ela já está com chamadas pro seu novo canal, dedicado aos jovens, Off. Por enquanto são alguns teasers de 5 ou 10 segundos.
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Nessa área, de desentendimento entre operadoras de TV paga e as maiores redes, só falta um acordo entre a Via e a Rede TV. Mas nesse caso fica difícil saber quem está travando o acerto. A divergência é antiga.
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A Band é uma gracinha mesmo. O pessoal gosta de uma farra… De preferência em terras distantes, Indianápolis, Portugal e, futuramente, Argentina. Mas o divertido foi ver a justificativa pra realizar sua convenção na terra de Camões. Segundo eles o motivo foi 2012 ser o ano de Portugal no Brasil, e vice-versa. Ainda bem que não é o ano da Nova Zelândia.
Sobre a programação pro próximo ano, nada definitivo. Só a promessa de reforçar o horário da tarde. Santa perspicácia!! Como se fosse possível enfraquecer.
E antes que eu me esqueça, aquela chamada ligando a programação de 2012 com o “final do mundo” não pegou nada bem. Faltou criatividade e bom gosto.
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As novidades da Rede TV, Bola na Rede e Tema Quente, não foram tão bem de audiência. Pelo menos até onde vi. O Tema Quente então, metido em horário errado, ficou com frequência no traço. Como só vi um pedacinho, no site da emissora, não vou analisar o programa. Mas como montagem de grade, é nota 0.
Como citaram nos comentários, programa de 15 minutos (o Bola na Rede) já começa errado. O sujeito que esperar o intervalo comercial em outra emissora, quando trocar de canal o programa já está acabando. A minha idéia era de um programa bem mais abrangente. Tem muito que melhorar.
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A Band ficou tão empolgada com o Agora É Tarde que já planeja transformar o programa em diário. Só que aí complica e o tiro pode sair pela culatra. O bloco com os entrevistados, por exemplo, anda sendo frequentado pelo Dinei, Bruna Surfistinha e outros do mesmo naipe. Fica difícil. Ainda mais que o Superpop já explorou bastante esse tipo de “celebridades”. Não sobrou nem o bagaço da laranja.
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Não dá pra saber o que será da operação brasileira do canal Fox Sports. Mas o grupo é forte, tem negócios e acordos globais. A tendência é que, após a fase de implantação, venha a disputar o 2º lugar (no segmento) com a ESPN. Mas eu estou pensando num outro aspecto. A Globo (incluindo o Sportv) já tem algumas parcerias com a Band e o Esporte Interativo. A Record e o SBT não parecem muito interessadas no assunto. Sobra a Rede TV, que vem penando no esporte. Acho que uma “aliança estratégica” é algo interessante pros dois lados. Resta ver se há vontade para tal.

