August 18, 2008

Papo de Olimpíada

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 5:38 pm

Opa, cheguei chegando e vamos logo ao assunto da temporada: jogos olímpicos.
- Seguindo a coluna anterior (onde citei alguns dos problemas dos jogos), lembrei de outro fato que me desagrada bastante: o uso (e abuso) do dopping. E não pensem que é algo tão raro como os testes negativos andam mostrando. A questão é que nem sempre o dopping é comprovado. Ou só é depois de um bom tempo. Como no caso de certos atletas que fizeram muito sucesso em outras olimpíadas e só depois se descobriu o real motivo de tal façanha. Se alguém está muito impressionado com a quantidade de medalhas do tal Phelps, lembro que já tivemos um outro nadador que também assombrou o mundo há pouco tempo. Ele foi “convencido” a se aposentar (muito jovem ainda) e o caso foi abafado para não prejudicar a imagem do esporte.
- Umas das coisas que mais me chamou a atenção foi a diferença no comportamento de alguns atletas ao ganhar (ou perder) suas competições. Lembro do Phelps, após ganhar a quinta (ou sei lá qual) medalha e nem esboçar qualquer emoção. Ele olhou o placar, tirou os óculos (reclamando que estavam vazando), tirou a touca e jogou pro lado e saiu da piscina como se nada tivesse ocorrido de especial. Já os brasileiros… Parece que voltaram de uma guerra mundial: choram, gritam, arrancam os cabelos… E a televisão vai no embalo, transformando uma competição esportiva num caso de honra nacional. E talvez isso explique tantos atletas nossos amarelando na hora H. É muita pressão para quem não suporta nem a cobrança normal de conseguir bons resultados num evento desses.
- Dias desses, reparando nos estádios e obras que a China fez para os jogos, me ocorreu uma idéia meio maluca. Talvez idiota, até! Mas, vejam só: a gente é “bombardeado” diariamente com campanhas para preservar os recursos naturais, economizar água, reciclar papel, alumínio, etc… Daí, a cada 4 anos um país pega e constroi dezenas de estádios, parques esportivos, vilas olímpicas, centros de imprensa, etc… Tudo pra 20 dias de competições. Tá certo que as obras ficam lá pra serem usadas depois, mas é um baita desperdício de cimento, ferro, vidro e demais materiais. Por mim podiam escolher um único país (até comprar uma pequena ilha dessas que tem aos montes) e transformar no “país olímpico”. E os jogos seriam sempre lá. As obras de estrutura estariam prontas e só precisariam de uns retoques simples a cada 4 anos. Tudo bem que nunca aceitariam uma idéia dessas apesar de ser mais coerente com os problemas mundiais e com a exploração irracional dos recursos naturais. Mas então não venham me pedir pra economizar mais nada. Não mesmo!
- Não sei exatamente o nome da tecnologia (talvez touch screen ou algo assim) mas a Globo aproveitou os jogos para estreiar esse recurso em suas transmissões. É até legal o apresentador usar as mãos para puxar informações na tela e não ficar aguardando que alguém no switcher dê um play. Só não podem exagerar e usar a ferramenta em qualquer tipo de programa.
- Outro detalhe (sem tanta importância) é que tanto a Globo quanto a Band escrevem “Beijing 2008″ em suas artes e no logotipo dos jogos. E a narração sempre fala “Pequim 2008″. Sem entrar no mérito da questão ou na correção linguística, acho meio confuso. Se escrevessem “Pequim” nas telas e logotipo não iria baixar o preço do petróleo nem aumentar o dólar.
- Eu tinha imaginado que teriamos problemas maiores na narração dos jogos mas até que a coisa não foi tão ruim assim. O Galvão Bueno manteve o padrão habitual, metendo o bedelho em tudo. O Cléber Machado não cometeu falhas notáveis. O Luciano do Valle também foi tranquilo, diferente dos últimos tempos. O Nivaldo Prieto foi muito bem, como de hábito. Aliás, ele foi responsável por um dos melhores momentos ao chamar a Ana Paula e Larissa para “comentar” um dos jogos do vôlei de praia masculino. Foi um improviso e ficou muito divertido. É isso mesmo, chega de mesmice!
