July 28, 2008

Rede TV!, Altos e Baixos

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 10:19 pm

Domingo passado eu estava vendo o Bola na Rede e, confesso, fiquei com certa dificuldade de entender a função do programa. Ele começa logo após a rodada do Brasileirão e ainda pega as partidas da 18h em andamento. Um prato cheio. Mas… Nada de falar nas partidas que acabaram, nas que estão em andamento, discutir os lances polêmicos, mostrar os gols, entrevistas… No programa de ontem ficaram entrevistando um ex-técnico, o Travaglini, falando com outro, desempregado e debatendo a situação daquele famoso clube que está na segundona. Só lá pelas 19h é que lembraram da rodada do Brasileiro. Nada contra os entrevistados, as histórias antigas do futebol ou a segunda divisão, mas acho um tremendo gol contra. Se é pra falar desses assuntos, melhor mudar o programa pro Sábado, logo após o jogo das 16h. Seria muito mais lógico e ainda pegaria uma boa audiência da partida recém terminada.
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Na sequência… Creio que sou uma das pessoas mais isentas para analisar o Pânico na TV; assisto desde a estréia do programa. Vi o início, a falta de estrutura, as dificuldades, o crescimento, o auge e, agora, a decadência. Infelizmente! Pior que ver a situação atual é notar a falta de interesse em reverter a situação. Parece a síndrome do avestruz que enfia a cabeça na areia. Ainda lembro do começo do programa quando o Emílio ficava mostrando os elogios em jornais e revistas semanais. É muito fácil receber elogios e afagos, duro é lidar com as (atuais) críticas.
Mas é tempo (ainda) de repensar no formato, rever a participação de alguns membros e tentar ressuscitar o programa. Se bem que humor é complicado. Uma fórmula desgastada é um problema quase intransponível. Mas não impossível. Exemplo disso foi o quadro em que o programa homenageou a Dercy. Teve humor, teve sentimento e terminou com uma divertida versão de “Eu Nasci Há 10.000 Anos Atrás” cantada por um sósia do Raulzito. O resto do programa… Lixo puro!
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Ainda na Rede TV!:
- Está ficando insuportável a quantidade de chamadas (dentro dos programas e no intervalo) daquele tal Lance Perfeito. É um verdadeiro massacre ao saco do espectador. Tá dando até raiva do carro!
- A gente também elogia! Não é que eles conseguiram criar um jornalístico diferente e interessante?! É o Good News, que passa aos Sábados e trata do meio ambiente e ecologia. Sem falar que tem um bom potencial de atrair anunciantes que se dedicam a preservação e sustentabilidade. A lamentar, só o nome. Não acharam nada em português para usar?
- A gente elogia (parte 2): já critiquei muito a emissora por usar pseudo celebridades como apresentadores ou repórteres. Se bem que eles aprendem… A Siri, depois de 1 ano, já consegue dizer “boa noite” sem ler o TP. Mas, por outo lado, todavia, porém… Criaram um programa de games (horrível), o Esquenta, e colocaram a ex-BBB, Flávia Viana, pra apresentar. Não que a moça seja uma coisa do outro mundo, mas dá de 10 nas “siris” da vida. É desinibida, simpática, falante, coordenada… Deve ser a tal excecão que confirma a regra.
- Eu até gosto da Olga Bongiovanni como apresentadora; talvez seja a melhor da Rede TV!. Mas o programa dela está pegando todos os vícios que infestam a programação da emissora. Deu até pra copiar vários quadros de outras emissoras. Que coisa feia, hein!
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Voltando ao assunto daquele nefasto menor lance único… A Band, hein… Logo ela que, em outros tempos, critiva a jogatina do SBT, a Telesena, o Baú e demais atividades do SS. Tá quase igual! É o dia inteiro com chamadas pro tal carrro. E ainda apelam usando a bonitona da Paloma Tocci nas chamadas. Um tremendo desperdício.
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E o nosso estimado Weverton volta a ativa nos comentários: diz que se agradou por demais com a beleza da Nathalia Arcuri e pede que eu faça uma lista das jornalistas mais bonitonas do país. Acho complicado, a lista seria enorme e acabaria me esquecendo de várias beldades. Prefiro ir colocando elas aos poucos no site, de acordo com as fotos que encontrar. E ele ainda apoia minha revolta contra o parcialismo esportivo da Band.