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November 23, 2011

Fora do Tom

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 7:08 am
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rede record Já falei sobre isso no começo do ano, depois no meio do ano, antes do Pan, depois do Pan… E vou voltar ao ponto: a audiência de vários programas da Record anda derrapando na curva. E isso não é um problema localizado, de uma novela ou um telejornal. O caso vem se repetindo em toda a grade.
Se a direção da Record ainda não ligou o alerta, deveria. Especialmente por ser a culpada pela maioria desses problemas. Se fosse um erro numa novela ou num determinado programa, daria pra aplicar um remédio local. Mas o que vejo é uma crise institucional. A emissora precisa rever certos conceitos, admitir os erros e mudar a rota. Caso contrário vai, gradativamente, perder todo o espaço conquistado nos últimos tempos.
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Os problemas da Record são tantos que não seria possível citar e analisar todos aqui na coluna. Mas vou pegar dois casos recentes. Primeiro foi a repentina estréia do programa Escola do Amor, com a “Edirzinha”. Já aviso que não assisti o programa. Mas o formato não é tão atraente assim. Não tem força para voos mais altos. A audiência pífia na estréia (por volta de 3 pontos) já é um indício forte. Sem falar que a filha do Edir, e essa eu já vi na Record News, é muito fraquinha. É forçar a amizade. Não dá.
Dois dias depois e leio que o Tom Cavalcante rescindiu o contrato com a Record. Um ato, no caso dele, bastante compreensível. O Tom pode não ser o último pastel da feira, mas também não pode fica lá, encostado e esquecido. É um tremendo desperdício. E a situação recente do seu programa só confirma a má gestão da emissora. Começa que ele não é exatamente um apresentador, como a Record imaginou. Quer dizer, pode até apresentar programas, mas fica abaixo da média. Ele é humorista. E é melhor humorista do que o que aparecia na televisão. Basta ver um show dele e comparar. Sem falar que botar o Tom pra apresentar um quadro de piadas é o perfeito exemplo de sub-aproveitamento. Assim como não é um bom exemplo de criatividade ficar parodiando (infinitamente) programas da casa. O Casseta e Planeta já havia exagerado na prática e recentemente foi o Show do Tom. Sem falar que, no dia e horário do programa, fica difícil exigir muito.
De qualquer forma, fica nítido que não basta contratar A ou Z, é preciso usar bem. E esse não foi o caso da relação entre o Tom Cavalcante e a Record.
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Aliás, já está ficando recorrente isso de contratar pessoal de outra emissora e depois pensar em como vão usar. Lembro que alertei sobre isso quando o Mendigo e Gluglu sairam do Pânico pra Record. Depois tivemos o pessoal do Hermes e Renato indo pro Legendários, como bem lembrou o Sérgio, nos comentários. Talvez isso tenha sido bom pra conta corrente dos caras, mas pra carreira… Nessa hora tenho que elogiar o Adnet e a Dani Calabresa. Por mais que as outras emissoras ponham um cheque gordo na mesa, eles pensam no resto dos itens contratuais. Se for pra sair do local atual, que saiam na boa. Ou alguém aí tá precisando tirar a mãe da zona??
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Alguns leitores usaram os comentários pra falar sobre a ida da Miá Mello (Teena) pra Globo, provavelmente pra nova fase do Casseta e Planeta. Olha, por mais que a moça seja desinibida, serelepe (essa é antiga), e coisa e tal, não entendi nada. Qual foi o gênio da Globo que viu tanto talento e graça na moça?? Francamente, pra quem tentou levar a Dani e o Adnet, ficar com a Teena… Pô, ajuda aí!!!
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Voltando aos problemas da Record, existem programas dando claros sinais de fadiga. Não que isso seja exclusividade dela. A Globo mesmo está com a Malhação, o programa do Jô, o Mais Você, Turma do Didi, todos com a validade vencida. No caso da Record já tá na hora de pensar em algum produto pro lugar do Aprendiz, do Chris, do Hoje Em Dia… O HED eu acho difícil que tirem assim. Ele ainda ocupa uma faixa complicada e dá um bom retorno financeiro. O Chris, por melhor que seja, já passou e muito da aposentadoria. O Aprendiz também está esgotado. Basta comparar a edição atual com as primeiras. Agora mal passa dos 6 ou 7 pontos. E já deu.
É bom lembrar que (quase) tudo na televisão tem prazo de validade. A exceção são as novelas, o jornalismo e o esporte. Todo o resto, independente de ter mais ou menos qualidade e audiência, deve ser trocado com alguma frequência. Ou reformulado profundamente. E nessa situação eu posso lembrar o programa do Sílvio Santos. Já tem uns 500 anos, mas todos os quadros são mudados a cada um ou dois anos. Ele é o único que fica.
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A Rede TV estreiou dois novos programas, no início da noite. Um jornal esportivo e um programa de entrevistas (Tema Quente) com o Kennedy Alencar. O esportivo no começo da noite é uma idéia que eu já defendi aqui. Creio que, dependendo do formato, conteúdo e pretensões, pode funcionar. Já o programa do Kennedy Alencar, acho que tá deslocado. É muito difícil que funcione ali, numa grade quebrada.
Mas existe um outro problema pra emissora. É que nesse horário praticamente todas as suas afiliadas apresentam programação própria. Eu, por exemplo, não vi nada. Vou tentar uma hora vaga e ver se assisto pela internet. E olhe lá!
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Nos últimos tempos a gente ficou falando tanto nas perdas de eventos que a Rede TV sofreu. Mas não deve ser por problemas financeiros. Teve festa pra inaugurar as novas instalações em Brasília, festa de aniversário pro dono… E não é qualquer festinha mixuruca, é festão. Realmente não devem ter problemas com dinheiro.