Desagradável mesmo é aguentar os berros do Ivan Zimmerman, como sempre, e o Sílvio Luiz gritando que a transmissão é em “rrrrrrai definxonnnnn”. Não gosto de gritaria na televisão. Nem em qualquer lugar.
- Por outro lado… O nível dos comentaristas (quase todos ex-atletas) foi abaixo do tolerável. Mas as nossas emissoras adoram colocar ex-atletas para comentar; devem ter bons motivos para tal. Azar de quem assiste. Por exemplo:
* Passava um jogo de vôlei de praia e a Larissa e Ana Paula perdiam pra dupla australiana. E a Virna só malhando a Ana Paula. Todos os erros eram culpa dela, que havia chegado de última hora, que estava desentrosada, que estava cansada… Só que os números da partida mostravam a Larissa errando 7 ou 8 saques, errando alguns ataques, falhando na defesa. Se a Virna tem algum problema com a ex-colega de seleção deveria manter o caso fora dos comentários sobre o jogo.
* O Neto… Hehehehe. O Brasil jogava contra a China e não ia tão bem. Daí o Dunga coloca o Thiago Neves e o Fernando Fernandes (acho que era ele sim) informa que o jogador era um destaque na cobrança de faltas, acertando 90%. O Neto (sempre ele), na falta de algo melhor pra falar, começa: “… e o que importa isso? Não tem falta nenhuma aí pro Thiago bater. Ele deveria ter colocado fulano, deveria ter feito tal e tal…” Passam uns minutos e o Thiago mete um golaço de falta. Mais uns minutos e outro golaço chutando de longe. Dizem que o silêncio vale ouro…
* Outro problema, até pela questão financeira, é que grande parte dos comentaristas está no Brasil e vendo as competições por um monitor. Fica difícil assim! Sem falar no atropelo de narradores e comentaristas se cortando ao falar. Ainda mais com o delay que ocorre.
- Eu duvido que as tevês abertas façam isso, mas tem uma pauta pronta: discutir o motivo do repetido fracasso brasileiro em olimpíadas. Ou alguém acha que 3 ou 3 medalhinhas é resultado bom para um país de 190 milhões de habitantes? Ou vamos continuar aguentando as habituais desculpas, os azares e as promessas de melhor resultado na próxima vez? Eu já cansei dessa lenga-lenga. Já está mais do que na hora de botar o dedo na ferida e discutir esse assunto. Sem falar que, neste país, as coisas só se resolvem quando a mídia cobra e exige mudanças.
- E falando nisso… a Record (exclusiva nos jogos de Londres) deveria estar bem preocupada com o desempenho dos atletas brasileiros em Pequim. Pagar uma fortuna para transmitir americanos e chineses dando um baile não rola. Sem falar que sempre há o risco de alguns esportes coletivos (futebol e basquete principalmente) não conseguirem classificação para os jogos. Sobra muito pouco para atrair a atenção do espectador.
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Nos comentários: O Rivaldo reclama que só faço críticas destrutivas. Depende do ponto de vista, né. Sabendo usar… E lembra que nossa ditadura também usou o esporte. Correto, mas quem gostava de cavalos era o Figueiredo, não o Geisel. O Weverton volta (reclamando da Velox - hehehe, aqui também sofro com essas coisas de conexão) e pergunta se reparei na goleira da Noruega, que deixou até o Galvão sem fala. Bem, essa não vi, mas… Tem algumas belezinhas na Olimpíada sim. Em certos esportes então… Aqueles que não deformam muito o corpo feminino, como alguns aquáticos, vôlei ou tênis. Aliás, bom mesmo é ver o nado sincronizado :) Não pela competição, é claro. Aquilo ali é invenção do cinema (basta pesquisar por “Esther Williams”) e tá muito longe de ser esporte. Mas as garotas ficam ótimas: pernas definidas, bumbum empinado, aquele maiô… Hummmm! Mas a minha preferida nesses jogos é a Ana Ivanovic, outra lindona do tênis. Sem falar que tenho certa fixação pelas mulheres do leste europeu. Será que estou errado?