July 24, 2008

Réu Confesso

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 10:14 pm

É contra a minha vontade, mas tenho que voltar ao mesmo assunto já abordado várias vezes nesta coluna: o escandaloso parcialismo da equipe esportiva da Band. E quem não assitiu o Jogo Aberto da última Quarta (23/07/08) é só buscar o tape (ou arquivo digital) na emissora. Bem, vamos aos fatos:
Era a parte do programa que só passa em São Paulo, algumas praças sem edição local e na parabólica. O assunto era, obviamente, o jogo de Terça entre Ceará e Corinthians. E aquela mesma ladainha habitual. Chega um momento e o Oscar Ulisses pergunta:
- Mas eu não entendo você, Neto. Você está dizendo que o Corinthians foi prejudicado, mas o Ceará teve tal lance e aquele outro e tem muito mais motivos pra reclamar. Você não vai defender o Ceará?
Daí, o fanfarrão, torcedor, palpiteiro e corneteiro, José Ferreira Neto, retruca sem vacilar:
- Eu não! Não estou aqui pra defender o Ceará. Quem tem que defender é quem comenta lá o futebol do Ceará (Estado).
Não faltou muito pra dizer que era pago pra ser um torcedor televisivo. E nem se preocupou se estava sendo assistido por milhares de pessoas de outros Estados. Ou se os torcedores do Ceará, ainda quem em número muito inferior ao do Curintxa, iriam ficar ofendidos com tal afirmação. Nem mesmo os torcedores de todos os demais clubes que já foram alvo das imbecilidades bairristas da equipe de torcedores da Band.
Na verdade a culpa maior é de quem contrata e orienta essas figuras travestidas de comentaristas. É a direção da emissora que “afasta” um comentarista isento, o Mauro Beting, e abre espaço pra tipos como o Neto, o Morsa ou o Osmar de Oliveira. Essa mesma emissora que vive alardeando ter um jornalismo impacial. Mas, e o esporte?? Parece que a tal bronca do Luciano do Valle não surtiu muito efeito. Eu já imaginava.
Creio que esse tipo de gente só aprende da pior maneira possível. Infelizmente… E basta ter um pouco de memória para lembrar que a equipe da Band já foi hostilizada em vários estádios por esse Brasil. Parece que querem ver o mesmo “filme”.
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Ainda falando do mesmo fanfarrão… Dizem que uma mentira repetida mil vezes vira verdade. Pode ser, mas não comigo! Pois o senhor Neto pegou a mania de dizer umas “meias verdades” e adequar elas aos seus pretensiosos comentários. Quando quer explicar a boa fase (ou má fase) de um clube, sai dizendo que ele tem estrutura, tem centro de treinamento… Se ainda assim o time vai mal ele passa a criticar o técnico do time e após isso a direção do clube. Tremenda besteira. Não que um centro de treinamento não seja positivo, mas isso não é o único diferencial. Tem time com CT e estrutura que (hoje) está na lanterna, o Santos, e o Flamengo, líder do campeonato, não tem tudo isso.
O verdadeiro diferencial no futebol (e esporte de maneira geral) é o dinheiro. Nada mais que o dinheiro. E, claro, os times de São Paulo, por questões de mercado, conseguem as melhores cotas de televisão, do PPV, de patrocinadores, de licenciamentos, etc… Se o clube é bem administrado, como o São Paulo ou Inter, melhor ainda. Esses clubes ainda agregam mais de 50% da receita anual com a venda de jogadores. É comprar, botar na vitrine e vender! Não deixam de ter certa razão, os resultados comprovam isso. E, para quem duvida (o Neto também), façam o seguinte teste: peguem a receita do São Paulo e passem pro Figueirense. Só a grana; podem deixar o CT, a concentração, academia e todas as benfeitorias. Agora peguem a receita do Figueirense e passem pro São Paulo. Quero ver, depois de um ano, onde vai estar cada clube.
Eu já enchi de ouvir essa estória de CT pra cá, CT pra lá. A grande verdade é que TODOS os clubes brasileiros só sobrevivem vendendo (desesperadamente) seus melhores jogadores. Com mais ou menos dinheiro, estão todos no buraco. E fica o esfarrapado rindo do maltrapilho…
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O SBT parece uma televisão da época das cavernas. Começando pela mentalidade, arcaica e ultrapassada. E as velharias (próprias ou compradas) vão sendo desenterradas. Nem mesmo o programa do Patrão escapa. São pegadinhas antiquíssimas, gincanas do tempo da maria-fumaça, uns quadros reprisados… Sem falar que nos quadros atuais tudo funciona na base de pilot e cartolina. A gente pensando que no programa do dono iriam caprichar na produção, no cenário, nos convidados, na direção… E eles ficam na base de responder perguntinhas numa cartolina e virar o papel pra câmera. Pombas!!
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Eu evito comentar certas coisas aqui. Mais pra economizar espaço :) Mas, tem horas que fica difícil segurar. Anteontem, no Superpop (não vejam isso, crianças) me aparece uma daquelas mulher fruta. A senhora em questão se dizendo vítima de assédio sexual por parte de um apresentador famoso. Duas horas de programa e o blá, blá, blá sem fim. E nada de dizer quem era o tal apresentador. Muito menos de alguma comprovação do suposto assédio. Francamente, se não queria dizer o nome do sujeito, pra que ir ao programa? Já não tem espaço suficiente na mídia balançando a buzanfa???
E nesse mesmo programa, uma das convidas para “entrevistar” a mulher fruta se apresentou como promotora de eventos. Hahahahaha. Essa mesma senhora estava lá na semana passada contando suas aventuras como atriz pornô. Aquele mesma que usa um nome de guerra que lembra a Juliana Paes. E que deixou de ser lésbica num passe de mágica. Eu mereço!!!!!