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November 19, 2011

DNA na TV

Arquivo em: Coluna — Marco Telinha @ 10:13 pm
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Vou tentar botar a pauta em dia. Alguns assuntos estão atrasados, outros acabei abordando nos comentários. E o primeiro desses temas foi levantado pelo Alexandre e Ramon, via comentários. É a troca de mãos dos direitos da Liga Europa. A Rede TV não vai mais transmitir o campeonato. E isso só confirma a minha estranheza com os rumos da emissora. Se é que existe algum. Eu fico olhando e tentando entender aonde querem chegar. Mas tá confuso. Muito.
Mas o meu espanto maior foi com a ESPN, que também perdeu os direitos da Liga Europa, em TV fechada. Lembro que há algum tempo falei sobre o Trajano, que “chorava” a dificuldade de comprar eventos esportivos em concorrência com os canais da Globosat. Tudo bem, não deve ser fácil. Mas como a ESPN Brasil largou a Liga Europa assim? Mesmo não sendo o maior evento do mundo, é bem melhor que o Campeonato Russo ou algum torneio de rugby. Decepcionante!
Mas o Esporte Interativo não tem nada a ver com as mancadas alheias. E nos próximos anos o EI vai exibir a Liga da Europa. Até onde sei, com exclusividade. Ponto positivo pro EI!
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No caso da Rede TV as perdas não ficam restritas aos eventos esportivos. Alguns profissionais também vão saindo, ou sendo demitidos. Algo até normal, se a reposição ocorresse dentro do esperado. Mas não é isso que vem acontecendo. O departamento da esportes da emissora é um caso típico. Saiu o primeiro, ficou o segundo no lugar. Aí saiu o segundo e colocaram o o substituto. Logo depois esse foi demitido. E agora nem sei quem ocupa a função.
O departamento comercial também é outro problema. Lembro que já critiquei a sua atuação, mesmo sem ter detalhes mais profundos. Algum tempo depois o responsável pelo setor foi afastado. E o Marcelo Carvalho passou a acumular a função. Sei que ele tem experiência na área, talvez mais prática que teórica. Não vou criticar ainda. Mas é estranho, o cara é dono, apresentador, diretor comercial…
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Desde que o Neymar renovou com o Santos eu estava querendo abordar o assunto e acabava protelando. Mas agora vai. Não sei se todos os leitores acompanham o programa do Kajuru, no EI. Mas eu cansei de ver o Jorge Kajuru garantindo (por fontes de água mineral) que o Neymar já estava acertado com o Real Madri. E ele foi além, citou valores, tempo de contrato, detalhes… Na última oportunidade em que vi o programa, o Kajuru falou que o Santos já havia até recebido uma parcela do valor acertado.
Daí vem a notícia da prorrogação do contrato do Neymar com o Santos. Como fica agora? Vai ficar igual aquela “bomba” do Kajuru garantindo o Brasileirão na Record? Ou tá mais pro “furo furado” do Neto assegurando o Seedorf no Corinthians??
Gente, vamos parar de brincadeiras. Se o Kajuru quer fazer um programa de bafões, polêmicas, palpites, brincadeiras e cascudos na Kelly Dias, ok. É um direito dele e do Esporte Interativo. Mas não venham chamar isso de jornalismo esportivo. Não é. Nunca será!
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Mesmo que muitos não gostem… Não vi menção ao UFC (deste sábado) nas chamadas da Globo. Me parece que não vão exibir nada. E olha que teremos brasileiros nas lutas principais. Agora vou ter que dar razão ao pessoal que estava criticando a Globo por antecedência. Se bem que isso era meio esperado. Eu falei que só iria comentar depois de ver o “preto no branco”. E também lembro de ter falado sobre o “modus operandi” dos gringos da terra do Obama. O único argumento que conta pra eles é o dinheiro. Pouco importa se a emissora vai passar uma luta, todas, ou de vez em quando. Ridículo!!
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Lembro que recentemente critiquei aquela imbecilidade que o Esporte Espetacular inventou ao exibir os gols da rodada. Áudios engraçados, trilha de fundo, narração zombeteira, montagens, brincadeiras… Eis que, domingo passando, zapeando pra um lado e outro, peguei o EE justo na hora dos gols. E levei um susto. A narração era a original, das emissoras (Sportv e Premiere) que haviam exibido os jogos no sábado. Uma coisa elementar. E que valoriza o trabalho dos narradores da casa. Parece aquela estória do guru indiano e da vaca. E algum “guru” da Globo havia colocado a vaca na sala. Parece que agora tiraram a vaca da sala.
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O Alexandre me passou (pelos comentários) um link com uma notícia curiosa. Não é oficial, mas parece que a IURD vai colocar um novo programa na Record. O programa é apresentado pela filha do Edir Macedo. Salvo engano, deve ser a mesma que tem (ou tinha) um programa na Record News. É um taleeeeento….
Coisa curiosa. O Brasil tem quase 200 milhões de habitantes. Mas o povo da televisão só consegue encontrar talento nas filhas, filhos, esposas, namoradas, amiguinhos… É o talento transmitido pelo DNA.

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November 17, 2011

Baixinhas Nota 10

Arquivo em: Belas & Barangas — Marco Telinha @ 4:16 pm
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Hoje é dia de atender o Ronnie Von e colocar mais algumas “bonitinhas” na seção Belas & Barangas. Mas também vou fazer um especial nessa postagem, é o dia das baixinhas. Mas as escolhidas só são baixinhas no tamanho. E vou começar pela “mãe Rússia”. É curioso lembrar do tempo em que a União Soviética queria dominar o mundo. Não deu nada certo. Mas agora os russos estão com outra estratégia, usar belas tenistas. E acho que assim eles têm muito mais chances de sucesso. Tanto que a minha primeira beldade é mais uma daquelas tenistas deliciosas, Dominika Cibulkova. Nem precisam olhar o ranking da WTA, a posição dela é meio baixa. O motivo disso é que o ranking não avalia a beleza, só as vitórias. Mas aqui eu faço o oposto. Senhores e senhores, Dominika Cibulkova:
dominika cibulkovadominika cibulkova

(Eu só queria entender o significado da expressão “a coisa tá russa”)

A segunda escolhida de hoje também tem um nome russo, Samara. Sim, é a atriz Samara Felippo. E eu já publiquei uma foto dela, na versão loira. Mas parece que os leitores não gostaram muito. Então a Samara está de volta, agora na versão oficial. Se não gostarem assim…
samara felippo

E o repeteco tem outra baixinha que esbanja beleza e graça. É a Débora Vilalba, que já esteve na seção e agora está de volta.
débora vilalba
As altonas que se cuidem!!!

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