linda ana ivanovic

August 13, 2008

A Farsa da Olimpíada

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 7:44 pm

Hoje eu estou naqueles dias; d. Maricota e d. Zildinha que me desculpem e mudem de site. E vou começar retificando um dado errado e que me foi alertado pelo (a) Diones no comentário: o valor que a Record pagou pela olimpíada de Londres é de U$ 60 milhões e não 35 milhões como eu havia dito. De fato, o valor começou na casa dos trinta e acabou em sessenta graças a exclusividade e gula da emissora. O Diones ainda falou que a emissora pode recuperar o investimento se fizer uma transmissão diferenciada e de qualidade. Aí não! Tenho sérias dúvidas. Além de que ela não precisa recuperar nada. Os U$ 60 milhões não vão sair exatamente do bolso do Bispo.
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E, seguindo no tema dos jogos olímpicos:
- Eu já havia dito que não gosto muito do evento. E gosto menos ainda de ditaduras autoritárias. Mas, felizmente, algumas das farsas oficiais vão sendo reveladas: os efeitos especiais pré-gravados; a garotinha que dublava a outra (mais feia); os torcedores “profissionais” que foram pagos para ocupar espaços vagos e passar a imagem de animação; os acidentes que tentaram ser encobertos, etc… Nem preciso ir muito longe para lembrar que o esporte sempre foi manipulado por regimes ditatoriais: nos países da extinta cortina de ferro, em Cuba, na Argentina de 78… E agora na China. Uma espécie de propaganda do sistema. E talvez isso funcione. O povo se ilude com facilidade. Quando não são os políticos, ele se ilude sozinho.
- Só para confirmar a opinião acima: duas imagens me impressionaram nesses primeiros dias de olimpíada, o atleta que rompeu o ligamento do cotovelo ao tentar levantar um peso e a cara daquelas ginastas chinesas. Fiquei com enorme dificuldade para saber se aquelas atletas chinesas (ou mesmo de outros países) tinham 18 ou 10 anos. A cara de criança, o corpo atrofiado pelo excesso de exercícios e a altura de uma anã. Tudo para dar mais piruetas, cambalhotas e se encaixar nos critérios que algum idiota inventou para algo que nem esporte é. Não considero esporte nada dessas coisas que precisam de notas. Mas o pior é ver como se manipula o corpo e mente dessas jovens. Horas, dias, meses, anos e anos de treinamento duro para uma suposta perfeição técnica num salto ou numa cambalhota. Uma tremenda maldade com quem deveria estar estudando, brincando e até praticando esporte, mas esporte sadio. Isso que fazem mais parece o nazismo.
- Outra coisa que me dá arrepios e imaginar um outro tipo de manipulação que talvez nunca venha a ser noticiada. Imaginem todo o gasto da China neste evento, a imagem que eles tentam “vender” ao mundo, a intenção declarada de ultrapassar os Estados Unidos no número de medalhas de ouro… Daí se junta um sem número de competições onde a vitória depende de um juiz ou de uma nota. Eh… Se até os jornalistas estão tendo os passos controlados dia e noite, imaginem a pressão e coação que devem sofrer os árbitros. Ou mesmo a corrupção de uns e outros.
- E não fica só nisso. Tem coisas que não consigo admitir nesse “mundinho” do esporte: o COI resolve que badminton é esporte olímpico e ainda rende 12 ou mais medalhas se contarmos a disputa individual, por equipes, feminino, masculino… E nada de aceitar o futebol de salão ou de praia. Só pela briguinha boba com a Fifa. E até o futebol só entra com aquela regra idiota de só permitir 3 jogadores acima de 23 anos. Ah, faça-me o favor! Badminton?? Badminton não passa de um frescobol “abichalhado”!
- É habitual nesse tipo de evento que a mídia tente fazer uma daquelas listas de “musas”. Sempre aparecem em jornais, sites, revistas… Só que, francamente… Tá difícil! Pelo menos na delegação brasileira não consegui achar 5 para formar uma lista. Já tivemos safras melhores.
- Eu já queria ter falado sobre o Álvaro José (famoso pai da Fernanda :) ) desde a época do Pan, quando ele ainda estava na Record. Mas não deu e agora ele retornou para a Band onde está se virando para bater o córner e cabecear na cobertura dos jogos. Dá pena ver que uma pessoa tão qualificada para falar sobre esporte (s) só seja lembrada em certas épocas. Deveria ser o primeiro nome da equipe de comentaristas em qualquer emissora ligada ao esporte. Sem favor algum.
- Por outro lado… O Elia Júnior, velho de guerra e não aprende. É um negócio de olhar pro lado (monitor ou qualquer outra coisa) a todo instante. Dá a impressão de estar atento a tudo menos ao texto que lê. Sem falar que, não é de hoje, virou um fanático pelos americanismos. Ou por qualquer coisa que venha da terra do Tio Sam. As vezes até esquece que trabalha numa emissora brasileira. Dia desses, entra a imagem da irmãs Williams num jogo de duplas e ele grita todo animado: “Oh, misses Williams on the court”.
- O fato de ter sido um excelente atleta ou uma pessoa legal não garante que alguém vá se tornar um bom comentarista esportivo. Nem mesmo o nosso estimado Oscar “mão santa”. Dia desses, após a derrota da seleção feminina de basquete para a Letônia, ele resolve justificar o mau desempenho: falta “escurecer” a seleção. Temos que achar garotas negras e botar elas pra treinar. O basquete americano só vence por causa dos negros.
Caramba! Aguentar o Oscar falando bobagens sobre ser porta-bandeira, sobre a seleção vencer a Coréia tranquilamente (e perdeu) e coisas do tipo até dá, mas esse tipo de pensamento preconceituoso é inaceitável. Ou vocês acham que preconceito favorável é bom e só o contra deve ser combatido. Ora, pela teoria do Oscar os negros devem jogar basquete, futebol, praticar atletismo e só. Natação, tênis ou ginástica, nem pensar. O Lewis Hamilton nem chegaria perto de um carro de F1; só por foto.
Uma tremenda bobagem esse comentário do Oscar. Coisa de quem não ligou o cérebro antes de abrir a boca. Tudo bem que o basquete americano depende 90% dos negros mas… A antiga União Soviética sempre rivalizou com eles e eram todos branquelos. Hoje temos os ex-países comunistas jogando um bom basquete e também são brancos. Até a Argentina conseguiu melhorar muito o seu basquete masculino e não há negros por lá. Não é questão de cor de pele. O problema é se fazer um trabalho sério, massificar, preparar os melhores, dar estrutura, pagar bem…
Aliás, pela teoria dele, até o basquete brasileiro acabaria desfalcado: sem a Hortência, sem a Paula, sem o Marcel… E sem ele mesmo!!