July 20, 2008

A Boniteza da Nathalia Arcuri

Arquivo em: Belas & Barangas — Telinha @ 4:44 pm

Acho que pouca gente gosta de acordar cedo. Inclusive eu! Dá aquele desânimo, uma preguiça… Mas, AHAN, levantar cedinho tem suas vantagens. Uma delas é assistir o “maravilhoso” SBT Manhã. Calma, calma, não surtei ainda. Não gosto nada de um telejornal gravado na noite anterior e com matérias requentadas. O bom é aquele quadro que mostra a vida das celebridades. Ei, ei… pára de jogar pedra em mim. Deixa me explicar melhor: estou falando da moça que apresenta o quadro, a bonitona e lindaça da Nathalia Arcuri. Ou vocês acham que eu me interesso em saber a marca de papel higiênico que a Angelina Jolie usa ou se o Brad Pitt limpa o nariz com o dedo mindinho ou o indicador!?! Dá um tempo!
Aliás, esse negócio de copiar umas notinhas da Internet, em sites de fofoca e celebridades, e usar em quadros na tevê já está irritando profundamente. Uma tremenda “encheção de linguiça” e falta de uma trouxa de roupa pra lavar. Já me bastam os fofoqueiros profissionais e agora inventam isso…
Mas isso não importa. Quase nada importa quando aparece a Nathalia, aqueles olhos puxados, aquele narizinho, a boca, o sorriso farto, as covinhas… Ô coisa linda!!! Tão linda, mas tão linda que nem lembro mais de ter caído da cama. Queria até que tivesse mais notinhas sobre famosos no quadro. Umas 300 :) Pena que são umas 3 ou 4. Pena que ela fica escondida nas manhãs do SBT. Mas, torço muito, logo alguém descobre a beleza da Nathalia Arcuri e ela sai dessa vida “vulgar”.
Celebridades? Uma ova!! Bonito mesmo mesmo é ver a boniteza da Nathalia!
linda nathalia arcuribela nathalia arcuri