August 6, 2008

Olimpíada e Pregação

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 11:02 pm

Coisa de uns 20 dias atrás eu escrevi isso:
“Li, mas só vou confiar quando assistir, que a Band planeja uma reformulação na grade noturna após a olimpíadas. Sai o pastor e entra uma revista de variedades.”
Pois é, ainda bem que eu confio desconfiando. Parece que a Band e o RR Soares chegaram a um entendimento (financeiro) e a pregação continua por tempo indeterminado na emissora. É uma pena se pense apenas no dinheiro nessas horas. Ninguém pensa no telespectador, na programação, nas afiliadas. Tudo se resume em grana. Uma grande barraca de feira onde tudo está a venda. Até o caráter e a dignidade de algumas pessoas.
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Na falta de algo melhor pra fazer e ainda recebendo um polpudo salário do SBT, o Ratinho andou dando plantão em alguns programas do patrão. Isso enquanto aguarda a renovação do contrato e um eventual novo programa na emissora. Participou do Nada Além da Verdade e do Programa SS. O mais irônico foi ver ele ganhando 690,00 num quadro do programa SS. E o Sílvio pegou as notas e foi contando e pagou ao sorridente Ratinho. Imagina só, o sujeito recebe uns 2 milhões por mês para ficar em casa e ainda cata uns “coquinhos” participando de programas na emissora.
Mas, falando sério, o Ratinho não é tudo aquilo que se dizia no auge do sucesso dele e nem é tão ruim como o ostracismo atual faz imaginar. Ele precisa é de um projeto bom; adequado ao estilo dele. E não creio que o SBT vá criar tal programa. Mas ainda acho que o Ratinho pode ter espaço na tevê brasileira se tiver liberdade para mostrar seu lado brincalhão, boa gente e popular. Só que, evidentemente, sem o tal salário milionário. Não dá pra cometer tais loucuras.
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Não sei se foi ordem superior, mas o William Bonner e a Fátima Bernardes pararam com aquela mania boba de ler as notícias olhando um para o outro em grande parte do JN. Ora, eles têm que contar a notícia para o espectador, não um para o outro como se estivessem na sala da casa deles. Ainda bem que corrigiram o comportamento.
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Papo de Olimpíada:
- Já estou ficando com pena das equipes de reportagem em Pequim. Todos os assuntos “pautáveis” já foram alvo de 3, 4 ou 5 matérias. Atletas brasileiros “medalháveis” não passam de uns 10 ou 12. Assunto para entrevistar os mesmos em todos os dias eu já nem sei mais. Vão ter que tirar leite de pedra.
- Acho que pouca gente repara nesses detalhes, mas, até pela quantidade de competições que poderão ocorrer simultaneamente, uma parte expressiva das disputas será narrada via tubão. Isso mesmo, tendo, por exemplo, lutas de judô, natação, ginástica olímpica e handebol numa mesma tarde, será mais viável que o narrador e comentaristas fiquem no estúdio de Pequim e acompanhem as competições pela televisão. É curioso mas é assim, viajar pra China e narrar vendo uma tevê.
- Um outro ponto que me faz desgostar da olimpíada como evento televisivo é a relação custo X benefício. Quem compra os direitos faz mais pelo glamour de ter a competição com exclusividade (ou não). Vejam o caso da Record, pagou uns 35 milhões de dólares pela olimpíada de Londres. Ainda terá os custos indiretos: equipe, equipamentos, transporte, aluguel de satélite, etc… E todo esse gasto num evento que mal dura um mês. Com esse dinheiro ela poderia comprar uma liga de vôlei ou um estadual de futebol, dezenas de filmes de ponta, vários seriados, centenas de desenhos…
- Falando em eventos internacionais e equipamentos, me lembrei de uma, que ouvi de um funcionário de uma certa emissora famosa (talvez já saibam do caso). A tal emissora adorava transmitir essas competições. Embarcava seus equipamentos mais antigos, quase sucata, e mandava pro exterior. Terminava a competição e voltavam as caixas… Lotadas de equipamentos novos!! Hehehe.
- Só a nível de palpite: não creio que o Brasil vá passar de 5 medalhas de ouro nessa olimpíada. Uma ou duas no vôlei, uma na ginástica, uma no judô, outra em qualquer coisa que tivermos sorte. É muito pouco para um país deste tamanho, para uma delegação de 270 atletas e pra tanto barulho na mídia.
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Nos comentários: o Weverton fala não confiar muito no crescimento da Band e diz que a emissora acabou se rendendo as críticas (inclusives minhas) ao seu departamento esportivo. Bem, não creio que diretores de televisão sejam muito sensíveis a críticas feitas na Internet ou em jornais e revistas. A maior parte deles sofre de autismo :) Mas, por outro lado, é verdade que o site está crescendo e algumas opiniões aqui publicadas acabam tendo uma certa repercussão. Já vi até opiniões parecidas com as minhas em outros sites mais famosos. Só que as minhas foram publicadas antes. Se fosse depois já teria gente me acusando de plágio. Mas nem tenho a presunção de achar que estou sendo copiado. Não é impossível de acontecer que 3 ou 4 pessoas, ao analisarem um fato, tenham uma opinião parecida. Apenas tiveram o mesmo ponto de vista.