July 15, 2008

Vacilo e Outras Notas

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 2:02 pm

GloboA Globo anda numa fase…. Vem cometendo erros inimagináveis em outras épocas. No último sábado, dia de folga para alguns apresentadores e remanejamento de outros, me colocam a Rosana Jatobá para comandar o Jornal Hoje no lugar da Sandra Annenberg, que ocuparia a bancada do JN na folga dos titulares. Porém, surge um imprevisto, e a Rosana aparece totalmente afônica e desanimada, parecendo gripada. Acontece, né… Deu até pena da moça, fazendo uma baita força para falar numa altura audível.
Será que, no meio de tantos e tantos repórteres e apresentadores, não tinham ninguém sadio para colocar na bancada? Que foi? Será um efeito “Zileide Silva” que anda apavorando a emissora? De qualquer forma foi uma falha grosseira e incompreensível numa emissora do porte da Globo.
O lado curioso da história foi uma das matérias que a Rosana fez força para chamar. Era sobre… As doenças típicas do inverno: gripe, refriado, inflamação das vias aéreas… Quanta ironia!
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Se tem coisa que nunca vou entender é concurso de miss. Mais uma vez a que seria minha escolhida acabou em segundo lugar. E a brasileira, bem fraquinha por sinal, nem figurou entre as 15 melhores classificadas. Ainda bem; menos uma pra ocupar espaço na mídia.
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Li, mas só vou confiar quando assistir, que a Band planeja uma reformulação na grade noturna após a olimpíadas. Sai o pastor e entra uma revista de variedades. Já não era sem tempo. Não se deve colocar o dinheiro acima de tudo. Mesmo na televisão.
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Só confirmando aquilo que eu já havia falado sobre as olimpíadas… horário ruim + país distante = redução de equipe. E é isso que vai acontecer em Pequim. E isso em se falando de Globo e Band, as outras emissoras nem vão gastar muita vela com o evento. Não vão perder muita coisa.
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E falando do pastor (RR Soares), me lembrei de um fato. Cada vez mais a RIT se parece com um balcão de vendas. E não fica naquele esquema de bíblias e CDs evangélicos. O homem é empreendedor! Agora tem tv via satélite, purificador de água, macarrão instantâneo… Não demora muito e vai estar vendendo preservativos “abençoados”.
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Seguindo a linha de achar uma coisa positiva (ao menos) em cada emissora… Um dos melhores seriados que temos atualmente é o Todo Mundo Odeia o Chris que passa na Record. Tudo bem que já tá na base da reprise da reprise da reprise. Mas é bem divertido. E consegue tratar de uns assuntos delicados com bastante humor e ironia. E, salvo engano, é a única coisa que suporto assistir na Record.
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E a tv digital, hein?? Parece aquele samba do Martinho da Vila: “… é devagar, é devagar, é devagarinho”. Muito diferente das promessas do ministro Hélio “de Costas”. Já tem quase um ano que venho falando nisso. Parece que vou continuar por mais alguns.
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E o Pantanal continua provocando convulsões no SBT. Se por um lado a novela alavancou a audiência na faixa das 22h, por outro… A maior parte dos programas remanejados está sofrendo queda no horário das 20h. Nem tudo é flores. Tem capim, boi, jacaré, tuiuiú… :)