August 2, 2008

Bandices da Band

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 11:36 pm

BandE, depois de tantas críticas, a Band soltou um memorando para sua equipe de esportes lembrando que no Brasileirão participam clubes de vários Estados, que não devem focar apenas nos paulistas, blá, blá, blá… Que ótima piada! Então só agora a direção da emissora percebeu o fato?? Ora, ora… Vamos parar de encenação. Está muito evidente que tal atitude dos torcedores/narradores/comentaristas sempre teve o respaldo da emissora. Se ela não estivesse satisfeita já teria demitido os fanfarrões há tempos. Muito pelo contrário.
Aliás, seria bom mandar esse mesmo memorando pro jornalismo da emissora. No Jornal da Band de hoje (02/08/08), na falta de gols no jogo do Curintxa, eles inovaram e mostraram os principais lances da partida e as vaias da torcida. Tudo bem, mas… Vão fazer o mesmo nos jogos do Bahia, Paraná, Juventude, Ponte Preta …????
E, aproveitando que o assunto é futebol+Band, gostaria de suplicar ao responsável técnico pela transmissão para que mude o posicionamento do microfones ambiente nos jogos do Palmeiras. Especialmente aquele que fica ao lado do banco palmeirense. Meu ouvido (e o de muitas outras pessoas) não é penico e não sou obrigado a passar o jogo inteiro ouvindo o Luxemburgo berrar: “… Zorra! … Baralho! … Ponte que Partiu!” Já que não dá pra mudar o técnico, muda-se a posição do microfone.
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Ainda falando do futebol bandeirantino… Acho que só a direção da emissora ainda não percebeu que o seu bairrismo desmedido não anda gerando grandes resultados. Fui dar uma olhada em alguns índices de audiência e a Band só consegue 1/6 dos números da Globo. E isso considerando a audiência de São Paulo! Imagina como deve ficar a audiência nos Estados desprezados pela Band. Olha, o torcedor/espectador não é tão burro assim como vocês imaginam.
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Ainda na Band… Leio na coluna do Flávio Ricco que o (auto-entitulado) bispo Valdemiro acaba de arrendar 90% da grade da Rede 21 para sua pregação. O Valdemiro, para quem não sabe, é um dos maiores intelectuais deste país, com mestrado e doutorado em várias universidades e PHD em contar piadinhas aos fiéis. Só a cara de pedreiro é que não ajuda :)
Mas, falando sério, nunca consegui entender a estratégia de crescimento horizontal do Grupo Bandeirtantes de Comunicação. Em algum momento, vendo que a Band não tinha espaço e capacidade para crescer brigando com a redes rivais, resolveram criar novas emissoras e explorar outros nichos. Talvez até fosse uma idéia boa. Só que na prática… Foi um atropelo. Criaram a Rede 21, depois a Band News, Band Sports, Terra Viva, um monte de emissoras de rádio e … Nenhum dos projetos foi cuidado com a dedicação suficiente para crescer e amadurecer. Foram praticamente abortados. E alguns ainda sofrendo com o bloqueio por partes das televisões por assinatura.
Daí, sem profissionais capacitados (e talvez sem dinheiro), ficam jogando a Rede 21 de uma mão pra outra como se fosse um trapo velho. Coisa de proxeneta. Melhor vender, então. E usar o dinheiro para melhorar o nível das outras emissoras. Antes 2 emissoras boas do que 5 porcarias.
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Voltando ao tema “jogos olímpicos”, que já abordei antes… Até mesmo a Globo ficará com sua equipe esportiva desfalcada no Brasil com a ida de vários integrantes para Pequim. Na Band então, muito pior. Não há emissora de televisão (neste país) que possa se dar ao luxo de enviar dezenas de profissionais para um evento num país distante e ainda cuidar de transmitir o Brasileirão, F1 ou Indy, Copa Sulamericana, e outros eventos menores.
E, felizmente, parece que nem a Globo e nem a Band vão usar daquela estratégia estúpida de ancorar seus telejornais da cidade sede da olimpíada. É uma firula desnecessária e improdutiva. E, aliás, também é desnecessário aquele monte de reportagens (repetitivas e repetidas) sobre a cultura, a economia ou os hábitos (bizarros) do país. Todo mundo já sabe que lá se come carne de cachorro e insetos fritos. Melhor cuidar de outros assuntos mais importantes. O mundo não pára por causa de jogos olímpicos. Temos (ainda) os mesmos assuntos de política, economia, violência, escândalos e demais que já ocupam as editorias dos telejornais por aqui.
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E nos comentários… O Weverton diz que aprecia (por demais) as apresentadoras de telejornais da Rede TV! e da Band News. Só você, é??? E a Maira concorda com os elogios que fiz à Flávia Viana. Hummmm… Tá com pinta de ser prima, amiga ou fã da moça.

July 28, 2008

Rede TV!, Altos e Baixos

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 10:19 pm

Domingo passado eu estava vendo o Bola na Rede e, confesso, fiquei com certa dificuldade de entender a função do programa. Ele começa logo após a rodada do Brasileirão e ainda pega as partidas da 18h em andamento. Um prato cheio. Mas… Nada de falar nas partidas que acabaram, nas que estão em andamento, discutir os lances polêmicos, mostrar os gols, entrevistas… No programa de ontem ficaram entrevistando um ex-técnico, o Travaglini, falando com outro, desempregado e debatendo a situação daquele famoso clube que está na segundona. Só lá pelas 19h é que lembraram da rodada do Brasileiro. Nada contra os entrevistados, as histórias antigas do futebol ou a segunda divisão, mas acho um tremendo gol contra. Se é pra falar desses assuntos, melhor mudar o programa pro Sábado, logo após o jogo das 16h. Seria muito mais lógico e ainda pegaria uma boa audiência da partida recém terminada.
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Na sequência… Creio que sou uma das pessoas mais isentas para analisar o Pânico na TV; assisto desde a estréia do programa. Vi o início, a falta de estrutura, as dificuldades, o crescimento, o auge e, agora, a decadência. Infelizmente! Pior que ver a situação atual é notar a falta de interesse em reverter a situação. Parece a síndrome do avestruz que enfia a cabeça na areia. Ainda lembro do começo do programa quando o Emílio ficava mostrando os elogios em jornais e revistas semanais. É muito fácil receber elogios e afagos, duro é lidar com as (atuais) críticas.
Mas é tempo (ainda) de repensar no formato, rever a participação de alguns membros e tentar ressuscitar o programa. Se bem que humor é complicado. Uma fórmula desgastada é um problema quase intransponível. Mas não impossível. Exemplo disso foi o quadro em que o programa homenageou a Dercy. Teve humor, teve sentimento e terminou com uma divertida versão de “Eu Nasci Há 10.000 Anos Atrás” cantada por um sósia do Raulzito. O resto do programa… Lixo puro!
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Ainda na Rede TV!:
- Está ficando insuportável a quantidade de chamadas (dentro dos programas e no intervalo) daquele tal Lance Perfeito. É um verdadeiro massacre ao saco do espectador. Tá dando até raiva do carro!
- A gente também elogia! Não é que eles conseguiram criar um jornalístico diferente e interessante?! É o Good News, que passa aos Sábados e trata do meio ambiente e ecologia. Sem falar que tem um bom potencial de atrair anunciantes que se dedicam a preservação e sustentabilidade. A lamentar, só o nome. Não acharam nada em português para usar?
- A gente elogia (parte 2): já critiquei muito a emissora por usar pseudo celebridades como apresentadores ou repórteres. Se bem que eles aprendem… A Siri, depois de 1 ano, já consegue dizer “boa noite” sem ler o TP. Mas, por outo lado, todavia, porém… Criaram um programa de games (horrível), o Esquenta, e colocaram a ex-BBB, Flávia Viana, pra apresentar. Não que a moça seja uma coisa do outro mundo, mas dá de 10 nas “siris” da vida. É desinibida, simpática, falante, coordenada… Deve ser a tal excecão que confirma a regra.
- Eu até gosto da Olga Bongiovanni como apresentadora; talvez seja a melhor da Rede TV!. Mas o programa dela está pegando todos os vícios que infestam a programação da emissora. Deu até pra copiar vários quadros de outras emissoras. Que coisa feia, hein!
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Voltando ao assunto daquele nefasto menor lance único… A Band, hein… Logo ela que, em outros tempos, critiva a jogatina do SBT, a Telesena, o Baú e demais atividades do SS. Tá quase igual! É o dia inteiro com chamadas pro tal carrro. E ainda apelam usando a bonitona da Paloma Tocci nas chamadas. Um tremendo desperdício.
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E o nosso estimado Weverton volta a ativa nos comentários: diz que se agradou por demais com a beleza da Nathalia Arcuri e pede que eu faça uma lista das jornalistas mais bonitonas do país. Acho complicado, a lista seria enorme e acabaria me esquecendo de várias beldades. Prefiro ir colocando elas aos poucos no site, de acordo com as fotos que encontrar. E ele ainda apoia minha revolta contra o parcialismo esportivo da Band.