July 10, 2008

De Humor a Seriados

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 11:41 am

Programas de humor são sempre bem vindos na televisão. Mas a atual safra não é das melhores. E olha que eu tenho a maior boa vontade. Mas está impossível achar um que realmente preste. Parece que redator de humor é espécie em extinção. Fica mais fácil copiar piadas, usar bordões e criar estereótipos. E eles ainda contam com a concorrência de certos políticos.
Mas, o fato curioso de alguns programas é a inclusão de certos participantes. Eu nunca entendi a função do Bola no Pânico. Era pra ser um tipo ranzinza, chatinho, fazendo escada pra alguns colegas, mas… Virou figura decorativa. E o CQC não fica atrás e já tem sua “figura decorativa”. Ou alguém entende a função do Marco Luqui? Nada pessoal, mas ele não realiza matérias, não apresenta quadros, não faz entrevistas… Fica de “valete” do Marcelo Tas, faz caras e bocas e necas de pitibiriba. O pior é que basta o Marcelo olhar pra ele e começar a rir. Vai fazer uma pergunta e, no meio, começa a rir do Marco. Qual a graça afinal? Algum segredo íntimo entre os dois? Poderiam compartilhar com os espectadores. Ou, como o Rafinha, pensar em algumas tiradas e intervenções mais engraçadas.
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Outra coisa que anda aborrecendo muito é a constante participação de certos famosos, beirando o ostracismo, em programas de namoro. Seja cantor, modelo ou “entrão”, o sujeito, na falta de coisa mais útil, resolve que participar do quadro de namoro do Melhor do Brasil é a chance de reavivar a carreira. Não é tão ruim assim; faz um marketing pessoal, divulga o CD ou agenda, posa de galã, paquera umas garotas… O atual “pretendido” é o Flávio daquela dupla de gêmeos. Pois é, eles ainda “existem”! E eu vou fazer papel de idiota e acreditar que ele precisa de um programa de televisão pra encontrar uma namorada. Tá bom…
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O esporte da Band é uma coisa complicada de entender. Deveria ser o carro chefe, como já foi em outros tempos. Mas, ao que parece, não é assim que a atual direção pensa. Uma hora é a Fórmula Indy que é cortada para não bater de frente com outros programas. Depois é o futebol que fica escanteado para a Festa de Parintins. E no próximo domingo será o concurso de miss que vai achatar a programação esportiva da emissora. Fica difícil…
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De hoje até o final da competição vou falar um pouco sobre a Olimpíada de Beijin (ou Pequim como preferem alguns). Já adianto que acho esse tipo de evento uma furada pras emissoras de TV. Começa pelo valor pago. É um dinheiro que poderia ser melhor usado, comprando campeonatos mais interessantes e com possibilidade de melhor aproveitamento na grade. Depois tem o problema do horário. Quase sempre ocorrendo de madrugada ou de manhã. Ou ainda batendo de frente na grade habitual da emissora. Depois tem o fato de comprimir dezenas (ou centenas) de competições num período de 1 mês. Satura qualquer um. E acaba com a audiência se detendo mais naqueles esportes tradicionais: futebol, vôlei, basquete… Se nado sincronizado fosse bom a Globo não precisaria gastar milhões comprando o Campeonato Brasileiro, bastava umas moças nadando debaixo d’água.
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Até quem não gosta dos americanos tem que admitir: os caras são bons nesse negócio de televisão. Fiquei reparando em alguns seriados que andam passando em nossa televisão e é impressionante como os caras conseguem inventar e recriar em assuntos tão comuns. Vejam o caso dos seriados policiais, fazem isso há décadas e mesmo assim acham novas fórmulas. Entrou o CSI num formato de polícia investigativa. Parou aí? Nada. Tem o Investigação Policial, o Arquivo Morto, o Desaparecidos, Bones… Imaginem um redator tendo que criar um seriado sobre investigação de cadáveres, biopsia, partículas de pele ou sangue… E o sujeito faz um baita roteiro, sem ser técnico demais e com atrativos para qualquer espectador. E toda semana sai um roteiro novo!
Só acho uma pena que o horário em que esses seriados passam atrapalha uma audiência maior. Só mesmo pra quem sofre de insônia.

July 4, 2008

SBT, nas Coxas!

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 7:10 pm

sbtDuas colunas atrás eu havia falado aqui sobre a dificuldade do SBT encaixar certos programas na faixa do SBT Show, entre 20h e 21h. Não daria pra enfiar, por exemplo, a Praça É Nossa em 45 minutos de tempo útil. E não deu outra, o horário foi “flexibilizado”. Essa é uma forma educada de dizer que o horário oficial é só pra “inglês ver” e os programas vão terminar quando for preciso. Azar, novamente, do Carlos Nascimento e do Jornal do SBT, que não tem hora pra começar nem pra terminar. O jornal pode começar às 21h, às 21:15, 21:30 … E só termina quando acabar a novela da Globo.

Não é a primeira vez que o SBT usa desse expediente. E não vai ser a última em que vai quebrar a cara. E isso só confirma aquilo que qualquer pessoa minimamente informada já sabe: o Sílvio Santos nunca se importou com o jornalismo na emissora dele. Nem com o esporte. É como tentar misturar água e azeite. Podemos mexer bastante, um minuto depois já estão separados.

Mas essa aventura “manchetiana” do SBT (li que o SS comprou tudo que havia de novelas e séries na finada emissora) não fez estragos apenas no jornal e nos programas que passaram para as 20h. A bagunça também reina nos programas e filmes que entram depois de Pantanal. Os filmes estão terminando de madrugada e não há como segurar uma audiência razoável até esse horário. O espectador acaba preferindo nem começar a assistir tais filmes. E, também de sopetão, o SBT lançou 2 novelas americanas para ocupar o espaço vago nas Quartas e Quintas. Uma delas é a versão ianque de Beth, a Feia. Isso, a mesma Beth que já foi exibida N vezes. E numa versão semanal! Calculo que a novela vai durar uns 3 ou 4 anos se continuar sendo exibida num único dia da semana. Nem preciso usar minha bola de cristal pra adivinhar que o SS vai degolar a Beth muito antes disso. Coitadinha: Beth, a Feia Degolada.

Fica nítido que organização, planejamento e estratégia são palavras desconhecidas no SBT. Tudo é feito no improviso, nas coxas! Melhor pra concorrência.

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Durante essa semana, marcando os horários dessa faixa noturna do SBT, perdi uns minutinhos vendo o Nada Além da Verdade, aquele programinha com a tal máquina da mentira. Estava lá o Reginaldo Rossi e o Sílvio fazendo aquelas perguntas estúpidas e inconsequentes que tanto agradam alguns espectadores. Num hora ouço algo como: “… quando você sai do banho e olha no espelho, repara mais da cintura pra cima ou da cintura pra baixo?” E o Reginaldo responde que se admirava mais da cintura pra baixo… porque era bem dotado!!! Nossa, que assunto mais relevante e produtivo para entreter a família brasileira.

Mas o que me chamou a atenção nem foram as bobagens ditas. Fiquei pensando no programa em si. Eu já falei aqui e repito: esse negócio de máquina da verdade não me convence. Nunca! Daí… Pelo que entendi o sujeito é eliminado quando diz uma mentira. Certo? Então, vamos imaginar que alguém minta logo na segunda resposta. Como fica? O programa acaba com 5 minutos? Podem até dizer que tem um outro convidado para entrar e completar o programa. Mas… Eu só acredito, VENDO!!! :) Que tremenda balela.

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Na coluna passada eu comentei sobre algumas propaganda que andam rolando na TV. Pois tem uma que usa de uma tática que chamo de “cortina de fumaça”. Cortina de fumaça é a ferramente que se usa para esconder algo (que não queremos mostrar) ou para evitar que se perceba que nada existe num local/item. Pois é isso que ocorre na propaganda do “novo” Gol. Gastaram milhões e milhões para contratar a Giselda Bundchen (eca!) e o Stallone (eca tripla!) só pra fazer a “cortina de fumaça” e distrair o consumidor. E ninguém presta atenção ao texto. Só que o texto diz: “… nova frente … nova traseira … novo painel”. Só mudaram o design do carro. Podem até fazer com que muitos acreditem ser um novo carro. Mas pra mim é só maquiagem. Algo como uma fábrica de batatas chips mudar o formato da batatinha, mudar a embalagem e ficar anunciando que é um novo produto. Nem a pau, Juvenal!

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Só pra variar um pouco, vamos aos elogios. Eu critico tanto a Band (até com fundamento) mas tenho que reconhecer: é a única emissora que usa editorial em seus telejornais. Algo tão comum em jornais e revistas de notícias e tão raro na televisão. Será medo de emitir uma opinião de desagradar interesses políticos e comerciais? Provavelmente. Mas isso é muito mais honesto do que esconder a opinião e manipular as notícias de acordo com a mesma.