July 24, 2008

Réu Confesso

Arquivo em: Coluna — Telinha @ 10:14 pm

É contra a minha vontade, mas tenho que voltar ao mesmo assunto já abordado várias vezes nesta coluna: o escandaloso parcialismo da equipe esportiva da Band. E quem não assitiu o Jogo Aberto da última Quarta (23/07/08) é só buscar o tape (ou arquivo digital) na emissora. Bem, vamos aos fatos:
Era a parte do programa que só passa em São Paulo, algumas praças sem edição local e na parabólica. O assunto era, obviamente, o jogo de Terça entre Ceará e Corinthians. E aquela mesma ladainha habitual. Chega um momento e o Oscar Ulisses pergunta:
- Mas eu não entendo você, Neto. Você está dizendo que o Corinthians foi prejudicado, mas o Ceará teve tal lance e aquele outro e tem muito mais motivos pra reclamar. Você não vai defender o Ceará?
Daí, o fanfarrão, torcedor, palpiteiro e corneteiro, José Ferreira Neto, retruca sem vacilar:
- Eu não! Não estou aqui pra defender o Ceará. Quem tem que defender é quem comenta lá o futebol do Ceará (Estado).
Não faltou muito pra dizer que era pago pra ser um torcedor televisivo. E nem se preocupou se estava sendo assistido por milhares de pessoas de outros Estados. Ou se os torcedores do Ceará, ainda quem em número muito inferior ao do Curintxa, iriam ficar ofendidos com tal afirmação. Nem mesmo os torcedores de todos os demais clubes que já foram alvo das imbecilidades bairristas da equipe de torcedores da Band.
Na verdade a culpa maior é de quem contrata e orienta essas figuras travestidas de comentaristas. É a direção da emissora que “afasta” um comentarista isento, o Mauro Beting, e abre espaço pra tipos como o Neto, o Morsa ou o Osmar de Oliveira. Essa mesma emissora que vive alardeando ter um jornalismo impacial. Mas, e o esporte?? Parece que a tal bronca do Luciano do Valle não surtiu muito efeito. Eu já imaginava.
Creio que esse tipo de gente só aprende da pior maneira possível. Infelizmente… E basta ter um pouco de memória para lembrar que a equipe da Band já foi hostilizada em vários estádios por esse Brasil. Parece que querem ver o mesmo “filme”.
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Ainda falando do mesmo fanfarrão… Dizem que uma mentira repetida mil vezes vira verdade. Pode ser, mas não comigo! Pois o senhor Neto pegou a mania de dizer umas “meias verdades” e adequar elas aos seus pretensiosos comentários. Quando quer explicar a boa fase (ou má fase) de um clube, sai dizendo que ele tem estrutura, tem centro de treinamento… Se ainda assim o time vai mal ele passa a criticar o técnico do time e após isso a direção do clube. Tremenda besteira. Não que um centro de treinamento não seja positivo, mas isso não é o único diferencial. Tem time com CT e estrutura que (hoje) está na lanterna, o Santos, e o Flamengo, líder do campeonato, não tem tudo isso.
O verdadeiro diferencial no futebol (e esporte de maneira geral) é o dinheiro. Nada mais que o dinheiro. E, claro, os times de São Paulo, por questões de mercado, conseguem as melhores cotas de televisão, do PPV, de patrocinadores, de licenciamentos, etc… Se o clube é bem administrado, como o São Paulo ou Inter, melhor ainda. Esses clubes ainda agregam mais de 50% da receita anual com a venda de jogadores. É comprar, botar na vitrine e vender! Não deixam de ter certa razão, os resultados comprovam isso. E, para quem duvida (o Neto também), façam o seguinte teste: peguem a receita do São Paulo e passem pro Figueirense. Só a grana; podem deixar o CT, a concentração, academia e todas as benfeitorias. Agora peguem a receita do Figueirense e passem pro São Paulo. Quero ver, depois de um ano, onde vai estar cada clube.
Eu já enchi de ouvir essa estória de CT pra cá, CT pra lá. A grande verdade é que TODOS os clubes brasileiros só sobrevivem vendendo (desesperadamente) seus melhores jogadores. Com mais ou menos dinheiro, estão todos no buraco. E fica o esfarrapado rindo do maltrapilho…
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O SBT parece uma televisão da época das cavernas. Começando pela mentalidade, arcaica e ultrapassada. E as velharias (próprias ou compradas) vão sendo desenterradas. Nem mesmo o programa do Patrão escapa. São pegadinhas antiquíssimas, gincanas do tempo da maria-fumaça, uns quadros reprisados… Sem falar que nos quadros atuais tudo funciona na base de pilot e cartolina. A gente pensando que no programa do dono iriam caprichar na produção, no cenário, nos convidados, na direção… E eles ficam na base de responder perguntinhas numa cartolina e virar o papel pra câmera. Pombas!!
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Eu evito comentar certas coisas aqui. Mais pra economizar espaço :) Mas, tem horas que fica difícil segurar. Anteontem, no Superpop (não vejam isso, crianças) me aparece uma daquelas mulher fruta. A senhora em questão se dizendo vítima de assédio sexual por parte de um apresentador famoso. Duas horas de programa e o blá, blá, blá sem fim. E nada de dizer quem era o tal apresentador. Muito menos de alguma comprovação do suposto assédio. Francamente, se não queria dizer o nome do sujeito, pra que ir ao programa? Já não tem espaço suficiente na mídia balançando a buzanfa???
E nesse mesmo programa, uma das convidas para “entrevistar” a mulher fruta se apresentou como promotora de eventos. Hahahahaha. Essa mesma senhora estava lá na semana passada contando suas aventuras como atriz pornô. Aquele mesma que usa um nome de guerra que lembra a Juliana Paes. E que deixou de ser lésbica num passe de mágica. Eu mereço!!!!!

July 20, 2008

A Boniteza da Nathalia Arcuri

Arquivo em: Belas & Barangas — Telinha @ 4:44 pm

Acho que pouca gente gosta de acordar cedo. Inclusive eu! Dá aquele desânimo, uma preguiça… Mas, AHAN, levantar cedinho tem suas vantagens. Uma delas é assistir o “maravilhoso” SBT Manhã. Calma, calma, não surtei ainda. Não gosto nada de um telejornal gravado na noite anterior e com matérias requentadas. O bom é aquele quadro que mostra a vida das celebridades. Ei, ei… pára de jogar pedra em mim. Deixa me explicar melhor: estou falando da moça que apresenta o quadro, a bonitona e lindaça da Nathalia Arcuri. Ou vocês acham que eu me interesso em saber a marca de papel higiênico que a Angelina Jolie usa ou se o Brad Pitt limpa o nariz com o dedo mindinho ou o indicador!?! Dá um tempo!
Aliás, esse negócio de copiar umas notinhas da Internet, em sites de fofoca e celebridades, e usar em quadros na tevê já está irritando profundamente. Uma tremenda “encheção de linguiça” e falta de uma trouxa de roupa pra lavar. Já me bastam os fofoqueiros profissionais e agora inventam isso…
Mas isso não importa. Quase nada importa quando aparece a Nathalia, aqueles olhos puxados, aquele narizinho, a boca, o sorriso farto, as covinhas… Ô coisa linda!!! Tão linda, mas tão linda que nem lembro mais de ter caído da cama. Queria até que tivesse mais notinhas sobre famosos no quadro. Umas 300 :) Pena que são umas 3 ou 4. Pena que ela fica escondida nas manhãs do SBT. Mas, torço muito, logo alguém descobre a beleza da Nathalia Arcuri e ela sai dessa vida “vulgar”.
Celebridades? Uma ova!! Bonito mesmo mesmo é ver a boniteza da Nathalia!
linda nathalia arcuribela nathalia arcuri

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