June 30, 2008

Publicidade e Afins

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 5:02 pm

Uma das coisas mais comuns em telejornais e programas atualmente são aquelas reportagens de utilidade pública. Sejam sobre direitos do consumidor, sobre higiene, conservação de alimentos, vida saudável, riscos da auto-medicação… Tudo muito louvável e útil num país como o nosso. Mas… Eu já vi mais de duas dezenas de reportagens alertando sobre os perigos da auto-medicação e a “empurroterapia”. Só que, passam dois minutos e entra o intervalo comercial. E cerca de 80% das propagandas de remédios em nossa televisão segue o mesmo roteiro: um artista famoso encontra alguém no balcão de uma farmácia e já sai indicando o produto X para dores, febre ou resfriado. Tudo bem que são remédios que não necessitam de prescrição médica para serem vendidos. Mas a mensagem que o espectador assimila é de que deve seguir recomendações médicas de qualquer um: a vizinha, o colega de trabalho, o balconista da farmácia, etc… Não sou louco de esperar um alto senso moral desses tais artistas a ponto de rejeitar participar desse tipo de anúncios ou que as emissoras vetem a veiculação dos mesmos. É preciso que a medida seja de algum orgão normativo e que seja dura. Tá na hora de acabar com essa bagunça!
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Ainda falando em publicidade… Fico impressionado com o volume e a inoperância das campanhas do UOL. A propaganda é quase a mesma há séculos. O texto segue o mesmo script: “assine já… email de X GB… 30 dias grátis … Ligue agora”. Algumas vezes mudam a atriz, atualmente é a Ingrid Guimarães. E o comercial é veiculado exaustivamente. Na Band então… Fico imaginando o perfil de quem assina o provedor. Qualquer pessoa que acesse a Internet por 2 meses acaba encontrando tudo que o UOL oferece, melhor até, e de graça. Podiam economizar o dinheiro em publicidade e tratar de melhorar o serviço. Se bem que isso é improvável. Lembram do UOLK e da grana que eles queimaram no projeto???
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Seguindo o mesmo tema… Não sei se todo mundo sabe o que significa “reposicionamento de marca”. Mas tem uma empresa famosa (e gigantesca), que atua no setor de higiene e limpeza e no de alimentos, que anda abusando dessa tática comercial. Atualmente ela está com uma grande campanha publicitária para reposicionar uma de suas marcas de xampus. Primeiro ela lançou uma outra marca (o nome começa com “s”) para ocupar a faixa mais popular. Daí pegou sua marca principal (o nome também começa com “s”) e reformulou a embalagem, o preço e a publicidade. Querem dar um status mais “classe média” ao xampu. Só que eu não consigo imaginar a Madona, a Galisteu ou a Aguilera usando um xampu de 4 ou 5 Reais. Não cola mesmo! Pior mesmo foi meter a Marylin Monroe na campanha. Será que usam xampu no além??!!
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Por outro lado… Tem uma campanha de uma fábrica de perfumes que usa uma pessoa famosa de forma eficiente e oportuna. Não é aquela coisa habitual de botar um artista só pelo nome e imagem. Há um sentido na coisa. Eu estou falando no comercial de um perfume masculino que a Marília Gabriela fez pro Boticário. Simples e inteligente. Nota 10 pra criação. Pena que o anúncio é pouco veiculado.
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Mudando o papo… Eu ainda estou sonado com a “maratona” de Parintins na Band. Foram centenas de reportagens distribuídas pela programação e mais 3 dias (Sexta, Sábado e Domingo) de transmissão da festa do boi. Confesso que não peguei o sentido da festa; talvez seja legal pros paraenses. Sei lá… Ainda mais com o Datena narrando. Cansei com 30 segundos!
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Nos comentários: o Weverton voltou a ativa e me pergunta se continuo “apaixonado” pela Adriana Reid. Sim e não! Sou muito volúvel e ando gamado numas 30 belezocas. Não dá pra ser fiel assim. Ainda mais que a loiraça é casada e nunca cometeria a insensatez de sequer olhar pra um pé-rapado como eu. Oh vida… Quem sabe a Paloma Tocci, a Débora Vilalba, a Camila Busnello, a Luiza Zanchetta, a Ticiana… Vai que alguma é doida varrida!!
E mais um “pa´” de gente me malhando pelo texto sobre a Elisa Jung. Parece que a AMAE (associação dos moradores e amigos da Elisa) anda bem ativa por aqui :)

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